Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/

Como Criar um Mindset de Inovação para sua Empresa

Como Criar um Mindset de Inovação para sua Empresa

Inovar é o caminho natural das empresas. Quando falamos em negócios, empresas, processos e tudo o que envolve o dia a dia de uma companhia, acabamos nos voltando a este tema. Como melhorar processos internos? Inovação. Precisa de um novo software para encurtar ou automatizar trabalhos? Inovação. Quer ganhar mais ou reduzir custos? Inovação!

As áreas de conhecimento respiram inovação. Cientistas inovam para obter novas fórmulas, teorias e avanços. Banqueiros inovam para ter margens maiores de lucro. Arquitetos inovam em construções para encontrar materiais mais baratos e mais resistentes. Desenvolvedores e profissionais de TI inovam para fazer sistemas mais rápidos e que tornem a experiência de seus usuários cada vez mais imersiva.

Temos então esta situação. Todo mundo precisa inovar, no entanto, como as empresas novas e tradicionais fazem para que isso seja possível? Como estimular um ambiente inovador? Quais resultados esperar e de quais tipos de inovação?

Quebrar hierarquia A hierarquia mata a inovação. Encare isso. A pessoa que está se propondo a isso não pode depender do julgamento de outras acima de seu nível hierárquico até que a ideia chegue a quem realmente a entenderá. As inovações incrementais mais bem-sucedidas e mais rápidas são aquelas que pesquisam o hábito do consumidor. É algo rápido, está na boca de todos os usuários que usam sua ferramenta e não pode esperar pela hierarquia.

As pessoas têm medo de levar suas ideias adiante por acharem que serão julgadas. Quando há muitas etapas a serem vencidas, a ideia morrerá sem chegar aos ouvidos de quem realmente importa.

Tenha muitos ouvidos Vejo muitos clientes, com orgulho, dizer: criamos uma área de inovação – que já foi chamada de R&D (ou P&D – Pesquisa e Desenvolvimento) -, com orçamentos volumosos. Reconheço que a inovação precisa começar de alguma forma, mas restringir os ouvidos somente às vozes vindas do próprio time é perigoso.

Mas, lembre que empresas pequenas e com poucos funcionários não têm um departamento de inovação. No Nubank, por exemplo, há uma área que se chama “Fator Wow!”. Como o nome sugere, a responsabilidade do time é criar experiências que impressionem seus clientes.

Seu cenário é de empresa grande? Pense no Google. Com milhares de funcionários, 20% do tempo de cada funcionário é livre para que possam trabalhar em suas próprias ideias. O modelo de negócios da Google permite este tempo ocioso, pois sua fábrica de dinheiro está automatizada. Legal, vamos olhar agora para a Apple. Ela vende hardware, é uma fábrica e é uma das empresas mais inovadoras do mundo!

Estimule o intraempreendedorismo O objetivo final é inovar, mas isso só vai acontecer quando as pessoas pensarem fora da caixa e, para isso, precisam se sentir à vontade e entender que têm liberdade para propor ideias e que elas não serão cortadas.

Não deixe o outro se desmotivar Um projeto é analisado por diversas pessoas antes de ser colocado em prática ou não. Por este motivo, é essencial passar feedbacks ao idealizador, deixando claro o que achou da ideia e destacando os pontos positivos e negativos. Desta forma, a pessoa não ficará desmotivada e buscará se aperfeiçoar em uma nova ideia.

Uma dica: quem for avaliar uma proposta deve buscar com o idealizador o conceito principal, para juntos decidirem se é aplicável ou não à empresa.

inovacao

Comece Não há cartilha! Só depende de você. Grandes empresas de consultoria irão propor modelos prontos, que custam milhões de dólares, sobre como “implementar a transformação digital”, por exemplo. Não vai funcionar. Sua cultura não deixará. A inovação é incremental. Não terá prazo e custo definidos.

Pense você mesmo como começar. Estabeleça planos, estude teorias de inovação e entenda como elas acontecem. Uma vez compreendido, você saberá por onde começar. Sugestão: estude lean, jornadas de design e metodologia ágil de desenvolvimento de software.

Fonte: http://cio.com.br/opiniao/2018/09/13/como-criar-um-mindset-de-inovacao-na-sua-empresa/

5 tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro

5 Tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro
O Gartner acaba de anunciar cinco tendências tecnológicas emergentes que poderão confundir as linhas entre humanos e máquinas. Exemplos como a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) desempenham papel fundamental ao permitir que empresas estejam sempre disponíveis e conectadas a ecossistemas de negócios para sobreviver em um futuro próximo.

“Os líderes de negócios e tecnologia continuarão a enfrentar rapidamente a aceleração da inovação tecnológica que impactará profundamente a maneira como eles se envolvem com sua força de trabalho, colaboram com seus parceiros e criam produtos e serviços para seus clientes”, disse Mike J. Walker, vice-presidente do Gartner.

Segundo ele, os CIOs e os líderes de tecnologia devem estar sempre examinando o mercado, avaliando e testando tecnologias emergentes para identificar novas oportunidades de negócios com alto potencial de impacto e relevância estratégica para seus negócios.

O relatório Hype Cycle for Emerging Technologies fornece uma perspectiva sobre as tecnologias e tendências que estrategistas de negócios, diretores de inovação, líderes de P&D, empreendedores, desenvolvedores do mercado global e equipes de tecnologia devem considerar no desenvolvimento de seus portfólios. Confira as cinco tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro  

1. AI democratizada

As tecnologias de AI estarão virtualmente em todos os lugares nos próximos dez anos. Embora essas tecnologias permitam, hoje, que os primeiros usuários se adaptem a novas situações e resolvam problemas que não foram encontrados anteriormente, elas não disponíveis para as massas. Movimentos como a computação em nuvem e o código aberto acabarão levando AI para as mãos de todos. Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: plataforma como serviço (PaaS), inteligência artificial, condução autônoma (níveis 4 e 5), robôs móveis autônomos, plataforma de conversação AI, redes neurais profundas, veículos autônomos voadores, robôs inteligentes e assistentes virtuais. “As tecnologias que representam a AI democratizada povoam três das cinco seções do Ciclo Hype, e algumas delas, como redes neurais profundas e assistentes virtuais, alcançarão a adoção em massa nos próximos dois a cinco anos”, disse Walker. “Outras tecnologias emergentes dessa categoria, como robôs inteligentes ou AI PaaS, também estão se movendo rapidamente através do Ciclo Hype, aproximando-se do pico e, em breve, terão atravessado esse limite”.  

2. Ecossistemas Digitalizados

As tecnologias emergentes exigem a revolução das bases de capacitação que fornecem o volume de dados necessários, poder de computação avançado e ecossistemas que possibilitam a onipresença. A mudança da infraestrutura técnica compartimentada para as plataformas que permitem o ecossistema está lançando as bases para modelos de negócios inteiramente novos que estão formando a ponte entre os seres humanos e a tecnologia. Esta tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: blockchain, blockchain for Data Security, Digital Twin, Plataforma IoT e Knowledge Graphs. “As tecnologias de ecossistemas digitalizados estão chegando rapidamente ao ciclo Hype”, disse Walker. “As plataformas Blockchain e IoT já ultrapassaram o pico, e acreditamos que elas atingirão a maturidade nos próximos cinco a 10 anos, com gêmeos digitais e gráficos de conhecimento.”  

3. Biohacking

A humanidade começará sua era “transumana”: a biologia poderá ser hackeada, dependendo do estilo de vida, interesses e necessidades de saúde. O biohacking se divide em quatro categorias: aumento de tecnologia, nutrigenômica, biologia experimental e ginger biohacking. No entanto, restam dúvidas sobre até que ponto a sociedade está preparada para aceitar esses tipos de aplicativos e quais são os problemas éticos que eles criam. Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: biochips, biotecnologia – tecido cultivado ou artificial, interface cérebro-computador, realidade aumentada, realidade mista e Tecidos Inteligentes.  

4. Experiências Transparentemente Imersivas

A tecnologia continuará a se tornar mais centrada no ser humano, a ponto a aumentar a transparência entre pessoas, empresas e coisas. Essas tecnologias ampliam e permitem uma vida mais inteligente, trabalho e outros espaços que encontramos. Esta tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: impressão 4D, casa conectada, AI, tecnologia do sistema de autorrecuperação, smart workspace e displays volumétricos.  

5. Melhor infraestrutura

A infraestrutura não está mais no caminho de obter os objetivos de uma organização. O advento e a popularidade em massa da computação em nuvem e suas muitas variações possibilitaram um ambiente de computação de infraestrutura sempre disponível e ilimitado. Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: 5G, nanotubo de carbono, redes neurais profundas, hardware neuromórfico e computação quântica. Fonte: https://www.itforum365.com.br/tecnologia/5-tecnologias-emergentes-que-mudarao-o-mundo-no-futuro/  

Multicloud: qual é a chave para o gerenciamento proativo de custos?

Multicloud: qual é a chave para o gerenciamento proativo de custos?

A marcação de recursos pode ser útil, mas dificilmente é uma maneira eficaz de controlar os custos da nuvem. Veja como melhorar

Como podemos manter o orçamento multicloud sob controle? Primeiro precisamos entender com o que estamos trabalhando. Quando os custos são acumulados por várias equipes, usando várias contas, envolvendo vários produtos em várias regiões geográficas, em várias plataformas de nuvem, obter uma ideia clara pode ser uma tarefa quase impossível. Por esse motivo, as equipes de infraestrutura e operações geralmente recorrem a soluções de gerenciamento de nuvem para obter melhor visibilidade dos custos.

Medidas proativas de controle de custos serão sempre mais eficazes no gerenciamento de orçamentos de nuvem. Infelizmente, existem poucas soluções que ajudarão as equipes a fazer isso agora. Eu diria que a melhor prática é definir políticas orçamentárias a nível do projeto e da equipe e aplicar essas políticas por meio de ferramentas automatizadas. Dessa forma, os aplicativos podem ser agrupados em projetos associados a orçamentos de equipe ou de unidades de negócio.

A TI e o Financeiro podem definir controles de custos para unidades de negócios. Unidade de negócio ou equipes individuais podem definir orçamentos para projetos. Essas políticas podem servir de proteção, garantindo que os aplicativos e projetos não excedam o orçamento esperado, ao mesmo tempo em que deem às equipes liberdade para serem produtivas por meio de métodos como o autoatendimento automático.

Com essas práticas implementadas, mesmo no lado reativo, as equipes de TI e finanças terão maior percepção de onde vêm os custos. Eles podem atribuir e reatribuir orçamentos com flexibilidade e podem se adaptar às mudanças sem perder o contexto. Além disso, você precisará usar um poderoso mecanismo de análise que possa analisar os aplicativos e as tendências de uso e fazer sugestões para as equipes melhorarem os custos antes da cobrançaPor exemplo, uma análise de custo pode recomendar o uso de instâncias reservadas, quando elas proporcionam economias significativas de custos e sugerem o dimensionamento correto da carga de trabalho, e sempre que as equipes puderem autorizar esse uso automaticamente ou aprovar manualmente.

Ao habilitar um sistema de controle de custos proativo e um mecanismo de análise de custos mais poderoso e contextual, você pode tornar o descontrole dos custos multicloud  algo do passado.

Rapidez, agilidade, flexibilidade  e eficiência de custos – esse é o santo graal e o futuro multicloud.

 

Leia mais: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/16/multicloud-qual-e-a-chave-para-o-gerenciamento-proativo-de-custos/  

Tech Trends 2018: Tendências de Tecnologia

TECH TRENDS 2018: TENDÊNCIAS DE TECNOLOGIA

Realidade digital, tecnologia cognitiva e blockchain estão entre as grandes tendências elencadas no Tech Trends 2018

O tema deste ano, “The Symphonic Enterprise”, envolve uma atuação conjunta de estratégia, tecnologia e operações por todas as áreas das organizações. Novos desafios surgirão na área de gestão – especialmente na adequação dos papéis da força de trabalho das empresas. É o que avalia o sócio da área de Tecnologia, Estratégia e Arquitetura da Deloitte Brasil, Fábio Pereira. Segundo ele, será preciso atuar na redistribuição de atividades entre pessoas e máquinas. Mais do que isso, pensar num modelo híbrido em que a tecnologia potencializa e complementa o desempenho humano. Junto à nova classe de trabalho virão os novos núcleos, ultrapassando fronteiras organizacionais tradicionais. Para tanto, serão examinadas as principais funções das áreas de finanças e da cadeia de suprimentos. Afinal, elas terão de ser repensadas diante da convergência digital e da ruptura dos limites operacionais tradicionais.

Some-se ainda a realidade digital, que se apresenta como próxima fase da realidade aumentada e da revolução da realidade virtual. Por meio dela, as empresas devem se concentrar menos em novos dispositivos e mais em desenvolver estratégias e experiências impactantes. Conforme essa tendência avança, os líderes de TI passam a atuar nos desafios de integração de base. Também na implantação da tecnologia em nuvem, na conectividade e no acesso. Além desses destaques principais, o Tech Trends também aborda tecnologias exponenciais que poderão se manifestar nos próximos cinco anos. Inteligência Artificial Geral e criptografia quântica estão entre as tendências de longo prazo.

Nova classe de trabalho

O aumento da automação, o uso da inteligência artificial e das tecnologias cognitivas afetará diretamente os empregos. As empresas do futuro devem reforçar a gestão de talentos voltada ao novo perfil de força de trabalho híbrida. Ele envolve pessoas e máquinas – atuando simultaneamente na recapacitação desses “trabalhadores aprimorados”. E, ainda, na adoção de processos inovadores de gestão de recursos humanos para o gerenciamento dos “trabalhadores virtuais”.

Blockchain para blockchains

blockchain está se movendo rapidamente da fase de experimentação para cenários críticos e reais do negócio. Experiências que envolvem o uso avançado e a maior adoção dessa tecnologia impulsionam a necessidade de coordenar, integrar e orquestrar várias iniciativas de blockchain dentro de uma grande organização, potencialmente estruturadas em múltiplas cadeias e envolvendo a empresa como um todo.

Baixe o relatório completo: https://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/br/Documents/technology/TechTrends-2018_FINAL.pdf

Fonte: http://www.itmanagement.com.br/2018/tech-trends-rumos-da-tecnologia/

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Hoje, velocidade, capacidade e adaptabilidade são tão ou mais importantes que custo e qualidade

Graças à verdadeira “guerra de manobra” que tomou de assalto as empresas modernas, possibilitando aos executivos se beneficiar dos desafios que têm de enfrentar, em vez de se deixar abater por eles, o gerenciamento de projetos tornou-se a disciplina mais importante nas corporações. E com uma nova abordagem, na qual custo e qualidade deixaram de ser prioridades. Flexibilidade e velocidade ganharam peso maior. Para melhorar qualquer função comercial, incluindo gerenciamento de projeto, você tem que saber o que “melhorar” significa. Um bom caminho para isso é classificar seis parâmetros em ordem de importância: custo fixo, custo incremental, tempo de ciclo, rendimento, qualidade (ausência de defeitos), e excelência (neste contexto, a flexibilidade e adaptabilidade). Tradicionalmente, os chamados projetos de TI enfatizam custo incremental, custo fixo, e qualidade. Em outras palavras, manter baixos o custo por unidade de trabalho, a sobrecarga de gerenciamento de projetos, e a quantidade de bugs. Tempo de ciclo, rendimento, e excelência eram deixados à própria sorte – pelo menos até agora. Ciclo OODA: A guerra de manobra dos negócios Para os não iniciados, o ciclo OODA significa “observar, orientar, decidir, agir”. Em loop, porque depois de agir, é hora de observar novamente, para ver se você obteve os resultados esperados e/ou precisa fazer correções. Na maioria das competições, o competidor com o loop mais rápido OODA ganha, porque é mais veloz e assertivo na tomada de decisões. Assim, para acelerar o seu ciclo OODA, você tem que terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos. Seguinte: em nosso ciclo OODA, “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto. A implicação: além de terminar os projetos individuais de forma rápida, a TI tem que aumentar sua capacidade total para os projetos. Em outras palavras, precisa ter maior rendimento. Dado que o grande objetivo dos projetos de empresa é aumentar a flexibilidade do negócio e adaptabilidade, junta-se a excelência do tempo de ciclo e taxa de transferência como terceiro parâmetro a ser otimizado no gerenciamento de projetos. OODA Portanto, é possível concluir que quando se trata de gerenciar projetos que objetivam manter o negócio competitivo, os critérios para definição de “bom” passaram a ser velocidade, capacidade e flexibilidade. Pergunta: seus gerentes de projeto compreendem quão radicalmente suas prioridades mudaram? Eu diria que a maioria ainda não percebeu como o gerenciamento de projeto tem que mudar para se adaptar às suas novas prioridades.   Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/28/esqueca-tudo-o-que-voce-achava-que-sabia-sobre-gerenciamento-de-projetos/  

10 desafios enfrentados por líderes digitais

Estudo aponta que quase metade dos executivos que acreditam se encaixar nessa categoria estão focados em impulsionar o crescimento da receita

Líderes digitais são definidos como organizações que se consideram “muito eficazes” ou “extremamente eficazez” no uso de tecnologias digitais para avançar suas estratégias de negócios. Com base nesse perfil, a 20ª edição do estudo Harvey Nash/KPMG CIO Survey identificou que quase 45% dos líderes digitais estão focados em “impulsionar o crescimento da receita”. Eles também apostam mais no desenvolvimento de produtos inovadores. Fazer um sucesso digital é complexo: quase oito em dez CIOs consideram sua estratégia digital como moderadamente eficaz ou pior. E as estratégias digitais são ainda em sua infância, com a maioria dos investimentos focados em o “front end”, em vez de atividades operacionais mais profundas. Ter um CDO, seja em um papel dedicado ou atuando, ajuda as organizações a terem duas vezes mais chances de ter uma estratégia digital em toda a empresa (se tiverem uma), e uma cultura de inovação  – quatro em dez dos CIOs entrevistados acreditam que sua estratégia digital falharia sem isso. O estudo  ouviu quase 4 mil líderes de TI em 84 países para entender, entre outros pontos, como os CIOs estão se adaptando às mudanças impostas pelo digital. Confira na lista abaixo os dez desafios elencados por aqueles que se consideram líderes digitais. Saiba mais: Como se transformar em um líder digital, segundo o Gartner  1. Desenvolver inovações em produtos e serviços 2. Entregar de forma consistente e estável TI, em linha com a performance dos negócios 3. Impulsionar a experiência do usuário 4. Aprimorar a eficiência operacional 5. Aprimorar processos de negócios 6. Reduzir custos 7. Aprimorar a cibersegurança 8. Entregar business intelligence/analytics 9. Aprimorar a eficiência por meio da automação 10. Impulsionar o crescimento da receita Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/23/10-desafios-enfrentados-por-lideres-digitais/

Colaboração: o caminho para um trabalho digital mais eficiente

Colaboração: Um Trabalho Digital Mais eficiente

Ferramentas de colaboração são fundamentais para que as organizações aumentem a eficiência da troca e do tratamento de dados

As ferramentas de colaboração promoveram uma rápida evolução no tratamento e armazenamento da grande quantidade de dados – ou o big data – inserida diariamente no ambiente digital. São muitas as soluções que permitem a interação entre usuários nos espaços de trabalho persistentes. Consequentemente, as organizações vivem uma transformação cultural e são pressionadas por respostas mais eficientes e maior agilidade na tomada de decisões.
A consolidação da colaboração entre equipes no ambiente digital – que transitam, inserem e organizam dados – ocorre no ambiente de nuvem. Isso significa que os usuários podem interagir de diferentes maneiras: seja com a troca de mensagens, documentos, a criação de whiteboards, anotações ou vídeos. E todas essas informações ficam centralizadas em um só espaço.
Uma das preocupações em relação ao tratamento virtual de tanta informação é justamente a segurança. Espera-se que ninguém de fora consiga invadir o ambiente para interceptar e roubar informação, e, por outro lado, que os usuários internos sejam capazes de manipular dados confidenciais de maneira responsável e segura.
Por isso, a criptografia inteligente de ponta a ponta, controles de acesso específicos, de acordo com o perfil do usuário, e políticas de compliance, como por exemplo a Prevenção de Perda de Dados (Data Loss Prevention, ou DLP) são fundamentais. Isso também se aplica ao tráfego, ao armazenamento, à gestão e, por fim, à entrega dos dados até o dispositivo ou cliente final. Ou seja, a ideia é garantir que quando um usuário se comunique com o outro e compartilhe, por exemplo, um arquivo, esse processo esteja criptografado de ponta a ponta.
Todas essas mudanças promovem uma transformação cultural nas organizações. As respostas se tornam rápidas e as decisões das equipes de trabalho – muitas vezes multidisciplinares -, mais ágeis. Além disso, processos desnecessários são evitados, como a troca de centenas de e-mails sem a garantia de que serão lidos por todos os destinatários, evitando a perda de continuidade nas comunicações.
A incorporação dessas ferramentas melhora a comunicação interna das empresas, mas para que haja um aumento ainda maior de eficiência, é importante integrá-las aos processos de negócios. Por exemplo, que a “aplicação x” se comunique com a “aplicação z”, e que esta esteja programada para gerar uma ação a cada nova entrada na “aplicação x”. Nos universos da manufatura ou do varejo , por exemplo, essa integração pode ser muito útil para aumentar a produtividade do negócio.
Essas ferramentas também ganharam espaço em ambientes de atenção ao cliente de entidades de saúde e até órgãos governamentais, para citar alguns exemplos. Fora do Brasil, alguns hospitais já fazem consultas e acompanhamento dos pacientes remotamente, graças a sistemas de videoconferência. Além disso, ministérios de alguns países já permitem que cidadãos registrem queixas sem a necessidade da presença de um funcionário, mas com soluções que integram uma câmara de vídeo, um sistema que capta as informações e uma impressora que emite o protocolo de atendimento.  
Os chatbots, por sua vez, substituíram funcionários em atendimentos telefônicos. Graças à integração da tecnologia a sistemas de inteligência artificial, há uma redução de burocracias custosas e aumento da satisfação do cliente – tanto interno quanto externo
Há um ambiente tecnológico escondido, porém, essencial para suportar o processamento de tantos dados gerados no universo de colaboração, big data, Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT), entre outros. A rede de baixa potência, ou LPWAN, que é muito mais viável economicamente, por exemplo. Além disso, a otimização do armazenamento na nuvem com a utilização do edge computing, rede de dispositivos de borda, que melhora o desempenho dos aplicativos, reduz a latência e os custos pela utilização de uma internet com menor banda larga.
É preciso prestar atenção a tudo isso para pegar a direção correta na estrada rumo à automatização dos processos e à cada vez mais eficiente estratégia de dados.
Fonte: http://computerworld.com.br/2018/7/19/colaboracao-o-caminho-para-um-trabalho-digital-mais-eficiente  

Como obter real valor do Big Data na nuvem?

Como obter real valor do Big Data na nuvem?

A computação em nuvem tornou o Big Data acessível, mas muitas empresas ainda não sabem o que fazer com os dados disponíveis. Recomendo um bom planejamento de dados, por diversos motivos

De acordo com mais recente relatório da IDC, “as receitas mundiais para Big Data e Business Analytics crescerão de quase US$ 122 bilhões em 2015 para mais de US$ 187 bilhões em 2019, um aumento de mais de 50% no período de cinco anos”. Qualquer pessoa, em qualquer empresa, sabe que Big Data é um grande negócio. Se você conseguir gerenciar e analisar grandes quantidades de dados – estou falando de petabytes – terá acesso a todos os tipos de informações que ajudarão a administrar melhor os negócios. Certo? Infelizmente, para a maioria das empresas, não. Aqui estão alguns fatos concretos: a computação em nuvem tornou o Big Data acessível. Antes, você teria que construir um novo datacenter para abrigar a consolidação de dados. Agora, você pode consolidar dados na nuvem a preços bem em conta. Mas uma coisa é ter dados estruturados e não estruturados em um local central. Outra coisa é fazer bom uso desses dados por razões táticas e estratégicas. Com muita frequência, as empresas reúnem os dados, mas não sabem o que fazer com eles. Eles não têm uma compreensão sistêmica das oportunidades de negócios e dos valores que poderiam ser obtidos com o aproveitamento desses dados. O que muitas vezes falta é um planejamento de dados. Recomendo que todos os empreendimentos tenham um planejamento de dados completo antes que os dados sejam consolidados na nuvem. Isso significa ter um conjunto claro e detalhado de casos de uso para os dados (incluindo propósito e valor), bem como uma lista de ferramentas e tecnologias (como Machine Learning e Analytics) que serão usadas para extrair valor comercial dos dados. O planejamento de dados precisa ser feito antes da consolidação por vários motivos: – Saber quais dados serão aproveitados para fins analíticos. Acho que alguns dados consolidados não são necessários. Então, você acaba pagando pelo armazenamento do banco de dados sem nenhuma finalidade comercial sólida, além de prejudicar o desempenho da análise, pois os dados desnecessários também precisam ser processados. – Entender o significado dos dados, incluindo seus metadados. Isso garante que você esteja analisando os dados corretos para os casos de uso especificados.  – Considerar um plano de desempenho. Se você classificar petabytes de dados, gastará muito tempo e dinheiro na nuvem. Como otimizar?   – Ter uma lista de ferramentas de análise de dados. Embora muitas empresas comprem as ferramentas mais populares, você pode descobrir que sua jornada de Big Data leva você a uma tecnologia menos popular que se encaixa melhor. Certifique-se de explorar o mercado antes de decidir sobre o seu conjunto de ferramentas. Um pouco de planejamento vai levá-lo longe. Seu negócio vale esse investimento. Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/14/como-obter-real-valor-do-big-data-na-nuvem/

10 ferramentas de BI para visualização de dados

10 ferramentas de BI para visualização de dados

A análise visual é o núcleo da inteligência de negócios. Aqui estão as ferramentas que você precisa ver através dos dados

Há um norte dourado no mar de dados em que as empresas estão nadando. Ser capaz de pescar a inteligência de negócios de que você precisa – quando precisa – é a chave para dirigir seu navio. Nesta apresentação de slides, discutiremos 10 ferramentas de BI que apresentam visualização e análise de dados. Algumas dessas ferramentas começaram como ferramentas de relatórios corporativos e se expandiram para BI self service. Outros começaram como ferramentas de visualização de dados de autoatendimento e podem ou não ter adicionado relatórios avançados. Algumas ferramentas podem ler grandes conjuntos de dados no local, a partir de um data lake ou do Hadoop; outros devem importar todos os dados. As implementações podem ser apenas em nuvem ou permitir a instalação no local. 1 – Birst Birst se apresenta como um Enterprise BI com uma rápida descoberta de dados. A arquitetura Birst conecta toda a organização por meio de uma rede de instâncias de BI virtualizadas interligadas, além de uma estrutura analítica comum compartilhada. O Birst tem uma arquitetura multi-tenant. Ele pode ser implantado na nuvem pública, na AWS ou on-premise como um appliance virtual. De acordo com a Gartner, três quartos dos clientes de referência da Birst disseram que era o único padrão corporativo para análise e BI, e  98% dos clientes de referência da Birst esperam continuar usando o produto. Ambas são expressões impressionantes de validação dos usuários. Por outro lado, o Gartner relata que uma grande parte dos clientes de referência da Birst está usando o produto principalmente para painéis e relatórios com parâmetros, com apenas pequenas partes usando o produto para tarefas analíticas mais sofisticadas. O produto suporta modelos de dados complexos. 2 – Domo O Domo combina uma grande variedade de conectores de dados, um sistema ETL, um armazenamento de dados unificado, uma seleção de visualizações, mídias sociais integradas e relatórios em uma ferramenta de BI online. Destina-se diretamente a executivos seniores e usuários de linha de negócios que precisam de um painel intuitivo voltado para os negócios. O Domo afirma ser mais do que uma ferramenta de BI porque sua ferramenta de mídia social pode levar a “insights úteis”. Mas, na prática, todas as ferramentas de BI levam a ações que beneficiam o negócio ou acabam sendo jogadas no lixo. O Domo é, no entanto, um sistema de BI muito bom e capaz. Destaca-se dos outros oferecendo suporte para muitas fontes de dados  muitos tipos de gráficos. O recurso integrado de mídia social é  bom, apesar do hype. No entanto, o Domo é mais difícil de aprender e usar do que o Tableau, o Qlik Sense e o Power BI, e por US$ 2 mil por usuário por ano é muitas vezes mais caro que outras ferramentas. 3 – Microsoft Power BI O Microsoft Power BI é um conjunto de ferramentas de análise de negócios executadas principalmente no Azure e que se conectam a centenas de fontes de dados, simplificam a preparação de dados e conduzem análises ad-hoc. É também uma das soluções de BI de mais baixo custo do mercado, com um preço de US$ 9,99 por usuário/mês, para o Power BI Pro, uma ferramenta gratuita de análise do Windows e aplicativos gratuitos para visualizações móveis. O Power BI Premium, um servidor virtual com preço de US$ 4.995 por mês, dependendo da capacidade, não exige licenças de usuário nomeadas e inclui o Power BI Report Server, que pode ser executado no local. O Power BI tem uma alta pontuação na facilidade de uso, mas de acordo com a Gartner, as pontuações de seus clientes de referência o colocam no quartil inferior para a amplitude de uso. A maioria dos clientes de referência da Microsoft (59%) usa principalmente relatórios e painéis parametrizados do Power BI, em vez de usá-lo para tarefas mais complexas. A proporção média de usuários comerciais que criam seu próprio conteúdo com o Microsoft Power BI é de 20%, o que é muito baixo. 4 – MicroStrategy A MicroStrategy combina a descoberta e análise visual de dados de autoatendimento com análises e relatórios corporativos adequados para sistemas de registro em larga escala. Ele oferece uma única plataforma integrada com muitas opções de licença diferentes para funções de consumidor de dados e usuário avançado. Os clientes estão disponíveis para web, desktop e dispositivos móveis. Os servidores estão disponíveis para relatórios, inteligência, análises na memória, transações, distribuição, colaboração, serviços geoespaciais, emblemas e telemetria. Os drivers estão disponíveis para bancos de dados relacionais, OLAP e Hadoop. A MicroStrategy fez uma longa jornada desde seu foco histórico em relatórios corporativos até agora também ser capaz de satisfazer usuários de autoatendimento e permitir implementações departamentais fáceis na AWS. Fora de sua base de clientes, no entanto, permanece quase desconhecido. 5 – Qlik Sense O Qlik Sense oferece descoberta de dados controlada, análise ágil e BI. E usa um mecanismo associativo escalável na memória que também pode ser usado como um data mart. Ele também pode fornecer relatórios corporativos usando seu módulo opcional do servidor Qlik NPrinting. Ao trabalhar com o Qlik Sense, você pode salvar um marcador na seleção atual na planilha atual. Então você pode combinar marcadores em histórias e adicionar texto e outras anotações para tornar a história auto-explicativa. Se você estiver usando uma história para uma apresentação ao vivo, pode pesquisar a origem de qualquer visualização para responder – e ilustrar – as perguntas que surgem. Depois de ter respondido à pergunta, você pode facilmente retornar à história. Diferentes cores para os valores exibidos (selecionado, selecionável, não selecionável) ajudam a identificar dados relacionados e não relacionados. Também gosto da maneira como o Qlik define expressões, mas não tanto quanto eu gosto do Tableau. O Qlik Sense oferece um bom controle sobre a aparência das visualizações – melhor que o Microsoft Power BI, mas não tão bom quanto o Tableau. A empresa afirma que seu mecanismo associativo pode descobrir insights perdidos pelas ferramentas de BI baseadas em consulta. O Qlik DataMarket oferece acesso a dados externos com curadoria que você pode usar para aumentar e fazer referência cruzada a seus dados internos. 6 – Salesforce Einstein Analytics O Salesforce Einstein Analytics oferece uma visão clara dos dados do Salesforce, ajudando a destacar métricas e tendências de desempenho críticas. A Einstein Analytics Platform permite que você crie visualizações, painéis e análises interativas personalizadas com a preparação de dados de autoatendimento integrado usando o Salesforce e (para obter mais dinheiro) dados que não são do Salesforce. Além disso, o Salesforce Einstein oferece aplicativos especializados para vendas, serviços, marketing B2B e descoberta assistida por IA. 7 – SAS Visual Analytics A SAS, uma empresa mais conhecida por sua ciência de dados e produtos de análise estatística, oferece o SAS Visual Analytics, que fornece relatórios interativos, descoberta visual, análise de autoatendimento, escalabilidade e governança, usando um ambiente de memória. Inclui análise preditiva para avaliar possíveis resultados e tomar decisões baseadas em dados, o que, segundo a SAS, é bastante fácil para um analista de negócios. O SAS Visual Analytics pode ser implantado on-premise, em datacenters SAS ou na nuvem pública. É forte na exploração visual interativa e nos painéis analíticos. Suporta tipos avançados de gráficos, bem como análises avançadas, e permite modelos R, Python, Java e Lua, bem como modelos SAS.

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8 – Sisense O Sisense é uma plataforma de análise e BI integrada, de ponta a ponta, construída em um banco de dados in-memory, que oferece exploração de dados visuais, painéis e recursos avançados de análise avançada. Pode ser implantado on-premise; em cloud pública, privada ou híbrida; e como um serviço gerenciado. Um diferenciador reivindicado pela Sisense é  fazer uso pesado de memória na CPU (cache) para mover dados de 50 a 100 vezes mais rápido que na RAM. Embora a Sisense enfatize sua escalabilidade, seu tamanho médio de implantação é de 300 usuários, de acordo com o Gartner. 9 – Tableau O Tableau é uma plataforma de análise como um serviço com forte descoberta de dados visuais. As plataformas de base são o Tableau Server (Windows ou Linux) e o Tableau Online (hospedado). Os usuários podem ser Criadores, Exploradores ou Visualizadores. Os criadores têm licenças para as versões Server ou Online, bem como para o Tableau Prep (preparação de dados) e o Tableau Desktop (Windows e macOS). A descoberta visual no Tableau é poderosa e o Tableau definiu um padrão para sua implementação fácil de usar e controle preciso da exibição do gráfico. Você constrói uma visualização do Tableau clicando ou arrastando as dimensões (normalmente categorias ou características discretas) e medidas (valores numéricos) de interesse e escolhendo uma marca (o tipo de exibição, como barras, linhas e pontos), ou usando a seleção automática de marcas, ou usando o método “mostrar-me” para selecionar a visualização. Para obter mais controle, você pode arrastar dimensões e medidas para características de marcas específicas ou “prateleiras”. Quando você entende o que está acontecendo em sua análise, é possível compartilhar painéis e histórias com outras pessoas. Isso é feito facilmente ao publicar no Tableau Server ou no Tableau Online, esteja você trabalhando no Tableau Desktop e precise fazer o upload, ou já fazendo sua análise online. O Tableau também oferece dois aplicativos de área de trabalho gratuitos para Windows e macOS: Tableau Public e Tableau Reader. O Tableau Public pode abrir e criar análises que residem no seu perfil do Tableau Public. O Tableau Reader pode abrir e interagir com arquivos de visualização de dados criados no Tableau Desktop. 10 – ThoughtSpot O Thoughtspot apresenta uma abordagem baseada em pesquisa para análise visual e a capacidade de integrar, preparar e pesquisar bilhões de linhas e terabytes de dados. O Thoughtspot afirma que pode responder em segundos a pesquisas de bilhões de linhas. O Thoughtspot também é compatível com o SpotIQ, uma análise “orientada por IA”, que os usuários podem executar nos resultados da consulta para descobrir anomalias, linhas de tendência, clusters e outros recursos de dados usando algoritmos estatísticos e de Machine Learning. O SpotIQ gera narrativas de linguagem natural para qualquer insight que ele descubra. Se isso soa como o Google-ization do BI, isso não é um acidente: vários dos fundadores são ex-alunos do Google. Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2018/07/05/10-ferramentas-de-bi-para-visualizacao-de-dados/