Inovação: como reinventar-se em 4 passos

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A sociedade vive no período de 4ª revolução industrial onde o avanço tecnológico provoca constantes transformações no mercado. Ou seja, as pessoas que caminham em direção a inovação apresentam mais chances de alcançarem sucesso na carreira do que aquelas que permanecem estagnadas. Diante deste panorama, “reinvenção” torna-se a palavra de ordem. Afinal, o ato de acordar todos os dias disposto a adaptar-se as circunstâncias existentes é fundamental para conseguir lidar com as mudanças sem deixar de sobressair-se.

De acordo com José Roberto Marques, fundador do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), a reinvenção é uma ação extremamente associada a escolha de sair da zona de conforto. “Trata-se de desapegar de tudo aquilo que não agrega ao atual momento de vida e ir de encontro aos hábitos que realmente são capazes de fazer a diferença. Logo, é um grande desafio principalmente para quem costuma ter uma atitude passiva alinhada a uma dificuldade de tomar decisões importantes. Contudo, o bem-estar é sinônimo de ter uma mente aberta ao deparar-se com a sensação de insuficiência tanto no âmbito pessoal como profissional. Do contrário, as consequências negativas são inevitáveis”, afirma.

Pensando em auxiliar as pessoas que desejam enfrentar uma jornada de transformação, o especialista listou quatro dicas para reinventar-se. Veja abaixo:

1. Desenvolva resiliência

A atitude de começar do zero todos os dias exige resiliência, pois a reinvenção é um processo ininterrupto que dispensa desistências. Por sua vez, a habilidade é eficiente na recuperação do equilíbrio após situações de estresse – o que traz a motivação necessária para se manter com foco independente das condições externas ou internas. Neste caso, a atividade de desenvolvimento pessoal que atua na aquisição ou aprimoramento de conhecimentos é um ótimo meio de trabalhar a competência.

 

2. Permaneça no presente

Muitas pessoas cometem o equívoco de pensar que as mudanças pertencem ao futuro. Porém, a verdade é que são apenas um reflexo das decisões tomadas no presente. Então, o momento de agir é o agora sendo imprescindível estar atento aos acontecimentos ao redor a fim optar pelas melhores alternativas.

3. Mantenha-se otimista

A base da mudança encontra-se na mente. Por esta razão, é necessário desenvolver uma cultura voltada ao sucesso. Neste contexto, alimentar uma mentalidade otimista é um passo rumo ao aumento de autoconfiança e engajamento na jornada de transformação. Ao pensar positivo, as pessoas tendem a darem o melhor de si e consequentemente obtêm resultados gratificantes.

4. Inove

O ato de sair da zona de conforto anda de mãos dadas com a inovação, pois propicia o surgimento de insights valiosos na hora de se diferenciar no mercado. Neste contexto, o cérebro humano está condicionado a resolver um desafio pela saída segura. Logo, a primeira opção que aparece na mente é a que se tende sempre a utilizar.

Para alcançar um novo mindset, é necessário ampliar o repertório ao realizar tarefas que fujam do cotidiano como escutar a um estilo musical diferente, experimentar um prato novo no período do almoço, assistir a um filme que nunca havia considerado ver antes ou conversar com alguém de fora do ciclo de relacionamentos. No final das contas, os pontos fora da cura serão os responsáveis por ativar partes inativas do cérebro que irão provocar conexões inéditas.

Harvard disponibiliza 15 cursos de Inteligência Artificial gratuitos e online que possuem certificado

Harvard disponibiliza 15 cursos de Inteligência Artificial gratuitos e online que possuem certificado

Confira esta super chance de dar UP no seu currículo.

 

Você se interessa por tecnologia e está em busca de cursos extra curriculares para incrementar o currículo, ou  é formado na área e deseja ampliar seus conhecimentos? Então você pode fazer isso agora mesmo através dos cursos gratuitos e online da Universidade de Harvard para a área de Inteligência Artificial! Além de poder estudar gratuitamente de onde estiver, você ainda fará isso em uma das melhores universidades do mundo!

Sobre a Universidade de Harvard

Harvard é conhecida pela excelência em educação, ocupa a sexta colocação do ranking mundial e oferece diversos cursos abertos. A instituição é privada situada na cidade de Cambridge, estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. É um membro da Ivy League, que é uma conferência desportiva da NCAA de oito universidades privadas do nordeste do país. Sua história, influência e riqueza tornam-na uma das mais prestigiadas universidades do mundo.

Os Cursos

A Universidade de Harvard disponibiliza a plataforma Harvard Online Learning, que oferece mais de 100 cursos online gratuitos para que qualquer pessoa do mundo inteiro possa estudar de onde estiver, são variados assuntos e diversos temas.

Dentre eles estão disponíveis 15 cursos de Inteligência Artificial gratuitos e pagos. Nos cursos gratuitos é possível obter um certificado de conclusão, porém um valor de taxa é preciso ser pago. Confira os cursos clicando nos links abaixo:

Empatia é combustível para Inovação e criatividade

A marca registrada de um organização de sucesso é a sua capacidade de aproveitar a criatividade e impulsionar os negócios para o território da inovação.

Sem crescimento e inovação, as empresas estagnam e acabam por desaparecer. Aqueles com poder de permanência dentro das estruturas organizacionais, dominam um fator intangível e muitas vezes negligenciado, que pode permitir concentrar-se no futuro com clareza: a empatia. 

Pode ser para você uma surpresa mas tenho clareza de que a capacidade de se conectar e se relacionar com os outros, a empatia em sua forma mais pura, é a força que leva as empresas adiante.

Embora o conceito de empatia possa contradizer o conceito moderno de um local de trabalho tradicional, competitivo, cruel e com os funcionários subindo uns nos outros para chegar ao topo, a realidade é que para os líderes empresariais terem sucesso, eles precisam não apenas ver ou ouvir a atividade em torno deles, mas também se relacionar com as pessoas que eles servem.

Os mais centrados nos processos lógicos podem pensar que obterão os resultados que desejam, perseguindo obstinadamente seus objetivos sem pensar muito em outras pessoas, ou em outros sucessos ao longo do caminho. Essa atitude funciona para alguns, mas muitas vezes e mais do que imaginamos, precisamos confiar em relacionamentos e estabelecer conexões pessoais e profissionais. Relações resultantes de um interesse honesto e dedicado nos outros e em seus propósitos.

Pessoas de sucesso não operam sozinhas. Cada um de nós precisa do apoio de outras pessoas para alcançar resultados positivos que nos impulsionam em direção aos nossos objetivos. A verdadeira empatia combina a compreensão do raciocínio emocional e lógico para a tomada de decisão.

A empatia é a força motriz por trás da comunicação empresarial. Infelizmente, tenho visto muitas situações em que as pessoas falam umas com as outras, em vez de fazer um esforço conjunto para ouvir e descobrir oportunidades de colaboração. O catalisador da mudança é a comunicação aberta e de mão dupla. Quando as pessoas conseguem sair de seus escritórios e mentalidades e experimentam vulnerabilidade, elas realmente começam a sentir o que as pessoas ao seu redor estão sentindo.

Empatia é combustível para Inovação e criatividade

 Ao tentar enfatizar a importância de focar nos outros e desenvolver maior empatia, cresce igualmente a capacidade criativa.

A criatividade é uma habilidade crítica para o trabalho, mas é aparentemente um recurso cada vez mais escasso nas organizações tradicionais. Segundo estudos, 61% dos líderes não acreditam que suas empresas sejam suficientemente criativas. Além disso, em um estudo recente, 77% das pessoas afirmam acreditar que a criatividade é uma habilidade crítica para o trabalho no século 21.

Então pensa comigo, se não temos empatia nos relacionamentos profissionais e intrapessoais nas organizações não teremos igualmente campo propicio para a obtenção da criatividade e por sua vez seremos menos inovadores.

Empatia significa entender o que é importante para as pessoas e entender suas lutas.Grandes inovações começam com um foco nas pessoas e no entendimento de suas necessidades, condições e desafios. 

Será que não é o momento de investirmos em ver e ouvir o outro, que faz parte da minha equipe, que faz parte do meu negocio e que pode ser o grande aliado no meu sucesso pessoal e profissional?

Considere rever seu processo de comunicação no trabalho e passe a entender melhor as suas necessidades e desafios dos seus pares, lideres e liderados.

Que tal começarmos pela comunicação empatia?

A comunicação empática pode ser um primeiro caminho para construirmos um ambiente criativo e inovador em nossas organizações para se fazer entender, cumprir os objetivos acordados e manter-se conectado com pontes entre as áreas da organização.

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Inspire-se por metodologias e design, em que o humano é o centro da inovação, e o resultado encontrado é o entendimento da experiência do usuário. A empatia é a ferramenta primordial para ouvir sem julgamento e entender as dores que o usuário está experimentando e por sua vez descobrir o real problema que estão tentando resolver.

O autor do livro Comunicação Não Violenta, Marshall Rosenberg, livro que recomento fortemente, sugere 4 ações, relativamente simples que em conjunto facilitam a comunicação e conexão das pessoas por empatia, são elas:

Observar – Observe o desafio e as pessoas envolvidas sem julgamentos ou avaliação.

Sentir – Sinta o ambiente e as necessidades das pessoas e identifique-se com os medos e dores do seu receptor.

Entender- Entenda as necessidades dos envolvidos com clareza traduzindo em ações concretas.

Pedir – Saiba avaliar e pedir com clareza as informações e ações necessárias para a execução do trabalho.

Esta combinação em prática pode ser um forte aliado na construção e obtenção de relações profissionais empáticas e sadias. Pode ser a sua porta de entrada na empatia e para revemos nossas crenças e nos permitir novas idéias.

Acredito que a criação focada no relacionamento expande a capacidade e potencializa a inovação valorosa. A empatia pode ser uma habilidade empresarial que realmente gera frutos de sucesso quando praticada e compartilhada. Embora possa ser diferente de qualquer outra prática que você já tenha usado em seu negócio, a empatia no local de trabalho cria e estimula a comunhão de ideias sem receio do ridículo. Se quisermos manter nossos negócios relevantes e nossos consumidores felizes, devemos abraçar a empatia e deixar que seja a força que nos impulsiona.

Esse é o poder da empatia.

Especialista em WSO2: a nova “mosca branca” do mercado de tecnologia

Especialista em WSO2: a nova “mosca branca” do mercado de tecnologia

Pense no seguinte cenário: empresas em busca de um profissional de tecnologia que seja altamente especializado, difícil de encontrar e disputado por sua alta capacidade.

Isso não é lá muito novidade no mundo da inovação. Não é de hoje, inclusive, que entidades como a BRASSCOM – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação vem alertando sobre o déficit de mão de obra nesta área. A propósito, essa semana a própria Associação publicou pesquisa atualizada que mostra que o Brasil pode chegar a 2020 com um déficit de 750 profissionais qualificados para atuar no segmento.

 

Perfis “Mosca Branca”

Um dos perfis “mosca branca” desse ecossistema é justamente o especialista nas soluções desenvolvidas pela WSO2, uma empresa com origem no Siri Lanka e sede nos Estados Unidos (listada como visionária no Quadrante Mágico do Gartner, na categoria Full Life Cycle API Management), que, impulsionada pela economia das APIs e pelo mercado digital, viu suas soluções open source de gestão de APIs, integração e identity management se popularizarem ao redor do globo.

Outra curiosidade sobre a empresa, é que ela foi nomeada pela Forrester Research como líder em The Forrester Wave ™: Soluções de gerenciamento de APIs. (Para ler relatório completo acesse aqui).

 

Carreira

Se você é um dos raros especialistas nas soluções WSO2, parabéns! Você pertence a um grupo muito, mas muito pequeno de pessoas que tiveram a oportunidade de se aprofundar nessas tecnologias e agora começam a ser disputadas pelo mercado, tanto local, quanto estrangeiro.

E se você não é esse profissional, mas gostaria de se tornar um, acompanhe as nossas dicas e “saia voando” em rumo ao sucesso:

  • É possível estudar e conseguir certificação nas ferramentas WSO2 a partir de cursos disponibilizados pela própria empresa em seu site. São treinamentos oficiais e gratuitos. Porém, como a tecnologia é open source e muda o tempo todo a partir da colaboração com seus usuários, é difícil estar totalmente atualizado somente a partir do material disponibilizado ali. Para ter acesso a informações sobre os critérios, pré-requisitos e detalhes para a certificação, acesse http://wso2.com/training/certification
  • Existem empresas especializadas em treinamento nestas tecnologias. No Brasil existe apenas uma, a Join Treinamentos, e sua agenda de treinamentos já está fechada para o ano, em função da altíssima demanda por especialização nessas tecnologias. Os maiores “consumidores” desses cursos hoje são grandes companhias que precisam capacitar seus profissionais para atuar em projetos já em andamento;
  • Três perfis profissionais podem atuar com WSO2 nas diferentes etapas dos projetos:
    • Profissional de infraestrutura e setup, focado na fase de instalação da solução;
    • Profissional de desenvolvimento que, entre outras características, precisa ter conhecimento aprofundado em Java e no desenvolvimento de APIs;
    • Profissional específico para a área de sustentação dos projetos, que precisa conhecer um pouco de cada uma das etapas anteriores.

Caso queira conhecer os produtos da WSO2, faça o download nos links abaixo. Todos podem ser baixados, testados e utilizados, inclusive em ambiente produtivo.

API Manager
https://wso2.com/api-management/install/

Enterprise Integration
https://wso2.com/integration/install/

Identity & Access Management
https://wso2.com/identity-and-access-management/install/

Analytics & Stream Processing
https://wso2.com/analytics-and-stream-processing/install/ 

Colaboração de Conteúdo: Jandiro Arão – Systems Architect and Integrations in the WSO2 platform, e Adriana Ismael – Talent Acquisiton in Conquest One.

7 novas regras de liderança em TI

7 novas regras de liderança em TI

Poucas coisas no mundo mudaram mais dramaticamente nos últimos 10 anos do que a tecnologia. Mas muitos líderes de tecnologia ainda estão se pautando por regras antigas e desatualizadas.

Já se foram os dias em que a TI dava ordens para que todos na empresa fossem obrigados a segui-la. E que o departamento de TI era estritamente um tomador de pedidos, simplesmente tentando atender às demandas dos executivos de negócios.

O crescente ritmo de mudança significa que as empresas não podem mais se dar ao luxo de levar meses (ou anos) para implementar projetos de TI grandes e caros; entrega contínua e constante é a nova lei. As organizações também não podem escolher entre inovação ou segurança – elas precisam de ambas. Isso coloca mais pressão sobre os CIOs para entregar novas iniciativas de maneira segura e compatível.

Hoje, os líderes de TI estão ajudando os usuários de negócios a escolher o melhor de um catálogo cada vez maior de ferramentas e serviços, enquanto orientam a organização por meio de sua transformação tecnológica. À medida que as empresas se tornam mais dependentes dos dados para impulsionar as decisões, os líderes de tecnologia têm mais poder e maior responsabilidade.

As regras antigas utilizadas pela TI deixam de ser relevantes. Aqui está o que as substituiu.

Regra antiga: a TI cria as regras (e tenta aplicá-las)
Nova regra: os usuários criam as regras (e a TI tenta mantê-las fora de problemas)
Estabelecendo políticas, aplicando padrões, certificando-se de que tudo com um LED esteja seguro e firme. Lembra dos velhos tempos?

Hoje os usuários fazem as regras. Seu trabalho é guiá-los gentilmente na direção certa, para garantir que eles não coloquem as operações e a empresa em risco.

“O papel do CIO mudou de executor para curador”, diz Jonathan Stone, CTO/COO da Kelser.

Cinco anos atrás, os líderes de tecnologia decidiram quais aplicativos o negócio usaria e quem teria acesso a eles. Agora eles estão constantemente avaliando como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios e orientando os usuários sobre as melhores soluções.

“Toda a equipe ainda precisa estar na mesma página, e o CIO ainda decide qual página é essa”, diz Stone. “Mas você não os vê mais tomando decisões abrangentes como: ‘Não fazemos nada baseado na nuvem'”.

Regra antiga: manter as luzes acesas
Nova regra: manter os dados fluindo
As velhas tarefas diárias de TI – administrar direitos de acesso, gerenciar a qualidade dos dados e gerar relatórios – são normalmente tratadas por equipes de negócios com pouca ou nenhuma supervisão de TI, diz Mark Settle, CIO da Okta. Hoje é tudo sobre dados.

“As principais responsabilidades da TI estão cada vez mais focadas na integração de dados em vários aplicativos, no gerenciamento de dados mestres em nível corporativo e na aplicação de salvaguardas de segurança cibernética”, diz Settle. “A TI torna as empresas mais competitivas, automatizando processos, democratizando dados e reduzindo a fricção em relação ao usuário”.

Hoje os usuários fazem as regras. Seu trabalho é guiá-los gentilmente na direção certa, para garantir que eles não coloquem as operações e a empresa em risco.

“O papel do CIO mudou de executor para curador”, diz Jonathan Stone, CTO/COO da Kelser.

Cinco anos atrás, os líderes de tecnologia decidiram quais aplicativos o negócio usaria e quem teria acesso a eles. Agora eles estão constantemente avaliando como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios e orientando os usuários sobre as melhores soluções.

“Toda a equipe ainda precisa estar na mesma página, e o CIO ainda decide qual página é essa”, diz Stone. “Mas você não os vê mais tomando decisões abrangentes como: ‘Não fazemos nada baseado na nuvem'”.

Regra antiga: manter as luzes acesas
Nova regra: manter os dados fluindo
As velhas tarefas diárias de TI – administrar direitos de acesso, gerenciar a qualidade dos dados e gerar relatórios – são normalmente tratadas por equipes de negócios com pouca ou nenhuma supervisão de TI, diz Mark Settle, CIO da Okta. Hoje é tudo sobre dados.

“As principais responsabilidades da TI estão cada vez mais focadas na integração de dados em vários aplicativos, no gerenciamento de dados mestres em nível corporativo e na aplicação de salvaguardas de segurança cibernética”, diz Settle. “A TI torna as empresas mais competitivas, automatizando processos, democratizando dados e reduzindo a fricção em relação ao usuário”.

Mais do que nunca, a TI deve equilibrar as necessidades de conformidade e segurança da organização com os desejos dos usuários finais. Em outras palavras, os CIOs modernos precisam ser tão bons em RH quanto na segurança da informação. É preciso proteger as aplicações, independente do dispositivo.

Regra antiga: escolha um parceiro, fique com ele por toda a vida
Nova regra: mantenha suas opções em aberto
Era uma vez CIOs que simplificavam seus portfólios, comprometendo-se com um grande fornecedor para implementar a maior parte da tecnologia em uso na empresa. Mas as falhas de entrega, as taxas onerosas de licenciamento, a inflexibilidade e o aprisionamento do fornecedor azedaram muitas dessas relações.

Hoje em dia as empresas podem fazer muito melhor  buscando parceiros tecnológicos mais ágeis que possam satisfazer suas necessidades sem renegociações prolongadas ou penalidades, diz Mike Meikle, CEO da secureHIM.

“É tudo sobre economia de custos e flexibilidade”, diz Meikle. “As empresas agora querem os melhores parceiros de vendas, cujos SLAs são mais flexíveis, permitindo que eles respondam com mais agilidade a um mercado que muda rapidamente.”

Ainda assim, flexibilidade e liberdade têm um custo.

“Mais fornecedores e soluções significam maior complexidade”, acrescenta. “E muitas empresas cometem o erro de pensar que o uso de fornecedores terceirizados ou SaaS permitirá que eles reduzam o número de funcionários, de modo que acabam perdendo conhecimento institucional valioso.”

O sucesso de fazer malabarismos com vários provedores de serviços também exige a instalação de um programa de gerenciamento de fornecedores para garantir que os SLAs sejam cumpridos e os contratos sejam mantidos.

“Ter um programa de governança maduro também será importante para manter as expectativas da diretoria de acordo com a realidade”, acrescenta.

Regra antiga: Se não está quebrado, não conserte
Nova regra: se não está quebrado, quebre
Uma década atrás, o trabalho da TI era manter a disponibilidade alta e os custos baixos, para minimizar interrupções e evitar violações. Hoje, CIO realmente significa Chief Innovation Officer. Mover-se rápido, quebrando as coisas é o novo mandato.

“Os CIOs agora são responsáveis ​​por inovações de produtos e serviços que aumentam as receitas, aumentam a fidelidade e eliminam a concorrência”, diz Bhanu Singh, vice-presidente de desenvolvimento de produtos e operações da OpsRamp. “Acima de tudo, eles devem incentivar a tomada de risco calculado, especialmente em torno da tecnologia e dos ecossistemas disruptivos, para manter os negócios e a organização um passo à frente dos concorrentes”.

Todas as empresas devem repensar seus processos continuamente, diz Lightman, da CMU. Grandes corporações avessas ao risco devem procurar a TI para avaliar os desafios da inovação e como gerenciá-los.

“Pode haver muita interrupção no mercado dizendo às empresas que elas precisam assumir mais riscos do que poderiam”, diz ele. “A liderança em TI pode ajudar, avaliando e compreendendo todos os riscos e como mitigá-los.”

Fonte: https://cio.com.br/7-novas-regras-de-lideranca-em-ti/

10 tendências de cibersegurança para 2019

10 tendências de cybersecurity para 2019

Uma cadeia é tão forte quanto seu elo mais fraco, e todos nós temos que nos apropriar dos riscos se quisermos proteger nossos dados e redes

O mundo corporativo foi abalado por uma série de violações de dados e ataques de ransomware em 2018. A Juniper Research estimou que a quantidade de dados roubados por criminosos cibernéticos poderia aumentar em até 175% nos próximos cinco anos. Acrescente a isso incertezas na economia global e 2019 parece ser um ano desafiador para profissionais de segurança cibernética.

1. Operacionalizando o GDPR
Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE (GDPR) exige que todas as empresas que operam na UE protejam a privacidade e os dados pessoais dos cidadãos da UE. As penalidades para o não cumprimento são altas e o GDPR tem uma visão ampla do que constitui os dados pessoais, tornando isso um dever potencialmente oneroso. Um relatório da Ovum sobre as leis de privacidade de dados, de julho de 2018, revela que dois terços das empresas consideram que terão que adaptar seus próprios procedimentos para se tornarem conformes com o GDPR, e mais da metade teme que possam ser multadas por não conformidade. Uma abordagem proativa à privacidade de dados também é benéfica para empresas que operam fora da Europa. Muitos países estão seguindo o exemplo do GDPR. Será que veremos a adoção de uma lei abrangente de privacidade federal nos EUA em 2019?

2. Gerenciando dispositivos gerenciados e não gerenciados
À medida que o número e a variedade de dispositivos móveis (gerenciados e não gerenciados) empregados pelos usuários continuam a crescer, as redes corporativas passam a ter maior dificuldade para mitigar os riscos envolvidos. A IoT vinculou vários dispositivos conectados, muitos dos quais com pouca ou nenhuma segurança integrada, a redes anteriormente seguras, resultando em um aumento exponencial de endpoints exploráveis. As empresas precisam lidar com essa tendência e afirmar algum controle sobre o uso de dispositivos não gerenciados e estabelecer protocolos claros para dispositivos gerenciados.

3. Fazendo um inventário completo
Uma pesquisa recente conduzida pelo Ponemon descobriu que mesmo que 97% dos profissionais de segurança concordassem que um ataque cibernético causado por um dispositivo inseguro poderia ser catastrófico para sua empresa, apenas 15% tinham um inventário dos dispositivos IoT conectados a seus sistemas e menos que metade tinha um protocolo de segurança que permitia desconectar dispositivos vistos como de alto risco. É imperativo que a empresa adote uma abordagem proativa a essa vulnerabilidade. Este ano, esperamos ver mais empresas seguirem as recomendações de melhores práticas do NIST para estabelecer um inventário em tempo real de todos os dispositivos conectados. Não só aqueles que utilizam uma conexão física, mas também através de WiFi e Bluetooth.

4. Ataques de spear phishing
Dados pessoais são uma moeda cada vez mais lucrativa para hackers. Os dados extraídos de ataques a sites de mídia social, como o Facebook, podem ser comprados na Dark Web e depois aproveitados para fornecer aos engenheiros sociais as informações necessárias para direcionar com êxito ataques a determinados indivíduos. Isso resulta em ataques cada vez mais sofisticados por grupos APT (advanced persistent threat). Se um e-mail de phishing vier de uma fonte confiável ou fizer referência a dados pessoais que você não esperaria que um spammer tivesse, se torna mais difícil detectar e evitar. A Kapersky sugere que o spear phishing será uma das maiores ameaças para empresas e indivíduos em 2019.

5. Ransomware e crypjacking
Ataques de ransomware estão em declínio, substituídos até certo ponto por cryptojacking (sequestrar um computador para minar criptomoedas). Esses ataques empregam táticas semelhantes ao resgate, mas exigem menos conhecimento técnico. Como o malware funciona em segundo plano, sem o conhecimento do usuário, é difícil estimar a verdadeira escala desse problema, mas todas as evidências sugerem que ele está aumentando.

Ataques como WannaCry , NotPetya também sugerem que, embora os ataques aleatórios de ransomware de baixo nível estejam diminuindo em número, os ataques direcionados sofisticados continuarão sendo um problema por algum tempo. Esperamos ver o crescimento contínuo do roubo de criptografia e de ransomware direcionado em 2019.

6. Direitos de acesso do usuário
O gerenciamento efetivo de privilégios de usuários é um dos pilares de um forte perfil de segurança. Conceder aos usuários direitos de acesso a dados desnecessários ou privilégios de sistema pode resultar em uso incorreto ou deliberado de dados e criar vulnerabilidades a ataques externos. Liderando o caminho na luta contra esse risco estão os sistemas de gerenciamento de identidades e acesso (IAM) , que fornecem aos administradores as ferramentas para monitorar e avaliar o acesso para garantir a conformidade com regulamentações governamentais e protocolos corporativos. Muitas das soluções nessa área ainda estão engatinhando, mas já estão comprovando o valor de seus negócios. Podemos esperar ver muito mais ingressando em suas fileiras no próximo ano.

7. Detecção e resposta de endpoint (EDR)
A detecção e resposta de endpoints é uma tecnologia emergente que fornece monitoramento contínuo de pontos de acesso e uma resposta direta a ameaças avançadas. As soluções da EDR se concentram principalmente na detecção de eventos no ponto de entrada, contendo o incidente para evitar infecção na rede, investigação de qualquer atividade suspeita e ação corretiva para restaurar a integridade do sistema. Plataformas tradicionais de proteção de terminais (EPP) são principalmente preventivas. O EDR aprimora a detecção de ameaças muito além dos recursos das soluções tradicionais de EPP e procura ativamente anomalias usando o monitoramento comportamental, ajudado por recurso de Inteligência Artificial. À medida que a natureza da ameaça cibernética se modifica e muda, esperamos ver uma nova onda de soluções de segurança combinando o EPP tradicional com tecnologias EDR emergentes.

8. Deep fake videos
Ver não é mais acreditar. Tecnologias automatizadas de Inteligência Artificial foram desenvolvidas para criar e detectar Deep fake videos. Os vídeos podem retratar uma celebridade ou político engajado em atividade ilegal ou pornográfica ou um chefe de Estado fazendo comentários inflamados. Mesmo quando as imagens foram mostradas como falsas, pode haver danos duradouros à reputação ou conseqüências irredimíveis severas. Isso não apenas destaca a importância da checagem de fatos, mas também existe uma tendência preocupante para essa tecnologia. Vídeos falsos profundos muitas vezes se tornam virais, tornando-os uma excelente ferramenta para espalhar malwares e lançar ataques de phishing. No próximo ano, todos nós precisamos estar atentos a essa tendência perniciosa.

9. Segurança na nuvem
A migração de soluções de serviços e computação para a nuvem trouxe muitos benefícios para a empresa. No entanto, também abriu novas áreas de risco. A lacuna de habilidades em segurança cibernética continua preocupantemente ampla, e uma nova geração de criminosos cibernéticos está investigando entusiasticamente serviços baseados em nuvem para explorar vulnerabilidades. Muitos na empresa permanecem sem saber até que ponto são responsáveis ​​por proteger os dados, e até mesmo o melhor sistema pode ser comprometido por uma violação no protocolo. Precisamos redefinir a segurança para a nuvem e ser proativos.

10. Conscientização do usuário
Em quase todas as áreas acima, a palavra final é sobre a conscientização do usuário. Uma cadeia é tão forte quanto seu elo mais fraco, e todos nós temos que nos apropriar dos riscos se quisermos proteger nossos dados e redes. Acima de tudo, esperamos que no próximo ano haja uma maior conscientização por parte de todos os usuários, combinada com uma educação mais abrangente sobre limitação e remediação de ameaças. Conhecimento é poder e está ao nosso alcance.

Fonte: https://cio.com.br/10-tendencias-de-ciberseguranca-para-2019/

15 competências para se preparar para o futuro do trabalho

O profissional do Futuro

Saiba quais habilidades devem estar no seu radar para este ano

A tecnologia avança sem precedentes e está mudando a forma como vivemos. 

Ao mesmo tempo, as mudanças chegam ao mercado do trabalho e, consequentemente, exigem um novo conjunto de habilidades necessárias para trabalhos no futuro. Enquanto o mundo digital está crescendo, habilidades como comunicação, resolução de problemas, colaboração e empatia permanecem valorizadas, ao lado de competências em tecnologia.

Habilidades Necessárias

Mas afinal, quais são as habilidades necessárias ter sucesso em um perfil profissional hoje e nos próximos anos? A Mastertech, startup que prepara talentos para o futuro, lista 15 habilidades importantes para ser uma parte essencial da força de trabalho e transformação do futuro, que é agora:

1. Solução complexa de problemas

A resolução de problemas é uma habilidade que todos devemos ter, mas à medida que o mundo avança, enfrentaremos ainda mais dificuldades do que nunca. A fim de encontrar soluções para esses problemas, você precisa ter flexibilidade mental para pensar fora da caixa e ver o quadro maior.

Comece a expandir o poder do seu cérebro, a abordar alguns problemas que persistem e você estará preparado para o futuro.

2. Pensamento crítico

Embora dependamos fortemente da tecnologia automatizada para algumas partes do nosso trabalho, não confiamos que ela tome decisões executivas por nós. Você precisará constantemente analisar várias situações, considerando várias soluções e tomando decisões por meio da lógica e do raciocínio.

Em outras palavras, o pensamento crítico será uma habilidade fundamental hoje e no futuro local de trabalho, quando formos necessários para lidar com os principais problemas científicos.

3. Criatividade

A força de trabalho se desenvolveu por causa da criatividade das pessoas. Os robôs foram criados apenas porque um humano teve a ideia em primeiro lugar, então eles não vão roubar seu trabalho tão cedo!

Com a chegada de novas tecnologias, pessoas criativas estarão em demanda para descobrir maneiras de aplicar a nova tecnologia e criar novos produtos e serviços.

4. Gestão de pessoas

Ser capaz de gerenciar, motivar e delegar pessoas para garantir que você obtenha os melhores resultados para o seu negócio é uma habilidade muito difícil e que muitos profissionais não têm.

Esse traço continuará sendo muito procurado, especialmente nos setores de mídia. Identificar as melhores pessoas para o trabalho, saber facilitar a comunicação e criar um ambiente de trabalho agradável é uma habilidade vital para se ter.

5. Coordenação com os outros

Os robôs e o novo maquinário são ótimos, pois nos permitem realizar tarefas mais interessantes, mas a única coisa que eles não dominam é a capacidade de se coordenar com os outros.

No mundo do trabalho, é tão importante poder trabalhar com colegas e ajustar de acordo com suas ações. Essencialmente, ser um forte jogador dentro da equipe é algo que vai levar você para a próxima geração de profissionais capacitados.

6. Inteligência emocional

Ser capaz de se adaptar aos sentimentos e ambientes de outras pessoas é uma habilidade importante. É a capacidade de gerenciar o comportamento, navegar pelas complexidades sociais e tomar decisões pessoais que alcançam resultados positivos.

Fazer conexões vitais no local de trabalho e ter a inteligência para lidar com diferentes personalidades será desejável no futuro, mais do que é hoje e foi no passado.

7. Julgamento e tomada de decisão

Toda estratégia de negócios hoje é baseada na análise de dados. Ter a capacidade de estudar os dados e tomar decisões fortes será ainda mais desejável nos próximos anos.

Existem várias ferramentas para ajudar você a decifrar e entender esses números, por isso não entre em pânico se ainda não tiver dominado a habilidade. Use dispositivos e cursos para ajudá-lo a avançar nessas áreas.

8. Orientação para o serviço

Ter fortes habilidades de orientação de serviço ou procurar ativamente maneiras de ajudar as pessoas é focar nos consumidores e antecipar quais serão suas necessidades futuras.

Em outras palavras, você precisa pensar sobre o que o cliente precisará e criar soluções para seus problemas.

9. Negociação

Com tecnologias emergentes se infiltrando no local de trabalho, as habilidades sociais serão mais importantes do que nunca. Negociar é algo que só nós humanos fazemos, e fazemos bem!

Algumas ocupações, no entanto, permitiram que os introvertidos subissem em suas conchas e se afastassem dessas habilidades interpessoais. No entanto, mesmo pessoas em empregos técnicos deverão negociar com clientes, colegas e gerentes.

10. Flexibilidade cognitiva

A flexibilidade cognitiva é o jeito de pensar em múltiplos conceitos simultaneamente. No mundo acelerado de hoje, estamos acostumados a fazer malabarismos com vários empregos e multitarefas.

No entanto, de acordo com o The Future of Jobs, um relatório do Fórum Econômico Mundial que entrevistou mais de 350 executivos em todo o mundo, um nível mais alto de habilidades cognitivas será necessário para uma ampla gama de empregos. Isso inclui criatividade, sensibilidade a problemas e raciocínio lógico.

11. Adaptabilidade

No passado, a adaptabilidade não era um traço vital de um funcionário, já que softwares e estruturas praticamente permaneciam do mesmo jeito. Na força de trabalho de hoje, no entanto, ser capaz de se adaptar a novas situações, programas e até pessoas é extremamente importante.

Como nação, estamos constantemente tentando evoluir e superar o que fizemos anteriormente. Um conselho: não fique preso em um caminho, porque os procedimentos mudarão rapidamente!

12. Iniciativa e empreendedorismo

Pensar fora da caixa e criar novos conceitos e designs é uma habilidade que lhe garantirá um emprego agora e em diante. Você tem que possuir a qualidade para andar sob seus próprios pés e ter a capacidade de executar seu próprio projeto, departamento ou até mesmo negócio.

Se você quiser subir na carreira, não se contente com uma coisa: continue a expandir sua mente explorando diferentes caminhos.

13. Inteligência social

A inteligência social refere-se à sua capacidade de se conectar com os outros de maneira profunda e direta, para sentir e estimular as reações, bem como as interações desejadas.

Isso tem muito a ver com a sua comunicação com as pessoas com quem você escolhe conversar. Essencialmente, ter grandes habilidades sociais pode te colocar no caminho para o sucesso.

14. Alfabetismo em mídia e programação

No passado, a palavra “alfabetização” era frequentemente usada como a capacidade de ler e escrever. Embora permaneça um termo comumente usado hoje, parece que a alfabetização midiática tomou seu lugar.

Esse tipo de habilidade é considerado essencial para a força de trabalho do século XXI e se refere à capacidade de acessar, analisar, avaliar e criar mídia ou conteúdo que pode se comunicar com um público por meio da persuasão.

15. Colaboração virtual

Esse é o método de colaboração entre membros da equipe virtual e realizado por meio de comunicação mediada por tecnologia. É cada vez mais usado pelas empresas, pois tem um grande potencial em permitir que pessoas de diferentes locais trabalhem juntas. No futuro, a maioria das reuniões e discussões será realizada por meio de dispositivos on-line, impulsionando o engajamento e aumentando a produtividade.

Sem essas habilidades críticas, você terá dificuldade em se encaixar no futuro local de trabalho. Não só elas devem ajudá-lo a ser mais eficiente, mas também lhe darão o impulso adicional para alcançar seus objetivos de carreira. Que tal começar hoje mesmo a desenvolvê-las?

Fonte: https://computerworld.com.br/2019/01/16/15-competencias-para-se-preparar-para-o-futuro-do-trabalho/?fbclid=IwAR0vqWFRxK1nk6goZV3qpwrR7Fub2qH2dwm9DL38Wj4Ugnfsw5pT4tNCw8k

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

* por Antonio Loureiro, CEO da CQ1

Desde que criamos a CQ1 Lab, pudemos imergir ainda mais no “mar” de inovação que é possível trazer para a área de recursos humanos. Boas ideias e iniciativas não faltam.  As HRtechs têm trabalhado para solucionar os inúmeros problemas burocráticos do setor: alta rotatividade, profissionais insatisfeitos, reforma trabalhista, e-social entre outros.

No entanto, a concepção frenética de inovações encontra no mercado uma barreira de maturidade e cultura, que dificulta, ou até impede, a implementação dessas soluções dentro das corporações. Os projetos voltados para a área de recursos humanos têm um tempo maior de maturação e retorno financeiro, se comparado com outros mercados. Isso ocorre porque dependem de adaptações significativas nos clientes. Em muitos casos, a adoção de um novo sistema demanda mudanças culturais não só para o departamento de RH, como para toda a companhia.

Contudo, não há outro caminho possível: mais cedo ou mais tarde a mudança no mindset das empresas deverá acontecer.  Elas passarão a compreender a transformação digital como sinônimo de ganho de produtividade. A tecnologia e a qualidade dos planejamentos estratégicos na gestão de pessoas estarão cada vez mais correlacionadas dentro das companhias, apesar da atual resistência do setor e das restrições aos investimentos.

Big Data e IA

Consequentemente a utilização da análise de dados e da inteligência artificial na tomada de decisões para a gestão estratégica de pessoas deverá ser estabelecida com muito mais força em um futuro próximo, como já acontece fora do Brasil há pelo menos três anos. Além da implantação da tecnologia em si, que facilita processos burocráticos, os RH’s devem entender a importância de uma leitura estatística para uma gestão mais inteligente e com melhor direcionamento.

Neste novo cenário, os profissionais de recursos humanos e até mesmo os líderes das empresas deverão se abrir para atualizações tenológicas e relacionadas à interpretação dos dadosc. A partir de agora, esses novos elementos estarão ada vez mais presentes na vida desses profissionais e, utilizar a tecnologia como aliada será crucial para este processo de mudança.

 

Quer ser contratado em 2019? Saiba quais são as carreiras mais “sexies” em tecnologia

Quer ser contratado em 2019? Saiba quais são as carreiras mais “sexies” em tecnologia

*Por Marcelo Vianna

 

Quer saber se o seu perfil é atraente para o mercado de trabalho? Se a sua expertise engloba tecnologias como IoT, Big Data, Analytics, IA, segurança da informação e infraestrutura para serviços em nuvem e mobilidade, prepare-se para estar cada vez mais em evidência.
Veja algumas das carreiras que serão mais disputadas no próximo ano:

 

Consultor Cloud

O Cloud é um movimento muito forte, que vai continuar em 2019. Em 2018 vimos que a Computação em Nuvem trouxe uma mudança tanto na infraestrutura física como na cultura das empresas e, consequentemente, nas vagas de trabalho. Hoje, com a Computação em Nuvem é possível atuar sem a necessidade de adquirir e renovar periodicamente as licenças de uso para programas ou investir parte do orçamento em recursos de TI. Esse novo sistema de trabalho, está reduzindo a mão-de-obra para infraestrutura de dentro das empresas, que seria necessária para manter os softwares e hardware em funcionamento.  Por outro lado, os consultores Cloud estão sendo  mais requisitados e disputados e, com certeza, essa será uma das profissões mais bem-remuneradas e disputadas no mercado de TI, em 2019. 

Cientista de Dados

Uma das apostas para 2018, o cientista de dados certamente será mantido como um dos profissionais mais disputados em 2019, em razão do número de vagas abertas na área e do salário atrativo. Independentemente da área de atuação, as empresas exigem profissionais com perfil analítico e capazes de usar os dados para criar soluções assertivas, gerar insights, traçar estratégias, otimizar ações e medir resultados. O objetivo das empresas com este profissional é transformar ação em conhecimento para impactar de forma positiva os negócios. Portanto, o cientista de dados será cada vez mais requisitado por empresas que querem assumir posições de destaque e liderança no mercado.

Analista de Business Intelligence (BI)/Power BI

A análise inteligente dos dados pode indicar tendências importantes para os negócios, em ambientes com cenário econômico complexo. Por isso, o analista de Business Intelligence (BI) têm se tornado uma figura indispensável para a coleta de dados e informações dentro das empresas. Contudo, atualmente, além do BI, um outro profissional têm ganhado destaque no mercado de TI: o analista de Power BI. O profissional que tiver disponibilidade para se reinventar e quiser migrar para o Power BI, certamente, será muito beneficiado no mercado de trabalho em 2019.

Arquiteto de Integração (SOA, IBM, WSO2)

Hoje em dia, a experiência do usuário é um diferencial competitivo para as empresas. A figura do arquiteto de integração atua diretamente na interface empresa/usuário e por isso, será altamente demandada no próximo ano. Os ecossistemas digitais cada vez mais complexos dependem de muitos sistemas integrados e, por isso, a habilidade deste profissional na integração entre a arquitetura dos sistemas é essencial para reduzir riscos das companhias.

Analista de Segurança da Informação

Assim como o cientista de dados, o analista de segurança da informação foi uma das profissões mais disputadas em 2018 e continuará em 2019. Isso porque, a Lei Geral de Proteção de Dados ou simplesmente LGPD (lei 13.709/18), sancionada em agosto de 2018 pela Presidência da República, as empresas têm até fevereiro de 2020 para se adequarem. A LGPD cria uma regulamentação para o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil, e, em razão deste cenário, o analista de segurança da informação, responsável por tomar medidas para proteger as informações dos usuários será amplamente requisitado pelas empresas.

SalesForce

Os especialistas de customização Sales Force serão especialistas muito requisitados no próximo ano. Além do Sales Cloud, os especialistas nas soluções da SalesForce voltadas para atendimento ao cliente, marketing, inteligência artificial, gestão de comunidades, criação de aplicativos entre outras frentes, certamente não ficarão sem trabalho em 2019.

Devops

Acompanhando a transformação digital das empresas, os novos ambientes, desenvolvimento de habilidades com tecnologias ágeis, o DevOps surge como uma das profissões tendência para o próximo ano. O profissional DevOps deve fundir a implantação de aplicativos e o desenvolvimento, num processo mais simplificado, o que tem atraído cada vez mais a atenção e o investimento das empresas.

E por último, mas não menos importante:

Desenvolvedores (.net; Java; Phython; Nodejs/React/Angular; Mobile/Android; Full Stack)

Atualmente temos visto uma nova gama de produtos, além do .net e do Java que foram muito demandados este ano e continuarão sendo em 2019, algumas linguagens como Phython; Nodejs/React/Angular estão surgindo. Certamente, os desenvolvedores específicos para Mobile/Android; Full Stack também terão bastante espaço no mercado em 2019. A atuação de um desenvolvedor que compreende, executa, realiza a manutenção e corrige possíveis erros de programas, plataformas e linguagens continuará sendo essencial para as empresas num futuro próximo.

Se você se encaixa em um desses perfis, certamente, será contratado em 2019. Se não, ainda dá tempo de se especializar!

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/