Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/

Profissionais raros em TI: por que é tão difícil contratar?

Profissionais raros em TI: por que é tão difícil contratar?

Os profissionais mais raros são aqueles com perfil técnico, que também tenham capacidade analítica e estratégica.

Contratar para área de tecnologia é um desafio constante para os gestores de RH. Isso porque, infelizmente, o Brasil não forma profissionais na mesma medida que o mercado demanda. O fato é que, na última década, o volume de dados cresceu exponencialmente, e passou a ser gerenciado de maneira totalmente digital. A tecnologia, que antes era coadjuvante nas empresas, passou a ser uma área estratégica e de alto impacto para os negócios. Essa transformação fez crescer a demanda por profissionais e criou um descompasso entre a alta procura e a baixa oferta.

Um levantamento feito pela Manpower Group apontou que o Brasil é o segundo país que mais sofre com a escassez de profissionais qualificados, atrás apenas do Japão. Cerca de 71% das empresas apontam ter essa dificuldade. De acordo com o estudo, os profissionais de TI ocupam a oitava posição no ranking dos mais escassos, estando atrás de profissionais de nível técnico, artesãos, engenheiros, contadores.

Dentro da área de TI não é fácil listar quais são os profissionais mais raros, afinal essa demanda varia de acordo com a região, área, tipo de empresa e mudanças no mercado. No entanto, quando observarmos o mercado de contratações, conseguimos traçar um paralelo entre as demandas que estão mais recorrentes e as mais difíceis de serem preenchidas.

Pela minha experiência, consigo dizer que, hoje, os profissionais mais raros são aqueles com perfil técnico, que também tenham capacidade analítica e estratégica. É o caso de profissionais com conhecimento em análise de dados, que consigam não só trabalhar com as ferramentas, mas que também tenham expertise para interpretar as informações e transformá-las em estratégia para a empresa. Ou seja, mais do que as habilidades técnicas, as empresas buscam pessoas capazes de entender o impacto das ações de TI para o negócio.

Outros cargos, cada dia mais necessários, são aqueles responsáveis pela segurança da informação. O vazamento de dados pode comprometer a continuidade da empresa. Proteger-se de ataques e invasões é uma questão urgente e requer uma equipe com profundo conhecimento e atualizações constantes, uma vez que em pouco tempo as defesas ficam obsoletas. A Europa começou um movimento muito forte de proteção de dados, e isso já começou a refletir no Brasil através de subsidiárias Europeias. No entanto, apesar de ser um nicho de atuação que tende a crescer, essa é uma área que poucos profissionais escolhem.

Com o avanço da velocidade de se criar novos produtos e funcionalidades surgiu ainda a necessidade por profissionais de desenvolvimento de softwares capazes de criar ferramentas para automatização de testes. Imagine um cenário onde um novo serviço de tecnologia está sendo disponibilizado. Após a fase de desenvolvimento e antes do lançamento, a ferramenta precisa ser testada em todas as interfaces, botões, navegabilidade, etc. Fazer isso manualmente encarece, e muito, a operação. Surge aí a necessidade de validar o código de programação de maneira automática. Mas para isso, precisamos de pessoas com expertise em ferramentas e processos que vizam automatizar essas etapas.

Acredito que convém falar também do programador de software. Apesar de não ser um profissional raro, a procura está cada dia maior, aumentando assim a disputa entre os candidatos que existem. Mais uma vez, não é a quantidade de profissionais, mais sim o descompasso entre a formação deles e as urgências que aparecem no mercado.

Uma vez que são raros e cada dia mais necessários, esses candidatos começam a fazer exigências e buscam trabalhar para empresas as quais acreditam. O propósito é a bola da vez nos requisitos para quem está sendo contratado. Mas, apesar da missão empresarial estar entre as condições especificadas por eles, o grande anseio é por maior flexibilidade: seja no horário de trabalho, na possibilidade de home office ou por um dress code mais informal. Outro grande desejo é que a empresa o mantenha exposto às novas tecnologias. Eles querem trabalhar em ambientes inovadores, que forneçam ferramentas e favoreçam seu desenvolvimento profissional.

Enquanto recrutador, defendo que os profissionais negociem sim com as empresas que os estão contratando. É uma via de mão dupla, onde ambos os lados têm muito a ganhar. Mas, faço um alerta para que a negociação não se transforme em exigências, drenando o interesse e a confiança de quem está com a vaga aberta.

Algumas atitudes podem prejudicar o candidato. Falar de salário, benefícios e bônus logo no primeiro contato é uma delas. É o início do relacionamento, ambos os lados precisam se conhecer. Nessa fase, o candidato precisa explorar as oportunidades do projeto para o qual está sendo recrutado. Fazer perguntas sobre a cultura da empresa, sobre a liderança, os desafios, as responsabilidades e o futuro são o caminho mais educado e de quem tem verdadeiro interesse por uma oportunidade profissional. Esperar que a empresa mude sua política e cultura só para tê-lo na equipe pode passar a mensagem de que você é um profissional arrogante, e, portanto, por mais que seja qualificado para a vaga, não servirá para fazer parte do time.

Com tanta complexidade, as consultorias especializadas no recrutamento de TI são grandes parceiras na hora de encontrar os profissionais raros desse segmento. Isso porque elas trabalham em conjunto com a área de Recursos Humanos, para definir o plano estratégico e o diagnóstico de perfil ideal para cada vaga. Outro diferencial que torna as boutiques de recrutamento essenciais são o networking e o relacionamento contínuo com o mercado e com um nicho específico. Sem isso, encontrar os talentos nessa área torna-se, cada vez mais, uma tarefa quase impossível.

Fonte: http://cio.com.br/opiniao/2018/09/10/profissionais-raros-em-ti-por-que-e-tao-dificil-contratar/

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Hoje, velocidade, capacidade e adaptabilidade são tão ou mais importantes que custo e qualidade

Graças à verdadeira “guerra de manobra” que tomou de assalto as empresas modernas, possibilitando aos executivos se beneficiar dos desafios que têm de enfrentar, em vez de se deixar abater por eles, o gerenciamento de projetos tornou-se a disciplina mais importante nas corporações. E com uma nova abordagem, na qual custo e qualidade deixaram de ser prioridades. Flexibilidade e velocidade ganharam peso maior.

Para melhorar qualquer função comercial, incluindo gerenciamento de projeto, você tem que saber o que “melhorar” significa. Um bom caminho para isso é classificar seis parâmetros em ordem de importância: custo fixo, custo incremental, tempo de ciclo, rendimento, qualidade (ausência de defeitos), e excelência (neste contexto, a flexibilidade e adaptabilidade).

Tradicionalmente, os chamados projetos de TI enfatizam custo incremental, custo fixo, e qualidade. Em outras palavras, manter baixos o custo por unidade de trabalho, a sobrecarga de gerenciamento de projetos, e a quantidade de bugs. Tempo de ciclo, rendimento, e excelência eram deixados à própria sorte – pelo menos até agora.

Ciclo OODA: A guerra de manobra dos negócios
Para os não iniciados, o ciclo OODA significa “observar, orientar, decidir, agir”. Em loop, porque depois de agir, é hora de observar novamente, para ver se você obteve os resultados esperados e/ou precisa fazer correções.

Na maioria das competições, o competidor com o loop mais rápido OODA ganha, porque é mais veloz e assertivo na tomada de decisões.

Assim, para acelerar o seu ciclo OODA, você tem que terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.

Seguinte: em nosso ciclo OODA, “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto.

A implicação: além de terminar os projetos individuais de forma rápida, a TI tem que aumentar sua capacidade total para os projetos. Em outras palavras, precisa ter maior rendimento.

Dado que o grande objetivo dos projetos de empresa é aumentar a flexibilidade do negócio e adaptabilidade, junta-se a excelência do tempo de ciclo e taxa de transferência como terceiro parâmetro a ser otimizado no gerenciamento de projetos.

OODA

Portanto, é possível concluir que quando se trata de gerenciar projetos que objetivam manter o negócio competitivo, os critérios para definição de “bom” passaram a ser velocidade, capacidade e flexibilidade.

Pergunta: seus gerentes de projeto compreendem quão radicalmente suas prioridades mudaram?

Eu diria que a maioria ainda não percebeu como o gerenciamento de projeto tem que mudar para se adaptar às suas novas prioridades.

 

Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/28/esqueca-tudo-o-que-voce-achava-que-sabia-sobre-gerenciamento-de-projetos/

 

Colaboração: o caminho para um trabalho digital mais eficiente

Colaboração: Um Trabalho Digital Mais eficiente

Ferramentas de colaboração são fundamentais para que as organizações aumentem a eficiência da troca e do tratamento de dados

As ferramentas de colaboração promoveram uma rápida evolução no tratamento e armazenamento da grande quantidade de dados – ou o big data – inserida diariamente no ambiente digital. São muitas as soluções que permitem a interação entre usuários nos espaços de trabalho persistentes. Consequentemente, as organizações vivem uma transformação cultural e são pressionadas por respostas mais eficientes e maior agilidade na tomada de decisões.

A consolidação da colaboração entre equipes no ambiente digital – que transitam, inserem e organizam dados – ocorre no ambiente de nuvem. Isso significa que os usuários podem interagir de diferentes maneiras: seja com a troca de mensagens, documentos, a criação de whiteboards, anotações ou vídeos. E todas essas informações ficam centralizadas em um só espaço.

Uma das preocupações em relação ao tratamento virtual de tanta informação é justamente a segurança. Espera-se que ninguém de fora consiga invadir o ambiente para interceptar e roubar informação, e, por outro lado, que os usuários internos sejam capazes de manipular dados confidenciais de maneira responsável e segura.

Por isso, a criptografia inteligente de ponta a ponta, controles de acesso específicos, de acordo com o perfil do usuário, e políticas de compliance, como por exemplo a Prevenção de Perda de Dados (Data Loss Prevention, ou DLP) são fundamentais. Isso também se aplica ao tráfego, ao armazenamento, à gestão e, por fim, à entrega dos dados até o dispositivo ou cliente final. Ou seja, a ideia é garantir que quando um usuário se comunique com o outro e compartilhe, por exemplo, um arquivo, esse processo esteja criptografado de ponta a ponta.

Todas essas mudanças promovem uma transformação cultural nas organizações. As respostas se tornam rápidas e as decisões das equipes de trabalho – muitas vezes multidisciplinares -, mais ágeis. Além disso, processos desnecessários são evitados, como a troca de centenas de e-mails sem a garantia de que serão lidos por todos os destinatários, evitando a perda de continuidade nas comunicações.

A incorporação dessas ferramentas melhora a comunicação interna das empresas, mas para que haja um aumento ainda maior de eficiência, é importante integrá-las aos processos de negócios. Por exemplo, que a “aplicação x” se comunique com a “aplicação z”, e que esta esteja programada para gerar uma ação a cada nova entrada na “aplicação x”. Nos universos da manufatura ou do varejo , por exemplo, essa integração pode ser muito útil para aumentar a produtividade do negócio.

Essas ferramentas também ganharam espaço em ambientes de atenção ao cliente de entidades de saúde e até órgãos governamentais, para citar alguns exemplos. Fora do Brasil, alguns hospitais já fazem consultas e acompanhamento dos pacientes remotamente, graças a sistemas de videoconferência. Além disso, ministérios de alguns países já permitem que cidadãos registrem queixas sem a necessidade da presença de um funcionário, mas com soluções que integram uma câmara de vídeo, um sistema que capta as informações e uma impressora que emite o protocolo de atendimento.

 

Os chatbots, por sua vez, substituíram funcionários em atendimentos telefônicos. Graças à integração da tecnologia a sistemas de inteligência artificial, há uma redução de burocracias custosas e aumento da satisfação do cliente – tanto interno quanto externo

Há um ambiente tecnológico escondido, porém, essencial para suportar o processamento de tantos dados gerados no universo de colaboração, big data, Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT), entre outros. A rede de baixa potência, ou LPWAN, que é muito mais viável economicamente, por exemplo. Além disso, a otimização do armazenamento na nuvem com a utilização do edge computing, rede de dispositivos de borda, que melhora o desempenho dos aplicativos, reduz a latência e os custos pela utilização de uma internet com menor banda larga.

É preciso prestar atenção a tudo isso para pegar a direção correta na estrada rumo à automatização dos processos e à cada vez mais eficiente estratégia de dados.

Fonte: http://computerworld.com.br/2018/7/19/colaboracao-o-caminho-para-um-trabalho-digital-mais-eficiente

 

10 ferramentas de BI para visualização de dados

10 ferramentas de BI para visualização de dados

A análise visual é o núcleo da inteligência de negócios. Aqui estão as ferramentas que você precisa ver através dos dados

Há um norte dourado no mar de dados em que as empresas estão nadando. Ser capaz de pescar a inteligência de negócios de que você precisa – quando precisa – é a chave para dirigir seu navio.

Nesta apresentação de slides, discutiremos 10 ferramentas de BI que apresentam visualização e análise de dados.

Algumas dessas ferramentas começaram como ferramentas de relatórios corporativos e se expandiram para BI self service. Outros começaram como ferramentas de visualização de dados de autoatendimento e podem ou não ter adicionado relatórios avançados. Algumas ferramentas podem ler grandes conjuntos de dados no local, a partir de um data lake ou do Hadoop; outros devem importar todos os dados. As implementações podem ser apenas em nuvem ou permitir a instalação no local.

1 – Birst
Birst se apresenta como um Enterprise BI com uma rápida descoberta de dados. A arquitetura Birst conecta toda a organização por meio de uma rede de instâncias de BI virtualizadas interligadas, além de uma estrutura analítica comum compartilhada.

O Birst tem uma arquitetura multi-tenant. Ele pode ser implantado na nuvem pública, na AWS ou on-premise como um appliance virtual.

De acordo com a Gartner, três quartos dos clientes de referência da Birst disseram que era o único padrão corporativo para análise e BI, e  98% dos clientes de referência da Birst esperam continuar usando o produto. Ambas são expressões impressionantes de validação dos usuários.

Por outro lado, o Gartner relata que uma grande parte dos clientes de referência da Birst está usando o produto principalmente para painéis e relatórios com parâmetros, com apenas pequenas partes usando o produto para tarefas analíticas mais sofisticadas. O produto suporta modelos de dados complexos.

2 – Domo
O Domo combina uma grande variedade de conectores de dados, um sistema ETL, um armazenamento de dados unificado, uma seleção de visualizações, mídias sociais integradas e relatórios em uma ferramenta de BI online. Destina-se diretamente a executivos seniores e usuários de linha de negócios que precisam de um painel intuitivo voltado para os negócios.

O Domo afirma ser mais do que uma ferramenta de BI porque sua ferramenta de mídia social pode levar a “insights úteis”. Mas, na prática, todas as ferramentas de BI levam a ações que beneficiam o negócio ou acabam sendo jogadas no lixo.

O Domo é, no entanto, um sistema de BI muito bom e capaz. Destaca-se dos outros oferecendo suporte para muitas fontes de dados  muitos tipos de gráficos. O recurso integrado de mídia social é  bom, apesar do hype. No entanto, o Domo é mais difícil de aprender e usar do que o Tableau, o Qlik Sense e o Power BI, e por US$ 2 mil por usuário por ano é muitas vezes mais caro que outras ferramentas.

3 – Microsoft Power BI
O Microsoft Power BI é um conjunto de ferramentas de análise de negócios executadas principalmente no Azure e que se conectam a centenas de fontes de dados, simplificam a preparação de dados e conduzem análises ad-hoc. É também uma das soluções de BI de mais baixo custo do mercado, com um preço de US$ 9,99 por usuário/mês, para o Power BI Pro, uma ferramenta gratuita de análise do Windows e aplicativos gratuitos para visualizações móveis. O Power BI Premium, um servidor virtual com preço de US$ 4.995 por mês, dependendo da capacidade, não exige licenças de usuário nomeadas e inclui o Power BI Report Server, que pode ser executado no local.

O Power BI tem uma alta pontuação na facilidade de uso, mas de acordo com a Gartner, as pontuações de seus clientes de referência o colocam no quartil inferior para a amplitude de uso. A maioria dos clientes de referência da Microsoft (59%) usa principalmente relatórios e painéis parametrizados do Power BI, em vez de usá-lo para tarefas mais complexas. A proporção média de usuários comerciais que criam seu próprio conteúdo com o Microsoft Power BI é de 20%, o que é muito baixo.

4 – MicroStrategy
A MicroStrategy combina a descoberta e análise visual de dados de autoatendimento com análises e relatórios corporativos adequados para sistemas de registro em larga escala. Ele oferece uma única plataforma integrada com muitas opções de licença diferentes para funções de consumidor de dados e usuário avançado. Os clientes estão disponíveis para web, desktop e dispositivos móveis. Os servidores estão disponíveis para relatórios, inteligência, análises na memória, transações, distribuição, colaboração, serviços geoespaciais, emblemas e telemetria. Os drivers estão disponíveis para bancos de dados relacionais, OLAP e Hadoop.

A MicroStrategy fez uma longa jornada desde seu foco histórico em relatórios corporativos até agora também ser capaz de satisfazer usuários de autoatendimento e permitir implementações departamentais fáceis na AWS. Fora de sua base de clientes, no entanto, permanece quase desconhecido.

5 – Qlik Sense
O Qlik Sense oferece descoberta de dados controlada, análise ágil e BI. E usa um mecanismo associativo escalável na memória que também pode ser usado como um data mart. Ele também pode fornecer relatórios corporativos usando seu módulo opcional do servidor Qlik NPrinting.

Ao trabalhar com o Qlik Sense, você pode salvar um marcador na seleção atual na planilha atual. Então você pode combinar marcadores em histórias e adicionar texto e outras anotações para tornar a história auto-explicativa. Se você estiver usando uma história para uma apresentação ao vivo, pode pesquisar a origem de qualquer visualização para responder – e ilustrar – as perguntas que surgem. Depois de ter respondido à pergunta, você pode facilmente retornar à história.

Diferentes cores para os valores exibidos (selecionado, selecionável, não selecionável) ajudam a identificar dados relacionados e não relacionados. Também gosto da maneira como o Qlik define expressões, mas não tanto quanto eu gosto do Tableau. O Qlik Sense oferece um bom controle sobre a aparência das visualizações – melhor que o Microsoft Power BI, mas não tão bom quanto o Tableau. A empresa afirma que seu mecanismo associativo pode descobrir insights perdidos pelas ferramentas de BI baseadas em consulta. O Qlik DataMarket oferece acesso a dados externos com curadoria que você pode usar para aumentar e fazer referência cruzada a seus dados internos.

6 – Salesforce Einstein Analytics
O Salesforce Einstein Analytics oferece uma visão clara dos dados do Salesforce, ajudando a destacar métricas e tendências de desempenho críticas. A Einstein Analytics Platform permite que você crie visualizações, painéis e análises interativas personalizadas com a preparação de dados de autoatendimento integrado usando o Salesforce e (para obter mais dinheiro) dados que não são do Salesforce. Além disso, o Salesforce Einstein oferece aplicativos especializados para vendas, serviços, marketing B2B e descoberta assistida por IA.

7 – SAS Visual Analytics
A SAS, uma empresa mais conhecida por sua ciência de dados e produtos de análise estatística, oferece o SAS Visual Analytics, que fornece relatórios interativos, descoberta visual, análise de autoatendimento, escalabilidade e governança, usando um ambiente de memória. Inclui análise preditiva para avaliar possíveis resultados e tomar decisões baseadas em dados, o que, segundo a SAS, é bastante fácil para um analista de negócios.

O SAS Visual Analytics pode ser implantado on-premise, em datacenters SAS ou na nuvem pública. É forte na exploração visual interativa e nos painéis analíticos. Suporta tipos avançados de gráficos, bem como análises avançadas, e permite modelos R, Python, Java e Lua, bem como modelos SAS.

visualizacao

8 – Sisense
O Sisense é uma plataforma de análise e BI integrada, de ponta a ponta, construída em um banco de dados in-memory, que oferece exploração de dados visuais, painéis e recursos avançados de análise avançada. Pode ser implantado on-premise; em cloud pública, privada ou híbrida; e como um serviço gerenciado.

Um diferenciador reivindicado pela Sisense é  fazer uso pesado de memória na CPU (cache) para mover dados de 50 a 100 vezes mais rápido que na RAM. Embora a Sisense enfatize sua escalabilidade, seu tamanho médio de implantação é de 300 usuários, de acordo com o Gartner.

9 – Tableau
O Tableau é uma plataforma de análise como um serviço com forte descoberta de dados visuais. As plataformas de base são o Tableau Server (Windows ou Linux) e o Tableau Online (hospedado). Os usuários podem ser Criadores, Exploradores ou Visualizadores. Os criadores têm licenças para as versões Server ou Online, bem como para o Tableau Prep (preparação de dados) e o Tableau Desktop (Windows e macOS).

A descoberta visual no Tableau é poderosa e o Tableau definiu um padrão para sua implementação fácil de usar e controle preciso da exibição do gráfico. Você constrói uma visualização do Tableau clicando ou arrastando as dimensões (normalmente categorias ou características discretas) e medidas (valores numéricos) de interesse e escolhendo uma marca (o tipo de exibição, como barras, linhas e pontos), ou usando a seleção automática de marcas, ou usando o método “mostrar-me” para selecionar a visualização.

Para obter mais controle, você pode arrastar dimensões e medidas para características de marcas específicas ou “prateleiras”. Quando você entende o que está acontecendo em sua análise, é possível compartilhar painéis e histórias com outras pessoas. Isso é feito facilmente ao publicar no Tableau Server ou no Tableau Online, esteja você trabalhando no Tableau Desktop e precise fazer o upload, ou já fazendo sua análise online.

O Tableau também oferece dois aplicativos de área de trabalho gratuitos para Windows e macOS: Tableau Public e Tableau Reader. O Tableau Public pode abrir e criar análises que residem no seu perfil do Tableau Public. O Tableau Reader pode abrir e interagir com arquivos de visualização de dados criados no Tableau Desktop.

10 – ThoughtSpot
O Thoughtspot apresenta uma abordagem baseada em pesquisa para análise visual e a capacidade de integrar, preparar e pesquisar bilhões de linhas e terabytes de dados. O Thoughtspot afirma que pode responder em segundos a pesquisas de bilhões de linhas.

O Thoughtspot também é compatível com o SpotIQ, uma análise “orientada por IA”, que os usuários podem executar nos resultados da consulta para descobrir anomalias, linhas de tendência, clusters e outros recursos de dados usando algoritmos estatísticos e de Machine Learning. O SpotIQ gera narrativas de linguagem natural para qualquer insight que ele descubra. Se isso soa como o Google-ization do BI, isso não é um acidente: vários dos fundadores são ex-alunos do Google.

Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/05/10-ferramentas-de-bi-para-visualizacao-de-dados/

Como os Meetups podem Beneficiar os Times de Tecnologia

Reuniões informais geram troca de experiências, Networking e fomento da inovação

Houve um tempo em que eventos corporativos eram marcados pela monotonia. Mas esta concepção está sendo rapidamente deixada de lado nos últimos anos. A nova realidade apresenta convenções nas quais propostas e inovações são compartilhadas em ambientes muito mais agradáveis e dinâmicos.

Meetup é um conceito que designa reuniões informais e descontraídas com o propósito de discutir negócios de uma forma atrativa e sem padrões estabelecidos. É um espaço onde pessoas com interesses semelhantes se encontram para comer, beber e conversar, enquanto trocam conhecimento, compartilham boas práticas, fazem networking, discutem insights, apresentam produtos e expõem cases de sucesso.

O termo surgiu nos EUA, mais especificamente no Vale do Silício. Aos poucos, se espalhou rapidamente pelo mundo, por transformar convenções de setores em momentos muito mais divertidos e eficientes para seus participantes. Os encontros são oportunidades espontâneas para se reunir especialistas dispostos a discutir as tendências de mercado, independentemente da área.

Não há solenidades, cerimoniais, grandes falas unilaterais e tantas outras marcas de simpósios, convenções, colóquios e demais eventos corporativos. Nada é conduzido, o que gera relações profissionais muito mais sinceras e eficientes, marcadas pela espontaneidade.

O ambiente informal que o caracteriza torna esse tipo de evento cada vez mais popular e atrai constantemente novos participantes em busca de ampliar suas redes de contato e aprender um pouco mais sobre o setor no qual atuam.

Meetups e equipes de tecnologia

Embora a prática dos encontros informais possa englobar todos os tipos de segmentos, é o ramo de produção de tecnologia que mais vê benefícios no uso desta plataforma. Acredita-se que aproximadamente metade dos meetups realizados a nível global tenham caráter exclusivo de abordagem tecnológica.

Isso acontece pois tais eventos carregam uma série de fatores capazes de fomentar o espírito de inovação intrínseco ao desenvolvimento de novos componentes de high-tech. É cada vez mais comum ver gestores de médias e grandes empresas presentes nos encontros, em busca de novas ideias e formas de ampliação em seu repertório de atuação frente ao mercado.

No entanto, com o passar do tempo, esses administradores viram benefícios ainda maiores nesse tipo de prática. Os encontros informais tornaram-se uma oportunidade de capacitar também os seus próprios colaboradores da área de TI. Os encontros são estratégias de se obter upgrade de conhecimentos.

Por isso, muitos líderes ganharam o hábito de não só inscrever sua equipe de TI para participar de meetups, mas também propor grandes incentivos para que tais funcionários se dediquem ao máximo a esses encontros.

Para a concepção do profissional, a participação também é vista como altamente positiva, pois se trata de uma inusitada e, ao mesmo tempo, proveitosa oportunidade de crescimento na carreira. Sem falar que a curiosidade e a busca constante pela inovação faz parte da característica natural do profissional de TI. O resultado deste tipo de engajamento é uma equipe muito mais disposta a trabalhar e atualizada com as tendências de mercado.

A importância do networking no setor de TI

Um dos motivos de meetups serem dominados por pautas tecnológicas é a capacidade que possuem de aumentar consideravelmente a rede de contatos de seus frequentadores. Afinal, poucas áreas precisam tanto da capacitação e modernização diária na execução de processos e desenvolvimento de novas ideias quanto o setor de TI.

Ninguém se atualiza sozinho. Além de pesquisas, a tecnologia exige o contato diário com o próximo. É preciso conversar, ouvir experiências e descobrir novas realidades. Nestes eventos, é possível encontrar, de uma só vez, clientes, fornecedores, mentores, investidores, pesquisadores, concorrentes e várias outras fundamentais parcelas de público dispostas a contribuir com o sucesso de um negócio. A ausência de regras e formalidades transforma esta experiência em um atrativo ilimitado de novas práticas e atuações.

Entenda melhor outras vantagens geradas pela presença de gestores e de profissionais de TI em meetups:

1- Possibilidade de investir e atrair investidores

É comum que administradores de médias e grandes empresas tenham duas preocupações recorrentes ao realizar projetos de criação tecnológica. A primeira é a necessidade de atrair investimentos para colocar em prática ideias onerosas. A segunda hipótese é a disposição de investir em protótipos de grande potencial de lucro. Os dois casos podem ser resolvidos em um meetup, onde há, concomitantemente, grandes investidores e pessoas expondo seus trabalhos em busca de investimento.

2- Descoberta de potenciais sócios e parceiros

Por maior que seja o porte de uma empresa, é sempre possível montar parcerias no ramo tecnológico que sejam positivas para ambos os envolvidos. Meetups são oportunidades de encontrar pessoas com ideias parecidas de negócio. Co-fundadores, associados em projetos, profissionais especializados, visionários e vários outros perfis de pessoas capazes de agregar de alguma maneira com um negócio podem ser encontradas nesse tipo de reunião informal.

3- Aumento da visibilidade

De nada adianta elaborar um grande produto tecnológico, seja um software, aplicativo ou dispositivo, se ninguém vai conhecê-lo. Popularizar a imagem da criação exige uma apresentação inicial a um público selecionado. Ao representar uma empresa em um meetup, o produto desenvolvido e a marca representada encontram automaticamente um ótimo canal de visibilidade. O melhor de tudo é que esta exposição já é seletiva, pois se dá junto a um nicho de pessoas interessadas em se relacionar de alguma forma com o que está sendo oferecido.

4- Contato com novas tecnologias

No mundo altamente tecnológico como o atual, é impossível que alguém conheça todas as ferramentas disponíveis no mercado de TI. Tudo se modifica diariamente com o desenvolvimento de infinitos novos dispositivos e sistemas. Em um meetup, há uma infinidade de novas opções tecnológicas colocadas em pauta, que podem surpreender até mesmo os especialistas em inovação.

5- Troca de experiências

Em um mercado tão rico, sempre haverá alguém com mais conhecimentos e vivência determinados ramos. Por isso, participar de um encontro de pessoas com os mais plurais saberes gera um ganho de conhecimento mútuo entre os presentes, no qual cada um ensina e aprende um pouco sobre o que mais de interessante foi aplicado em suas próprias corporações.

6- Interação com novos clientes

Todos os produtos ou serviços possuem o objetivo de ser vendidos. Os meetups levam grandes quantidades de potenciais clientes a conhecer aqueles produtos específicos. O clima de informalidade do ambiente proporciona que a apresentação do produto se dê de uma forma muito mais natural do que uma eventual publicidade, por exemplo. Esse caráter de ausência de artificialidade no processo favorece a proximidade dos eventuais consumidores com a marca.

7- Aumento do feedback de usuários

Descobrir o que os clientes pensam do serviço ou mercadoria oferecida é essencial para corrigir falhas e promover o desenvolvimento de um produto. Meetups oferecem a oportunidade de clientes interagirem espontaneamente com as marcas, em avaliações sinceras de seus produtos. Este fato dá margens para que as críticas, sugestões e elogios sejam levados em conta no desenvolvimento de novas ideias no futuro.

Depois de ler este artigo, ficou mais fácil perceber os benefícios destes encontros informais tanto para você, gestor, quanto para a sua equipe de TI, não é mesmo? Você já tem frequentado eventos desta natureza? Não se esqueça de contar suas experiências e a dos seus colaboradores nos comentários.

 

Fonte: https://blog.algartelecom.com.br/gestao/como-os-meetups-podem-beneficiar-times-de-tecnologia/

 

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