Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

* por Antonio Loureiro, CEO da CQ1

Desde que criamos a CQ1 Lab, pudemos imergir ainda mais no “mar” de inovação que é possível trazer para a área de recursos humanos. Boas ideias e iniciativas não faltam.  As HRtechs têm trabalhado para solucionar os inúmeros problemas burocráticos do setor: alta rotatividade, profissionais insatisfeitos, reforma trabalhista, e-social entre outros.

No entanto, a concepção frenética de inovações encontra no mercado uma barreira de maturidade e cultura, que dificulta, ou até impede, a implementação dessas soluções dentro das corporações. Os projetos voltados para a área de recursos humanos têm um tempo maior de maturação e retorno financeiro, se comparado com outros mercados. Isso ocorre porque dependem de adaptações significativas nos clientes. Em muitos casos, a adoção de um novo sistema demanda mudanças culturais não só para o departamento de RH, como para toda a companhia.

Contudo, não há outro caminho possível: mais cedo ou mais tarde a mudança no mindset das empresas deverá acontecer.  Elas passarão a compreender a transformação digital como sinônimo de ganho de produtividade. A tecnologia e a qualidade dos planejamentos estratégicos na gestão de pessoas estarão cada vez mais correlacionadas dentro das companhias, apesar da atual resistência do setor e das restrições aos investimentos.

Big Data e IA

Consequentemente a utilização da análise de dados e da inteligência artificial na tomada de decisões para a gestão estratégica de pessoas deverá ser estabelecida com muito mais força em um futuro próximo, como já acontece fora do Brasil há pelo menos três anos. Além da implantação da tecnologia em si, que facilita processos burocráticos, os RH’s devem entender a importância de uma leitura estatística para uma gestão mais inteligente e com melhor direcionamento.

Neste novo cenário, os profissionais de recursos humanos e até mesmo os líderes das empresas deverão se abrir para atualizações tenológicas e relacionadas à interpretação dos dadosc. A partir de agora, esses novos elementos estarão ada vez mais presentes na vida desses profissionais e, utilizar a tecnologia como aliada será crucial para este processo de mudança.

 

Veja dicas para startup ser aprovada num processo de aceleração

Processo de aceleração é uma das formas de uma startup decolar e entrar no mercado. A startup não paga nada para participar do processo de aceleração.

Quais truques para uma startup ser escolhida por uma aceleradora? Participar de um processo de aceleração é uma das formas de uma startup decolar e entrar no mercado. Para isso tem que seguir algumas regras.

No mundo das startups existem os truques para acelerar melhor. E para cada necessidade, um instrutor, que são as aceleradoras. Mas nesse caso, não é só pedir dicas. Você precisa ser escolhido.

Então, se prepare para colocar o pé no acelerador. Primeira regra: não perca o prazo de inscrição. “Cada aceleradora tem um processo, algumas fazem uma chamada por ano. Esses editais são amplamente distribuídos no mercado. Então o empreendedor, aquele está interessado, vai ter acesso e vai conseguir se inscrever no prazo correto”, explica o consultor Flávio Pripas.

Um ponto importante é o empreendedor conhecer a aceleradora para a qual está se candidatando, cada uma tem um foco, uma delas é voltada para recursos humanos, então ela seleciona startups com soluções voltadas para a área.

As startups que têm se habilitado a participar. Buscam estar dentro de um ecossistema que fala a mesma língua.

O Márcio Santangelo foi um dos escolhidos num processo de seleção de uma aceleradora. Ele tem uma startup que desenvolve um programa de avaliação psicológica para RH. “Minha ideia é conseguir no meio desse poll de empreendedores que estarão aqui trazer novas soluções e talvez transformar o sistema que tenho hoje em app para facilitar área de avaliação, que é minha área”.

O PEGN acompanhou uma reunião de avaliação. “É um papo onde vamos entender quanto esses empreendedores estão aptos a dar continuidade aquele projeto, quanto eles conhecem do negócio, quais dificuldades que tiveram para chegar até aquele momento, que tipos de tecnologia já testaram, clientes em potencial. O que eles esperam da aceleradora”, diz o Ceo de uma aceleradora, Antonio Loureiro.

A startup do empresário Fernando de Paula Bueno fez a inscrição e foi uma das pré-selecionadas este ano pela aceleradora. A empresa dele desenvolve um programa que ajuda empresas a cadastrar informação de funcionários.

“Fiquei algumas noites sem dormir. É um caminho de o longo prazo, você está buscando algo pro futuro da sua empresa.”

O que faz uma startup ser escolhida é difícil dizer. Mas a gente dá uma dica para o empreendedor que precisa acelerar e não quer derrapar na pista.

“É importante é que qualquer ideia tenha cliente em potencial senão vai trabalhar muito e morrer na praia”, afirma Flávio.

A startup não paga nada para participar do processo de aceleração. Agora, se ela for escolhida e o negócio decolar, a aceleradora ganha uma porcentagem da empresa.

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