Como fazer a seleção de profissionais capacitados para a Transformação Digital

Atualmente, muitas empresas estão passando por um período no qual são utilizadas diversas ferramentas digitais para aumentar os resultados. Trata-se da Transformação Digital, uma modificação na própria estrutura e no mindset das companhias que dá papel de destaque para a tecnologia.

A Transformação Digital integra a tecnologia em todas as áreas de um negócio e modifica o modo como as empresas agregam valor a seus clientes. Além disso, ela está relacionada, principalmente, às pessoas e a maneira como elas utilizam as ferramentas digitais para provocar uma mudança estrutural nas organizações.

Apesar de todos os benefícios que a Transformação Digital pode trazer, algumas instituições ainda enfrentam problemas nesse quesito, pois muitas situações que norteavam os negócios não são mais efetivas nos dias de hoje.

Saber como a Transformação Digital está impactando a área de TI e fazer a escolha do profissional certo pode ser a saída para enfrentar esses percalços. Pensando nesses casos, nós preparamos esse artigo que será de grande valia para você. Confira!

A TI aliada à Transformação Digital

A era digital já está modificando a lógica empresarial como um todo. Consequentemente, o setor de TI também passa a ter grandes responsabilidades, já que é fundamental estrategicamente para que as empresas se mantenham competitivas no mercado.

Ou seja, caso a sua equipe não esteja alinhada com a Transformação Digital, será necessário realizar uma reestrutura da área de TI, incluindo tanto os métodos de trabalho como a seleção de profissionais com as características e perfis corretos.

As habilidades fundamentais dos profissionais preparados para o futuro

O World Economic Forum (WEF) divulgou um estudo em 2016 a respeito do futuro das profissões e o perfil ideal de profissional até 2020, sobretudo em relação à quarta revolução Industrial, que por sua vez está atrelada à Transformação Digital.

Nele são mostrados quais serão os impactos socioeconômicos que afetarão os negócios, bem como as habilidades dos profissionais nesse contexto:

  • Resolução de problemas complexos.
  • Pensamento crítico;
  • Criatividade;
  • Gestão de pessoas;
  • Visão global;
  • Inteligência emocional;
  • Capacidade de tomada de decisão;
  • Cooperação;
  • Negociação;
  • Flexibilidade cognitiva.

Os profissionais de TI que farão a Transformação Digital na sua empresa

De acordo com a Gartner, o investimento em tecnologia deve somar cerca de 3,8 US$ trilhões em 2019, mostrando como a TI tem papel de destaque na Transformação Digital das empresas.

Enquanto as habilidades necessárias dos profissionais devem ser levadas em conta na hora de montar uma equipe coesa, algumas funções de colaboradores precisam ter uma atenção maior, pois são extremamente importantes.

Entre essas funções, destacam-se algumas que estão sendo mais procuradas pelas companhias nos últimos tempos:

Engenharia de dados

Esse profissional tem um perfil que agrega amplo conhecimento em linguagens de programação, estatística, inglês e matemática. Além de ter visão de negócio, é especialista em análises de informações, uma característica essencial para que as empresas resolvam seus problemas através de conhecimentos analíticos.

Arquitetura de soluções

O arquiteto de soluções é aquele que consegue alinhar o objetivo do negócio da empresa com as decisões sobre aplicativos e a infraestrutura. Para conseguir isso, porém, deve conhecer muito a respeito de hardware e software, bem como sobre a cloud para realizar a comunicação ou integração com clientes e parceiros.

Segurança da informação

Profissionais que executam essa função precisam se atualizar constantemente para prevenir novas ameaças virtuais. São os responsáveis por manter os dados sigilosos das empresas a salvo.

Análise de testes

Colaboradores que executam essa função precisam conhecer a fundo os processos de automação de testes. Além disso, como testam a qualidade de aplicações, precisam ser críticos para encontrar os acertos dessas ferramentas e possíveis inconsistências.

 Análise de Business Intelligence (BI)

Provavelmente um dos profissionais mais requisitados quando falamos a respeito de Transformação Digital.  Como as empresas precisam estar atentas ao mercado, esse profissional tem papel cada vez mais estratégico.

O profissional deve ser flexível, pois necessita trabalhar conjuntamente com a área técnica e de negócios, sendo responsável pelo gerenciamento de um grande volume de dados que ditam as tendências do mercado.

Além de ter um ótimo raciocínio logico e conhecimento em linguagens de programação, precisa ter visão de processos empresariais para auxiliar o negócio em momentos críticos.

Ajuda na hora de encontrar o profissional certo

Podemos concluir que para auxiliar as empresas daqui para frente, tanto os profissionais de TI quanto os de outras áreas precisarão estar atualizados para acompanhar toda essa evolução nos negócios.

Em relação às companhias, elas também devem se adaptar e buscar colaboradores com o perfil ideal, que estejam prontos para a Transformação Digital.

As empresas que já fazem parte dessa transformação e contam com as ferramentas digitais que viabilizam esse processo são mais eficientes na hora de encontrar o profissional correto, ganhando em eficiência, simplificação de processos e principalmente na redução de custos.

Dependendo do tamanho da empresa, é possível encontrar essas pessoas dentro da própria organização. Outra alternativa é contar com o auxílio de novos recursos, como o caso do Staffing de TI.

Caso você não conheça, o serviço de Staffing de TI consiste em encontrar, entrevistar, contratar e treinar profissionais através de uma empresa especializada para que sejam realizados projetos durante um determinado período.

Mais do que um simples recurso para adquirir e reter força de trabalho qualificado, o Staffing de TI é uma maneira que revoluciona esses métodos, garantindo a quem o utiliza mais simplicidade e eficiência nos processos.

Entre em contato conosco para saber como o Staffing de TI também vai auxiliar a sua empresa a entrar de vez na era da Transformação Digital.

Brasil é um dos líderes mundiais em fuga de talentos digitais

Brasil é um dos líderes mundiais em fuga de talentos digitais

EUA, Canadá, Portugal, Alemanha e Austrália são os destinos preferidos dos brasileiros da área digital

O Brasil é um dos países mais propensos à fuga de talentos locais na área digital, segundo um novo estudo publicado pelo Boston Consulting Group (BCG). Conforme o levantamento, realizado em parceria com a The Network em 180 países, os profissionais brasileiros que atuam no segmento estão entre os que mais desejam construir uma carreira no exterior.

De acordo com o relatório em questão, intitulado Decoding Digital Talent, nada menos que 87% dos experts digitais desejam sair do país, uma porcentagem bem superior à média global, que é de 67%.

 

Principais destinos

Os Estados Unidos, citados por 63%, aparecem como destino de preferência do brasileiro, seguidos de Canadá (51%), Portugal (37%), Alemanha (34%) e Austrália (37%).

Profissionais digitais são mais propensos a sair
Levando em conta todos os segmentos profissionais, na área digital a tendência à imigração é maior, segundo o levantamento.

Enquanto 55% dos não especialistas afirmaram estar dispostos a se mudar para uma oportunidade de carreira no exterior, no segmento digital esse índice chega a 67%.

E o interesse varia muito de país para país. Em lugares como o Brasil e a Índia, a disposição para tal mudança é de mais de três quartos, enquanto na China, por exemplo, menos de um em cada quatro entrevistados consideraria tal movimento.

Os Estados Unidos são o principal destino para especialistas digitais em todo o mundo. A lista dos cinco países mais atraentes inclui também Alemanha, Canadá, Austrália e Reino Unido, em ordem decrescente. Londres foi a cidade mais citada no âmbito global, seguida de Nova York, Berlim (ALE), Amsterdã (HOL) e Barcelona (ESP).

 

Brasil atrai pouco

Enquanto os experts digitais brasileiros pensam em partir para o exterior, são poucos os estrangeiros que se atraem pelo mercado local. O Brasil ocupa a 23ª posição no ranking geral de atratividade. Os estrangeiros que mais têm vontade de trabalhar no mercado digital brasileiro são de Angola (35%), Peru (34%), Argentina (29%), Costa Rica (22%) e Nicarágua (17%).

 

Metodologia

Para a realização do estudo, foram entrevistadas 27 mil pessoas com os seguintes perfis: conhecimento especializado (expert-level) em programação e desenvolvimento web, desenvolvimento de aplicativos, inteligência artificial, robótica, entre outras habilidades digitais.

Os dados foram recortados do relatório Decoding Global Talent 2018, que, na ocasião, entrevistou 366 mil pessoas de 197 países para identificar as principais tendências entre os profissionais de diversos setores em âmbito global.

 

Fonte: https://computerworld.com.br/2019/06/24/brasil-e-um-dos-lideres-mundiais-em-fuga-de-talentos-digitais-segundo-bcg/

Para contratar revolucionários digitais, é preciso cultura de colaboração

Cultura colaborativa

Ambiente de trabalho digital acaba com todos os silos que limitam a comunicação e é isso que a sua empresa precisa

O ambiente de trabalho da sua empresa atrai “Revolucionários digitais” ou é o local ideal para “Atrasados digitais”? Se a sua empresa se enquadra no segundo caso, é hora de começar a repensar como a falta de investimento na digitalização do ambiente de trabalho vai afetar o futuro dos negócios – pesquisas indicam que uma boa experiência no trabalho traz até 30% de vantagem competitiva para a empresa.

De acordo com levantamento da  Microsoft, funcionários estão entusiasmados com novas tecnologias e desejam que as empresas ofereçam mais ferramentas digitais. As empresas que as adotam, além de conseguirem mais eficiência, geram outros benefícios além do engajamento, tais como maior interações com clientes e agilidade e transparência.

Além disso, um ambiente de trabalho onde a colaboração e a comunicação unificada fazem parte do dia a dia permite que os funcionários revolucionários tenham maior capacidade para incorporar novas habilidades profissionais, uma característica fundamental para a eficiência de equipes multidisciplinares.

 

A cultura do “nós” toma o lugar da cultura do “eu”

Uma cultura de colaboração, facilitada pela implantação de soluções e ferramentas de comunicação unificada, conecta pessoas e recursos de informação em um só lugar, atendendo as necessidades de cada funcionário, com flexibilidade e mobilidade.

A maior parte dos Revolucionários (70%) cita que tecnologias digitais, como as de comunicação unificada, melhoram a colaboração, atendendo à necessidade de compartilhar ideias, trabalhar ao mesmo tempo em diversos projetos e tomar decisões com a ajuda de outros funcionários. O importante é que a tecnologia seja capaz de reunir pessoas, conversas, conteúdo e ferramentas que as equipes precisam para colaborar, personalizando as experiências.

 

Fonte: https://cio.com.br/para-contratar-revolucionarios-digitais-e-preciso-cultura-de-colaboracao/

Veja quais são as cidades mais geeks do Brasil

Dia do Orgulho Geek

São Caetano do Sul, no interior paulista, liderou o ranking, enquanto a capital São Paulo, maior cidade do país, encerrou o top 10

Para celebrar o dia do Orgulho Geek, marcado para 25 de maio, a Amazon divulgou a primeira lista de 2019 das 10 cidades mais geeks do Brasil. O ranking foi determinado pelo total de vendas de diversos produtos geeks por município durante um ano, a partir de abril de 2018, incluindo livros, eBooks, quadrinhos e comic books, brinquedos, jogos e videogames, além de itens de decoração e para a casa associados à cultura geek. A comparação considerou as cidades com mais de 100 mil habitantes, considerando a base per capita.

São Caetano do Sul (SP) liderou o ranking, tornando-se a cidade mais geek do Brasil pelo segundo ano consecutivo, de acordo com os dados da Amazon, seguida por Florianópolis (SC). Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR) subiram posições em relação à lista divulgada ano passado pela empresa. Barueri (SP) aparece pela primeira vez. Surpreendentemente, a maior cidade do país, com 12,18 milhões de habitantes, de acordo com dados atualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a capital São Paulo aparece em último lugar.

Confira a lista completa com as 10 cidades mais geeks.

1. São Caetano do Sul
2. Florianópolis
3. Niterói
4. Santos
5. Barueri
6. Porto Alegre
7. Brasília
8. Curitiba
9. Balneário Camboriú
10. São Paulo

A Amazon também divulgou algumas curiosidades sobre os interesses de consumo dos moradores de cada munícipio. Vila Velha (ES) é a cidade para onde a empresa mais vendeu Cards de Pokémon. Já Bagé (ES) é repleta de fãs da série Game of Thrones, porque foi para lá que a gigante de varejo online mais enviou canecas da produção, seguida por Presidente Prudente (SP).

Os heróis mais poderosos da Terra, os Vingadores do Universo Marvel, fazem parte da vida dos moradores de Itu (SP), porque a cidade tem o maior número de aquisições de itens de decoração dos personagens, no cálculo de unidades vendidas por habitante.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/veja-quais-sao-as-cidades-mais-geeks-do-brasil/85980

Busca 360 Graus, Tecnologias disruptivas em Talent Acquisition

BUSCA 360 GRAUS, TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS EM TALENT ACQUISITION

Em paralelo às constantes inovações do mercado, as tecnologias disruptivas estão evoluindo cada vez mais rápido. Essas inovações digitais propõem uma ruptura nos padrões e modelos pré-estabelecidos e melhoram a forma de exercer uma atividade. Setores que não se adaptaram à essas tecnologias, já perceberam que estão perdendo em termos de competitividade e produtividade.  Nos últimos anos, a área de Recursos Humanos também se adaptou aos novos métodos, proporcionando assim um aumento de eficiência e agilidade. A Conquest One desenvolve e aplica muitas dessas tecnologias disruptivas na busca por talentos, chamadas de Busca 360 Graus. Elas possibilitam uma busca apurada por candidatos e assertividade próxima à 100%.

 

Mas, de quais tecnologias disruptivas estamos falando?


Big Data, Inteligência Artificial e Analytics

Um dos maiores responsáveis pelas inovações dos RHs é o Big Data, uma ferramenta de Inteligência Artificial que consegue, através de softwares como o GX1,  utilizado atualmente na Conquest One, atuar na busca de talentos e no mapeamento comportamental. Através do GX1, é possível encontrar os perfis mais adequados para cada tipo de vaga.

O Big Data está revolucionando a forma como se buscam talentos na era digital pois, é possível identificar e cruzar os perfis que estão mais adequados às necessidades de determinada vaga e aos valores da empresa.

A Conquest One conta com um banco de dados próprio, chamado GX1, com mais de 200 mil currículos (hoje chamados de perfis) cadastrados. Dentro desse mar de dados, é possível obter informações como a geolocalização do profissional, certificações, estabilidade, faixa salarial, etc. A partir desses dados, extrai-se uma lista de candidatos que possivelmente estão aptos à preencher aquela vaga.

Com a lista em mãos, os recrutadores tem a missão de cruzar os dados e verificar se os candidatos realmente se adequam à vaga e à cultura da empresa. Após a verificação, cria-se um mailing para entrar em contato com os profissionais e verificar o interesse deles em participar do processo seletivo.

O GX1 está se tornando uma ferramenta tão importante quanto os outros sites de busca utilizados internamente pela Conquest One, como APinfo e LinkedIn Recruiter, por exemplo. Hoje, com base nos requisitos da vaga, é possível localizar esses profissionais em um curto espaço de tempo, cumprindo assim os prazos (SLA) imposto pelos clientes.

A análise de dados em Talent Acquisition tem se tornado essencial no sentido de encontrar as pessoas certas para os perfis certos, automatizar processos, gerar insights e entender o impacto das estratégias da empresa na busca por candidatos.

RH está preparado para a Lei de Proteção de Dados?

RH está preparado para a Lei de Proteção de Dados?

Várias empresas iniciaram a corrida para atender às regulamentações impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Percebo que existe a preocupação em interpretar a regulamentação e aplicá-la ao modelo de negócio, mas e quanto aos dados que devem ser deletados ou protegidos? Ou ainda em relação à utilização de dados não comercializados ou mesmo controlados por terceiros? 

Agora, será que nossas áreas de apoio e suporte como Recursos Humanos, Folha de Pagamento, Recrutamento e Seleção, Benefícios, Assistência Médica e Odontológica, Planos de Previdência, entre outras, estão preparadas para este desafio? 

Qual sua percepção? Qual sua preocupação? O que estão fazendo para garantir a integridade dos dados dos funcionários? Se comportam como Controladores para prestadores de serviços terceirizados? 

Empresas que tratam (Art. 5º; Inciso X) dados de pessoas físicas são denominadas como Controlador, desta forma, este artigo tem como principal objetivo conscientizar gestores e futuros DPOs (data protection officer e/ou encarregado de dados) sobre a gravidade e os riscos de vazamentos de informações de dados pessoais sensíveis, que podem agravar ao máximo as multas em uma empresa, podendo até levá-la à falência. 

O Art. 5º da LGPD esclarece a diferença entre dados pessoais e dados pessoais sensíveis: 

I – Dado pessoal: informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável. 

II – Dado pessoal sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural. 

Fazendo um rápido benchmark com pessoas da área de RH, posso elencar algumas informações pessoais sensíveis que são tratadas no dia a dia, sendo elas: 

●      Ficha cadastrais com informações. Ex: gênero, dados de saúde, filiações sindicais e outros;

●      Atestados médicos de funcionários (normalmente justificando ausência ou faltas);

●      Exames toxicológicos de funcionários;

●      Relatórios de Admissão e Demissão de funcionários;

●      Dados Biométricos (quando o RH tem a responsabilidade de facilities). 

Muitas destas informações são armazenadas de forma física, ou seja, em papel ou pastas suspensas nos conhecidos “arquivos mortos”; de forma digital em sistemas sem os critérios mais básicos de segurança; ou ainda em planilhas Excel, banco de dados Access e ou Macros, além dos famosos sistemas de intranet. 

Em muitos casos, esses processos são construídos rusticamente com arquivos hospedados em desktops que ficam debaixo das mesas nos próprios departamentos (Shadow IT), e servem como servidores de aplicação ou parte de um processo crítico, seja ele desligamento, solicitação de benefício, adiantamento salarial e solicitação de férias. 

A exposição destes dados sem os devidos tratamentos e controles de segurança adequados podem trazer sérios problemas às empresas. Lembrando que a multa é proporcional ao incidente, ou seja, quanto maior for risco de exposição do dado sensível, maior será a multa aplicada. 

Sendo assim, é importante que no momento do seu assessment e mapeamento do fluxo de dados das informações do RH, o responsável pela condução do projeto execute, juntamente com o DPO, uma avaliação da maturidade dos processos e ciclo de vida fluxos de dados, bem como uma análise de riscos das aplicações levando em consideração sua arquitetura, modelo de desenvolvimento, vulnerabilidade de código, modelo de integração, comunicação e negócio. 

A camada de banco de dados deve ser minuciosamente examinada, permitindo refletir o modelo relacional (existente ou não), sua normalização (existente ou não) além do modelo de dados logicamente criado e aplicado, permitindo assim uma análise mais acurada dos itens de segurança necessários para salvaguarda das informações. Isso se aplica a índices, chaves estrangeiras, definições de campos e registros com valores e formatos corretos, controles de acessos adequados, logs, anonimização ou pseudomização das informações, etc. 

Além disso, é importante também implementar medidas que protejam tanto tecnicamente como administrativamente algumas ações, minimizando assim perdas ou indisponibilidade de ativos de informação devido a ameaças conhecidas, geradas tecnologicamente ou por pessoas sem capacitação/conhecimento. 

Sugiro a adoção do modelo de Privacy by Design, que aborda a proteção desde a concepção do produto ou sistema, auxiliando nos principais problemas apontados neste artigo. Ou seja, utilizando essa técnica, a privacidade estará presente na própria arquitetura da aplicação, permitindo que o próprio usuário seja capaz de preservar e gerenciar a coleta e o tratamento de seus dados pessoais considerados e/ou classificados sensíveis pela LGPD. 

Espero que este curto artigo traga uma nova visão sobre risco, que pode gerar uma dor de cabeça gigante em caso de vazamentos de dados. Vale ressaltar que não necessariamente é preciso de uma denúncia por parte do afetado para ocorrer uma investigação – basta uma notícia na mídia para que se inicie uma investigação sobre o tema. 

Sucesso a todos nesta jornada e até a próxima!

Texto por,  Alex Amorim, MBA, MCSO, CRISC
Chief Information Security Officer (CISO)

Inovação: como reinventar-se em 4 passos

innovation

A sociedade vive no período de 4ª revolução industrial onde o avanço tecnológico provoca constantes transformações no mercado. Ou seja, as pessoas que caminham em direção a inovação apresentam mais chances de alcançarem sucesso na carreira do que aquelas que permanecem estagnadas. Diante deste panorama, “reinvenção” torna-se a palavra de ordem. Afinal, o ato de acordar todos os dias disposto a adaptar-se as circunstâncias existentes é fundamental para conseguir lidar com as mudanças sem deixar de sobressair-se.

De acordo com José Roberto Marques, fundador do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), a reinvenção é uma ação extremamente associada a escolha de sair da zona de conforto. “Trata-se de desapegar de tudo aquilo que não agrega ao atual momento de vida e ir de encontro aos hábitos que realmente são capazes de fazer a diferença. Logo, é um grande desafio principalmente para quem costuma ter uma atitude passiva alinhada a uma dificuldade de tomar decisões importantes. Contudo, o bem-estar é sinônimo de ter uma mente aberta ao deparar-se com a sensação de insuficiência tanto no âmbito pessoal como profissional. Do contrário, as consequências negativas são inevitáveis”, afirma.

Pensando em auxiliar as pessoas que desejam enfrentar uma jornada de transformação, o especialista listou quatro dicas para reinventar-se. Veja abaixo:

1. Desenvolva resiliência

A atitude de começar do zero todos os dias exige resiliência, pois a reinvenção é um processo ininterrupto que dispensa desistências. Por sua vez, a habilidade é eficiente na recuperação do equilíbrio após situações de estresse – o que traz a motivação necessária para se manter com foco independente das condições externas ou internas. Neste caso, a atividade de desenvolvimento pessoal que atua na aquisição ou aprimoramento de conhecimentos é um ótimo meio de trabalhar a competência.

 

2. Permaneça no presente

Muitas pessoas cometem o equívoco de pensar que as mudanças pertencem ao futuro. Porém, a verdade é que são apenas um reflexo das decisões tomadas no presente. Então, o momento de agir é o agora sendo imprescindível estar atento aos acontecimentos ao redor a fim optar pelas melhores alternativas.

3. Mantenha-se otimista

A base da mudança encontra-se na mente. Por esta razão, é necessário desenvolver uma cultura voltada ao sucesso. Neste contexto, alimentar uma mentalidade otimista é um passo rumo ao aumento de autoconfiança e engajamento na jornada de transformação. Ao pensar positivo, as pessoas tendem a darem o melhor de si e consequentemente obtêm resultados gratificantes.

4. Inove

O ato de sair da zona de conforto anda de mãos dadas com a inovação, pois propicia o surgimento de insights valiosos na hora de se diferenciar no mercado. Neste contexto, o cérebro humano está condicionado a resolver um desafio pela saída segura. Logo, a primeira opção que aparece na mente é a que se tende sempre a utilizar.

Para alcançar um novo mindset, é necessário ampliar o repertório ao realizar tarefas que fujam do cotidiano como escutar a um estilo musical diferente, experimentar um prato novo no período do almoço, assistir a um filme que nunca havia considerado ver antes ou conversar com alguém de fora do ciclo de relacionamentos. No final das contas, os pontos fora da cura serão os responsáveis por ativar partes inativas do cérebro que irão provocar conexões inéditas.

Harvard disponibiliza 15 cursos de Inteligência Artificial gratuitos e online que possuem certificado

Harvard disponibiliza 15 cursos de Inteligência Artificial gratuitos e online que possuem certificado

Confira esta super chance de dar UP no seu currículo.

 

Você se interessa por tecnologia e está em busca de cursos extra curriculares para incrementar o currículo, ou  é formado na área e deseja ampliar seus conhecimentos? Então você pode fazer isso agora mesmo através dos cursos gratuitos e online da Universidade de Harvard para a área de Inteligência Artificial! Além de poder estudar gratuitamente de onde estiver, você ainda fará isso em uma das melhores universidades do mundo!

Sobre a Universidade de Harvard

Harvard é conhecida pela excelência em educação, ocupa a sexta colocação do ranking mundial e oferece diversos cursos abertos. A instituição é privada situada na cidade de Cambridge, estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. É um membro da Ivy League, que é uma conferência desportiva da NCAA de oito universidades privadas do nordeste do país. Sua história, influência e riqueza tornam-na uma das mais prestigiadas universidades do mundo.

Os Cursos

A Universidade de Harvard disponibiliza a plataforma Harvard Online Learning, que oferece mais de 100 cursos online gratuitos para que qualquer pessoa do mundo inteiro possa estudar de onde estiver, são variados assuntos e diversos temas.

Dentre eles estão disponíveis 15 cursos de Inteligência Artificial gratuitos e pagos. Nos cursos gratuitos é possível obter um certificado de conclusão, porém um valor de taxa é preciso ser pago. Confira os cursos clicando nos links abaixo:

Tendências de tecnologia para 2019: por que TI é uma das áreas com maior crescimento?

Tendências de tecnologia para 2019: por que TI é uma das áreas com maior crescimento??

Por que TI é uma das áreas com maior crescimento?

A área de tecnologia da informação deve ser a de maior sucesso em 2019. É o que mostra pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo o estudo, funções ligadas à TI estiveram entre as carreiras que mais cresceram entre 2007 e 2017. No último ano, em 2018, houve muita demanda de vagas, mas pouca oferta de profissionais qualificados na área. A tendência é que essa procura aumente ainda mais em 2019. Carreiras como analista de informações, desenvolvedor mobile, analista de compliance e de SEO são algumas profissões em ascensão.

Outro estudo, realizado pela Conquest One, mostrou que só a área de desenvolvimento foi responsável por 41% das vagas de TI preenchidas em 2014. A grande procura por esse tipo de profissional, mesmo em um período de crise econômica no país, acontece porque os avanços tecnológicos estão cada vez mais ditando o rumo das empresas. Um estudo do Gartner apontou que serão gastos US$ 3,8 trilhões apenas pelos departamentos de TI em 2019, um crescimento de 3,2% se comparado com 2018. Só a computação em nuvem deve contar com um crescimento de 22%.

Experiência do Cliente

O investimento na área pode ser responsável por uma melhoria na experiência do cliente. Segundo pesquisa da Peppers & Rogers Group, 81% das empresas com atendimento de excelência possuem melhor performance que seus concorrentes. Outro estudo, realizado pela NewVoice, mostra que 69% dos clientes recomendariam uma empresa em caso de experiência positiva. Uma última pesquisa, realizada pela Manhattan Associates, mostra que 77% dos consumidores desejam que as transações de compra desconectadas evoluam para uma experiência unificada.

Esses dados mostram a importância do investimento em tecnologia. Por isso, é importante ficar atento às tendências do mercado. Segundo o Gartner, as tendências para TI em 2019 são:

  1. Automatização;
  2. Análise de dados aumentada;
  3. Desenvolvimento orientado por inteligência artificial;
  4. Representação digital;
  5. Borda especializada;
  6. Experiências imersivas;
  7. Blockchain;
  8. Espaços inteligentes;
  9. Privacidade e ética digital;
  10. Computação quântica.

Já a Ericsson realizou a oitava edição do 10 Hot Consumer Trends, que mostra as tendências para 2019, segundo a empresa. Além do uso de inteligência artificial, gêmeos digitais e análise dados aumentada para compras, controle da saúde e da poluição, o estudo também apontou como tendências:

  1. Awareables;
  2. Discussões inteligentes;
  3. Aplicativos espiões;
  4. Acordos forçados;
  5. Internet of skills.

Recentemente, a DNK Infotelecom realizou um café da manhã de negócios. O tema do encontro foi “Perspectivas do Atendimento Omnichannel ao Cliente em 2019”. “O evento foi uma oportunidade de fazer networking com líderes da área. Aproveitamos também para apresentar nossas soluções para contact center. Desde o começo, em 2008, a DNK apresentou diversas inovações para o mercado e continuará a promover a transformação digital no Brasil”, disse o presidente da empresa, Ântimo Gentile.

Empatia é combustível para Inovação e criatividade

A marca registrada de um organização de sucesso é a sua capacidade de aproveitar a criatividade e impulsionar os negócios para o território da inovação.

Sem crescimento e inovação, as empresas estagnam e acabam por desaparecer. Aqueles com poder de permanência dentro das estruturas organizacionais, dominam um fator intangível e muitas vezes negligenciado, que pode permitir concentrar-se no futuro com clareza: a empatia. 

Pode ser para você uma surpresa mas tenho clareza de que a capacidade de se conectar e se relacionar com os outros, a empatia em sua forma mais pura, é a força que leva as empresas adiante.

Embora o conceito de empatia possa contradizer o conceito moderno de um local de trabalho tradicional, competitivo, cruel e com os funcionários subindo uns nos outros para chegar ao topo, a realidade é que para os líderes empresariais terem sucesso, eles precisam não apenas ver ou ouvir a atividade em torno deles, mas também se relacionar com as pessoas que eles servem.

Os mais centrados nos processos lógicos podem pensar que obterão os resultados que desejam, perseguindo obstinadamente seus objetivos sem pensar muito em outras pessoas, ou em outros sucessos ao longo do caminho. Essa atitude funciona para alguns, mas muitas vezes e mais do que imaginamos, precisamos confiar em relacionamentos e estabelecer conexões pessoais e profissionais. Relações resultantes de um interesse honesto e dedicado nos outros e em seus propósitos.

Pessoas de sucesso não operam sozinhas. Cada um de nós precisa do apoio de outras pessoas para alcançar resultados positivos que nos impulsionam em direção aos nossos objetivos. A verdadeira empatia combina a compreensão do raciocínio emocional e lógico para a tomada de decisão.

A empatia é a força motriz por trás da comunicação empresarial. Infelizmente, tenho visto muitas situações em que as pessoas falam umas com as outras, em vez de fazer um esforço conjunto para ouvir e descobrir oportunidades de colaboração. O catalisador da mudança é a comunicação aberta e de mão dupla. Quando as pessoas conseguem sair de seus escritórios e mentalidades e experimentam vulnerabilidade, elas realmente começam a sentir o que as pessoas ao seu redor estão sentindo.

Empatia é combustível para Inovação e criatividade

 Ao tentar enfatizar a importância de focar nos outros e desenvolver maior empatia, cresce igualmente a capacidade criativa.

A criatividade é uma habilidade crítica para o trabalho, mas é aparentemente um recurso cada vez mais escasso nas organizações tradicionais. Segundo estudos, 61% dos líderes não acreditam que suas empresas sejam suficientemente criativas. Além disso, em um estudo recente, 77% das pessoas afirmam acreditar que a criatividade é uma habilidade crítica para o trabalho no século 21.

Então pensa comigo, se não temos empatia nos relacionamentos profissionais e intrapessoais nas organizações não teremos igualmente campo propicio para a obtenção da criatividade e por sua vez seremos menos inovadores.

Empatia significa entender o que é importante para as pessoas e entender suas lutas.Grandes inovações começam com um foco nas pessoas e no entendimento de suas necessidades, condições e desafios. 

Será que não é o momento de investirmos em ver e ouvir o outro, que faz parte da minha equipe, que faz parte do meu negocio e que pode ser o grande aliado no meu sucesso pessoal e profissional?

Considere rever seu processo de comunicação no trabalho e passe a entender melhor as suas necessidades e desafios dos seus pares, lideres e liderados.

Que tal começarmos pela comunicação empatia?

A comunicação empática pode ser um primeiro caminho para construirmos um ambiente criativo e inovador em nossas organizações para se fazer entender, cumprir os objetivos acordados e manter-se conectado com pontes entre as áreas da organização.

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Inspire-se por metodologias e design, em que o humano é o centro da inovação, e o resultado encontrado é o entendimento da experiência do usuário. A empatia é a ferramenta primordial para ouvir sem julgamento e entender as dores que o usuário está experimentando e por sua vez descobrir o real problema que estão tentando resolver.

O autor do livro Comunicação Não Violenta, Marshall Rosenberg, livro que recomento fortemente, sugere 4 ações, relativamente simples que em conjunto facilitam a comunicação e conexão das pessoas por empatia, são elas:

Observar – Observe o desafio e as pessoas envolvidas sem julgamentos ou avaliação.

Sentir – Sinta o ambiente e as necessidades das pessoas e identifique-se com os medos e dores do seu receptor.

Entender- Entenda as necessidades dos envolvidos com clareza traduzindo em ações concretas.

Pedir – Saiba avaliar e pedir com clareza as informações e ações necessárias para a execução do trabalho.

Esta combinação em prática pode ser um forte aliado na construção e obtenção de relações profissionais empáticas e sadias. Pode ser a sua porta de entrada na empatia e para revemos nossas crenças e nos permitir novas idéias.

Acredito que a criação focada no relacionamento expande a capacidade e potencializa a inovação valorosa. A empatia pode ser uma habilidade empresarial que realmente gera frutos de sucesso quando praticada e compartilhada. Embora possa ser diferente de qualquer outra prática que você já tenha usado em seu negócio, a empatia no local de trabalho cria e estimula a comunhão de ideias sem receio do ridículo. Se quisermos manter nossos negócios relevantes e nossos consumidores felizes, devemos abraçar a empatia e deixar que seja a força que nos impulsiona.

Esse é o poder da empatia.