Segundo MIT, inteligência de dados pode ser chave para vantagem competitiva

Segundo MIT, inteligência de dados pode ser chave para vantagem competitiva

Pesquisa global encomendada pela Pure Storage revela que 93% dos líderes afirmam que os dados são a base para tomada de decisões de negócios

Pure Storage, plataforma de armazenamento, acaba de divulgar os resultados da sua pesquisa conduzida pelo MIT Technology Review, o Evolution Report Latam, relatório sobre as atitudes globais existentes em relação às iniciativas atuais e futuras de inteligência de dados para o crescimento dos negócios. O feedback foi coletado com mais de 2.300 líderes globais de negócios e de TI, sendo entre os entrevistados, líderes de quatro países da América Latina: Brasil, Argentina, México e Colômbia.

De acordo com o levantamento, 93% dos líderes em organizações na América Latina têm uma abordagem centrada no cliente para a aplicação de dados, considerando-a fundamental para fornecer melhores resultados. Quando perguntados sobre o papel dos dados na melhora das decisões de negócios, 89% dos entrevistados concordam que os dados são fundamentais. Outro benefício da coleta de dados está o crescimento dos negócios mencionado por 89% dos executivos.

“Dos entrevistados diretamente ligados a geração de dados, 92% dedicam mais tempo para gerar soluções criativas de acordo com os desafios de negócios futuros. Pensando nisso, vemos que a adoção da IA para inteligência de dados parece ser a próxima geração de tecnologia mais alinhada com os cronogramas de negócios”, comenta o gerente geral de venda para a Pure Storage no Brasil, Paulo de Godoy.

Além da automação

O conceito da inteligência artificial para negócios já é familiar no mercado. Na verdade, o termo \”IA\” é tão amplo e abrangente que 73% dos entrevistados acreditam que já utilizavam esse termo de alguma forma. Entretanto, essa definição ampla pode estar impedindo a verdadeira compreensão do potencial da tecnologia. Nós a limitamos a robôs de bate-papo nas premissas e à robótica automotiva, sendo que esta tecnologia pode ser utilizada como uma ferramenta para desbloquear rapidamente uma poderosa inteligência de dados.

Ao aplicar a inteligência artificial à coleta, interpretação e execução de iniciativas de dados, as organizações podem desfrutar de uma infinidade de novas oportunidades de sucesso. A maior parte dos entrevistados (84%) disseram que entendem a vantagem competitiva que os dados podem fornecer e que consideraram a análise rápida e minuciosa como algo importante.

Desafios e obstáculos para a adoção de IA

Ainda existem barreiras entre empresas e a adoção da IA para iniciativas de inteligência de dados. Os três principais desafios enfrentados pelas organizações na América Latina são: custo da tecnologia, envolvimento dos stakeholders e infraestrutura de dados.

Metade dos líderes empresariais (50%) acreditam que o custo ou o orçamento é o maior desafio ao considerar tecnologias para um gerenciamento de dados aprimorado. Pode ser um dos desafios mais importantes no caminho para a adoção, mas é também um dos principais benefícios percebidos com a IA.

Brasil

No Brasil, participaram da pesquisa 149 tomadores de decisão. Segundo o relatório, as três principais barreiras para a adoção da IA são:

  • Custo e o orçamento, opinião de 38% dos entrevistados , sendo 12% menor do que a média na América Latina.
  • Participação e o engajamento dos stakeholders, barreiras apontadas por 37% dos executivos.
  • Dificuldades de recursos e talentos, citados por  34% dos respondentes.
  • Dos líderes consultados no Brasil, 94% concordam que IA daria a eles mais tempo para pensar criativamente sobre os desafios dos negócios. Em termos de benefícios adicionais, 92% também concordam que poderiam desenvolver novas ofertas para os seus clientes, e 89% concordam que poderiam vender de forma mais eficaz aos seus clientes.

O futuro é brilhante para a AI

Acredita-se que a análise criativa de dados é essencial para fornecer a vantagem competitiva que as organizações menores precisam. A maioria dos entrevistados da pesquisa (80%) acredita que as organizações menores estão sob pressão para acompanhar o ritmo das mudanças e que os dados fornecem o suporte necessário.

“As empresas de pequeno porte não são as únicas que se beneficiam com a capacidade da IA de melhorar a eficiência. Acredita-se que as organizações que executam tarefas repetitivas também terão muitas melhorias no processo comercial. Segundo nossos resultados, 84% dos entrevistados acreditam que IA será ainda mais útil para as empresas que dependem da replicação de tarefas ou dos processos de rotina”, sinaliza Godoy.

As organizações na América Latina adotaram a ideia da inteligência de dados para obter vantagem competitiva e 80% delas já estão explorando ativamente novas tecnologias (como a AI) para os negócios. Quando perguntados sobre a IA, o panorama é positivo: entre os que atualmente não adotam soluções de IA, 66% considerariam como um investimento futuro. O futuro da IA engloba muitas outras aplicações não descobertas, juntamente com novas considerações práticas. No entanto, muitas delas estão de acordo: o uso da tecnologia é inevitável.

 

Fonte: https://www.itforum365.com.br/tecnologia/segundo-mit-inteligencia-de-dados-pode-ser-chave-para-vantagem-competitiva/

10 tecnologias estarão na mira dos bancos em 2019

10 tecnologias estarão na mira dos bancos em 2019

Febraban identifica as principais tendências tecnológicas que vão se destacar nas instituições financeiras

Os bancos brasileiros investiram R$ 19,5 bilhões em tecnologia em 2017, segundo pesquisa da Febraban.

O número coloca o país na vanguarda dos investimentos em inovações.

Um dos centros desses investimentos é a Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês), já que 80% das instituições do setor disseram que apostam em AI e computação cognitiva para atender aos movimentos de mercado.

Mas quais tendências estarão na mira dos bancos neste ano?

A revista CIAB Febraban – publicação da Federação Brasileira de Bancos voltada a tecnologias do setor financeiro – ouviu tanto profissionais de instituições financeiras, como consultores especializados para responder. 

Temas como Big Data e Analytics, Blockchain, Open Banking e Cloud lideram o ranking.

Confira o que será tendência neste ano:

1. Big Data e Analytics

A análise de volumes gigantes de dados gerados por clientes, por operações e até mesmo por processos internos tornou-se uma necessidade para os bancos e vai avançar ainda mais em 2019.

O uso combinado de Big Data e Analytics servirá de base para outras tecnologias que devem avançar no ano que vem, assim melhorando produtos e serviços e abrindo caminho para novidades.

O potencial do Big Data e das ferramentas de Analytics no setor bancário permite que as instituições financeiras reduzam seus custos e exposição a riscos, e conheçam melhor seus clientes, com serviços digitais mais eficientes.

2. Open Banking

Se os dados são uma das peças-chave para inovações que vão surgir em breve, a colaboração é outro caminho em que os bancos deverão apostar em 2019.

O Open Banking vai permitir que diferentes atores do mercado desenvolvam soluções a partir de interfaces de programação para aplicações desenvolvidas pelas instituições financeiras, as APIs.

3.Chatbots

Os chatbots – atendentes virtuais, com capacidade de interação graças a Inteligência Artificial e computação cognitiva – vão continuar a despontar no sistema financeiro, assumindo uma gama maior de tarefas, e vão melhorar a experiência do usuário, que é a base de tudo.

Essas ferramentas vão se aproveitar cada vez mais das informações captadas e processadas por Big Data e Analytics, por exemplo, para se tornar mais eficientes.

4. RPA

Os robôs não vão participar apenas de conversas com os clientes.

Uma outra tendência prevista para 2019 é sua atuação nos bastidores das instituições, por meio de Robotic Process Automation (RPA). Com a ajuda da Inteligência Artificial, os robôs serão usados para aumentar a eficiência operacional e automatizar atividades internas dos bancos.

5.Biometria

O uso da biometria pelos bancos vai continuar intenso em 2019. Além do reconhecimento de impressão digital, que já se tornou popular, o reconhecimento facial e também da voz estão entre as alternativas que serão adotadas em uma escala crescente.

6. Segurança Cibernética

A tecnologia evolui para proporcionar melhores produtos e serviços, mas, ao mesmo tempo, crescem as ameaças virtuais à segurança de instituições e clientes.

A segurança cibernética consiste em usar ferramentas como Big Data e Analytics para evitar fraudes.

7. Computação Forense

Ferramentas de segurança podem ir além de garantir a integridade das transações. A computação Forense não é mais algo restrito a investigações policiais e pode ser aplicada para analisar o comportamento dos próprios funcionários nos bancos e, com isso, preservar o sigilo das informações.

8. Blockchain

Experimentos em Blockchain – tecnologia que permite registros e certificações confiáveis de forma descentralizada – vão continuar a ocorrer nos bancos, e o salto prometido para aplicações em larga escala deve vir em 2019.

Até agora, a indústria tem feito protótipos e provas de conceito, mas, em 2019, o Blockchain vai começar a ser aplicado a casos reais.

9. Cloud Computing

No passado, a adoção de nuvem pelos bancos esbarrou no receio quanto à segurança das informações dos clientes e em questões de regulação.

A resolução 4.658 do Banco Central, que dispõe sobre os requisitos para a contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados e de Cloud Computing, divulgada em maio do ano passado, uniformiza a forma como o banco faz isso de forma segura.

A tendência é que as instituições acelerem a adoção.

10. Internet das Coisas

Em 2019, serão impulsionados estudos sobre como a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) pode trazer novas oportunidades de produtos e serviços financeiros.

A IoT permite a oferta de produtos e serviços mais personalizados, por meio de aparelhos eletrônicos domésticos conectados à Internet.

Fonte: https://cio.com.br/10-tecnologias-estarao-na-mira-dos-bancos-em-2019/

Como criar uma cultura de inovação para a 2ª fase da Transformação Digital

Por que a mudança de cultura é necessária?


No mundo empresarial altamente dinâmico de hoje, a cultura da inovação é primordial. Para chegar lá, as organizações precisam ir além da adição de recursos digitais a seus produtos e serviços. Precisam reformular seus processos de negócios – o que a IDC chama de “DX 2.0”, a segunda fase da Transformação Digital.

“A DX exige uma reavaliação radical da estratégia e dos processos de um negócio: como a empresa interage com seus clientes, como ela impulsiona a excelência operacional, como ela aborda a inovação e decide quais tecnologias usar como base”, explica a IDC.

Mas a mudança não vem fácil. Oitenta e sete por cento dos tomadores de decisão de TI relatam que seus departamentos estão se esforçando para se adaptar a um papel crescente que inclui a adoção de iniciativas de inovação e a manutenção eficiente de sistemas de missão crítica, de acordo com o Insight Intelligent Technology Index 2018.

A percepção do departamento sobre si mesmo pode ser parte do problema, com 38% dos profissionais de TI descrevendo a TI como um centro de custo, em comparação com apenas 20% que a consideram um centro de inovação.

A necessidade de mudança cultural é impulsionada em partes iguais pelo medo na diretoria “sobre como todos serão desintermediados” e “um apetite por crescimento oportunista”, diz James McKeen, co-autor de Driving IT Innovation: A Roadmap. para os CIOs Reinvent the Future, que também é vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Empire Life Insurance, em Kingston, Ontário.

As organizações estão buscando a TI quase que exclusivamente para inovar e criar novos produtos e serviços que as ajudem a sustentar sua capacidade de gerar receita, acrescenta Heather Smith, coautora do livro, que também é pesquisadora associada sênior na Universidade de Queen’s, em Londres. Kingston, Ontário, e pesquisadora associada à Society for Information Management.

“O problema sempre foi o descompasso. A empresa diz: ‘Mostre-me o dinheiro e o business case’, e a TI diz: ‘Ainda não temos o business case, mas sabemos que é importante e temos que nos preparar para ele”, diz Smith.

A TI deve reverter essa abordagem, considerar o caso de negócio primeiro e focar na otimização do negócio, tornando-a mais transparente, e na transformação, que é mudar o modelo do negócio, diz McKeen.

Fazer isso é o primeiro passo para iniciar uma cultura de inovação.

Fonte: https://cio.com.br/como-criar-uma-cultura-de-inovacao-para-a-2a-fase-da-transformacao-digital/

Tecnologia: O que esperar para próximos 20 anos?

O que esperar para os próximos 20 anos?

2020

➔   Internet 5g entrega velocidades de conexão de 10 a 100 gigabytes para dispositivos móveis ao redor do mundo.

➔ Diagnósticos baseados em I.A. e recomendações terapêuticas serão usadas na maioria dos centros médicos americanos.

➔   Carros voadores entram em operação em algumas cidades.

2022

➔  Impressoras 3D conseguem imprimir roupas e materiais para montagem de casas e prédios.

As pessoas terão liberação para conduzirem carros autônomos nos EUA e alguns outros países.

➔  Robôs domésticos se tornam normal em alguns lares de renda média, capazes de fazer leitura labial, reconhecimento facial e de gestos com clareza.

➔  Robôs conversam naturalmente e atuam como recepcionistas, assistentes de lojas e escritórios.

2024

➔  As primeiras missões privadas para Marte são lançadas.

➔  O número de vôos de drones diários chega a 10.000.000 (100x mais do que hoje)

➔  Drones já entregam pacotes rotineiramente aos telhados dos prédios e casas e robôs de superfície pegam esses pacotes e os encaminham de porta em porta.

➔  Os primeiros contratos de energia solar e eólica de “um centavo por KwH” são fechados.

➔  As vendas de veículos elétricos compõem metade das vendas totais de automóveis.

➔  Lidar com inteligência artificial aumentada é considerado um requisito para a maioria dos empregos.

2026

➔  A posse de carros sai de moda e os veículos autônomos dominam nossas estradas

100.000 pessoas transitam em Los Angeles, Tóquio, São Paulo e Londres em veículos de decolagem e aterrisagem vertical.

➔ Agricultura vertical se torna vital para produção de comida na maioria das grandes megacidades.

8 bilhões de pessoas já se conectam à internet em velocidades de 500 mbps. Tablets nas regiões mais pobres do mundo se tornam disponíveis para uso em troca de dados e direitos de ecommerce.

➔  Realidade virtual se torna onipresente. Os pais constantemente reclamam que seus filhos estão em “outro universo”.

2028

➔  Energia solar e eólica representa quase 100% do consumo mundial.

➔  A demanda mundial por petróleo chegou ao seu auge e parece começar a decrescer.

➔  Robôs terão relacionamentos reais com as pessoas, dando suporte aos idosos, cuidando da higiene pessoal e preparação de alimentos.

➔  Robôs para relações íntimas passam a ser populares.

2030

➔ A inteligência passa no teste de Turing, o que significa que a máquina pode alcançar (e superar) a inteligência humana em todas as áreas.

➔  Os mais ricos tem acesso ao que se traduz “velocidade de escape da longevidade” – o momento em que um ano de avanço tecnológico consegue aumentar a expectativa de vida das pessoas em mais de um ano.

➔ Agencias de inteligência confirmam que mensagens armazenadas e seguras enviadas entre 1990 e 2029 foram desencriptadas com sucesso.

➔  Emissões de carbono caem mais rápido a cada ano.

Será assinado um plano global de emissão zero até 2050 de carbono.

2032

➔   A maioria dos profissionais humanos tiveram alguma modificação cortiçal, como coprocessadores e comunicação web em tempo real.

➔   Robôs avatares se tornam populares, permitindo que qualquer um possa teleportar sua consciência para locais remotos em todo mundo.

➔   Robôs são comuns em todos os locais de trabalho, eliminando todo trabalho manual e interações repetitivas (guias turísticos, recepcionistas, motoristas e pilotos, serventes e construtores).

2034

➔  Empresas como Kernel fazem conexões significativas entre o córtex humano e a nuvem.

➔  Muitos problemas mundiais são solucionados (ex.: câncer e pobreza).

➔  A I.A. consegue solucionar problemas científicos complexos que requerem alto nível de realidade aumentada para entendimento.

2036

➔  Tratamentos para longevidade se tornam disponíveis rotineiramente,       estendendo a vida das pessoas comuns em 30 a 40 anos.

➔  Cidades inteligentes escalam globalmente; são hiper eficientes em utilizar energia solar, produzir e distribuir alimentos, oferecer segurança e transporte eficiente.

2038

O dia a dia já não é mais reconhecível – a realidade virtual e inteligência artificial alavancam todas as partes da vida humana no mundo inteiro.