Inovação: como reinventar-se em 4 passos

innovation

A sociedade vive no período de 4ª revolução industrial onde o avanço tecnológico provoca constantes transformações no mercado. Ou seja, as pessoas que caminham em direção a inovação apresentam mais chances de alcançarem sucesso na carreira do que aquelas que permanecem estagnadas. Diante deste panorama, “reinvenção” torna-se a palavra de ordem. Afinal, o ato de acordar todos os dias disposto a adaptar-se as circunstâncias existentes é fundamental para conseguir lidar com as mudanças sem deixar de sobressair-se.

De acordo com José Roberto Marques, fundador do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), a reinvenção é uma ação extremamente associada a escolha de sair da zona de conforto. “Trata-se de desapegar de tudo aquilo que não agrega ao atual momento de vida e ir de encontro aos hábitos que realmente são capazes de fazer a diferença. Logo, é um grande desafio principalmente para quem costuma ter uma atitude passiva alinhada a uma dificuldade de tomar decisões importantes. Contudo, o bem-estar é sinônimo de ter uma mente aberta ao deparar-se com a sensação de insuficiência tanto no âmbito pessoal como profissional. Do contrário, as consequências negativas são inevitáveis”, afirma.

Pensando em auxiliar as pessoas que desejam enfrentar uma jornada de transformação, o especialista listou quatro dicas para reinventar-se. Veja abaixo:

1. Desenvolva resiliência

A atitude de começar do zero todos os dias exige resiliência, pois a reinvenção é um processo ininterrupto que dispensa desistências. Por sua vez, a habilidade é eficiente na recuperação do equilíbrio após situações de estresse – o que traz a motivação necessária para se manter com foco independente das condições externas ou internas. Neste caso, a atividade de desenvolvimento pessoal que atua na aquisição ou aprimoramento de conhecimentos é um ótimo meio de trabalhar a competência.

 

2. Permaneça no presente

Muitas pessoas cometem o equívoco de pensar que as mudanças pertencem ao futuro. Porém, a verdade é que são apenas um reflexo das decisões tomadas no presente. Então, o momento de agir é o agora sendo imprescindível estar atento aos acontecimentos ao redor a fim optar pelas melhores alternativas.

3. Mantenha-se otimista

A base da mudança encontra-se na mente. Por esta razão, é necessário desenvolver uma cultura voltada ao sucesso. Neste contexto, alimentar uma mentalidade otimista é um passo rumo ao aumento de autoconfiança e engajamento na jornada de transformação. Ao pensar positivo, as pessoas tendem a darem o melhor de si e consequentemente obtêm resultados gratificantes.

4. Inove

O ato de sair da zona de conforto anda de mãos dadas com a inovação, pois propicia o surgimento de insights valiosos na hora de se diferenciar no mercado. Neste contexto, o cérebro humano está condicionado a resolver um desafio pela saída segura. Logo, a primeira opção que aparece na mente é a que se tende sempre a utilizar.

Para alcançar um novo mindset, é necessário ampliar o repertório ao realizar tarefas que fujam do cotidiano como escutar a um estilo musical diferente, experimentar um prato novo no período do almoço, assistir a um filme que nunca havia considerado ver antes ou conversar com alguém de fora do ciclo de relacionamentos. No final das contas, os pontos fora da cura serão os responsáveis por ativar partes inativas do cérebro que irão provocar conexões inéditas.

Tendências de tecnologia para 2019: por que TI é uma das áreas com maior crescimento?

Tendências de tecnologia para 2019: por que TI é uma das áreas com maior crescimento??

Por que TI é uma das áreas com maior crescimento?

A área de tecnologia da informação deve ser a de maior sucesso em 2019. É o que mostra pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo o estudo, funções ligadas à TI estiveram entre as carreiras que mais cresceram entre 2007 e 2017. No último ano, em 2018, houve muita demanda de vagas, mas pouca oferta de profissionais qualificados na área. A tendência é que essa procura aumente ainda mais em 2019. Carreiras como analista de informações, desenvolvedor mobile, analista de compliance e de SEO são algumas profissões em ascensão.

Outro estudo, realizado pela Conquest One, mostrou que só a área de desenvolvimento foi responsável por 41% das vagas de TI preenchidas em 2014. A grande procura por esse tipo de profissional, mesmo em um período de crise econômica no país, acontece porque os avanços tecnológicos estão cada vez mais ditando o rumo das empresas. Um estudo do Gartner apontou que serão gastos US$ 3,8 trilhões apenas pelos departamentos de TI em 2019, um crescimento de 3,2% se comparado com 2018. Só a computação em nuvem deve contar com um crescimento de 22%.

Experiência do Cliente

O investimento na área pode ser responsável por uma melhoria na experiência do cliente. Segundo pesquisa da Peppers & Rogers Group, 81% das empresas com atendimento de excelência possuem melhor performance que seus concorrentes. Outro estudo, realizado pela NewVoice, mostra que 69% dos clientes recomendariam uma empresa em caso de experiência positiva. Uma última pesquisa, realizada pela Manhattan Associates, mostra que 77% dos consumidores desejam que as transações de compra desconectadas evoluam para uma experiência unificada.

Esses dados mostram a importância do investimento em tecnologia. Por isso, é importante ficar atento às tendências do mercado. Segundo o Gartner, as tendências para TI em 2019 são:

  1. Automatização;
  2. Análise de dados aumentada;
  3. Desenvolvimento orientado por inteligência artificial;
  4. Representação digital;
  5. Borda especializada;
  6. Experiências imersivas;
  7. Blockchain;
  8. Espaços inteligentes;
  9. Privacidade e ética digital;
  10. Computação quântica.

Já a Ericsson realizou a oitava edição do 10 Hot Consumer Trends, que mostra as tendências para 2019, segundo a empresa. Além do uso de inteligência artificial, gêmeos digitais e análise dados aumentada para compras, controle da saúde e da poluição, o estudo também apontou como tendências:

  1. Awareables;
  2. Discussões inteligentes;
  3. Aplicativos espiões;
  4. Acordos forçados;
  5. Internet of skills.

Recentemente, a DNK Infotelecom realizou um café da manhã de negócios. O tema do encontro foi “Perspectivas do Atendimento Omnichannel ao Cliente em 2019”. “O evento foi uma oportunidade de fazer networking com líderes da área. Aproveitamos também para apresentar nossas soluções para contact center. Desde o começo, em 2008, a DNK apresentou diversas inovações para o mercado e continuará a promover a transformação digital no Brasil”, disse o presidente da empresa, Ântimo Gentile.

7 novas regras de liderança em TI

7 novas regras de liderança em TI

Poucas coisas no mundo mudaram mais dramaticamente nos últimos 10 anos do que a tecnologia. Mas muitos líderes de tecnologia ainda estão se pautando por regras antigas e desatualizadas.

Já se foram os dias em que a TI dava ordens para que todos na empresa fossem obrigados a segui-la. E que o departamento de TI era estritamente um tomador de pedidos, simplesmente tentando atender às demandas dos executivos de negócios.

O crescente ritmo de mudança significa que as empresas não podem mais se dar ao luxo de levar meses (ou anos) para implementar projetos de TI grandes e caros; entrega contínua e constante é a nova lei. As organizações também não podem escolher entre inovação ou segurança – elas precisam de ambas. Isso coloca mais pressão sobre os CIOs para entregar novas iniciativas de maneira segura e compatível.

Hoje, os líderes de TI estão ajudando os usuários de negócios a escolher o melhor de um catálogo cada vez maior de ferramentas e serviços, enquanto orientam a organização por meio de sua transformação tecnológica. À medida que as empresas se tornam mais dependentes dos dados para impulsionar as decisões, os líderes de tecnologia têm mais poder e maior responsabilidade.

As regras antigas utilizadas pela TI deixam de ser relevantes. Aqui está o que as substituiu.

Regra antiga: a TI cria as regras (e tenta aplicá-las)
Nova regra: os usuários criam as regras (e a TI tenta mantê-las fora de problemas)
Estabelecendo políticas, aplicando padrões, certificando-se de que tudo com um LED esteja seguro e firme. Lembra dos velhos tempos?

Hoje os usuários fazem as regras. Seu trabalho é guiá-los gentilmente na direção certa, para garantir que eles não coloquem as operações e a empresa em risco.

“O papel do CIO mudou de executor para curador”, diz Jonathan Stone, CTO/COO da Kelser.

Cinco anos atrás, os líderes de tecnologia decidiram quais aplicativos o negócio usaria e quem teria acesso a eles. Agora eles estão constantemente avaliando como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios e orientando os usuários sobre as melhores soluções.

“Toda a equipe ainda precisa estar na mesma página, e o CIO ainda decide qual página é essa”, diz Stone. “Mas você não os vê mais tomando decisões abrangentes como: ‘Não fazemos nada baseado na nuvem'”.

Regra antiga: manter as luzes acesas
Nova regra: manter os dados fluindo
As velhas tarefas diárias de TI – administrar direitos de acesso, gerenciar a qualidade dos dados e gerar relatórios – são normalmente tratadas por equipes de negócios com pouca ou nenhuma supervisão de TI, diz Mark Settle, CIO da Okta. Hoje é tudo sobre dados.

“As principais responsabilidades da TI estão cada vez mais focadas na integração de dados em vários aplicativos, no gerenciamento de dados mestres em nível corporativo e na aplicação de salvaguardas de segurança cibernética”, diz Settle. “A TI torna as empresas mais competitivas, automatizando processos, democratizando dados e reduzindo a fricção em relação ao usuário”.

Hoje os usuários fazem as regras. Seu trabalho é guiá-los gentilmente na direção certa, para garantir que eles não coloquem as operações e a empresa em risco.

“O papel do CIO mudou de executor para curador”, diz Jonathan Stone, CTO/COO da Kelser.

Cinco anos atrás, os líderes de tecnologia decidiram quais aplicativos o negócio usaria e quem teria acesso a eles. Agora eles estão constantemente avaliando como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios e orientando os usuários sobre as melhores soluções.

“Toda a equipe ainda precisa estar na mesma página, e o CIO ainda decide qual página é essa”, diz Stone. “Mas você não os vê mais tomando decisões abrangentes como: ‘Não fazemos nada baseado na nuvem'”.

Regra antiga: manter as luzes acesas
Nova regra: manter os dados fluindo
As velhas tarefas diárias de TI – administrar direitos de acesso, gerenciar a qualidade dos dados e gerar relatórios – são normalmente tratadas por equipes de negócios com pouca ou nenhuma supervisão de TI, diz Mark Settle, CIO da Okta. Hoje é tudo sobre dados.

“As principais responsabilidades da TI estão cada vez mais focadas na integração de dados em vários aplicativos, no gerenciamento de dados mestres em nível corporativo e na aplicação de salvaguardas de segurança cibernética”, diz Settle. “A TI torna as empresas mais competitivas, automatizando processos, democratizando dados e reduzindo a fricção em relação ao usuário”.

Mais do que nunca, a TI deve equilibrar as necessidades de conformidade e segurança da organização com os desejos dos usuários finais. Em outras palavras, os CIOs modernos precisam ser tão bons em RH quanto na segurança da informação. É preciso proteger as aplicações, independente do dispositivo.

Regra antiga: escolha um parceiro, fique com ele por toda a vida
Nova regra: mantenha suas opções em aberto
Era uma vez CIOs que simplificavam seus portfólios, comprometendo-se com um grande fornecedor para implementar a maior parte da tecnologia em uso na empresa. Mas as falhas de entrega, as taxas onerosas de licenciamento, a inflexibilidade e o aprisionamento do fornecedor azedaram muitas dessas relações.

Hoje em dia as empresas podem fazer muito melhor  buscando parceiros tecnológicos mais ágeis que possam satisfazer suas necessidades sem renegociações prolongadas ou penalidades, diz Mike Meikle, CEO da secureHIM.

“É tudo sobre economia de custos e flexibilidade”, diz Meikle. “As empresas agora querem os melhores parceiros de vendas, cujos SLAs são mais flexíveis, permitindo que eles respondam com mais agilidade a um mercado que muda rapidamente.”

Ainda assim, flexibilidade e liberdade têm um custo.

“Mais fornecedores e soluções significam maior complexidade”, acrescenta. “E muitas empresas cometem o erro de pensar que o uso de fornecedores terceirizados ou SaaS permitirá que eles reduzam o número de funcionários, de modo que acabam perdendo conhecimento institucional valioso.”

O sucesso de fazer malabarismos com vários provedores de serviços também exige a instalação de um programa de gerenciamento de fornecedores para garantir que os SLAs sejam cumpridos e os contratos sejam mantidos.

“Ter um programa de governança maduro também será importante para manter as expectativas da diretoria de acordo com a realidade”, acrescenta.

Regra antiga: Se não está quebrado, não conserte
Nova regra: se não está quebrado, quebre
Uma década atrás, o trabalho da TI era manter a disponibilidade alta e os custos baixos, para minimizar interrupções e evitar violações. Hoje, CIO realmente significa Chief Innovation Officer. Mover-se rápido, quebrando as coisas é o novo mandato.

“Os CIOs agora são responsáveis ​​por inovações de produtos e serviços que aumentam as receitas, aumentam a fidelidade e eliminam a concorrência”, diz Bhanu Singh, vice-presidente de desenvolvimento de produtos e operações da OpsRamp. “Acima de tudo, eles devem incentivar a tomada de risco calculado, especialmente em torno da tecnologia e dos ecossistemas disruptivos, para manter os negócios e a organização um passo à frente dos concorrentes”.

Todas as empresas devem repensar seus processos continuamente, diz Lightman, da CMU. Grandes corporações avessas ao risco devem procurar a TI para avaliar os desafios da inovação e como gerenciá-los.

“Pode haver muita interrupção no mercado dizendo às empresas que elas precisam assumir mais riscos do que poderiam”, diz ele. “A liderança em TI pode ajudar, avaliando e compreendendo todos os riscos e como mitigá-los.”

Fonte: https://cio.com.br/7-novas-regras-de-lideranca-em-ti/

10 tendências de cibersegurança para 2019

10 tendências de cybersecurity para 2019

Uma cadeia é tão forte quanto seu elo mais fraco, e todos nós temos que nos apropriar dos riscos se quisermos proteger nossos dados e redes

O mundo corporativo foi abalado por uma série de violações de dados e ataques de ransomware em 2018. A Juniper Research estimou que a quantidade de dados roubados por criminosos cibernéticos poderia aumentar em até 175% nos próximos cinco anos. Acrescente a isso incertezas na economia global e 2019 parece ser um ano desafiador para profissionais de segurança cibernética.

1. Operacionalizando o GDPR
Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE (GDPR) exige que todas as empresas que operam na UE protejam a privacidade e os dados pessoais dos cidadãos da UE. As penalidades para o não cumprimento são altas e o GDPR tem uma visão ampla do que constitui os dados pessoais, tornando isso um dever potencialmente oneroso. Um relatório da Ovum sobre as leis de privacidade de dados, de julho de 2018, revela que dois terços das empresas consideram que terão que adaptar seus próprios procedimentos para se tornarem conformes com o GDPR, e mais da metade teme que possam ser multadas por não conformidade. Uma abordagem proativa à privacidade de dados também é benéfica para empresas que operam fora da Europa. Muitos países estão seguindo o exemplo do GDPR. Será que veremos a adoção de uma lei abrangente de privacidade federal nos EUA em 2019?

2. Gerenciando dispositivos gerenciados e não gerenciados
À medida que o número e a variedade de dispositivos móveis (gerenciados e não gerenciados) empregados pelos usuários continuam a crescer, as redes corporativas passam a ter maior dificuldade para mitigar os riscos envolvidos. A IoT vinculou vários dispositivos conectados, muitos dos quais com pouca ou nenhuma segurança integrada, a redes anteriormente seguras, resultando em um aumento exponencial de endpoints exploráveis. As empresas precisam lidar com essa tendência e afirmar algum controle sobre o uso de dispositivos não gerenciados e estabelecer protocolos claros para dispositivos gerenciados.

3. Fazendo um inventário completo
Uma pesquisa recente conduzida pelo Ponemon descobriu que mesmo que 97% dos profissionais de segurança concordassem que um ataque cibernético causado por um dispositivo inseguro poderia ser catastrófico para sua empresa, apenas 15% tinham um inventário dos dispositivos IoT conectados a seus sistemas e menos que metade tinha um protocolo de segurança que permitia desconectar dispositivos vistos como de alto risco. É imperativo que a empresa adote uma abordagem proativa a essa vulnerabilidade. Este ano, esperamos ver mais empresas seguirem as recomendações de melhores práticas do NIST para estabelecer um inventário em tempo real de todos os dispositivos conectados. Não só aqueles que utilizam uma conexão física, mas também através de WiFi e Bluetooth.

4. Ataques de spear phishing
Dados pessoais são uma moeda cada vez mais lucrativa para hackers. Os dados extraídos de ataques a sites de mídia social, como o Facebook, podem ser comprados na Dark Web e depois aproveitados para fornecer aos engenheiros sociais as informações necessárias para direcionar com êxito ataques a determinados indivíduos. Isso resulta em ataques cada vez mais sofisticados por grupos APT (advanced persistent threat). Se um e-mail de phishing vier de uma fonte confiável ou fizer referência a dados pessoais que você não esperaria que um spammer tivesse, se torna mais difícil detectar e evitar. A Kapersky sugere que o spear phishing será uma das maiores ameaças para empresas e indivíduos em 2019.

5. Ransomware e crypjacking
Ataques de ransomware estão em declínio, substituídos até certo ponto por cryptojacking (sequestrar um computador para minar criptomoedas). Esses ataques empregam táticas semelhantes ao resgate, mas exigem menos conhecimento técnico. Como o malware funciona em segundo plano, sem o conhecimento do usuário, é difícil estimar a verdadeira escala desse problema, mas todas as evidências sugerem que ele está aumentando.

Ataques como WannaCry , NotPetya também sugerem que, embora os ataques aleatórios de ransomware de baixo nível estejam diminuindo em número, os ataques direcionados sofisticados continuarão sendo um problema por algum tempo. Esperamos ver o crescimento contínuo do roubo de criptografia e de ransomware direcionado em 2019.

6. Direitos de acesso do usuário
O gerenciamento efetivo de privilégios de usuários é um dos pilares de um forte perfil de segurança. Conceder aos usuários direitos de acesso a dados desnecessários ou privilégios de sistema pode resultar em uso incorreto ou deliberado de dados e criar vulnerabilidades a ataques externos. Liderando o caminho na luta contra esse risco estão os sistemas de gerenciamento de identidades e acesso (IAM) , que fornecem aos administradores as ferramentas para monitorar e avaliar o acesso para garantir a conformidade com regulamentações governamentais e protocolos corporativos. Muitas das soluções nessa área ainda estão engatinhando, mas já estão comprovando o valor de seus negócios. Podemos esperar ver muito mais ingressando em suas fileiras no próximo ano.

7. Detecção e resposta de endpoint (EDR)
A detecção e resposta de endpoints é uma tecnologia emergente que fornece monitoramento contínuo de pontos de acesso e uma resposta direta a ameaças avançadas. As soluções da EDR se concentram principalmente na detecção de eventos no ponto de entrada, contendo o incidente para evitar infecção na rede, investigação de qualquer atividade suspeita e ação corretiva para restaurar a integridade do sistema. Plataformas tradicionais de proteção de terminais (EPP) são principalmente preventivas. O EDR aprimora a detecção de ameaças muito além dos recursos das soluções tradicionais de EPP e procura ativamente anomalias usando o monitoramento comportamental, ajudado por recurso de Inteligência Artificial. À medida que a natureza da ameaça cibernética se modifica e muda, esperamos ver uma nova onda de soluções de segurança combinando o EPP tradicional com tecnologias EDR emergentes.

8. Deep fake videos
Ver não é mais acreditar. Tecnologias automatizadas de Inteligência Artificial foram desenvolvidas para criar e detectar Deep fake videos. Os vídeos podem retratar uma celebridade ou político engajado em atividade ilegal ou pornográfica ou um chefe de Estado fazendo comentários inflamados. Mesmo quando as imagens foram mostradas como falsas, pode haver danos duradouros à reputação ou conseqüências irredimíveis severas. Isso não apenas destaca a importância da checagem de fatos, mas também existe uma tendência preocupante para essa tecnologia. Vídeos falsos profundos muitas vezes se tornam virais, tornando-os uma excelente ferramenta para espalhar malwares e lançar ataques de phishing. No próximo ano, todos nós precisamos estar atentos a essa tendência perniciosa.

9. Segurança na nuvem
A migração de soluções de serviços e computação para a nuvem trouxe muitos benefícios para a empresa. No entanto, também abriu novas áreas de risco. A lacuna de habilidades em segurança cibernética continua preocupantemente ampla, e uma nova geração de criminosos cibernéticos está investigando entusiasticamente serviços baseados em nuvem para explorar vulnerabilidades. Muitos na empresa permanecem sem saber até que ponto são responsáveis ​​por proteger os dados, e até mesmo o melhor sistema pode ser comprometido por uma violação no protocolo. Precisamos redefinir a segurança para a nuvem e ser proativos.

10. Conscientização do usuário
Em quase todas as áreas acima, a palavra final é sobre a conscientização do usuário. Uma cadeia é tão forte quanto seu elo mais fraco, e todos nós temos que nos apropriar dos riscos se quisermos proteger nossos dados e redes. Acima de tudo, esperamos que no próximo ano haja uma maior conscientização por parte de todos os usuários, combinada com uma educação mais abrangente sobre limitação e remediação de ameaças. Conhecimento é poder e está ao nosso alcance.

Fonte: https://cio.com.br/10-tendencias-de-ciberseguranca-para-2019/

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/

Como Criar um Mindset de Inovação para sua Empresa

Como Criar um Mindset de Inovação para sua Empresa

Inovar é o caminho natural das empresas. Quando falamos em negócios, empresas, processos e tudo o que envolve o dia a dia de uma companhia, acabamos nos voltando a este tema. Como melhorar processos internos? Inovação. Precisa de um novo software para encurtar ou automatizar trabalhos? Inovação. Quer ganhar mais ou reduzir custos? Inovação!

As áreas de conhecimento respiram inovação. Cientistas inovam para obter novas fórmulas, teorias e avanços. Banqueiros inovam para ter margens maiores de lucro. Arquitetos inovam em construções para encontrar materiais mais baratos e mais resistentes. Desenvolvedores e profissionais de TI inovam para fazer sistemas mais rápidos e que tornem a experiência de seus usuários cada vez mais imersiva.

Temos então esta situação. Todo mundo precisa inovar, no entanto, como as empresas novas e tradicionais fazem para que isso seja possível? Como estimular um ambiente inovador? Quais resultados esperar e de quais tipos de inovação?

Quebrar hierarquia
A hierarquia mata a inovação. Encare isso. A pessoa que está se propondo a isso não pode depender do julgamento de outras acima de seu nível hierárquico até que a ideia chegue a quem realmente a entenderá. As inovações incrementais mais bem-sucedidas e mais rápidas são aquelas que pesquisam o hábito do consumidor. É algo rápido, está na boca de todos os usuários que usam sua ferramenta e não pode esperar pela hierarquia.

As pessoas têm medo de levar suas ideias adiante por acharem que serão julgadas. Quando há muitas etapas a serem vencidas, a ideia morrerá sem chegar aos ouvidos de quem realmente importa.

Tenha muitos ouvidos
Vejo muitos clientes, com orgulho, dizer: criamos uma área de inovação – que já foi chamada de R&D (ou P&D – Pesquisa e Desenvolvimento) -, com orçamentos volumosos. Reconheço que a inovação precisa começar de alguma forma, mas restringir os ouvidos somente às vozes vindas do próprio time é perigoso.

Mas, lembre que empresas pequenas e com poucos funcionários não têm um departamento de inovação. No Nubank, por exemplo, há uma área que se chama “Fator Wow!”. Como o nome sugere, a responsabilidade do time é criar experiências que impressionem seus clientes.

Seu cenário é de empresa grande? Pense no Google. Com milhares de funcionários, 20% do tempo de cada funcionário é livre para que possam trabalhar em suas próprias ideias. O modelo de negócios da Google permite este tempo ocioso, pois sua fábrica de dinheiro está automatizada. Legal, vamos olhar agora para a Apple. Ela vende hardware, é uma fábrica e é uma das empresas mais inovadoras do mundo!

Estimule o intraempreendedorismo
O objetivo final é inovar, mas isso só vai acontecer quando as pessoas pensarem fora da caixa e, para isso, precisam se sentir à vontade e entender que têm liberdade para propor ideias e que elas não serão cortadas.

Não deixe o outro se desmotivar
Um projeto é analisado por diversas pessoas antes de ser colocado em prática ou não. Por este motivo, é essencial passar feedbacks ao idealizador, deixando claro o que achou da ideia e destacando os pontos positivos e negativos. Desta forma, a pessoa não ficará desmotivada e buscará se aperfeiçoar em uma nova ideia.

Uma dica: quem for avaliar uma proposta deve buscar com o idealizador o conceito principal, para juntos decidirem se é aplicável ou não à empresa.

inovacao

Comece
Não há cartilha! Só depende de você. Grandes empresas de consultoria irão propor modelos prontos, que custam milhões de dólares, sobre como “implementar a transformação digital”, por exemplo. Não vai funcionar. Sua cultura não deixará. A inovação é incremental. Não terá prazo e custo definidos.

Pense você mesmo como começar. Estabeleça planos, estude teorias de inovação e entenda como elas acontecem. Uma vez compreendido, você saberá por onde começar. Sugestão: estude lean, jornadas de design e metodologia ágil de desenvolvimento de software.

Fonte: http://cio.com.br/opiniao/2018/09/13/como-criar-um-mindset-de-inovacao-na-sua-empresa/

5 tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro

5 Tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro

O Gartner acaba de anunciar cinco tendências tecnológicas emergentes que poderão confundir as linhas entre humanos e máquinas. Exemplos como a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) desempenham papel fundamental ao permitir que empresas estejam sempre disponíveis e conectadas a ecossistemas de negócios para sobreviver em um futuro próximo.

“Os líderes de negócios e tecnologia continuarão a enfrentar rapidamente a aceleração da inovação tecnológica que impactará profundamente a maneira como eles se envolvem com sua força de trabalho, colaboram com seus parceiros e criam produtos e serviços para seus clientes”, disse Mike J. Walker, vice-presidente do Gartner.

Segundo ele, os CIOs e os líderes de tecnologia devem estar sempre examinando o mercado, avaliando e testando tecnologias emergentes para identificar novas oportunidades de negócios com alto potencial de impacto e relevância estratégica para seus negócios.

O relatório Hype Cycle for Emerging Technologies fornece uma perspectiva sobre as tecnologias e tendências que estrategistas de negócios, diretores de inovação, líderes de P&D, empreendedores, desenvolvedores do mercado global e equipes de tecnologia devem considerar no desenvolvimento de seus portfólios. Confira as cinco tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro

 

1. AI democratizada

As tecnologias de AI estarão virtualmente em todos os lugares nos próximos dez anos. Embora essas tecnologias permitam, hoje, que os primeiros usuários se adaptem a novas situações e resolvam problemas que não foram encontrados anteriormente, elas não disponíveis para as massas. Movimentos como a computação em nuvem e o código aberto acabarão levando AI para as mãos de todos.

Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: plataforma como serviço (PaaS), inteligência artificial, condução autônoma (níveis 4 e 5), robôs móveis autônomos, plataforma de conversação AI, redes neurais profundas, veículos autônomos voadores, robôs inteligentes e assistentes virtuais.

“As tecnologias que representam a AI democratizada povoam três das cinco seções do Ciclo Hype, e algumas delas, como redes neurais profundas e assistentes virtuais, alcançarão a adoção em massa nos próximos dois a cinco anos”, disse Walker. “Outras tecnologias emergentes dessa categoria, como robôs inteligentes ou AI PaaS, também estão se movendo rapidamente através do Ciclo Hype, aproximando-se do pico e, em breve, terão atravessado esse limite”.

 

2. Ecossistemas Digitalizados

As tecnologias emergentes exigem a revolução das bases de capacitação que fornecem o volume de dados necessários, poder de computação avançado e ecossistemas que possibilitam a onipresença. A mudança da infraestrutura técnica compartimentada para as plataformas que permitem o ecossistema está lançando as bases para modelos de negócios inteiramente novos que estão formando a ponte entre os seres humanos e a tecnologia.

Esta tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: blockchain, blockchain for Data Security, Digital Twin, Plataforma IoT e Knowledge Graphs.

“As tecnologias de ecossistemas digitalizados estão chegando rapidamente ao ciclo Hype”, disse Walker. “As plataformas Blockchain e IoT já ultrapassaram o pico, e acreditamos que elas atingirão a maturidade nos próximos cinco a 10 anos, com gêmeos digitais e gráficos de conhecimento.”

 

3. Biohacking

A humanidade começará sua era “transumana”: a biologia poderá ser hackeada, dependendo do estilo de vida, interesses e necessidades de saúde. O biohacking se divide em quatro categorias: aumento de tecnologia, nutrigenômica, biologia experimental e ginger biohacking. No entanto, restam dúvidas sobre até que ponto a sociedade está preparada para aceitar esses tipos de aplicativos e quais são os problemas éticos que eles criam.

Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: biochips, biotecnologia – tecido cultivado ou artificial, interface cérebro-computador, realidade aumentada, realidade mista e Tecidos Inteligentes.

 

4. Experiências Transparentemente Imersivas

A tecnologia continuará a se tornar mais centrada no ser humano, a ponto a aumentar a transparência entre pessoas, empresas e coisas. Essas tecnologias ampliam e permitem uma vida mais inteligente, trabalho e outros espaços que encontramos.

Esta tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: impressão 4D, casa conectada, AI, tecnologia do sistema de autorrecuperação, smart workspace e displays volumétricos.

 

5. Melhor infraestrutura

A infraestrutura não está mais no caminho de obter os objetivos de uma organização. O advento e a popularidade em massa da computação em nuvem e suas muitas variações possibilitaram um ambiente de computação de infraestrutura sempre disponível e ilimitado.

Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: 5G, nanotubo de carbono, redes neurais profundas, hardware neuromórfico e computação quântica.

Fonte: https://www.itforum365.com.br/tecnologia/5-tecnologias-emergentes-que-mudarao-o-mundo-no-futuro/

 

Multicloud: qual é a chave para o gerenciamento proativo de custos?

Multicloud: qual é a chave para o gerenciamento proativo de custos?

A marcação de recursos pode ser útil, mas dificilmente é uma maneira eficaz de controlar os custos da nuvem. Veja como melhorar

Como podemos manter o orçamento multicloud sob controle? Primeiro precisamos entender com o que estamos trabalhando. Quando os custos são acumulados por várias equipes, usando várias contas, envolvendo vários produtos em várias regiões geográficas, em várias plataformas de nuvem, obter uma ideia clara pode ser uma tarefa quase impossível. Por esse motivo, as equipes de infraestrutura e operações geralmente recorrem a soluções de gerenciamento de nuvem para obter melhor visibilidade dos custos.

Medidas proativas de controle de custos serão sempre mais eficazes no gerenciamento de orçamentos de nuvem. Infelizmente, existem poucas soluções que ajudarão as equipes a fazer isso agora. Eu diria que a melhor prática é definir políticas orçamentárias a nível do projeto e da equipe e aplicar essas políticas por meio de ferramentas automatizadas. Dessa forma, os aplicativos podem ser agrupados em projetos associados a orçamentos de equipe ou de unidades de negócio.

A TI e o Financeiro podem definir controles de custos para unidades de negócios. Unidade de negócio ou equipes individuais podem definir orçamentos para projetos. Essas políticas podem servir de proteção, garantindo que os aplicativos e projetos não excedam o orçamento esperado, ao mesmo tempo em que deem às equipes liberdade para serem produtivas por meio de métodos como o autoatendimento automático.

Com essas práticas implementadas, mesmo no lado reativo, as equipes de TI e finanças terão maior percepção de onde vêm os custos. Eles podem atribuir e reatribuir orçamentos com flexibilidade e podem se adaptar às mudanças sem perder o contexto. Além disso, você precisará usar um poderoso mecanismo de análise que possa analisar os aplicativos e as tendências de uso e fazer sugestões para as equipes melhorarem os custos antes da cobrançaPor exemplo, uma análise de custo pode recomendar o uso de instâncias reservadas, quando elas proporcionam economias significativas de custos e sugerem o dimensionamento correto da carga de trabalho, e sempre que as equipes puderem autorizar esse uso automaticamente ou aprovar manualmente.

Ao habilitar um sistema de controle de custos proativo e um mecanismo de análise de custos mais poderoso e contextual, você pode tornar o descontrole dos custos multicloud  algo do passado.

Rapidez, agilidade, flexibilidade  e eficiência de custos – esse é o santo graal e o futuro multicloud.

 

Leia mais: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/16/multicloud-qual-e-a-chave-para-o-gerenciamento-proativo-de-custos/

 

Tech Trends 2018: Tendências de Tecnologia

TECH TRENDS 2018: TENDÊNCIAS DE TECNOLOGIA

Realidade digital, tecnologia cognitiva e blockchain estão entre as grandes tendências elencadas no Tech Trends 2018


O tema deste ano, “The Symphonic Enterprise”, envolve uma atuação conjunta de estratégia, tecnologia e operações por todas as áreas das organizações.
Novos desafios surgirão na área de gestão – especialmente na adequação dos papéis da força de trabalho das empresas. É o que avalia o sócio da área de Tecnologia, Estratégia e Arquitetura da Deloitte Brasil, Fábio Pereira. Segundo ele, será preciso atuar na redistribuição de atividades entre pessoas e máquinas. Mais do que isso, pensar num modelo híbrido em que a tecnologia potencializa e complementa o desempenho humano. Junto à nova classe de trabalho virão os novos núcleos, ultrapassando fronteiras organizacionais tradicionais. Para tanto, serão examinadas as principais funções das áreas de finanças e da cadeia de suprimentos. Afinal, elas terão de ser repensadas diante da convergência digital e da ruptura dos limites operacionais tradicionais.


Some-se ainda a realidade digital, que se apresenta como próxima fase da realidade aumentada e da revolução da realidade virtual. Por meio dela, as empresas devem se concentrar menos em novos dispositivos e mais em desenvolver estratégias e experiências impactantes. Conforme essa tendência avança, os líderes de TI passam a atuar nos desafios de integração de base. Também na implantação da tecnologia em nuvem, na conectividade e no acesso. Além desses destaques principais, o Tech Trends também aborda tecnologias exponenciais que poderão se manifestar nos próximos cinco anos. Inteligência Artificial Geral e criptografia quântica estão entre as tendências de longo prazo.


Nova classe de trabalho


O aumento da automação, o uso da inteligência artificial e das tecnologias cognitivas afetará diretamente os empregos. As empresas do futuro devem reforçar a gestão de talentos voltada ao novo perfil de força de trabalho híbrida. Ele envolve pessoas e máquinas – atuando simultaneamente na recapacitação desses “trabalhadores aprimorados”. E, ainda, na adoção de processos inovadores de gestão de recursos humanos para o gerenciamento dos “trabalhadores virtuais”.


Blockchain para blockchains


blockchain está se movendo rapidamente da fase de experimentação para cenários críticos e reais do negócio. Experiências que envolvem o uso avançado e a maior adoção dessa tecnologia impulsionam a necessidade de coordenar, integrar e orquestrar várias iniciativas de blockchain dentro de uma grande organização, potencialmente estruturadas em múltiplas cadeias e envolvendo a empresa como um todo.


Baixe o relatório completo: https://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/br/Documents/technology/TechTrends-2018_FINAL.pdf


Fonte: http://www.itmanagement.com.br/2018/tech-trends-rumos-da-tecnologia/

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Hoje, velocidade, capacidade e adaptabilidade são tão ou mais importantes que custo e qualidade

Graças à verdadeira “guerra de manobra” que tomou de assalto as empresas modernas, possibilitando aos executivos se beneficiar dos desafios que têm de enfrentar, em vez de se deixar abater por eles, o gerenciamento de projetos tornou-se a disciplina mais importante nas corporações. E com uma nova abordagem, na qual custo e qualidade deixaram de ser prioridades. Flexibilidade e velocidade ganharam peso maior.

Para melhorar qualquer função comercial, incluindo gerenciamento de projeto, você tem que saber o que “melhorar” significa. Um bom caminho para isso é classificar seis parâmetros em ordem de importância: custo fixo, custo incremental, tempo de ciclo, rendimento, qualidade (ausência de defeitos), e excelência (neste contexto, a flexibilidade e adaptabilidade).

Tradicionalmente, os chamados projetos de TI enfatizam custo incremental, custo fixo, e qualidade. Em outras palavras, manter baixos o custo por unidade de trabalho, a sobrecarga de gerenciamento de projetos, e a quantidade de bugs. Tempo de ciclo, rendimento, e excelência eram deixados à própria sorte – pelo menos até agora.

Ciclo OODA: A guerra de manobra dos negócios
Para os não iniciados, o ciclo OODA significa “observar, orientar, decidir, agir”. Em loop, porque depois de agir, é hora de observar novamente, para ver se você obteve os resultados esperados e/ou precisa fazer correções.

Na maioria das competições, o competidor com o loop mais rápido OODA ganha, porque é mais veloz e assertivo na tomada de decisões.

Assim, para acelerar o seu ciclo OODA, você tem que terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.

Seguinte: em nosso ciclo OODA, “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto.

A implicação: além de terminar os projetos individuais de forma rápida, a TI tem que aumentar sua capacidade total para os projetos. Em outras palavras, precisa ter maior rendimento.

Dado que o grande objetivo dos projetos de empresa é aumentar a flexibilidade do negócio e adaptabilidade, junta-se a excelência do tempo de ciclo e taxa de transferência como terceiro parâmetro a ser otimizado no gerenciamento de projetos.

OODA

Portanto, é possível concluir que quando se trata de gerenciar projetos que objetivam manter o negócio competitivo, os critérios para definição de “bom” passaram a ser velocidade, capacidade e flexibilidade.

Pergunta: seus gerentes de projeto compreendem quão radicalmente suas prioridades mudaram?

Eu diria que a maioria ainda não percebeu como o gerenciamento de projeto tem que mudar para se adaptar às suas novas prioridades.

 

Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/28/esqueca-tudo-o-que-voce-achava-que-sabia-sobre-gerenciamento-de-projetos/