Quer ser contratado em 2019? Saiba quais são as carreiras mais “sexies” em tecnologia

Quer ser contratado em 2019? Saiba quais são as carreiras mais “sexies” em tecnologia

*Por Marcelo Vianna

 

Quer saber se o seu perfil é atraente para o mercado de trabalho? Se a sua expertise engloba tecnologias como IoT, Big Data, Analytics, IA, segurança da informação e infraestrutura para serviços em nuvem e mobilidade, prepare-se para estar cada vez mais em evidência.
Veja algumas das carreiras que serão mais disputadas no próximo ano:

 

Consultor Cloud

O Cloud é um movimento muito forte, que vai continuar em 2019. Em 2018 vimos que a Computação em Nuvem trouxe uma mudança tanto na infraestrutura física como na cultura das empresas e, consequentemente, nas vagas de trabalho. Hoje, com a Computação em Nuvem é possível atuar sem a necessidade de adquirir e renovar periodicamente as licenças de uso para programas ou investir parte do orçamento em recursos de TI. Esse novo sistema de trabalho, está reduzindo a mão-de-obra para infraestrutura de dentro das empresas, que seria necessária para manter os softwares e hardware em funcionamento.  Por outro lado, os consultores Cloud estão sendo  mais requisitados e disputados e, com certeza, essa será uma das profissões mais bem-remuneradas e disputadas no mercado de TI, em 2019. 

Cientista de Dados

Uma das apostas para 2018, o cientista de dados certamente será mantido como um dos profissionais mais disputados em 2019, em razão do número de vagas abertas na área e do salário atrativo. Independentemente da área de atuação, as empresas exigem profissionais com perfil analítico e capazes de usar os dados para criar soluções assertivas, gerar insights, traçar estratégias, otimizar ações e medir resultados. O objetivo das empresas com este profissional é transformar ação em conhecimento para impactar de forma positiva os negócios. Portanto, o cientista de dados será cada vez mais requisitado por empresas que querem assumir posições de destaque e liderança no mercado.

Analista de Business Intelligence (BI)/Power BI

A análise inteligente dos dados pode indicar tendências importantes para os negócios, em ambientes com cenário econômico complexo. Por isso, o analista de Business Intelligence (BI) têm se tornado uma figura indispensável para a coleta de dados e informações dentro das empresas. Contudo, atualmente, além do BI, um outro profissional têm ganhado destaque no mercado de TI: o analista de Power BI. O profissional que tiver disponibilidade para se reinventar e quiser migrar para o Power BI, certamente, será muito beneficiado no mercado de trabalho em 2019.

Arquiteto de Integração (SOA, IBM, WSO2)

Hoje em dia, a experiência do usuário é um diferencial competitivo para as empresas. A figura do arquiteto de integração atua diretamente na interface empresa/usuário e por isso, será altamente demandada no próximo ano. Os ecossistemas digitais cada vez mais complexos dependem de muitos sistemas integrados e, por isso, a habilidade deste profissional na integração entre a arquitetura dos sistemas é essencial para reduzir riscos das companhias.

Analista de Segurança da Informação

Assim como o cientista de dados, o analista de segurança da informação foi uma das profissões mais disputadas em 2018 e continuará em 2019. Isso porque, a Lei Geral de Proteção de Dados ou simplesmente LGPD (lei 13.709/18), sancionada em agosto de 2018 pela Presidência da República, as empresas têm até fevereiro de 2020 para se adequarem. A LGPD cria uma regulamentação para o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil, e, em razão deste cenário, o analista de segurança da informação, responsável por tomar medidas para proteger as informações dos usuários será amplamente requisitado pelas empresas.

SalesForce

Os especialistas de customização Sales Force serão especialistas muito requisitados no próximo ano. Além do Sales Cloud, os especialistas nas soluções da SalesForce voltadas para atendimento ao cliente, marketing, inteligência artificial, gestão de comunidades, criação de aplicativos entre outras frentes, certamente não ficarão sem trabalho em 2019.

Devops

Acompanhando a transformação digital das empresas, os novos ambientes, desenvolvimento de habilidades com tecnologias ágeis, o DevOps surge como uma das profissões tendência para o próximo ano. O profissional DevOps deve fundir a implantação de aplicativos e o desenvolvimento, num processo mais simplificado, o que tem atraído cada vez mais a atenção e o investimento das empresas.

E por último, mas não menos importante:

Desenvolvedores (.net; Java; Phython; Nodejs/React/Angular; Mobile/Android; Full Stack)

Atualmente temos visto uma nova gama de produtos, além do .net e do Java que foram muito demandados este ano e continuarão sendo em 2019, algumas linguagens como Phython; Nodejs/React/Angular estão surgindo. Certamente, os desenvolvedores específicos para Mobile/Android; Full Stack também terão bastante espaço no mercado em 2019. A atuação de um desenvolvedor que compreende, executa, realiza a manutenção e corrige possíveis erros de programas, plataformas e linguagens continuará sendo essencial para as empresas num futuro próximo.

Se você se encaixa em um desses perfis, certamente, será contratado em 2019. Se não, ainda dá tempo de se especializar!

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

Data Skills – as habilidades para transformar dados em insight e ação – são o direcionador das economias modernas.  De acordo com o Fórum Econômico Mundial , os trabalhos de computação e focados matematicamente estão mostrando o crescimento mais forte, à custa de papéis menos quantitativos.

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

Então, seja para maximizar o papel que desempenhamos no crescimento econômico orientado por dados, ou simplesmente para garantir que nós e nossas equipes permaneçam relevantes e empregáveis, precisamos pensar na transição para um conjunto de habilidades mais distorcido em dados. Mas em quais habilidades você deve se concentrar? A maioria de nós pode esperar acompanhar essa tendência, ou seria melhor recuar para áreas menores da economia, deixando as habilidades de dados para os especialistas?

Para ajudar a responder a essa pergunta, a filtered.com reinicializou e adaptou uma abordagem que adotamos para priorizar as habilidades do Microsoft Excel de acordo com os benefícios e custos de adquiri-las. Foi aplicada uma análise de utilidade do tempo ao campo de habilidades de dados. “Tempo” é hora de aprender – um proxy para o custo de oportunidade para você ou sua equipe de adquirir a habilidade. “Utilidade” é o quanto você provavelmente precisará dessa habilidade, um substituto para o valor agregado à corporação e suas próprias perspectivas de carreira.

Combine tempo e utilidade, e você terá uma matriz simples 2 × 2 com quatro quadrantes:

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.
  • Learn: alta utilidade, pouco tempo para aprender. Esta é uma fruta barata que irá agregar valor para você e sua equipe rapidamente.
  • Plan: alta utilidade, alto tempo de aprendizado. Embora isso seja valioso, adquirir essa habilidade significará priorizá-la antes de outros aprendizados e atividades. Você precisa ter certeza de que vale a pena o investimento.
  • Browse: baixa utilidade, pouco tempo para aprender. Você não precisa disso agora, mas é fácil de adquirir, portanto, fique atento no caso de seu utilitário aumentar.
  • Ignore: baixa utilidade, alto tempo de aprendizado. Você não tem tempo para isso.

Para ajudá-lo a decidir onde concentrar seu esforço de desenvolvimento, o estudo plotou as principais habilidades de dados em relação a essa estrutura. Foram alocadas habilidades associadas a funções como: analista de negócios, analista de dados, cientista de dados, engenheiro de aprendizado de máquina ou hacker de crescimento. Em seguida, foram priorizados para o impacto com base na frequência com que aparecem nas postagens de emprego, nos relatórios de imprensa e no feedback de seus alunos. E, finalmente, isso foi somado com informações sobre a dificuldade das habilidades para aprender – usando o tempo para a competência como uma métrica e avaliando a profundidade e a amplitude de cada habilidade.

Lembrando que isso foi realizado para técnicas, e não para tecnologias específicas: portanto, para aprendizado de máquina em vez de TensorFlow; para inteligência de negócios em vez de Microsoft Excel, etc. Depois de descobrir quais são as técnicas prioritárias em seu contexto, você pode descobrir qual software específico e as habilidades associadas melhor as suportam.

Você também pode aplicar essa estrutura ao seu próprio contexto, onde o impacto das habilidades de dados pode ser diferente. Aqui estão os nossos resultados:

Quais Data Skills você realmente precisa? Esta Matriz 2 × 2 dirá a você.

No exemplo da Filtered, descobriu-se que a construção dessa matriz os ajudou a tomar decisões difíceis sobre onde focalizar: à primeira vista, todas as habilidades em nossa longa lista pareciam valiosas. Mas, realisticamente, só se pode esperar mover a agulha em alguns, pelo menos a curto prazo. Concluiu-se  que o melhor retorno do investimento em competências para a empresa foi na visualização de dados, com base em sua alta utilidade e baixo tempo de aprendizado. 

Experimente a matriz em sua própria empresa para ajudar sua equipe a determinar quais habilidades de dados são mais importantes para começar a aprender agora.

6 ferramentas JavaScript que devem estar no seu Radar

6 FERRAMENTAS JAVASCRIPT QUE DEVEM ESTAR NO SEU RADAR

O provisionamento em nuvem, a Internet das coisas (IoT), os pagamentos e a programação do Node.js são apenas alguns dos casos de uso para essas ferramentas de software livre.

Fundação JS é o lar de proeminentes projetos JavaScript de código aberto, mais notavelmente a popular biblioteca jQuery JavaScript. Mas também tem esforços de baixo perfil dos quais os desenvolvedores podem se beneficiar, para uma variedade de usos, como provisionamento em nuvem, internet das coisas (IoT), pagamentos e programação do Node.js.

Aqui estão seis que você deveria saber.

Architect (.arc)

projeto Architect, também conhecido como .arc, fornece um manifesto em texto sem formatação para definir a infraestrutura em nuvem, permitindo que os desenvolvedores se concentrem na lógica de negócios no Amazon Web Services. Os desenvolvedores podem usá-lo para configurar um aplicativo para ser executado no serviço em nuvem do AWS Lambda . O objetivo do arquiteto é permitir que os desenvolvedores se familiarizem com a computação sem servidor em poucos minutos, permitindo o provisionamento rápido. Com o Architect, o gerenciador de pacotes do NPX para o NPM é usado para gerar código local e configurar e provisionar a infraestrutura da nuvem a partir do manifesto do Architect.

Atualmente, ele trabalha com programas JavaScript, mas o Architect pode um dia trabalhar com programas Python e Go também. A tecnologia também pode ser expandida para funcionar em outras nuvens, como o Microsoft Azure.

Interledger.js

O Interledger.js é uma implementação de referência em JavaScript da pilha de protocolos Interledger do World Wide Web Consortium, para enviar pagamentos em todos os tipos de registros, desde carteiras digitais e sistemas de pagamento nacionais até blockchains. A intenção é facilitar a transação de negócios, independentemente do local ou da moeda.

Com o Interledger, os conectores são usados ​​para rotear pagamentos em ledgers. As transferências condicionais, usando contratos bloqueados por tempo de hash (HTLs), garantem pagamentos multi-lo, para que os fundos não sejam perdidos ou roubados.

Intern

Essa pilha de teste permite que você escreva casos de teste para bibliotecas e aplicativos JavaScript e TypeScript. Descrito como minimamente prescritivo, Intern impõe um conjunto básico de práticas recomendadas destinadas a garantir que os testes permaneçam sustentáveis ​​ao longo do tempo.

O estagiário tem uma arquitetura que permite aos desenvolvedores escrever interfaces de teste, executores e repórteres para influenciar como os testes são executados e integrados a um ambiente de codificação existente.

Os testes podem ser executados em plataformas, incluindo BrowserStack, Sauce Labs e Selenium, com testes executados a partir do navegador, em Node.js ou em outros navegadores e plataformas com o executor de testes Intern. O estagiário também se integra aos sistemas CI / CD, como Jenkins e TravisCI, e vem com tarefas do Grunt, para que ele possa ser adicionado aos fluxos de trabalho do Grunt.

JerryScript

JerryScript é um mecanismo JavaScript leve para dispositivos IoT. Desenvolvido pela Samsung, ele roda em microcontroladores com capacidade limitada de RAM e ROM. O mecanismo suporta compilação e execução no dispositivo e permite o acesso a periféricos. Outros recursos incluem:

  • Conformidade com ECMAScript 5.1.
  • Um tamanho binário de 160K quando compilado para o conjunto de instruções ARM Thumb-2.
  • Otimização para baixo consumo de memória.
  • API AC que se destina a ser fácil de incorporar em aplicativos.

Componentes do JerryScript incluem um analisador e uma VM. O analisador converte o código fonte do JavaScript em bytecode sem construir e abstrair a árvore de sintaxe. A VM executa instruções de código de bytes.

Node-Red

Fundado pela IBM, o projeto Node-Red fornece um ambiente de programação baseado em fluxo construído em Node.js e usado principalmente em aplicativos IoT. Ele fornece uma ferramenta para conectar dispositivos, APIs e serviços online. Também apresentados no Node.Red são:

  • Um editor baseado em navegador para fluxos de fiação.
  • Um recurso para criar funções JavaScript no editor.
  • Funções, modelos e fluxos podem ser salvos para reutilização por meio de uma biblioteca interna.
  • Fluxos que podem ser armazenados usando JSON, que podem ser importados e exportados para compartilhamento.

O Node-Red suporta dispositivos como o Raspberry Pi e o BealgleBone Black, e pode ser executado no Docker. Ele também está disponível na nuvem do Amazon Web Services e como um aplicativo clichê no IBM Cloud.

Webhint

Essa ferramenta de linting para a Web ajuda na acessibilidade, velocidade e segurança de um site, verificando o código de práticas recomendadas e erros comuns.

Inicialmente desenvolvido pela equipe de navegadores Edge da Microsoft, o Webhint atualmente está limitado a suportar os navegadores Chrome e Edge. Suporte para o Firefox é planejado. Os desenvolvedores podem desenvolver conectores para o Webhint, para adicionar suporte ao navegador.

Ele também suporta a implementação JDSDOM dos padrões WHATWG DOM e HTML, para uso com o Node.js.

Fonte: https://www.infoworld.com/

Brasil é 9º maior mercado de software do mundo

Brasil é 9º maior mercado de software do mundo

Estudo da Abes e IDC detalha tendências e mensura força do setor brasileiro de software

Brasil segue na 9ª colocação no ranking mundial de software e serviços, com um mercado de US$ 18,6 bilhões, o equivalente a 1,6% do total mundial, que girou em torno de US$ 1,14 bilhão em 2017. Os números são de estudo da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), realizado em parceria com a IDC.

Desenvolvido anualmente pela associação, o documento utiliza dados da IDC referentes ao último ano para fornecer um retrato do mercado de software a apresentar as principais tendências do setor.

O levantamento aponta que o Brasil está muito próximo do tamanho dos mercados de nações como Holanda e Itália, que ocupam as 10ª e 11ª posições, respectivamente, e pouco atrás da Austrália, 8ª colocada na lista. No geral, todos os indicadores brasileiros tiveram sutis aumentos de 2016 para 2017, como o total de empresas atuando no setor, que passou de 15,7 mil para 17 mil.

Jorge Sukarie, presidente do Conselho da Abes, destaca que o ano de 2017 evidenciou uma retomada no crescimento do setor de TI no Brasil, após um 2016 difícil. “Como já divulgamos na primeira prévia do estudo, os investimentos em Tecnologia da Informação no país cresceram 4,5% em relação ao ano anterior. Foi o ano do início da recuperação que esperamos continuar em 2018, com a retomada dos investimentos em tecnologia, que não podem mais ser postergados”, comenta.

Emtre as características das empresas brasileiras desenvolvedoras de software, o estudo mostra que: 49,3% delas são consideradas micros (ou seja, com 10 funcionários ou menos), 46,2% pequenas (de 10 a 99 empregados), 4% médias (entre 100 e 500 trabalhadores) e apenas 0,5% grandes (acima de 500 funcionários).

O levantamento aponta que o Brasil está muito próximo do tamanho dos mercados de nações como Holanda e Itália, que ocupam as 10ª e 11ª posições, respectivamente, e pouco atrás da Austrália, 8ª colocada na lista. No geral, todos os indicadores brasileiros tiveram sutis aumentos de 2016 para 2017, como o total de empresas atuando no setor, que passou de 15,7 mil para 17 mil.

Jorge Sukarie, presidente do Conselho da Abes, destaca que o ano de 2017 evidenciou uma retomada no crescimento do setor de TI no Brasil, após um 2016 difícil. “Como já divulgamos na primeira prévia do estudo, os investimentos em Tecnologia da Informação no país cresceram 4,5% em relação ao ano anterior. Foi o ano do início da recuperação que esperamos continuar em 2018, com a retomada dos investimentos em tecnologia, que não podem mais ser postergados”, comenta.

Emtre as características das empresas brasileiras desenvolvedoras de software, o estudo mostra que: 49,3% delas são consideradas micros (ou seja, com 10 funcionários ou menos), 46,2% pequenas (de 10 a 99 empregados), 4% médias (entre 100 e 500 trabalhadores) e apenas 0,5% grandes (acima de 500 funcionários).

“Esses números ressaltam a importância da promoção de políticas de incentivo e fomento às pequenas e médias empresas, que são imprescindíveis para que o setor de software brasileiro avance e transforme o país digitalmente”, completa Sukarie.

Atualmente, o setor de software representa 1,9% do PIB nacional. Fonte: https://computerworld.com.br/2018/08/18/brasil-e-9o-maior-mercado-de-software-do-mundo/

Multicloud: qual é a chave para o gerenciamento proativo de custos?

Multicloud: qual é a chave para o gerenciamento proativo de custos?

A marcação de recursos pode ser útil, mas dificilmente é uma maneira eficaz de controlar os custos da nuvem. Veja como melhorar

Como podemos manter o orçamento multicloud sob controle? Primeiro precisamos entender com o que estamos trabalhando. Quando os custos são acumulados por várias equipes, usando várias contas, envolvendo vários produtos em várias regiões geográficas, em várias plataformas de nuvem, obter uma ideia clara pode ser uma tarefa quase impossível. Por esse motivo, as equipes de infraestrutura e operações geralmente recorrem a soluções de gerenciamento de nuvem para obter melhor visibilidade dos custos.

Medidas proativas de controle de custos serão sempre mais eficazes no gerenciamento de orçamentos de nuvem. Infelizmente, existem poucas soluções que ajudarão as equipes a fazer isso agora. Eu diria que a melhor prática é definir políticas orçamentárias a nível do projeto e da equipe e aplicar essas políticas por meio de ferramentas automatizadas. Dessa forma, os aplicativos podem ser agrupados em projetos associados a orçamentos de equipe ou de unidades de negócio.

A TI e o Financeiro podem definir controles de custos para unidades de negócios. Unidade de negócio ou equipes individuais podem definir orçamentos para projetos. Essas políticas podem servir de proteção, garantindo que os aplicativos e projetos não excedam o orçamento esperado, ao mesmo tempo em que deem às equipes liberdade para serem produtivas por meio de métodos como o autoatendimento automático.

Com essas práticas implementadas, mesmo no lado reativo, as equipes de TI e finanças terão maior percepção de onde vêm os custos. Eles podem atribuir e reatribuir orçamentos com flexibilidade e podem se adaptar às mudanças sem perder o contexto. Além disso, você precisará usar um poderoso mecanismo de análise que possa analisar os aplicativos e as tendências de uso e fazer sugestões para as equipes melhorarem os custos antes da cobrançaPor exemplo, uma análise de custo pode recomendar o uso de instâncias reservadas, quando elas proporcionam economias significativas de custos e sugerem o dimensionamento correto da carga de trabalho, e sempre que as equipes puderem autorizar esse uso automaticamente ou aprovar manualmente.

Ao habilitar um sistema de controle de custos proativo e um mecanismo de análise de custos mais poderoso e contextual, você pode tornar o descontrole dos custos multicloud  algo do passado.

Rapidez, agilidade, flexibilidade  e eficiência de custos – esse é o santo graal e o futuro multicloud.

 

Leia mais: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/16/multicloud-qual-e-a-chave-para-o-gerenciamento-proativo-de-custos/  

Tech Trends 2018: Tendências de Tecnologia

TECH TRENDS 2018: TENDÊNCIAS DE TECNOLOGIA

Realidade digital, tecnologia cognitiva e blockchain estão entre as grandes tendências elencadas no Tech Trends 2018

O tema deste ano, “The Symphonic Enterprise”, envolve uma atuação conjunta de estratégia, tecnologia e operações por todas as áreas das organizações. Novos desafios surgirão na área de gestão – especialmente na adequação dos papéis da força de trabalho das empresas. É o que avalia o sócio da área de Tecnologia, Estratégia e Arquitetura da Deloitte Brasil, Fábio Pereira. Segundo ele, será preciso atuar na redistribuição de atividades entre pessoas e máquinas. Mais do que isso, pensar num modelo híbrido em que a tecnologia potencializa e complementa o desempenho humano. Junto à nova classe de trabalho virão os novos núcleos, ultrapassando fronteiras organizacionais tradicionais. Para tanto, serão examinadas as principais funções das áreas de finanças e da cadeia de suprimentos. Afinal, elas terão de ser repensadas diante da convergência digital e da ruptura dos limites operacionais tradicionais.

Some-se ainda a realidade digital, que se apresenta como próxima fase da realidade aumentada e da revolução da realidade virtual. Por meio dela, as empresas devem se concentrar menos em novos dispositivos e mais em desenvolver estratégias e experiências impactantes. Conforme essa tendência avança, os líderes de TI passam a atuar nos desafios de integração de base. Também na implantação da tecnologia em nuvem, na conectividade e no acesso. Além desses destaques principais, o Tech Trends também aborda tecnologias exponenciais que poderão se manifestar nos próximos cinco anos. Inteligência Artificial Geral e criptografia quântica estão entre as tendências de longo prazo.

Nova classe de trabalho

O aumento da automação, o uso da inteligência artificial e das tecnologias cognitivas afetará diretamente os empregos. As empresas do futuro devem reforçar a gestão de talentos voltada ao novo perfil de força de trabalho híbrida. Ele envolve pessoas e máquinas – atuando simultaneamente na recapacitação desses “trabalhadores aprimorados”. E, ainda, na adoção de processos inovadores de gestão de recursos humanos para o gerenciamento dos “trabalhadores virtuais”.

Blockchain para blockchains

blockchain está se movendo rapidamente da fase de experimentação para cenários críticos e reais do negócio. Experiências que envolvem o uso avançado e a maior adoção dessa tecnologia impulsionam a necessidade de coordenar, integrar e orquestrar várias iniciativas de blockchain dentro de uma grande organização, potencialmente estruturadas em múltiplas cadeias e envolvendo a empresa como um todo.

Baixe o relatório completo: https://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/br/Documents/technology/TechTrends-2018_FINAL.pdf

Fonte: http://www.itmanagement.com.br/2018/tech-trends-rumos-da-tecnologia/

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Hoje, velocidade, capacidade e adaptabilidade são tão ou mais importantes que custo e qualidade

Graças à verdadeira “guerra de manobra” que tomou de assalto as empresas modernas, possibilitando aos executivos se beneficiar dos desafios que têm de enfrentar, em vez de se deixar abater por eles, o gerenciamento de projetos tornou-se a disciplina mais importante nas corporações. E com uma nova abordagem, na qual custo e qualidade deixaram de ser prioridades. Flexibilidade e velocidade ganharam peso maior. Para melhorar qualquer função comercial, incluindo gerenciamento de projeto, você tem que saber o que “melhorar” significa. Um bom caminho para isso é classificar seis parâmetros em ordem de importância: custo fixo, custo incremental, tempo de ciclo, rendimento, qualidade (ausência de defeitos), e excelência (neste contexto, a flexibilidade e adaptabilidade). Tradicionalmente, os chamados projetos de TI enfatizam custo incremental, custo fixo, e qualidade. Em outras palavras, manter baixos o custo por unidade de trabalho, a sobrecarga de gerenciamento de projetos, e a quantidade de bugs. Tempo de ciclo, rendimento, e excelência eram deixados à própria sorte – pelo menos até agora. Ciclo OODA: A guerra de manobra dos negócios Para os não iniciados, o ciclo OODA significa “observar, orientar, decidir, agir”. Em loop, porque depois de agir, é hora de observar novamente, para ver se você obteve os resultados esperados e/ou precisa fazer correções. Na maioria das competições, o competidor com o loop mais rápido OODA ganha, porque é mais veloz e assertivo na tomada de decisões. Assim, para acelerar o seu ciclo OODA, você tem que terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos. Seguinte: em nosso ciclo OODA, “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto. A implicação: além de terminar os projetos individuais de forma rápida, a TI tem que aumentar sua capacidade total para os projetos. Em outras palavras, precisa ter maior rendimento. Dado que o grande objetivo dos projetos de empresa é aumentar a flexibilidade do negócio e adaptabilidade, junta-se a excelência do tempo de ciclo e taxa de transferência como terceiro parâmetro a ser otimizado no gerenciamento de projetos. OODA Portanto, é possível concluir que quando se trata de gerenciar projetos que objetivam manter o negócio competitivo, os critérios para definição de “bom” passaram a ser velocidade, capacidade e flexibilidade. Pergunta: seus gerentes de projeto compreendem quão radicalmente suas prioridades mudaram? Eu diria que a maioria ainda não percebeu como o gerenciamento de projeto tem que mudar para se adaptar às suas novas prioridades.   Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/28/esqueca-tudo-o-que-voce-achava-que-sabia-sobre-gerenciamento-de-projetos/  

Colaboração: o caminho para um trabalho digital mais eficiente

Colaboração: Um Trabalho Digital Mais eficiente

Ferramentas de colaboração são fundamentais para que as organizações aumentem a eficiência da troca e do tratamento de dados

As ferramentas de colaboração promoveram uma rápida evolução no tratamento e armazenamento da grande quantidade de dados – ou o big data – inserida diariamente no ambiente digital. São muitas as soluções que permitem a interação entre usuários nos espaços de trabalho persistentes. Consequentemente, as organizações vivem uma transformação cultural e são pressionadas por respostas mais eficientes e maior agilidade na tomada de decisões.
A consolidação da colaboração entre equipes no ambiente digital – que transitam, inserem e organizam dados – ocorre no ambiente de nuvem. Isso significa que os usuários podem interagir de diferentes maneiras: seja com a troca de mensagens, documentos, a criação de whiteboards, anotações ou vídeos. E todas essas informações ficam centralizadas em um só espaço.
Uma das preocupações em relação ao tratamento virtual de tanta informação é justamente a segurança. Espera-se que ninguém de fora consiga invadir o ambiente para interceptar e roubar informação, e, por outro lado, que os usuários internos sejam capazes de manipular dados confidenciais de maneira responsável e segura.
Por isso, a criptografia inteligente de ponta a ponta, controles de acesso específicos, de acordo com o perfil do usuário, e políticas de compliance, como por exemplo a Prevenção de Perda de Dados (Data Loss Prevention, ou DLP) são fundamentais. Isso também se aplica ao tráfego, ao armazenamento, à gestão e, por fim, à entrega dos dados até o dispositivo ou cliente final. Ou seja, a ideia é garantir que quando um usuário se comunique com o outro e compartilhe, por exemplo, um arquivo, esse processo esteja criptografado de ponta a ponta.
Todas essas mudanças promovem uma transformação cultural nas organizações. As respostas se tornam rápidas e as decisões das equipes de trabalho – muitas vezes multidisciplinares -, mais ágeis. Além disso, processos desnecessários são evitados, como a troca de centenas de e-mails sem a garantia de que serão lidos por todos os destinatários, evitando a perda de continuidade nas comunicações.
A incorporação dessas ferramentas melhora a comunicação interna das empresas, mas para que haja um aumento ainda maior de eficiência, é importante integrá-las aos processos de negócios. Por exemplo, que a “aplicação x” se comunique com a “aplicação z”, e que esta esteja programada para gerar uma ação a cada nova entrada na “aplicação x”. Nos universos da manufatura ou do varejo , por exemplo, essa integração pode ser muito útil para aumentar a produtividade do negócio.
Essas ferramentas também ganharam espaço em ambientes de atenção ao cliente de entidades de saúde e até órgãos governamentais, para citar alguns exemplos. Fora do Brasil, alguns hospitais já fazem consultas e acompanhamento dos pacientes remotamente, graças a sistemas de videoconferência. Além disso, ministérios de alguns países já permitem que cidadãos registrem queixas sem a necessidade da presença de um funcionário, mas com soluções que integram uma câmara de vídeo, um sistema que capta as informações e uma impressora que emite o protocolo de atendimento.  
Os chatbots, por sua vez, substituíram funcionários em atendimentos telefônicos. Graças à integração da tecnologia a sistemas de inteligência artificial, há uma redução de burocracias custosas e aumento da satisfação do cliente – tanto interno quanto externo
Há um ambiente tecnológico escondido, porém, essencial para suportar o processamento de tantos dados gerados no universo de colaboração, big data, Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT), entre outros. A rede de baixa potência, ou LPWAN, que é muito mais viável economicamente, por exemplo. Além disso, a otimização do armazenamento na nuvem com a utilização do edge computing, rede de dispositivos de borda, que melhora o desempenho dos aplicativos, reduz a latência e os custos pela utilização de uma internet com menor banda larga.
É preciso prestar atenção a tudo isso para pegar a direção correta na estrada rumo à automatização dos processos e à cada vez mais eficiente estratégia de dados.
Fonte: http://computerworld.com.br/2018/7/19/colaboracao-o-caminho-para-um-trabalho-digital-mais-eficiente  

Como obter real valor do Big Data na nuvem?

Como obter real valor do Big Data na nuvem?

A computação em nuvem tornou o Big Data acessível, mas muitas empresas ainda não sabem o que fazer com os dados disponíveis. Recomendo um bom planejamento de dados, por diversos motivos

De acordo com mais recente relatório da IDC, “as receitas mundiais para Big Data e Business Analytics crescerão de quase US$ 122 bilhões em 2015 para mais de US$ 187 bilhões em 2019, um aumento de mais de 50% no período de cinco anos”. Qualquer pessoa, em qualquer empresa, sabe que Big Data é um grande negócio. Se você conseguir gerenciar e analisar grandes quantidades de dados – estou falando de petabytes – terá acesso a todos os tipos de informações que ajudarão a administrar melhor os negócios. Certo? Infelizmente, para a maioria das empresas, não. Aqui estão alguns fatos concretos: a computação em nuvem tornou o Big Data acessível. Antes, você teria que construir um novo datacenter para abrigar a consolidação de dados. Agora, você pode consolidar dados na nuvem a preços bem em conta. Mas uma coisa é ter dados estruturados e não estruturados em um local central. Outra coisa é fazer bom uso desses dados por razões táticas e estratégicas. Com muita frequência, as empresas reúnem os dados, mas não sabem o que fazer com eles. Eles não têm uma compreensão sistêmica das oportunidades de negócios e dos valores que poderiam ser obtidos com o aproveitamento desses dados. O que muitas vezes falta é um planejamento de dados. Recomendo que todos os empreendimentos tenham um planejamento de dados completo antes que os dados sejam consolidados na nuvem. Isso significa ter um conjunto claro e detalhado de casos de uso para os dados (incluindo propósito e valor), bem como uma lista de ferramentas e tecnologias (como Machine Learning e Analytics) que serão usadas para extrair valor comercial dos dados. O planejamento de dados precisa ser feito antes da consolidação por vários motivos: – Saber quais dados serão aproveitados para fins analíticos. Acho que alguns dados consolidados não são necessários. Então, você acaba pagando pelo armazenamento do banco de dados sem nenhuma finalidade comercial sólida, além de prejudicar o desempenho da análise, pois os dados desnecessários também precisam ser processados. – Entender o significado dos dados, incluindo seus metadados. Isso garante que você esteja analisando os dados corretos para os casos de uso especificados.  – Considerar um plano de desempenho. Se você classificar petabytes de dados, gastará muito tempo e dinheiro na nuvem. Como otimizar?   – Ter uma lista de ferramentas de análise de dados. Embora muitas empresas comprem as ferramentas mais populares, você pode descobrir que sua jornada de Big Data leva você a uma tecnologia menos popular que se encaixa melhor. Certifique-se de explorar o mercado antes de decidir sobre o seu conjunto de ferramentas. Um pouco de planejamento vai levá-lo longe. Seu negócio vale esse investimento. Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/14/como-obter-real-valor-do-big-data-na-nuvem/