Brasil é um dos líderes mundiais em fuga de talentos digitais

Brasil é um dos líderes mundiais em fuga de talentos digitais

EUA, Canadá, Portugal, Alemanha e Austrália são os destinos preferidos dos brasileiros da área digital

O Brasil é um dos países mais propensos à fuga de talentos locais na área digital, segundo um novo estudo publicado pelo Boston Consulting Group (BCG). Conforme o levantamento, realizado em parceria com a The Network em 180 países, os profissionais brasileiros que atuam no segmento estão entre os que mais desejam construir uma carreira no exterior.

De acordo com o relatório em questão, intitulado Decoding Digital Talent, nada menos que 87% dos experts digitais desejam sair do país, uma porcentagem bem superior à média global, que é de 67%.

 

Principais destinos

Os Estados Unidos, citados por 63%, aparecem como destino de preferência do brasileiro, seguidos de Canadá (51%), Portugal (37%), Alemanha (34%) e Austrália (37%).

Profissionais digitais são mais propensos a sair
Levando em conta todos os segmentos profissionais, na área digital a tendência à imigração é maior, segundo o levantamento.

Enquanto 55% dos não especialistas afirmaram estar dispostos a se mudar para uma oportunidade de carreira no exterior, no segmento digital esse índice chega a 67%.

E o interesse varia muito de país para país. Em lugares como o Brasil e a Índia, a disposição para tal mudança é de mais de três quartos, enquanto na China, por exemplo, menos de um em cada quatro entrevistados consideraria tal movimento.

Os Estados Unidos são o principal destino para especialistas digitais em todo o mundo. A lista dos cinco países mais atraentes inclui também Alemanha, Canadá, Austrália e Reino Unido, em ordem decrescente. Londres foi a cidade mais citada no âmbito global, seguida de Nova York, Berlim (ALE), Amsterdã (HOL) e Barcelona (ESP).

 

Brasil atrai pouco

Enquanto os experts digitais brasileiros pensam em partir para o exterior, são poucos os estrangeiros que se atraem pelo mercado local. O Brasil ocupa a 23ª posição no ranking geral de atratividade. Os estrangeiros que mais têm vontade de trabalhar no mercado digital brasileiro são de Angola (35%), Peru (34%), Argentina (29%), Costa Rica (22%) e Nicarágua (17%).

 

Metodologia

Para a realização do estudo, foram entrevistadas 27 mil pessoas com os seguintes perfis: conhecimento especializado (expert-level) em programação e desenvolvimento web, desenvolvimento de aplicativos, inteligência artificial, robótica, entre outras habilidades digitais.

Os dados foram recortados do relatório Decoding Global Talent 2018, que, na ocasião, entrevistou 366 mil pessoas de 197 países para identificar as principais tendências entre os profissionais de diversos setores em âmbito global.

 

Fonte: https://computerworld.com.br/2019/06/24/brasil-e-um-dos-lideres-mundiais-em-fuga-de-talentos-digitais-segundo-bcg/

Para contratar revolucionários digitais, é preciso cultura de colaboração

Cultura colaborativa

Ambiente de trabalho digital acaba com todos os silos que limitam a comunicação e é isso que a sua empresa precisa

O ambiente de trabalho da sua empresa atrai “Revolucionários digitais” ou é o local ideal para “Atrasados digitais”? Se a sua empresa se enquadra no segundo caso, é hora de começar a repensar como a falta de investimento na digitalização do ambiente de trabalho vai afetar o futuro dos negócios – pesquisas indicam que uma boa experiência no trabalho traz até 30% de vantagem competitiva para a empresa.

De acordo com levantamento da  Microsoft, funcionários estão entusiasmados com novas tecnologias e desejam que as empresas ofereçam mais ferramentas digitais. As empresas que as adotam, além de conseguirem mais eficiência, geram outros benefícios além do engajamento, tais como maior interações com clientes e agilidade e transparência.

Além disso, um ambiente de trabalho onde a colaboração e a comunicação unificada fazem parte do dia a dia permite que os funcionários revolucionários tenham maior capacidade para incorporar novas habilidades profissionais, uma característica fundamental para a eficiência de equipes multidisciplinares.

 

A cultura do “nós” toma o lugar da cultura do “eu”

Uma cultura de colaboração, facilitada pela implantação de soluções e ferramentas de comunicação unificada, conecta pessoas e recursos de informação em um só lugar, atendendo as necessidades de cada funcionário, com flexibilidade e mobilidade.

A maior parte dos Revolucionários (70%) cita que tecnologias digitais, como as de comunicação unificada, melhoram a colaboração, atendendo à necessidade de compartilhar ideias, trabalhar ao mesmo tempo em diversos projetos e tomar decisões com a ajuda de outros funcionários. O importante é que a tecnologia seja capaz de reunir pessoas, conversas, conteúdo e ferramentas que as equipes precisam para colaborar, personalizando as experiências.

 

Fonte: https://cio.com.br/para-contratar-revolucionarios-digitais-e-preciso-cultura-de-colaboracao/

Veja quais são as cidades mais geeks do Brasil

Dia do Orgulho Geek

São Caetano do Sul, no interior paulista, liderou o ranking, enquanto a capital São Paulo, maior cidade do país, encerrou o top 10

Para celebrar o dia do Orgulho Geek, marcado para 25 de maio, a Amazon divulgou a primeira lista de 2019 das 10 cidades mais geeks do Brasil. O ranking foi determinado pelo total de vendas de diversos produtos geeks por município durante um ano, a partir de abril de 2018, incluindo livros, eBooks, quadrinhos e comic books, brinquedos, jogos e videogames, além de itens de decoração e para a casa associados à cultura geek. A comparação considerou as cidades com mais de 100 mil habitantes, considerando a base per capita.

São Caetano do Sul (SP) liderou o ranking, tornando-se a cidade mais geek do Brasil pelo segundo ano consecutivo, de acordo com os dados da Amazon, seguida por Florianópolis (SC). Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR) subiram posições em relação à lista divulgada ano passado pela empresa. Barueri (SP) aparece pela primeira vez. Surpreendentemente, a maior cidade do país, com 12,18 milhões de habitantes, de acordo com dados atualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a capital São Paulo aparece em último lugar.

Confira a lista completa com as 10 cidades mais geeks.

1. São Caetano do Sul
2. Florianópolis
3. Niterói
4. Santos
5. Barueri
6. Porto Alegre
7. Brasília
8. Curitiba
9. Balneário Camboriú
10. São Paulo

A Amazon também divulgou algumas curiosidades sobre os interesses de consumo dos moradores de cada munícipio. Vila Velha (ES) é a cidade para onde a empresa mais vendeu Cards de Pokémon. Já Bagé (ES) é repleta de fãs da série Game of Thrones, porque foi para lá que a gigante de varejo online mais enviou canecas da produção, seguida por Presidente Prudente (SP).

Os heróis mais poderosos da Terra, os Vingadores do Universo Marvel, fazem parte da vida dos moradores de Itu (SP), porque a cidade tem o maior número de aquisições de itens de decoração dos personagens, no cálculo de unidades vendidas por habitante.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/veja-quais-sao-as-cidades-mais-geeks-do-brasil/85980

Busca 360 Graus, Tecnologias disruptivas em Talent Acquisition

BUSCA 360 GRAUS, TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS EM TALENT ACQUISITION

Em paralelo às constantes inovações do mercado, as tecnologias disruptivas estão evoluindo cada vez mais rápido. Essas inovações digitais propõem uma ruptura nos padrões e modelos pré-estabelecidos e melhoram a forma de exercer uma atividade. Setores que não se adaptaram à essas tecnologias, já perceberam que estão perdendo em termos de competitividade e produtividade.  Nos últimos anos, a área de Recursos Humanos também se adaptou aos novos métodos, proporcionando assim um aumento de eficiência e agilidade. A Conquest One desenvolve e aplica muitas dessas tecnologias disruptivas na busca por talentos, chamadas de Busca 360 Graus. Elas possibilitam uma busca apurada por candidatos e assertividade próxima à 100%.

 

Mas, de quais tecnologias disruptivas estamos falando?


Big Data, Inteligência Artificial e Analytics

Um dos maiores responsáveis pelas inovações dos RHs é o Big Data, uma ferramenta de Inteligência Artificial que consegue, através de softwares como o GX1,  utilizado atualmente na Conquest One, atuar na busca de talentos e no mapeamento comportamental. Através do GX1, é possível encontrar os perfis mais adequados para cada tipo de vaga.

O Big Data está revolucionando a forma como se buscam talentos na era digital pois, é possível identificar e cruzar os perfis que estão mais adequados às necessidades de determinada vaga e aos valores da empresa.

A Conquest One conta com um banco de dados próprio, chamado GX1, com mais de 200 mil currículos (hoje chamados de perfis) cadastrados. Dentro desse mar de dados, é possível obter informações como a geolocalização do profissional, certificações, estabilidade, faixa salarial, etc. A partir desses dados, extrai-se uma lista de candidatos que possivelmente estão aptos à preencher aquela vaga.

Com a lista em mãos, os recrutadores tem a missão de cruzar os dados e verificar se os candidatos realmente se adequam à vaga e à cultura da empresa. Após a verificação, cria-se um mailing para entrar em contato com os profissionais e verificar o interesse deles em participar do processo seletivo.

O GX1 está se tornando uma ferramenta tão importante quanto os outros sites de busca utilizados internamente pela Conquest One, como APinfo e LinkedIn Recruiter, por exemplo. Hoje, com base nos requisitos da vaga, é possível localizar esses profissionais em um curto espaço de tempo, cumprindo assim os prazos (SLA) imposto pelos clientes.

A análise de dados em Talent Acquisition tem se tornado essencial no sentido de encontrar as pessoas certas para os perfis certos, automatizar processos, gerar insights e entender o impacto das estratégias da empresa na busca por candidatos.

RH está preparado para a Lei de Proteção de Dados?

RH está preparado para a Lei de Proteção de Dados?

Várias empresas iniciaram a corrida para atender às regulamentações impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Percebo que existe a preocupação em interpretar a regulamentação e aplicá-la ao modelo de negócio, mas e quanto aos dados que devem ser deletados ou protegidos? Ou ainda em relação à utilização de dados não comercializados ou mesmo controlados por terceiros? 

Agora, será que nossas áreas de apoio e suporte como Recursos Humanos, Folha de Pagamento, Recrutamento e Seleção, Benefícios, Assistência Médica e Odontológica, Planos de Previdência, entre outras, estão preparadas para este desafio? 

Qual sua percepção? Qual sua preocupação? O que estão fazendo para garantir a integridade dos dados dos funcionários? Se comportam como Controladores para prestadores de serviços terceirizados? 

Empresas que tratam (Art. 5º; Inciso X) dados de pessoas físicas são denominadas como Controlador, desta forma, este artigo tem como principal objetivo conscientizar gestores e futuros DPOs (data protection officer e/ou encarregado de dados) sobre a gravidade e os riscos de vazamentos de informações de dados pessoais sensíveis, que podem agravar ao máximo as multas em uma empresa, podendo até levá-la à falência. 

O Art. 5º da LGPD esclarece a diferença entre dados pessoais e dados pessoais sensíveis: 

I – Dado pessoal: informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável. 

II – Dado pessoal sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural. 

Fazendo um rápido benchmark com pessoas da área de RH, posso elencar algumas informações pessoais sensíveis que são tratadas no dia a dia, sendo elas: 

●      Ficha cadastrais com informações. Ex: gênero, dados de saúde, filiações sindicais e outros;

●      Atestados médicos de funcionários (normalmente justificando ausência ou faltas);

●      Exames toxicológicos de funcionários;

●      Relatórios de Admissão e Demissão de funcionários;

●      Dados Biométricos (quando o RH tem a responsabilidade de facilities). 

Muitas destas informações são armazenadas de forma física, ou seja, em papel ou pastas suspensas nos conhecidos “arquivos mortos”; de forma digital em sistemas sem os critérios mais básicos de segurança; ou ainda em planilhas Excel, banco de dados Access e ou Macros, além dos famosos sistemas de intranet. 

Em muitos casos, esses processos são construídos rusticamente com arquivos hospedados em desktops que ficam debaixo das mesas nos próprios departamentos (Shadow IT), e servem como servidores de aplicação ou parte de um processo crítico, seja ele desligamento, solicitação de benefício, adiantamento salarial e solicitação de férias. 

A exposição destes dados sem os devidos tratamentos e controles de segurança adequados podem trazer sérios problemas às empresas. Lembrando que a multa é proporcional ao incidente, ou seja, quanto maior for risco de exposição do dado sensível, maior será a multa aplicada. 

Sendo assim, é importante que no momento do seu assessment e mapeamento do fluxo de dados das informações do RH, o responsável pela condução do projeto execute, juntamente com o DPO, uma avaliação da maturidade dos processos e ciclo de vida fluxos de dados, bem como uma análise de riscos das aplicações levando em consideração sua arquitetura, modelo de desenvolvimento, vulnerabilidade de código, modelo de integração, comunicação e negócio. 

A camada de banco de dados deve ser minuciosamente examinada, permitindo refletir o modelo relacional (existente ou não), sua normalização (existente ou não) além do modelo de dados logicamente criado e aplicado, permitindo assim uma análise mais acurada dos itens de segurança necessários para salvaguarda das informações. Isso se aplica a índices, chaves estrangeiras, definições de campos e registros com valores e formatos corretos, controles de acessos adequados, logs, anonimização ou pseudomização das informações, etc. 

Além disso, é importante também implementar medidas que protejam tanto tecnicamente como administrativamente algumas ações, minimizando assim perdas ou indisponibilidade de ativos de informação devido a ameaças conhecidas, geradas tecnologicamente ou por pessoas sem capacitação/conhecimento. 

Sugiro a adoção do modelo de Privacy by Design, que aborda a proteção desde a concepção do produto ou sistema, auxiliando nos principais problemas apontados neste artigo. Ou seja, utilizando essa técnica, a privacidade estará presente na própria arquitetura da aplicação, permitindo que o próprio usuário seja capaz de preservar e gerenciar a coleta e o tratamento de seus dados pessoais considerados e/ou classificados sensíveis pela LGPD. 

Espero que este curto artigo traga uma nova visão sobre risco, que pode gerar uma dor de cabeça gigante em caso de vazamentos de dados. Vale ressaltar que não necessariamente é preciso de uma denúncia por parte do afetado para ocorrer uma investigação – basta uma notícia na mídia para que se inicie uma investigação sobre o tema. 

Sucesso a todos nesta jornada e até a próxima!

Texto por,  Alex Amorim, MBA, MCSO, CRISC
Chief Information Security Officer (CISO)

Inclusão de mulheres e minorias ganha espaço na Campus Party

Inclusão de mulheres e minorias ganha espaço na Campus Party
Público tem mulheres em peso para assistir a painel sobre empoderamento feminino na tecnologia, no palco principal da Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1​

Maior evento de tecnologia da América Latina tem palestras e painéis sobre diversidade.

Entre exposições de supercomputadores, drones, impressoras 3D e discussões sobre programação, astronomia e ciência, um assunto chamou a atenção na 12ª edição da Campus Party, que acontece nesta semana, em São Paulo: como incluir mais mulheres, negros e pessoas LGBTI no setor de tecnologia.

Só entre quarta (13) e quinta-feira (14), a diversidade foi o principal tema de ao menos 8 palestras no maior palco do evento, que também contou com painéis compostos exclusivamente por mulheres.

“Pelo que vi, este ano eles se preocuparam bastante [em trazer discussões] com relação às meninas e também às meninas negras aqui”, diz a estudante de relações internacionais Ester Borges, de 21 anos, que tem um projeto para ensinar programação para garotas e está na Campus Party pela primeira vez.

A estudante Ester Borges, 21, tem um projeto para ensinar meninas a programar e foi à Campus Party pela primeira vez — Foto: Luísa Melo/G1
A estudante Ester Borges, 21, tem um projeto para ensinar meninas a programar e foi à Campus Party pela primeira vez — Foto: Luísa Melo/G1

A organização, no entanto, nega um movimento intencional. “A gente procurou, na verdade, trazer pessoas boas dentro dos temas de conhecimento que a gente aborda. E tem muita gente boa aí, seja negro, seja LBGT, seja mulher, branco, amarelo, rosa”, diz o diretor-geral Tonico Novaes.

Dividindo o palco com outras cinco mulheres para falar sobre equidade de gênero nas empresas, Maitê Lourenço, psicóloga e fundadora da BlackRocks, instituição que ajuda negros a criarem startups, fez uma provocação. “Olhem ao redor e vejam quantas pessoas negras tem perto de vocês. Quem não se incomodar com essa imagem, a gente precisa conversar”.

Painel sobre empoderamento feminino na tecnologia na Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
Painel sobre empoderamento feminino na tecnologia na Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Foi aplicando o chamado “teste do pescoço” que ela chamou a atenção para o fato de que o público da Campus Party, assim como todo o setor de tecnologia, ainda é majoritariamente branco.

Outra convidada que abordou o tema foi a executiva Nina Silva. Ela é uma das fundadoras do Movimento Black Money, que busca fomentar o empreendedorismo negro e fazer com que o dinheiro dessas pessoas circule na própria comunidade.

Nina chamou a atenção para o fato de que muitos negros e integrantes de outras minorias continuam sendo “estereotipados e maltratados” mesmo quando ocupam altos níveis dentro das empresas e são bem remunerados.

A executiva de TI Nina Silva fala a campuseiros em palestra nesta quinta-feira (14) na Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
A executiva de TI Nina Silva fala a campuseiros em palestra nesta quinta-feira (14) na Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Uma solução para isso, segundo ela, “é criar as próprias cadeiras” e fazer boicotes às companhias não comprometidas com sua causa. “Não vou comprar de empresas que me subjugam”.

A executiva deu sua contribuição para “enegrecer”, como ela diz, e diversificar a própria Campus Party.

Ela recebeu 30 ingressos como contrapartida pela palestra e selecionou pessoas que fazem parte da sua rede para participar do evento. Dessas, segundo ela, 25 são negras, 15 são mulheres e 2 são pessoas com deficiência.

A prefeitura de São Paulo, apoiadora institucional, fez algo parecido. Depois de uma seleção, dos 300 campings que tinha para distribuir, doou 140 para mulheres. E dos 1,1 mil ingressos de campuseiros, 655 foram cedidos a garotas, 180 a homens negros periféricos e mais de 100 a pessoas LGBT, segundo a produtora Kamila Camilo.

Ana Alice Costa, de 33 anos, foi uma das pessoas que ganhou o ingresso da prefeitura. Mulher trans, ela atua no setor de TI há mais de 12 anos e conta que tem dificuldade para conseguir emprego desde que começou o processo de transição, há cerca de 3 anos.

Ana Alice da Costa, 33, trabalha no setor de TI há 12 anos e se queixa da dificuldade de conseguir emprego depois de iniciar processo de transição de gênero — Foto: Luísa Melo/G1Ana Alice da Costa, 33, trabalha no setor de TI há 12 anos e se queixa da dificuldade de conseguir emprego depois de iniciar processo de transição de gênero — Foto: Luísa Melo/G1

“Cheguei a ouvir, em uma entrevista, a menina do RH que me entrevistou falar com o gestor: a pessoa se encaixa na vaga, mas não dá para contratar. Como nossos clientes vão vê-la?”. Ela afirma que poder ter seu nome social no crachá da Campus Party é um ponto positivo. “Pode parecer um detalhe pequeno, mas, psicologicamente, faz diferença.

Inclusão social

A premiada pesquisadora Joana D’Arc Félix, que enfrentou a pobreza na infância e sofreu com o racismo, falou sobre a importância da inclusão social. Ela diz que é importante não se vitimizar e seguir em frente apesar dos obstáculos.

Joana leciona em uma escola técnica em Franca, no interior de São Paulo, e concede bolsas de iniciação científica aos estudantes. Ela diz que só contempla aqueles que estão envolvidos com tráfico e prostituição, e não para os com melhor desempenho escolar, por um motivo.

A cientista Joana D'Arc Félix fala a campuseiros em palestra na noite de quarta-feira (13) na Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
A cientista Joana D’Arc Félix fala a campuseiros em palestra na noite de quarta-feira (13) na Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

“Se nós trabalharmos só com os melhores, os ditos problemáticos, os piores, sempre serão excluídos. Então a gente nunca vai ter um Brasil 100%. A gente tem que dar oportunidade para esses ditos piores, porque dando oportunidade, eles têm condição de mostrar o talento, colocar aquele talento que está adormecido, escondido”, disse ao G1.

A Campus Party espera 13 mil campuseiros até domingo (17) e não divulgou quantos deles são mulheres, nem a fatia feminina entre os palestrantes.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/tecnologia/campus-party/2019/noticia/2019/02/15/inclusao-de-mulheres-e-minorias-ganha-espaco-na-campus-party.ghtml

 

Equipes de ciência de dados devem operar como startups

Equipes de ciência de dados devem operar como startups

A medidas que emergem e crescem, elas podem adotar três táticas comuns entre as startups para aumentar a produtividade e operar de forma eficaz

Com o aumento do uso de dados nos negócios, as organizações estão se esforçando para montar equipes de Ciência de Dados. Como essas equipes são relativamente novas, não há precedência sobre como as empresas devem estruturá-las, e muitos especialistas têm opiniões divergentes. Naturalmente, a estrutura da equipe de Ciência de Dados será diferente com base no foco da empresa, no tamanho da equipe e nos dados em si. A boa notícia é que é possível pegar elementos operacionais bem-sucedidos das startups e aplicá-los às equipes de Ciência de Dados.

Como a maioria das startups falha, os especialistas definiram os elementos operacionais com maior probabilidade de dar a uma startup a uma chance de sucesso. Três desses elementos incluem o uso de metodologias Lean e Agile, a adoção de uma estrutura plana e adaptação rápida às mudanças. À medida que as equipes de Ciência de Dados emergem e crescem, elas podem adotar essas três táticas para aumentar a produtividade e operar de forma eficaz.

 

Metodologias ágeis

Escalar a Ciência de Dados e tornar o modelo operacional são dois desafios enfrentados pelas equipes. Geralmente, os projetos de dados usam desenvolvedores DevOps que precisam trabalhar com a equipe de Ciência de Dados, o que pode significar que as equipes codificam de forma colaborativa. As metodologias ágeis funcionam bem nesses cenários, especialmente quando os modelos em produção precisam de engenharia para implantar ou vários recursos que dão suporte ao modelo. A integração contínua e o teste automatizado, dois pilares das metodologias ágeis, funcionam bem com projetos de Ciência de Dados que combinam várias habilidades na equipe.

Adote uma estrutura plana

Muitas startups optam por uma estrutura plana para estimular a colaboração e a criatividade. Uma estrutura plana economiza custos operacionais porque não há necessidade de números de gerenciamento médio, o que cria uma operação mais enxuta. Startups desfrutam da comunicação direta que uma estrutura plana oferece, e as decisões são tomadas muito mais rapidamente. Frequentemente, os funcionários ficam mais felizes sob uma estrutura plana, porque há muito menos microgerenciamento e  todos os membros da equipe contribuem igualmente.

Para equipes de Ciência de Dados, uma estrutura plana pode funcionar bem. O compartilhamento de conhecimento é aumentado nesse tipo de ambiente, o que significa que os cientistas de dados juniores podem acessar facilmente a experiência de membros mais experientes da equipe. Além disso, muitos cientistas de dados são altamente qualificados tecnicamente, mas não possuem habilidades de gerenciamento, portanto, uma hierarquia pode deixar alguns membros da equipe sem treinamento ou a liderança necessária para melhorar. Normalmente, um gerente com experiência técnica, às vezes um CTO, lidera a equipe de Ciência de Dados e mantém o restante dos funcionários em uma estrutura plana. Esse transita bem entre os lados comercial e técnico da empresa e tem experiência em gerenciamento para ajudar a orientar o progresso. Como cada função da Ciência de Dados depende de outra, uma estrutura plana funciona bem.

 

Adapte-se a mudanças rápidas

No mundo das startups, muita coisa pode mudar da noite para o dia. Talvez um concorrente o impeça de entrar no mercado ou o financiamento esteja demorando… O Startup Genome Report descobriu que as startups que “pivotam” uma ou duas vezes aumentam 2,5 vezes mais dinheiro, têm 3,6 vezes mais crescimento de usuários e têm 52% menos probabilidade de escalar prematuramente do que startups que “pivotam” mais de duas vezes. Mudar de rumo é a maneira como o mundo das startups funciona e, às vezes, as equipes de Ciência de Dados também devem pivotar.

Fonte: https://cio.com.br/equipes-de-ciencia-de-dados-devem-operar-como-startups/

Segundo MIT, inteligência de dados pode ser chave para vantagem competitiva

Segundo MIT, inteligência de dados pode ser chave para vantagem competitiva

Pesquisa global encomendada pela Pure Storage revela que 93% dos líderes afirmam que os dados são a base para tomada de decisões de negócios

Pure Storage, plataforma de armazenamento, acaba de divulgar os resultados da sua pesquisa conduzida pelo MIT Technology Review, o Evolution Report Latam, relatório sobre as atitudes globais existentes em relação às iniciativas atuais e futuras de inteligência de dados para o crescimento dos negócios. O feedback foi coletado com mais de 2.300 líderes globais de negócios e de TI, sendo entre os entrevistados, líderes de quatro países da América Latina: Brasil, Argentina, México e Colômbia.

De acordo com o levantamento, 93% dos líderes em organizações na América Latina têm uma abordagem centrada no cliente para a aplicação de dados, considerando-a fundamental para fornecer melhores resultados. Quando perguntados sobre o papel dos dados na melhora das decisões de negócios, 89% dos entrevistados concordam que os dados são fundamentais. Outro benefício da coleta de dados está o crescimento dos negócios mencionado por 89% dos executivos.

“Dos entrevistados diretamente ligados a geração de dados, 92% dedicam mais tempo para gerar soluções criativas de acordo com os desafios de negócios futuros. Pensando nisso, vemos que a adoção da IA para inteligência de dados parece ser a próxima geração de tecnologia mais alinhada com os cronogramas de negócios”, comenta o gerente geral de venda para a Pure Storage no Brasil, Paulo de Godoy.

Além da automação

O conceito da inteligência artificial para negócios já é familiar no mercado. Na verdade, o termo \”IA\” é tão amplo e abrangente que 73% dos entrevistados acreditam que já utilizavam esse termo de alguma forma. Entretanto, essa definição ampla pode estar impedindo a verdadeira compreensão do potencial da tecnologia. Nós a limitamos a robôs de bate-papo nas premissas e à robótica automotiva, sendo que esta tecnologia pode ser utilizada como uma ferramenta para desbloquear rapidamente uma poderosa inteligência de dados.

Ao aplicar a inteligência artificial à coleta, interpretação e execução de iniciativas de dados, as organizações podem desfrutar de uma infinidade de novas oportunidades de sucesso. A maior parte dos entrevistados (84%) disseram que entendem a vantagem competitiva que os dados podem fornecer e que consideraram a análise rápida e minuciosa como algo importante.

Desafios e obstáculos para a adoção de IA

Ainda existem barreiras entre empresas e a adoção da IA para iniciativas de inteligência de dados. Os três principais desafios enfrentados pelas organizações na América Latina são: custo da tecnologia, envolvimento dos stakeholders e infraestrutura de dados.

Metade dos líderes empresariais (50%) acreditam que o custo ou o orçamento é o maior desafio ao considerar tecnologias para um gerenciamento de dados aprimorado. Pode ser um dos desafios mais importantes no caminho para a adoção, mas é também um dos principais benefícios percebidos com a IA.

Brasil

No Brasil, participaram da pesquisa 149 tomadores de decisão. Segundo o relatório, as três principais barreiras para a adoção da IA são:

  • Custo e o orçamento, opinião de 38% dos entrevistados , sendo 12% menor do que a média na América Latina.
  • Participação e o engajamento dos stakeholders, barreiras apontadas por 37% dos executivos.
  • Dificuldades de recursos e talentos, citados por  34% dos respondentes.
  • Dos líderes consultados no Brasil, 94% concordam que IA daria a eles mais tempo para pensar criativamente sobre os desafios dos negócios. Em termos de benefícios adicionais, 92% também concordam que poderiam desenvolver novas ofertas para os seus clientes, e 89% concordam que poderiam vender de forma mais eficaz aos seus clientes.

O futuro é brilhante para a AI

Acredita-se que a análise criativa de dados é essencial para fornecer a vantagem competitiva que as organizações menores precisam. A maioria dos entrevistados da pesquisa (80%) acredita que as organizações menores estão sob pressão para acompanhar o ritmo das mudanças e que os dados fornecem o suporte necessário.

“As empresas de pequeno porte não são as únicas que se beneficiam com a capacidade da IA de melhorar a eficiência. Acredita-se que as organizações que executam tarefas repetitivas também terão muitas melhorias no processo comercial. Segundo nossos resultados, 84% dos entrevistados acreditam que IA será ainda mais útil para as empresas que dependem da replicação de tarefas ou dos processos de rotina”, sinaliza Godoy.

As organizações na América Latina adotaram a ideia da inteligência de dados para obter vantagem competitiva e 80% delas já estão explorando ativamente novas tecnologias (como a AI) para os negócios. Quando perguntados sobre a IA, o panorama é positivo: entre os que atualmente não adotam soluções de IA, 66% considerariam como um investimento futuro. O futuro da IA engloba muitas outras aplicações não descobertas, juntamente com novas considerações práticas. No entanto, muitas delas estão de acordo: o uso da tecnologia é inevitável.

 

Fonte: https://www.itforum365.com.br/tecnologia/segundo-mit-inteligencia-de-dados-pode-ser-chave-para-vantagem-competitiva/

10 tecnologias estarão na mira dos bancos em 2019

10 tecnologias estarão na mira dos bancos em 2019

Febraban identifica as principais tendências tecnológicas que vão se destacar nas instituições financeiras

Os bancos brasileiros investiram R$ 19,5 bilhões em tecnologia em 2017, segundo pesquisa da Febraban.

O número coloca o país na vanguarda dos investimentos em inovações.

Um dos centros desses investimentos é a Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês), já que 80% das instituições do setor disseram que apostam em AI e computação cognitiva para atender aos movimentos de mercado.

Mas quais tendências estarão na mira dos bancos neste ano?

A revista CIAB Febraban – publicação da Federação Brasileira de Bancos voltada a tecnologias do setor financeiro – ouviu tanto profissionais de instituições financeiras, como consultores especializados para responder. 

Temas como Big Data e Analytics, Blockchain, Open Banking e Cloud lideram o ranking.

Confira o que será tendência neste ano:

1. Big Data e Analytics

A análise de volumes gigantes de dados gerados por clientes, por operações e até mesmo por processos internos tornou-se uma necessidade para os bancos e vai avançar ainda mais em 2019.

O uso combinado de Big Data e Analytics servirá de base para outras tecnologias que devem avançar no ano que vem, assim melhorando produtos e serviços e abrindo caminho para novidades.

O potencial do Big Data e das ferramentas de Analytics no setor bancário permite que as instituições financeiras reduzam seus custos e exposição a riscos, e conheçam melhor seus clientes, com serviços digitais mais eficientes.

2. Open Banking

Se os dados são uma das peças-chave para inovações que vão surgir em breve, a colaboração é outro caminho em que os bancos deverão apostar em 2019.

O Open Banking vai permitir que diferentes atores do mercado desenvolvam soluções a partir de interfaces de programação para aplicações desenvolvidas pelas instituições financeiras, as APIs.

3.Chatbots

Os chatbots – atendentes virtuais, com capacidade de interação graças a Inteligência Artificial e computação cognitiva – vão continuar a despontar no sistema financeiro, assumindo uma gama maior de tarefas, e vão melhorar a experiência do usuário, que é a base de tudo.

Essas ferramentas vão se aproveitar cada vez mais das informações captadas e processadas por Big Data e Analytics, por exemplo, para se tornar mais eficientes.

4. RPA

Os robôs não vão participar apenas de conversas com os clientes.

Uma outra tendência prevista para 2019 é sua atuação nos bastidores das instituições, por meio de Robotic Process Automation (RPA). Com a ajuda da Inteligência Artificial, os robôs serão usados para aumentar a eficiência operacional e automatizar atividades internas dos bancos.

5.Biometria

O uso da biometria pelos bancos vai continuar intenso em 2019. Além do reconhecimento de impressão digital, que já se tornou popular, o reconhecimento facial e também da voz estão entre as alternativas que serão adotadas em uma escala crescente.

6. Segurança Cibernética

A tecnologia evolui para proporcionar melhores produtos e serviços, mas, ao mesmo tempo, crescem as ameaças virtuais à segurança de instituições e clientes.

A segurança cibernética consiste em usar ferramentas como Big Data e Analytics para evitar fraudes.

7. Computação Forense

Ferramentas de segurança podem ir além de garantir a integridade das transações. A computação Forense não é mais algo restrito a investigações policiais e pode ser aplicada para analisar o comportamento dos próprios funcionários nos bancos e, com isso, preservar o sigilo das informações.

8. Blockchain

Experimentos em Blockchain – tecnologia que permite registros e certificações confiáveis de forma descentralizada – vão continuar a ocorrer nos bancos, e o salto prometido para aplicações em larga escala deve vir em 2019.

Até agora, a indústria tem feito protótipos e provas de conceito, mas, em 2019, o Blockchain vai começar a ser aplicado a casos reais.

9. Cloud Computing

No passado, a adoção de nuvem pelos bancos esbarrou no receio quanto à segurança das informações dos clientes e em questões de regulação.

A resolução 4.658 do Banco Central, que dispõe sobre os requisitos para a contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados e de Cloud Computing, divulgada em maio do ano passado, uniformiza a forma como o banco faz isso de forma segura.

A tendência é que as instituições acelerem a adoção.

10. Internet das Coisas

Em 2019, serão impulsionados estudos sobre como a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) pode trazer novas oportunidades de produtos e serviços financeiros.

A IoT permite a oferta de produtos e serviços mais personalizados, por meio de aparelhos eletrônicos domésticos conectados à Internet.

Fonte: https://cio.com.br/10-tecnologias-estarao-na-mira-dos-bancos-em-2019/

Como criar uma cultura de inovação para a 2ª fase da Transformação Digital

Por que a mudança de cultura é necessária?


No mundo empresarial altamente dinâmico de hoje, a cultura da inovação é primordial. Para chegar lá, as organizações precisam ir além da adição de recursos digitais a seus produtos e serviços. Precisam reformular seus processos de negócios – o que a IDC chama de “DX 2.0”, a segunda fase da Transformação Digital.

“A DX exige uma reavaliação radical da estratégia e dos processos de um negócio: como a empresa interage com seus clientes, como ela impulsiona a excelência operacional, como ela aborda a inovação e decide quais tecnologias usar como base”, explica a IDC.

Mas a mudança não vem fácil. Oitenta e sete por cento dos tomadores de decisão de TI relatam que seus departamentos estão se esforçando para se adaptar a um papel crescente que inclui a adoção de iniciativas de inovação e a manutenção eficiente de sistemas de missão crítica, de acordo com o Insight Intelligent Technology Index 2018.

A percepção do departamento sobre si mesmo pode ser parte do problema, com 38% dos profissionais de TI descrevendo a TI como um centro de custo, em comparação com apenas 20% que a consideram um centro de inovação.

A necessidade de mudança cultural é impulsionada em partes iguais pelo medo na diretoria “sobre como todos serão desintermediados” e “um apetite por crescimento oportunista”, diz James McKeen, co-autor de Driving IT Innovation: A Roadmap. para os CIOs Reinvent the Future, que também é vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Empire Life Insurance, em Kingston, Ontário.

As organizações estão buscando a TI quase que exclusivamente para inovar e criar novos produtos e serviços que as ajudem a sustentar sua capacidade de gerar receita, acrescenta Heather Smith, coautora do livro, que também é pesquisadora associada sênior na Universidade de Queen’s, em Londres. Kingston, Ontário, e pesquisadora associada à Society for Information Management.

“O problema sempre foi o descompasso. A empresa diz: ‘Mostre-me o dinheiro e o business case’, e a TI diz: ‘Ainda não temos o business case, mas sabemos que é importante e temos que nos preparar para ele”, diz Smith.

A TI deve reverter essa abordagem, considerar o caso de negócio primeiro e focar na otimização do negócio, tornando-a mais transparente, e na transformação, que é mudar o modelo do negócio, diz McKeen.

Fazer isso é o primeiro passo para iniciar uma cultura de inovação.

Fonte: https://cio.com.br/como-criar-uma-cultura-de-inovacao-para-a-2a-fase-da-transformacao-digital/