Quer ser contratado em 2019? Saiba quais são as carreiras mais “sexies” em tecnologia

Quer ser contratado em 2019? Saiba quais são as carreiras mais “sexies” em tecnologia

*Por Marcelo Vianna

 

Quer saber se o seu perfil é atraente para o mercado de trabalho? Se a sua expertise engloba tecnologias como IoT, Big Data, Analytics, IA, segurança da informação e infraestrutura para serviços em nuvem e mobilidade, prepare-se para estar cada vez mais em evidência.
Veja algumas das carreiras que serão mais disputadas no próximo ano:

 

Consultor Cloud

O Cloud é um movimento muito forte, que vai continuar em 2019. Em 2018 vimos que a Computação em Nuvem trouxe uma mudança tanto na infraestrutura física como na cultura das empresas e, consequentemente, nas vagas de trabalho. Hoje, com a Computação em Nuvem é possível atuar sem a necessidade de adquirir e renovar periodicamente as licenças de uso para programas ou investir parte do orçamento em recursos de TI. Esse novo sistema de trabalho, está reduzindo a mão-de-obra para infraestrutura de dentro das empresas, que seria necessária para manter os softwares e hardware em funcionamento.  Por outro lado, os consultores Cloud estão sendo  mais requisitados e disputados e, com certeza, essa será uma das profissões mais bem-remuneradas e disputadas no mercado de TI, em 2019. 

Cientista de Dados

Uma das apostas para 2018, o cientista de dados certamente será mantido como um dos profissionais mais disputados em 2019, em razão do número de vagas abertas na área e do salário atrativo. Independentemente da área de atuação, as empresas exigem profissionais com perfil analítico e capazes de usar os dados para criar soluções assertivas, gerar insights, traçar estratégias, otimizar ações e medir resultados. O objetivo das empresas com este profissional é transformar ação em conhecimento para impactar de forma positiva os negócios. Portanto, o cientista de dados será cada vez mais requisitado por empresas que querem assumir posições de destaque e liderança no mercado.

Analista de Business Intelligence (BI)/Power BI

A análise inteligente dos dados pode indicar tendências importantes para os negócios, em ambientes com cenário econômico complexo. Por isso, o analista de Business Intelligence (BI) têm se tornado uma figura indispensável para a coleta de dados e informações dentro das empresas. Contudo, atualmente, além do BI, um outro profissional têm ganhado destaque no mercado de TI: o analista de Power BI. O profissional que tiver disponibilidade para se reinventar e quiser migrar para o Power BI, certamente, será muito beneficiado no mercado de trabalho em 2019.

Arquiteto de Integração (SOA, IBM, WSO2)

Hoje em dia, a experiência do usuário é um diferencial competitivo para as empresas. A figura do arquiteto de integração atua diretamente na interface empresa/usuário e por isso, será altamente demandada no próximo ano. Os ecossistemas digitais cada vez mais complexos dependem de muitos sistemas integrados e, por isso, a habilidade deste profissional na integração entre a arquitetura dos sistemas é essencial para reduzir riscos das companhias.

Analista de Segurança da Informação

Assim como o cientista de dados, o analista de segurança da informação foi uma das profissões mais disputadas em 2018 e continuará em 2019. Isso porque, a Lei Geral de Proteção de Dados ou simplesmente LGPD (lei 13.709/18), sancionada em agosto de 2018 pela Presidência da República, as empresas têm até fevereiro de 2020 para se adequarem. A LGPD cria uma regulamentação para o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil, e, em razão deste cenário, o analista de segurança da informação, responsável por tomar medidas para proteger as informações dos usuários será amplamente requisitado pelas empresas.

SalesForce

Os especialistas de customização Sales Force serão especialistas muito requisitados no próximo ano. Além do Sales Cloud, os especialistas nas soluções da SalesForce voltadas para atendimento ao cliente, marketing, inteligência artificial, gestão de comunidades, criação de aplicativos entre outras frentes, certamente não ficarão sem trabalho em 2019.

Devops

Acompanhando a transformação digital das empresas, os novos ambientes, desenvolvimento de habilidades com tecnologias ágeis, o DevOps surge como uma das profissões tendência para o próximo ano. O profissional DevOps deve fundir a implantação de aplicativos e o desenvolvimento, num processo mais simplificado, o que tem atraído cada vez mais a atenção e o investimento das empresas.

E por último, mas não menos importante:

Desenvolvedores (.net; Java; Phython; Nodejs/React/Angular; Mobile/Android; Full Stack)

Atualmente temos visto uma nova gama de produtos, além do .net e do Java que foram muito demandados este ano e continuarão sendo em 2019, algumas linguagens como Phython; Nodejs/React/Angular estão surgindo. Certamente, os desenvolvedores específicos para Mobile/Android; Full Stack também terão bastante espaço no mercado em 2019. A atuação de um desenvolvedor que compreende, executa, realiza a manutenção e corrige possíveis erros de programas, plataformas e linguagens continuará sendo essencial para as empresas num futuro próximo.

Se você se encaixa em um desses perfis, certamente, será contratado em 2019. Se não, ainda dá tempo de se especializar!

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/

5 aplicativos que podem ajudar você a ser mais produtivo

5 aplicativos que podem ajudar você a ser mais produtivo

Em uma hora de trabalho, quantas vezes você precisou parar o que estava fazendo para olhar alguma notificação que chegou a seu celular? Aposto que você nem se atreve a fazer essa conta, porque sabe que são muitas vezes para uma hora só.

O celular pode, sim, ser um dos maiores vilões atuais da produtividade, entretanto, com os aplicativos certos, ele pode se tornar seu maior aliado. Confira a seguir uma lista com 5 aplicativos que ajudam você a ser mais produtivo.

Trello

O aplicativo é ótimo organizador de projetos e pode ajudar você a se manter organizado, seja no trabalho, seja com tarefas de casa. Com o Trello é possível gerenciar projetos individualmente ou em grupo, personalizar fluxos, adicionar checklists, anexar arquivos e atribuir tarefas a si mesmo ou aos membros de sua equipe. É uma maneira prática e divertida de melhorar sua produtividade e organização.

Pushbullet

Este app permite que você espelhe seu celular em diversas plataformas, entre elas em seu computador. Assim, todas as notificações que você receber em seu smartphone aparecerão no desktop, facilitando o compartilhamento de links e arquivos. Com o Pushbullet, você consegue até enviar SMS para qualquer contato por seu notebook. Além de tudo isso, você não precisa estar com o celular a seu lado para conseguir acessar arquivos e notificações pelo computador.

Cisco Spark

Para quem só consegue lembrar as tarefas diárias por meio de lembretes, este aplicativo é perfeito para você! Com ele, é possível receber um e-mail ou notificação com tudo o que você tem de fazer no dia. Além disso, se estiver trabalhando em um projeto com outras pessoas, o Cisco Spark também envia lembretes a sua equipe, para que ninguém esqueça seus afazeres. É ótima opção para quem procura um aplicativo para unificar o fluxo de trabalho.

FocusList

Este aplicativo ajuda você a planejar seu dia e dividir suas tarefas em blocos de 30 minutos de execução (25 minutos + 5 minutos de descanso). FocusList torna sua rotina mais produtiva e o ajuda a se concentrar melhor. Além disso, ele traz um relatório sobre como foi seu dia, assim você pode analisar se seu tempo foi bem aproveitado.

IFTTT

Com a proposta de fazer a internet trabalhar para você, este aplicativo pode automatizar tarefas e poupar seu tempo ao executar ações pré-programadas. Ele utiliza uma conexão de serviços baseada em IoT (Internet das Coisas), plataforma que conecta diferentes dispositivos e aplicativos por meio de comandos. Por exemplo, ao criar um comando, toda vez que você tirar uma foto com seu celular, automaticamente ela pode ser enviada para determinado contato.

Fonte: https://www.hsm.com.br/5-aplicativos-que-podem-ajudar-voce-a-ser-mais-produtivo/

Apesar das máquinas, o futuro será mais humano e colaborativo

APESAR DAS MÁQUINAS, O FUTURO SERÁ MAIS HUMANO E COLABORATIVO

A atenção ao desenvolvimento e à colaboração das pessoas será essencial para as companhias que buscam alcançar o sucesso.

*Por Marcelo Vianna

 

O futuro do trabalho tem sido moldado a partir das transformações e evoluções tecnológicas. É claro que a chegada de bots, inteligência artificial e machine learning impactam nosso dia a dia, mas é possível dizer que o mercado está do avesso?

Eu digo que não! Ainda que a implementação dessas tecnologias esteja acontecendo a todo vapor, o fator humano nunca foi tão importante, e esse tema tem sido objeto de discussão em congressos e entre especialistas do mundo todo. O próprio CONARH tem levantado, já alguns anos, a bandeira do ser humano no centro da transformação, e em 2019 vai focar na Humanização dos negócios.

Pra criar espaços mais humanizados e colaborativos, dois preceitos são essenciais:

Engajamento é a chave para o sucesso

As empresas devem buscar ser mais ágeis, além de aproveitarem ao máximo a tecnologia para inovar, resolver problemas, ensinar e aprender, sem esquecer que a inclusão e a colaboração de pessoas no ambiente de trabalho e nos projetos idealizados contribuem para o engajamento.

Pessoas engajadas são mais produtivas e felizes.  É que mostra a pesquisa Carreira dos Sonhos, realizada anualmente pela Cia. de Talentos, que este ano entrevistou mais de 80 mil pessoas, de todos os níveis hierárquicos e faixas etárias.

Liderança inspiradora

Outro ponto importante é a confiança dos times em suas lideranças. As empresas precisam trocar seus modelos hierárquicos e pouco participativos de gestão, por um método distribuído, inclusivo e colaborativo.

É chegado o momento de entender que líderes são pessoas comuns, com erros e acertos. Desmistificar a ‘santidade’ do líder pode ser o caminho para aproximar os colaboradores do propósito da empresa.

O crescimento é um caminho a ser trilhado junto. Toda organização que entender e reconhecer que a sua liderança é um agente de transformação alcançará o êxito tão ansiosamente procurado.

 

*Marcelo Vianna é sócio-diretor da Conquest One, empresa especializada em contratação de profissionais especializados em TI, e CHRO responsável pela área de Pessoas e Compliance.

CQ1 News – RHs Precisam Entender Mais de Dados

CQ1 News - RHs Precisam Entender Mais de Dados

SÃO PAULO  –  As empresas ainda estão distantes do que consideram ideal quando o assunto é uso de dados para tomar decisões de gestão de pessoas, segundo um levantamento global da consultoria PwC. Menos da metade dos executivos acham que os gestores de RH têm um entendimento profundo das atuais mudanças tecnológicas do mercado. 

 

Como criar um Mindset de inovação na sua empresa

Como criar um mindset de inovação na sua empresa

Não há cartilha! Só depende de você. Pense você mesmo como começar. Estabeleça planos, estude teorias de inovação e entenda como elas acontecem

Inovar é o caminho natural das empresas. Quando falamos em negócios, empresas, processos e tudo o que envolve o dia a dia de uma companhia, acabamos nos voltando a este tema. Como melhorar processos internos? Inovação. Precisa de um novo software para encurtar ou automatizar trabalhos? Inovação. Quer ganhar mais ou reduzir custos? Inovação!

As áreas de conhecimento respiram inovação. Cientistas inovam para obter novas fórmulas, teorias e avanços. Banqueiros inovam para ter margens maiores de lucro. Arquitetos inovam em construções para encontrar materiais mais baratos e mais resistentes. Desenvolvedores e profissionais de TI inovam para fazer sistemas mais rápidos e que tornem a experiência de seus usuários cada vez mais imersiva.

Temos então esta situação. Todo mundo precisa inovar, no entanto, como as empresas novas e tradicionais fazem para que isso seja possível? Como estimular um ambiente inovador? Quais resultados esperar e de quais tipos de inovação?

Quebrar hierarquia
A hierarquia mata a inovação. Encare isso. A pessoa que está se propondo a isso não pode depender do julgamento de outras acima de seu nível hierárquico até que a ideia chegue a quem realmente a entenderá. As inovações incrementais mais bem-sucedidas e mais rápidas são aquelas que pesquisam o hábito do consumidor. É algo rápido, está na boca de todos os usuários que usam sua ferramenta e não pode esperar pela hierarquia.

As pessoas têm medo de levar suas ideias adiante por acharem que serão julgadas. Quando há muitas etapas a serem vencidas, a ideia morrerá sem chegar aos ouvidos de quem realmente importa.

Tenha muitos ouvidos
Vejo muitos clientes, com orgulho, dizer: criamos uma área de inovação – que já foi chamada de R&D (ou P&D – Pesquisa e Desenvolvimento) -, com orçamentos volumosos. Reconheço que a inovação precisa começar de alguma forma, mas restringir os ouvidos somente às vozes vindas do próprio time é perigoso.

Mas, lembre que empresas pequenas e com poucos funcionários não têm um departamento de inovação. No Nubank, por exemplo, há uma área que se chama “Fator Wow!”. Como o nome sugere, a responsabilidade do time é criar experiências que impressionem seus clientes.

Seu cenário é de empresa grande? Pense no Google. Com milhares de funcionários, 20% do tempo de cada funcionário é livre para que possam trabalhar em suas próprias ideias. O modelo de negócios da Google permite este tempo ocioso, pois sua fábrica de dinheiro está automatizada. Legal, vamos olhar agora para a Apple. Ela vende hardware, é uma fábrica e é uma das empresas mais inovadoras do mundo!

Estimule o intraempreendedorismo
O objetivo final é inovar, mas isso só vai acontecer quando as pessoas pensarem fora da caixa e, para isso, precisam se sentir à vontade e entender que têm liberdade para propor ideias e que elas não serão cortadas.

Não deixe o outro se desmotivar
Um projeto é analisado por diversas pessoas antes de ser colocado em prática ou não. Por este motivo, é essencial passar feedbacks ao idealizador, deixando claro o que achou da ideia e destacando os pontos positivos e negativos. Desta forma, a pessoa não ficará desmotivada e buscará se aperfeiçoar em uma nova ideia.

Uma dica: quem for avaliar uma proposta deve buscar com o idealizador o conceito principal, para juntos decidirem se é aplicável ou não à empresa.

inovacao

Comece
Não há cartilha! Só depende de você. Grandes empresas de consultoria irão propor modelos prontos, que custam milhões de dólares, sobre como “implementar a transformação digital”, por exemplo. Não vai funcionar. Sua cultura não deixará. A inovação é incremental. Não terá prazo e custo definidos. 

Pense você mesmo como começar. Estabeleça planos, estude teorias de inovação e entenda como elas acontecem. Uma vez compreendido, você saberá por onde começar. Sugestão: estude lean, jornadas de design e metodologia ágil de desenvolvimento de software.

Fonte: http://cio.com.br/opiniao/2018/09/13/como-criar-um-mindset-de-inovacao-na-sua-empresa/

Conquest One 22 de janeiro de 2019 0 comments

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

* por Antonio Loureiro, CEO da CQ1 Desde que criamos a CQ1 Lab, pudemos imergir ainda mais no “mar” de inovação que é possível trazer para a área de recursos humanos. Boas ideias e iniciativas não faltam.  As HRtechs têm trabalhado para solucionar os inúmeros problemas burocráticos do setor: alta
Gestão Inteligência de Negócios

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

Data Skills – as habilidades para transformar dados em insight e ação – são o direcionador das economias modernas.  De acordo com o Fórum Econômico Mundial , os trabalhos de computação e focados matematicamente estão mostrando o crescimento mais forte, à custa de papéis menos quantitativos.

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

Então, seja para maximizar o papel que desempenhamos no crescimento econômico orientado por dados, ou simplesmente para garantir que nós e nossas equipes permaneçam relevantes e empregáveis, precisamos pensar na transição para um conjunto de habilidades mais distorcido em dados. Mas em quais habilidades você deve se concentrar? A maioria de nós pode esperar acompanhar essa tendência, ou seria melhor recuar para áreas menores da economia, deixando as habilidades de dados para os especialistas?

Para ajudar a responder a essa pergunta, a filtered.com reinicializou e adaptou uma abordagem que adotamos para priorizar as habilidades do Microsoft Excel de acordo com os benefícios e custos de adquiri-las. Foi aplicada uma análise de utilidade do tempo ao campo de habilidades de dados. “Tempo” é hora de aprender – um proxy para o custo de oportunidade para você ou sua equipe de adquirir a habilidade. “Utilidade” é o quanto você provavelmente precisará dessa habilidade, um substituto para o valor agregado à corporação e suas próprias perspectivas de carreira.

Combine tempo e utilidade, e você terá uma matriz simples 2 × 2 com quatro quadrantes:

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.
  • Learn: alta utilidade, pouco tempo para aprender. Esta é uma fruta barata que irá agregar valor para você e sua equipe rapidamente.
  • Plan: alta utilidade, alto tempo de aprendizado. Embora isso seja valioso, adquirir essa habilidade significará priorizá-la antes de outros aprendizados e atividades. Você precisa ter certeza de que vale a pena o investimento.
  • Browse: baixa utilidade, pouco tempo para aprender. Você não precisa disso agora, mas é fácil de adquirir, portanto, fique atento no caso de seu utilitário aumentar.
  • Ignore: baixa utilidade, alto tempo de aprendizado. Você não tem tempo para isso.

Para ajudá-lo a decidir onde concentrar seu esforço de desenvolvimento, o estudo plotou as principais habilidades de dados em relação a essa estrutura. Foram alocadas habilidades associadas a funções como: analista de negócios, analista de dados, cientista de dados, engenheiro de aprendizado de máquina ou hacker de crescimento. Em seguida, foram priorizados para o impacto com base na frequência com que aparecem nas postagens de emprego, nos relatórios de imprensa e no feedback de seus alunos. E, finalmente, isso foi somado com informações sobre a dificuldade das habilidades para aprender – usando o tempo para a competência como uma métrica e avaliando a profundidade e a amplitude de cada habilidade.

Lembrando que isso foi realizado para técnicas, e não para tecnologias específicas: portanto, para aprendizado de máquina em vez de TensorFlow; para inteligência de negócios em vez de Microsoft Excel, etc. Depois de descobrir quais são as técnicas prioritárias em seu contexto, você pode descobrir qual software específico e as habilidades associadas melhor as suportam.

Você também pode aplicar essa estrutura ao seu próprio contexto, onde o impacto das habilidades de dados pode ser diferente. Aqui estão os nossos resultados:

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

No exemplo da Filtered, descobriu-se que a construção dessa matriz os ajudou a tomar decisões difíceis sobre onde focalizar: à primeira vista, todas as habilidades em nossa longa lista pareciam valiosas. Mas, realisticamente, só se pode esperar mover a agulha em alguns, pelo menos a curto prazo. Concluiu-se  que o melhor retorno do investimento em competências para a empresa foi na visualização de dados, com base em sua alta utilidade e baixo tempo de aprendizado. 

Experimente a matriz em sua própria empresa para ajudar sua equipe a determinar quais habilidades de dados são mais importantes para começar a aprender agora.

6 ferramentas JavaScript que devem estar no seu Radar

6 FERRAMENTAS JAVASCRIPT QUE DEVEM ESTAR NO SEU RADAR

O provisionamento em nuvem, a Internet das coisas (IoT), os pagamentos e a programação do Node.js são apenas alguns dos casos de uso para essas ferramentas de software livre.

Fundação JS é o lar de proeminentes projetos JavaScript de código aberto, mais notavelmente a popular biblioteca jQuery JavaScript. Mas também tem esforços de baixo perfil dos quais os desenvolvedores podem se beneficiar, para uma variedade de usos, como provisionamento em nuvem, internet das coisas (IoT), pagamentos e programação do Node.js.

Aqui estão seis que você deveria saber.

Architect (.arc)

projeto Architect, também conhecido como .arc, fornece um manifesto em texto sem formatação para definir a infraestrutura em nuvem, permitindo que os desenvolvedores se concentrem na lógica de negócios no Amazon Web Services. Os desenvolvedores podem usá-lo para configurar um aplicativo para ser executado no serviço em nuvem do AWS Lambda . O objetivo do arquiteto é permitir que os desenvolvedores se familiarizem com a computação sem servidor em poucos minutos, permitindo o provisionamento rápido. Com o Architect, o gerenciador de pacotes do NPX para o NPM é usado para gerar código local e configurar e provisionar a infraestrutura da nuvem a partir do manifesto do Architect.

Atualmente, ele trabalha com programas JavaScript, mas o Architect pode um dia trabalhar com programas Python e Go também. A tecnologia também pode ser expandida para funcionar em outras nuvens, como o Microsoft Azure.

Interledger.js

O Interledger.js é uma implementação de referência em JavaScript da pilha de protocolos Interledger do World Wide Web Consortium, para enviar pagamentos em todos os tipos de registros, desde carteiras digitais e sistemas de pagamento nacionais até blockchains. A intenção é facilitar a transação de negócios, independentemente do local ou da moeda.

Com o Interledger, os conectores são usados ​​para rotear pagamentos em ledgers. As transferências condicionais, usando contratos bloqueados por tempo de hash (HTLs), garantem pagamentos multi-lo, para que os fundos não sejam perdidos ou roubados.

Intern

Essa pilha de teste permite que você escreva casos de teste para bibliotecas e aplicativos JavaScript e TypeScript. Descrito como minimamente prescritivo, Intern impõe um conjunto básico de práticas recomendadas destinadas a garantir que os testes permaneçam sustentáveis ​​ao longo do tempo.

O estagiário tem uma arquitetura que permite aos desenvolvedores escrever interfaces de teste, executores e repórteres para influenciar como os testes são executados e integrados a um ambiente de codificação existente.

Os testes podem ser executados em plataformas, incluindo BrowserStack, Sauce Labs e Selenium, com testes executados a partir do navegador, em Node.js ou em outros navegadores e plataformas com o executor de testes Intern. O estagiário também se integra aos sistemas CI / CD, como Jenkins e TravisCI, e vem com tarefas do Grunt, para que ele possa ser adicionado aos fluxos de trabalho do Grunt.

JerryScript

JerryScript é um mecanismo JavaScript leve para dispositivos IoT. Desenvolvido pela Samsung, ele roda em microcontroladores com capacidade limitada de RAM e ROM. O mecanismo suporta compilação e execução no dispositivo e permite o acesso a periféricos. Outros recursos incluem:

  • Conformidade com ECMAScript 5.1.
  • Um tamanho binário de 160K quando compilado para o conjunto de instruções ARM Thumb-2.
  • Otimização para baixo consumo de memória.
  • API AC que se destina a ser fácil de incorporar em aplicativos.

Componentes do JerryScript incluem um analisador e uma VM. O analisador converte o código fonte do JavaScript em bytecode sem construir e abstrair a árvore de sintaxe. A VM executa instruções de código de bytes.

Node-Red

Fundado pela IBM, o projeto Node-Red fornece um ambiente de programação baseado em fluxo construído em Node.js e usado principalmente em aplicativos IoT. Ele fornece uma ferramenta para conectar dispositivos, APIs e serviços online. Também apresentados no Node.Red são:

  • Um editor baseado em navegador para fluxos de fiação.
  • Um recurso para criar funções JavaScript no editor.
  • Funções, modelos e fluxos podem ser salvos para reutilização por meio de uma biblioteca interna.
  • Fluxos que podem ser armazenados usando JSON, que podem ser importados e exportados para compartilhamento.

O Node-Red suporta dispositivos como o Raspberry Pi e o BealgleBone Black, e pode ser executado no Docker. Ele também está disponível na nuvem do Amazon Web Services e como um aplicativo clichê no IBM Cloud.

Webhint

Essa ferramenta de linting para a Web ajuda na acessibilidade, velocidade e segurança de um site, verificando o código de práticas recomendadas e erros comuns.

Inicialmente desenvolvido pela equipe de navegadores Edge da Microsoft, o Webhint atualmente está limitado a suportar os navegadores Chrome e Edge. Suporte para o Firefox é planejado. Os desenvolvedores podem desenvolver conectores para o Webhint, para adicionar suporte ao navegador.

Ele também suporta a implementação JDSDOM dos padrões WHATWG DOM e HTML, para uso com o Node.js.

Fonte: https://www.infoworld.com/

Como os gráficos de conhecimento corporativo podem reduzir proativamente o risco

A incorporação de gráficos de conhecimento com inteligência artificial oferece uma nova capacidade de buscar ameaças à segurança de dados, em vez de simplesmente reagir uma vez que a não conformidade ou a perda de dados ocorre

O gerenciamento tradicional de riscos corporativos consistiu em esforços reativos reacionários para domínios específicos, como segurança cibernética, detecção de fraudes, conformidade normativa e conformidade legal. Muitas vezes, o objetivo era simplesmente minimizar, não excluir qualquer dano.

Mas, com a expansão dos regulamentos e das penalidades por não-conformidade e o fluxo de big data, esse paradigma foi substituído por medidas proativas de gerenciamento de riscos que abrangem a empresa, e não apenas as unidades de negócios. Ficou claro que praticamente todos os dados geram informações sobre ameaças em potencial – depois de devidamente agregadas, contextualizadas e analisadas.

Os gráficos de conhecimento corporativo são a base para a rápida integração e análise de todos os tipos de dados para qualquer finalidade específica de gerenciamento de riscos. Eles permitem que as organizações agrupem dados de acordo com o domínio e, ao mesmo tempo, contextualizem os dados entre os domínios para aumentar a compreensão de ameaças de domínio específicas.

O acompanhamento do acesso a dados em fontes internas e externas é indispensável para a implementação de uma análise abrangente do comportamento do usuário, a fim de descobrir não apenas como mitigar riscos e quaisquer danos aplicáveis, mas também evitá-los.

Análise de agregação

O núcleo da abordagem proativa ao gerenciamento de riscos é procurar agressivamente dados indicativos de possíveis ameaças . As organizações fazem isso de forma mais eficaz combinando dados entre domínios para um único caso de uso, como a detecção de fraudes. Em vários casos, é útil coletar o máximo de dados possível para agregá-los, identificar padrões de comportamento do usuário, identificar anomalias e agir de acordo.

Os gráficos de conhecimento são ideais para essas implantações porque eles alinham perfeitamente todos os tipos de dados e estruturas para um propósito específico, como conectar dados de interações externas para a visão de 360 graus do cliente final. Melhor ainda, os gráficos de conhecimento são vinculáveis para que os gráficos, digamos, segurança cibernética, possam ser facilmente associados aos de vendas e marketing.

Uma vez contextualizadas de acordo com as necessidades de segurança cibernética, esses dados adicionais permitem uma visão mais abrangente desse domínio para reconhecimento avançado de padrões e detecção anômala de comportamento. Essa abordagem de dados corporativos vinculada é aplicável a nós individuais de dados e gráficos inteiros, que é como essas ferramentas permitem o acesso horizontal a dados em toda a organização. Assim, os dados de qualquer variação são prontamente integrados e agregados de acordo com o caso de uso de gerenciamento de risco.

Dados enriquecidos adicionam contexto

Quando as organizações conseguem combinar rapidamente os dados em toda a empresa para qualquer tipo de caso de uso, seus recursos de gerenciamento de risco aumentam exponencialmente. Por exemplo, alguns dos dados mais ricos para combater a segurança cibernética na verdade vêm de sistemas transacionais, departamentos de marketing e hubs de gerenciamento de dados mestres de domínio do cliente, além de dados de log de segurança padrão para quaisquer ferramentas de segurança existentes. A vinculação desses dados à análise do comportamento do usuário identifica padrões de uso típicos e atípicos.

A contextualização de transações atuais ou recentes com base nesses padrões pode otimizar os problemas de segurança cibernética, já que as organizações podem comparar o comportamento de usuários típicos com aqueles que provocam suspeitas. Por exemplo, o primeiro pode acessar um site do cliente que enfrenta a instituição financeira para revisar transações recentes; o último provavelmente iniciará imediatamente transferências ou talvez altere endereços (e-mail ou físicos) ao fazer login pela primeira vez. Os dados de marketing sobre cookies recentemente redefinidos para clientes antigos, além de alterações esporádicas nas informações de endereço IP, também podem indicar atividades não solicitadas quando contextualizado.

O composto de todas essas fontes oferece a maior informação para o comportamento de um determinado cliente ou dos clientes de uma organização em geral. Essa abordagem também demonstra pontos de correlação entre domínios, já que muitas dessas preocupações de segurança estão relacionadas à detecção de fraudes e podem ter repercussões legais e regulatórias.

Aprendizado de máquina contextualizado

É importante perceber que há um limite para o valor de apenas executar análises de comportamento de usuários agregadas para detecção de anomalias. Muitas anomalias não são realmente ameaças, mas simplesmente denotam erros nas operações ou nas configurações de TI. O que é necessário é a capacidade de entender essas anomalias no contexto de suas causas e efeitos.

Gráficos de conhecimento empresarial são especializados na compreensão contextual de dados (em relação a eventos e outros), particularmente quando fortalecidos com o aprendizado dinâmico de máquina . Eles usam modelos de dados e taxonomias padrão para compreender as relações entre os dados que as pessoas podem não notar. Quando esse contexto granular do significado dos dados é acoplado ao aprendizado de máquina, os algoritmos subjacentes podem detectar padrões que denotam ameaças ao gerenciamento de riscos de qualquer domínio.

Por exemplo, os algoritmos de aprendizado de máquina podem monitorar conexões de rede corporativa para detectar até mesmo as menores irregularidades que sugerem comprometimentos de segurança. Ao aumentar esse recurso com especialistas em segurança, o sistema adiciona uma camada adicional de contextualização para saber quais aberrações são realmente ameaças.

 

Reduzindo o risco

A incorporação de gráficos de conhecimento corporativo com o AI no processo de gerenciamento de riscos aumenta drasticamente a mitigação de riscos. Seu amplo acesso da organização a dados entre domínios é a base para análises agregadas contextualizadas do comportamento do usuário. O resultado é uma capacidade recém-descoberta de procurar ameaças em vez de simplesmente reagir uma vez que a não conformidade ou perdas de dados ocorram.

Fonte https://www.infoworld.com/article/3301867/data-visualization/how-enterprise-knowledge-graphs-can-proactively-reduce-risk.html