Trabalho Flexível: como ele traz equilíbrio pessoal e profissional ao especialista em TI

Trabalho Flexível

Equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Quem é que não sonha com este estilo de vida e busca por um trabalho flexível que proporcione isto?

A geração dos Millennials é a que mais valoriza as empresas que oferecem a flexibilidade no trabalho, uma modalidade de prestação de serviços que permite que os profissionais definam o horário e o local para cumprir as suas jornadas de trabalho diárias. 

Em relatório divulgado no início de 2019, a empresa International Workplace Group (IWG) entrevistou 15 mil profissionais de 80 países, incluindo o Brasil, sobre trabalho flexível:  83% dos entrevistados consideram a flexibilidade na hora de escolher uma proposta de trabalho.  Outro dado interessante é relativo às empresas: 75% adotam esse modelo de gestão para atrair os jovens profissionais.

Para os profissionais de TI pode ser muito interessante prestar serviços e adotar o trabalho flexível como modo de gestão profissional.  Continue lendo e saiba mais sobre o assunto.

Trabalho Flexível: o que é?

O conceito de trabalho flexível pode ser muito amplo. Segundo a pesquisa IWG citada anteriormente, para 53% dos entrevistados o termo significa ter a capacidade de escolher o local onde trabalhar (pelo menos em alguns dias), para 27% é poder organizar a sua carga horária e, para 21% significa ser capaz de controlar a própria jornada.

A flexibilidade no trabalho pode ser exercida dentro ou fora da empresa.  A relação de trabalho pode ser CLT ou PJ, sendo o último muito adotado hoje em dia.

No caso de o colaborador cumprir a sua jornada na empresa, ela pode ser feita de três maneiras:

  • Fixo variável: a empresa oferece diversos turnos de trabalho e o colaborador escolhe um deles;
  • Variável: nessa opção, o colaborador decide o seu horário de entrada e saída, e deve cumpri-lo diariamente;
  • Livre:  o colaborador escolhe livremente o horário que irá trabalhar, mas precisa cumprir a carga horária determinada pela organização.

Existe, ainda, a modalidade home office, que, como o próprio nome diz, é “o escritório em casa”. O profissional, seja ele funcionário contratado ou freelancer, realiza as suas funções da própria casa.  No entanto, em alguns casos, pode ser que a jornada exija algumas horas no escritório da empresa.

Os benefícios do trabalho flexível para os profissionais de TI

Os profissionais que aderem ao trabalho flexível são beneficiados com muitas vantagens. Você sabe quais sãos?  Confira agora cinco delas. 

1.      Menor tempo de deslocamento, redução de custos com combustível e manutenção do carro

Em algumas cidades, trajetos de mais de uma hora são comuns, seja por transporte público ou carro. Trabalhar em casa, por exemplo, permite que o colaborador inicie as suas tarefas pontualmente. Além da economia de tempo, há a redução dos gastos gerais com o carro.

2.      Possibilidade de deslocar-se em horários fora do horário de pico

Sair de casa, ou voltar do trabalho, fora dos horários de pico chega a reduzir o tempo de deslocamento em até 50%.  Isso significa mais tempo para resolver assuntos pessoais e menos possibilidade de chegar atrasado na empresa.

3.      Mais flexibilidade para atender as necessidades pessoais e familiares

Se você tem um horário flexível, pode passar mais tempo com a família, levar os filhos para a escola, praticar esporte, passear e estudar. Enfim, viver melhor e relaxar muito mais.

4.      Maior controle pessoal sobre o cronograma e o ambiente de trabalho

A autonomia em definir quando e onde trabalhar é um dos principais benefícios do trabalho flexível. Isso é bom para o colaborador, que pode equilibrar o profissional com o pessoal e bom para empresa, que pode contar com um parceiro mais engajado.

5.      Menos estresse

Rotina e obrigação de cumprir horários estão entre as maiores fontes de estresse. Por outro lado, a flexibilidade permite que você trabalhe quando se sente mais produtivo e que dê pequenas pausas entre uma tarefa e outra, melhorando o desempenho no trabalho.

turnover

Como ser produtivo no Home Office

Se você ainda não tem um trabalho home office, provavelmente conhece alguém que tenha. Mesmo com a popularização desse formato, principalmente na área de TI, você precisa estar pronto para realizar o trabalho remoto.

É normal se sentir meio perdido no começo, mas para que o home office na área de TI não se torne um pesadelo listamos quatro dicas simples, mas poderosas, que vão te ajudar a tirar o máximo proveito da vida de trabalho flexível.  Veja:

Estabeleça uma rotina

No começo, trabalhar em casa é libertador e pode parecer que a melhor coisa é não ter uma rotina. Mas não se engane.  É preciso definir um horário de trabalho.

Assim, escolha aqueles que você é mais produtivo e se sinta mais confortável. Pode ser corrido ou em blocos, não importa.  O que vale é cumprir as suas tarefas diárias e estar disponível.

Use e abuse da tecnologia

Existem vários aplicativos que podem te auxiliar no gerenciamento de suas tarefas.  O Timely, por exemplo, permite o planejamento de uma semana de trabalho, além de definir os prazos e tempo gastos com cada tarefa.  Outra plataforma similar é o Toggl.  Por meio de um gráfico, o aplicativo mostra as horas gastas com cada tarefa, inclusive destacando aquelas que tomam mais tempo do profissional.

Tem ainda o Trello, que é um gerenciador de projetos gratuito. Com ele, você pode organizar suas tarefas e gerenciar atividades de grupos maiores, quando estiver trabalhando em equipe.

Defina seu espaço de trabalho

É importante separar um local específico para o trabalho, que seja bem arejado, iluminado e longe de distrações. Não se esqueça de uma cadeira ergonômica e confortável, além de um bom computador e todos os materiais necessários para desempenhar sua função. Conforto e organização são essenciais para a produtividade.

Comunique-se

A comunicação com a equipe de trabalho é tudo. No caso do home office, ela se dá por três vias: e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas (como o WhatsApp ou Slack) e por videoconferências (Skype ou Zoom).  Planeje e agende as suas reuniões antecipadamente, com dia e horário bem definido.

Trabalho Flexível: Como a Conquest One pode ajudar em tempos de crise.

Recentemente, no Brasil e ao redor do mundo, vivenciamos alguns acontecimentos que impediram que profissionais de todas as áreas trabalhassem normalmente em seus escritórios. O caso mais recente é a pandemia do Corona Vírus (Covid-19).

Nela, muitas empresas tiveram que adotar o trabalho flexível em home-office para simplesmente não pararem a produção.

Felizmente, a Conquest One conta com ferramentas capazes de auxiliar em períodos como esse, trazendo os benefícios que citamos anteriormente nesse artigo. Um exemplo é Sense One, recheado de vantagens para empresas e profissionais da área de TI

O aplicativo conta com o Ponto Eletrônico Digital. Esse é um recurso que permite o registro de pontos dos funcionários de maneira eletrônica não importando de onde eles estejam trabalhando.

O App sense One é integrado ao sistema GX1, o que torna a comunicação simultânea entre essas duas ferramentas. Essa comunicação apresenta automaticamente os horários apontados no Ponto Eletrônico Digiyal.

Também há o envio de alertas pelo App Sense One diariamente, funcionando como um lembrete do colaborador para que ele não se esqueça de apontar o seu horário de entrada e de saída no aplicativo. Cada apontamento é acompanhado pela emissão de comprovante para o controle.

Caso seja necessário, o colaborador também pode consultar todos os seus apontamentos realizados nos dias anteriores, incluindo um filtro detalhado dos apontamentos realizados durante o período do mês vigente.
Ficou interessado no assunto? Saiba que a Conquest One pode ajudá-lo. Entre em contato agora.


 

Aumenta o número de mulheres na TI

mulheres na ti

A discussão sobre a posição de mulheres na TI vem, a cada ano, ganhando contornos mais amplos. O tema é essencial, pois toca em uma ferida antiga do setor.

Na área de tecnologia, por muito tempo, a diversidade foi um tema secundário. Assim, muitas mulheres enfrentaram situações ímpares para conseguirem se encaixar em posições de destaque, mesmo com bons currículos. Agora, no entanto, o cenário é outro.

Segundo estudo da McKinsey&Company “Women in the Workplace 2019”, nos últimos 5 anos, cresceu em 24% a representação de mulheres em posições C-Level no setor da TI.

O dado é promissor e bastante esclarecedor quanto ao movimento pela diversidade que vem crescendo desde o meio da última década. Entretanto, de acordo com o mesmo estudo, há muito o que melhorar.

Neste artigo, vamos explorar um pouco mais sobre esses números, projetando um possível futuro para a relação da área de tecnologia com a diversidade em seus postos de trabalho.

Quer aprender mais? Então continue a leitura!

O que dizem os dados sobre a presença de mulheres na TI?

De acordo com dados do YouthPark, um programa da Microsoft, apenas 25% dos funcionários de TI no Brasil são mulheres. Além disso, só 18% dos graduados em Ciência da Computação são mulheres.

No entanto, o estudo da McKinsey já mostra que a mudança está acontecendo — ela só precisa ser encarada como prioridade pelas empresas.

Afinal, não se trata apenas da inserção de mulheres em cargos gerenciais das empresas. Falamos de representação em todos os níveis produtivos.

De acordo com a pesquisa da McKinsey, o verdadeiro problema não é em promover mulheres de cargos gerenciais para posições de liderança sênior. O principal obstáculo é, justamente, na etapa anterior: a promoção para gerente.

De cada 100 homens contratados e promovidos à gerência, apenas 72 mulheres têm a oportunidade de seguir o mesmo caminho. É esse afunilamento que limita a constante renovação das posições gerenciais e C-Level no diz respeito às mulheres.

Como há menos delas para contratar para essas posições, mais homens acabam ocupando esses espaços. O movimento cria um efeito dominó prejudicial ao fluxo de talentos das empresas, limitando o espaço de desenvolvimento das mulheres na TI.

Como resolver esse impasse?

A cultura organizacional é chave. Não falamos necessariamente de favorecer uns em detrimentos de outros, mas criar um ambiente de crescimento e oportunidades iguais.

Segundo a McKinsey, funcionários costumam se preocupar muito com o nível de oportunidade e justiça no ambiente de trabalho. Porém, essa preocupação não se detém no nível individual. Eles buscam cenários que favoreçam ao crescimento e promoção de todos.

Mas, afinal, por que a diversidade é tão importante?

De acordo com o estudo, uma força de trabalho diversificada tende a tornar a cultura de trabalho mais inclusiva. Dessa forma, com todos os grupos representados, a tendência é que os funcionários sintam-se mais felizes.

Assim, a produtividade e eficiência aumentam, elevando o padrão de qualidade em suas entregas.

5 passos para promover a inserção de mulheres na TI

Ainda está confuso sobre como promover as condições para essa mudança em sua empresa de tecnologia? Nós indicamos alguns passos essenciais. Confira!

1.     Estabeleça uma meta para que mais mulheres ocupem posições gerenciais de primeiro nível

A dica é simples, mas pode ter um efeito enorme na sua empresa. Ao tornar essa meta pública, sua empresa garante o comprometimento do maior número de pessoas possível.

Assim, todo quadro de funcionários entenderá que o desenvolvimento do negócio virá através de uma cultura mais diversa, especialmente nas posições C-Level.

2.     Exija que mais mulheres estejam nas listas de contratação ou promoção

Para ocupar posições de destaque na empresa, é comum que o board da companhia analise uma série de nomes. A proposta aqui é exigir que sempre haja mais de uma candidata mulher na lista.

Assim, as chances de uma delas ser escolhida aumentarão bastante.

3.     Forneça aos avaliadores um treinamento para evitar o viés inconsciente nas contratações

Enquanto o preconceito é encarado de forma consciente, o viés é visto como uma ferramenta inconsciente, capaz de manipular decisões. E isso pode afetar em julgamentos de funcionários que envolvam questões de gênero e cor.

Portanto, é importante investir nesse tipo de solução e tornar toda avaliação mais igualitária e transparente.

4.     Estabeleça critérios de avaliação objetivos

Os critérios definidos devem levar em conta mérito e conquistas pessoais, excluindo questões que possam envolver gênero ou qualquer outro ponto de identificação pessoal.

Os mesmos critérios devem ser usados para avaliar funcionários no mesmo nível, sem que o viés inconsciente ou o preconceito dite as decisões.

5.     Coloque mais mulheres na fila de escolha para assumir posições gerenciais

Ao aumentar o número de mulheres nas filas para as promoções, você estimula um ambiente de igualdade. Com isso, o fator competitivo é reforçado e você conta com um time propenso a entregar melhores resultados.

Além disso, uma cultura organizacional diversificada e igualitária aumenta os níveis de satisfação dos funcionários. Assim, eles se esforçam para permanecer na empresa e melhorá-la cada vez mais.

A Conquest One incentiva o protagonismo das mulheres na TI

A Conquest One acredita que o tema é essencial. Não apenas pela necessidade de proporcionar um ambiente diversificado, mas por entender que a igualdade de oportunidades potencializa a produtividade e aumenta os níveis de satisfação de toda equipe.

Assim, temos a certeza de estar contribuindo para um mundo mais igualitário e entregando soluções da mais alta qualidade, cujo processo de desenvolvimento contou com a ajuda de todos e todas. Deseja saber mais a respeito do assunto e como a Conquest One pode te ajudar? Entre em contato agora com um de nossos consultores.

Como ser um profissional de TI preparado para as fintechs

Dados, machine learning e tecnologias mobile são algumas das competências que mais identificam um profissional de TI preparado para as fintechs.

Extremamente tecnológico e profundamente analítico, o setor atrai cada vez mais atenções: seja dos investidores, seja dos profissionais e do mercado como um todo. Então, como aproveitar essa expansão e garantir um lugar nos novos modelos de empresas do mercado financeiro?

Antes de compreender quais as características e competências necessárias para ser um profissional de TI preparado para o futuro, que já é realidade, é importante entender esse mercado. 

Afinal, as fintechs são um subnicho dentro da área de startups — empresas que oferecem soluções financeiras totalmente digitais e têm como objetivo o crescimento exponencial.

Continue a leitura para aprender mais!

O que são Fintechs?

São startups financeiras e o seu nome vem da junção dos termos em inglês financial + technology. O objetivo dessas empresas é oferecer soluções digitais completas para instituições financeiras (em formato SaaS – do inglês Software as a service) ou mesmo criar e gerenciar suas próprias plataformas, como é o caso do Nubank, por exemplo.

No Brasil, pode-se afirmar que as fintechs são uma grande tendência — e o país já desponta como referência no setor para o mundo.

O Nubank, por exemplo, foi uma das primeiras “startups unicórnios” brasileiras: que atingiram valor de mercado de US$ 1 bilhão. Vale lembrar que empresa foi fundada apenas em 2013.

No LinkedIn Top Startups 2019, um levantamento da rede social de profissionais que revela as startups de maior destaque para se buscar um emprego, figuram pelo menos 10 fintechs.

Portanto, é de se entender a crescente busca por qualificação para ser um profissional de TI preparado para as fintechs. Aqui, falamos de uma realidade diferente: o ambiente é submerso em tecnologia e inovação, com a gestão horizontal de muitas startups e o alto nível de cobrança (e remuneração).

Quer entender mais sobre como o profissional de TI trabalha dentro de uma fintech? Então é só continuar a leitura!

turnover

Qual é o papel da TI nas Fintechs?

Quando falamos do mercado financeiro, qual a primeira característica que vem à mente? Agilidade. Tudo se move à velocidade de um e-mail, uma mensagem, um SMS. No caso das fintechs, esse é o core do negócio. Criar soluções em tempo recorde, que em si proporcionem mais agilidade, praticidade e transparência ao usuário ou à empresa.

Tudo com muita segurança e estabilidade. Afinal, as fintechs desenvolvem soluções que interferem diretamente no trato das pessoas com seu dinheiro.

Portanto, além da alta tecnologia e um design apurado e inovador, é preciso ter um alto nível de atenção a proteção de dados.

Sendo assim, ao profissional de TI, cabe instrumentalizar todo esse potencial. É esse o setor que move, que cria e atualiza, que possibilita o atendimento e a comunicação dentro de uma fintech.

Do Big Data à IA, passando pelo Machine Learning até a Engenharia de Softwares, cabe ao setor e à equipe de TI executar tudo. Recai na TI a responsabilidade de criar e administrar toda infraestrutura tecnológica da fintech.

Para facilitar, pense em uma empresa desenvolvedora de um ERP. A área de TI é o coração dela, certo? O mesmo ocorre com uma fintech, só que ela tem um pé no mercado financeiro, o que aumenta os riscos — mas também potencializa os ganhos.

Profissional de TI preparado para as Fintechs: como ser?

O foco de uma fintech está em facilitar a vida das pessoas em relação ao seu dinheiro ou em oferecer um produto que se aplique à uma instituição financeira com o mesmo fim.

Portanto, o profissional de TI preparado para as Fintechs deve dominar esse tipo de conhecimento e estar preparado para entrar em um ecossistema de inovação. Claro, há incontáveis vagas esperando para serem preenchidas dentro da TI de uma fintech, não apenas uma ou outra específica.

Porém, nesse mercado, ser um especialista em temas atuais do setor é um enorme plus.

Como mencionamos, a área de dados é de essencial importância dentro de um ecossistema financeiro, especialmente com a propagação dos aplicativos de gestão financeira. Muito além da proteção de dados, porém, falamos do entendimento acerca de seu uso: como utilizar a quantidade massiva (e sensível) de informações obtidas para criar ofertas mais sedutoras e assertivas aos clientes?

Esse é uma das principais carreiras em ascensão dentro das fintechs.

Além disso, destacam-se os conhecimentos em engenharia de software e design (UX, em especial), já que são estandartes de muitas das fintechs por aí: oferecer soluções simples, eficazes e de fácil entendimento.

Um último ponto a se destacar é: além do domínio prático das questões relacionadas à TI, o conhecimento de mercado financeiro pode ser decisivo. Entender a forma com que transações são feitas, temas inovadores como blockchain e criptomoedas e bolsas de valores pode ser decisivo. Tudo conta para seu currículo.

Ao profissional de TI preparado para as fintechs, cabe estudar, se qualificar e estar atento ao mundo de inovações que ronda a área. Seja bancos, sejam casas de investimento ou crédito, as fintechs trabalham para oferecer soluções que, antes de tudo, resolvam os problemas de seus clientes.

E, como sabemos, no mercado financeiro, nenhum problema é tão simples. Portanto, apenas os mais qualificados conseguem garantir o seu lugar.

E aí, que tal embarcar nessa? Sente-se preparado? Então venha conferir as vagas abertas na Conquest One e faça sua inscrição!

Os desafios das instituições financeiras tradicionais na atual era digital

Instituições Financeiras

Atualmente, conforme os bancos tradicionais integram as tecnologias mais recentes em seus processos, eles também estão enfrentando uma nova concorrência que surgiu há algum tempo: as Fintechs.

Esse tipo de instituição está revolucionando a maneira como o cliente experimenta os serviços disponíveis no mercado financeiro.

Dito isso, não basta que os bancos tradicionais possam oferecer as melhores soluções para seus clientes. Assim, também é crucial que eles direcionem a sua atenção para o seu público, o tornando o centro de suas operações para poderem capturar sua confiança e lealdade.

Dessa forma, abaixo, nós trouxemos alguns fatores que as instituições financeiras tradicionais devem levar em consideração profundamente ao procurar obter sucesso nesse novo mercado em que competem com as Fintechs. Muito se passa pela tecnologia. Confira!

Diferenças entre as instituições financeiras tradicionais e as Fintechs

Há algumas diferenças substanciais que iremos falar a seguir que dão mais vantagens às Fintechs em relação às instituições tradicionais.

Diante desse cenário, é visível a preocupação dos bancos com a possibilidade de perder os seus clientes. Inclusive, de acordo com uma pesquisa realiza pela PwC, 73% dos bancos consideram as Fintechs como uma ameaça.

Mas será que as Fintechs são realmente uma ameaça para os bancos? Apesar de não ser o prenúncio de sua extinção, pode ser ao menos o início do enfraquecimento do modelo tradicional. Isso, é claro, se algumas medidas não forem tomadas. Para entender isso, precisamos conhecer as diferenças entre os bancos tradicionais e as Fintechs.

Instituições financeiras tradicionais

Resumidamente, os bancos tradicionais são instituições financeiras que recebem depósitos e administram o dinheiro de seus clientes, deixando sob sua custódia. Esse dinheiro é utilizado para ser emprestado a outros indivíduos, incluindo serviços de cartões de crédito e empréstimos imobiliários, por exemplo.  Assim, para obter lucros, os bancos cobram uma taxa de juros sobre essas operações.

Fintechs

O termo Fintech surgiu da junção das palavras financial e techonology (financeiro e tecnologia). Ou seja, elas investem pesado em tecnologia.  A maioria das empresas Fintech oferece serviços semelhantes aos de um banco, apesar de não serem bancos de fato.

Ser uma instituição desse tipo requer que a empresa atenda aos requisitos mínimos de capital. Algo que a maioria das Fintechs não consegue.

No mercado financeiro, essas instituições são especializadas em determinados nichos, proporcionando diferenciais aos seus clientes que os bancos não conseguem competir.

Por outro lado, a maioria das Fintechs não contam com agências físicas e oferecem seus serviços a partir da internet e aplicativos para tablets e smartphones, por exemplo.

Fintechs são mais amigáveis

Um banco tradicional vincula amplamente o cliente, oferecendo-lhe uma gama de serviços, através do aumento dos custos de troca. Sem esse “luxo”, as empresas Fintechs seguem um “mantra” de ganhar a confiança por meio de um melhor atendimento ao público e aquisição de novos clientes com base em referências.

Um exemplo é a facilidade no processo de abrir uma conta. Nas Fintechs, basta ter em mãos um smartphone e os seus documentos pessoais. Apesar de alguns bancos melhorarem nesse sentido, na maioria das vezes, é necessário ir até uma agência com uma extensa lista de documentos exigidos no processo.

Além disso, as Fintechs contam com uma comunicação mais descontraída, tanto no e-mail, atendimento telefônico e até mesmo no site da empresa.

Fintechs conseguem oferecer preços mais competitivos.

Com uma operação virtual mais enxuta, mais flexibilidade por não ser regulamentada como uma instituição de coleta de dinheiro proveniente de capital de risco, as Fintechs conseguem atrair os seus clientes por meio de preços mais competitivos.

Os desafios das instituições financeiras tradicionais em relação às Fintechs

As instituições financeiras tradicionais têm diversos desafios para poder equilibrarem as forças em relação às Fintechs. E como podemos perceber, se faz necessário investir em tecnologia para oferecer serviços mais amigáveis, que atraiam mais clientes.

Nesse sentido, há um problema:  descobrir como se afastar de seus antigos sistemas que existem há décadas, dos quais toda a sua operação é dependente.

Isso ocorre, pois à medida que os bancos cresceram, aumentou-se o número de sistemas, que nem sempre eram substituídos e se tornaram cada vez mais complexos e ultrapassados em alguns casos. Por isso, essas instituições financeiras dependem tanto de um bom departamento de TI.

Soluções à vista: investimento em tecnologia

Diante desse cenário, talvez você esteja pensando: “basta substituir os sistemas antigos usados pelos bancos e pronto”. No entanto, a complexidade sistêmica que há é imensa, e apesar de ser possível realizar esse tipo de otimização, há diversos “problemas” a serem resolvidos no âmbito econômico, estratégico e político.

No entanto, no quesito de novos recursos tecnológicos, muito pode ser implementado, enquanto os antigos podem ser atualizados, já que eles fornecem ajuda significativa em relação às mudanças necessárias em todos os setores dessas instituições.

Assim, é possível dizer que a tecnologia é a revolução responsável pelos avanços que auxiliarão as instituições financeiras tradicionais a “brigarem” com as Fintechs, impactado em quase todos os campos da atividade e do esforço humano.

Ou seja, concluímos que uma boa equipe de TI é um ponto extremamente positivo nos mercados financeiro e de capitais nessa era digital, tanto para otimizar o que é antigo como para implementar novas melhorias.

Como a Conquest One pode ajudar nesse processo

Por fim, para que as instituições financeiras também sejam capazes de aproveitar dessa era digital, a Conquest One pode auxiliar na implementação das tecnologias que elas mais desejam e necessitam usar.

Sendo especialista em Staffing de TI, a Conquest One garante os melhores processos de seleção de profissionais de TI, oferecendo máxima eficiência e agilidade para seu projeto.

Através do serviço de staffing de TI, os colaboradores são selecionados de acordo com a cultura e os valores do cliente, permitindo um alinhamento que vai além da capacidade técnica.

Aplicamos avaliações estruturadas de desempenho, monitorando e acompanhando continuamente a performance dos colaboradores para garantir que o cliente conte com os melhores profissionais de TI para seu projeto durante todo o ciclo de implementação. Por isso, o futuro está mais próximo na Conquest One.

Deseja saber mais como podemos auxiliar nesse sentido? Agende agora uma reunião com um de nossos consultores.

Conheça a sociedade 5.0 e como o Profissional de TI estará inserido nela

Sociedade 5.0

O avanço da tecnologia nos trouxe para o que podemos chamar de sociedade 5.0. Ou seja, uma sociedade inteligente que vai além da revolução 4.0, também conhecida como era da informação.

Para ser mais claro, a sociedade 5.0 une tecnologias, como big data, inteligência artificial e robôs em todos os segmentos sociais. A esperança dessa nova era, portanto, é que essas novas tecnologias sejam capazes de resolver problemas que tornam a vida cotidiana mais confortável e sustentável.

Resumidamente, a essência dessa sociedade inteligente será obter rapidamente a solução mais adequada e que atenda às necessidades de cada cidadão. Ficou interessado? Leia o nosso artigo até o final para entender melhor o conceito, como ele surgiu e como os profissionais de TI deverão se adaptar a essa nova realidade.

Sociedade 5.0: o que é?

A sociedade 5.0 tem o mesmo conceito das Smart Cities. Ou seja, esse conceito é utilizado para definir como a tecnologia da informação deverá desenvolver, implantar e promover práticas sustentáveis que buscam enfrentar os crescentes desafios da globalização.

Portanto, consiste em uma estrutura essencialmente formada por redes inteligentes e máquinas que transmitem e usam dados usando a tecnologia para resolver problemas das grandes cidades.

Na Sociedade 5.0, os aplicativos e ferramentas baseados na nuvem recebem, analisam e gerenciam um grande volume de dados em tempo real para ajudar municípios, empresas e cidadãos a tomar melhores decisões, melhorando assim a qualidade de vida.

Os cidadãos, por sua vez, se envolvem com os ecossistemas das smart cities de várias maneiras. E isso inclui o uso de smartphones e dispositivos móveis, além de carros e residências conectados, por exemplo.

Assim, o emparelhamento de dispositivos e dados com a infraestrutura e os serviços físicos de uma cidade tende a reduzir custos e melhorar a sustentabilidade da cidade.

Por exemplo: as comunidades podem melhorar a distribuição de energia, otimizar a coleta de lixo, diminuir o congestionamento do tráfego e até melhorar a qualidade do ar com a ajuda da internet das coisas (IoT).Enfim, as possibilidades são enormes.

Como o conceito de Sociedade 5.0 surgiu?

A urbanização é um fenômeno sem fim. Hoje, 54% das pessoas em todo o mundo vivem nas cidades. E esse número deve chegar a 66% até 2050. Assim sendo, combinada com o crescimento geral da população, a previsão é que a urbanização adicionará outros 2,2 bilhões de pessoas às cidades nas próximas três décadas.

Diante desse cenário, a sustentabilidade ambiental, social e econômica é essencial para acompanhar a rápida expansão que está sobrecarregando os recursos de todo o mundo.

À medida que a população aumenta, vários países vêem a sustentabilidade ambiental, social e econômica como uma necessidade para acompanhar o crescimento. O reflexo disso é que quase 200 países dizem que a tecnologia da sociedade 5.0 é fundamental para o sucesso.

Esse conceito nasceu no Japão em 2016, durante o lançamento do 5º Plano Básico de Ciência e Tecnologia. Esse documento define políticas de inovação a serem estimuladas pelo país até 2021.

No entanto, apenas na CeBIT 2017, a feira de negócios digitais realizadas na Alemanha, que ele foi divulgado de maneira oficial.

O objetivo da Sociedade 5.0

O objetivo da sociedade 5.0 é gerar sustentabilidade por meio de soluções inovadoras para os principais problemas que enfrentamos nas grandes cidades, incluindo congestionamento de automóveis e uso de energia, por exemplo.

Assim, os objetivos das smart cities estão focados em melhorar a harmonia da população, bem como evitar falta de recursos.

O reconhecimento do termo sociedade 5.0 também vem engajando os cidadãos a entender os problemas que devem ser abordados diante de uma urbanização massiva a nível mundial.

Resumidamente, a meta é criar cidades inteligentes por meio de tecnologias avançadas que ajudarão na solução de alguns problemas futuros. Dessa forma, a sociedade 5.0 busca garantir o atendimento das necessidades e anseios das grandes cidades.

Como será o profissional de TI da Sociedade 5.0

A sociedade 5.0 irá mudar o cenário da população como um todo. Nesse sentido, a indústria também deverá passar por uma revolução. A fim de atender as necessidades dessas novas cidades inteligentes, tecnologias, como a inteligência artificial, por exemplo, devem ser aliadas dos profissionais.

Enfim, tudo o que foi buscado na era da informação deverá ser colocado em prática a partir de agora.

Para os profissionais de TI, novas oportunidades vão surgir. Entretanto, isso ocorrerá apenas para aqueles que se reinventarem, visto que conhecimentos antigos irão, aos poucos, perder espaço no mercado.

Em uma sociedade, na qual a liquidez é cada vez mais presente, o profissional de TI terá que estar aberto a mais aprendizados. Afinal, as cidades inteligentes vão exigir criatividade uma vez que tarefas mais simples começarão a ser substituídas por robôs.

Resumidamente, você como profissional da tecnologia da informação precisará se reinventar em um cotidiano em que o tempo é cada dia mais escasso. Ou seja, aprender não significa apenas conhecer conceitos teóricos. Se expor a desafios, tomadas de decisões e atividades práticas em geral será muito mais proveitoso para todos.

E você, deseja saber mais a respeito desse assunto e quer conhecer como a Conquest One pode te ajudar? Entre em contato conosco e agende uma reunião.

7 pontos chave para você desenvolver a sua equipe de TI em 2020.

No início, pode parecer que uma organização está economizando dinheiro, usando apenas o seu conhecimento interno para desenvolver a sua equipe e mantê-la atualizada.

Porém, sem o treinamento constante e a percepção do setor de tecnologia, sua equipe profissional de TI, muitas vezes perde informações e experiências que são importantes para sua empresa como um todo.

Portanto, escolher e desenvolver a sua equipe de TI da maneira correta para trabalhar pode ser uma tarefa difícil, porém, inevitável.

Contudo, podemos ajudar neste processo. Se você deseja no ano de 2020 agregar valor à sua empresa por meio da redução do tempo de inatividade, aumentando a produtividade do negócio, tendo uma equipe flexível e resistente a interrupções ou mudanças, acompanhe os 7 pontos chave sobre o assunto.

Os 7 pontos para desenvolver a sua equipe

1.Treine os seus colaboradores

Primeiramente, se seus colaboradores não entenderem como usar efetivamente a tecnologia disponível no local de trabalho, isso certamente prejudicará a produtividade e o fluxo de produção.

Dessa forma, os colaboradores treinados adequadamente gastam menos tempo na solução de problemas e mais tempo em tarefas produtivas e geradoras de receita.

Não só isso, quando os funcionários conhecem os aplicativos e demais sistemas que usam, podem trabalhar com praticidade e concluir projetos mais rapidamente.

Portanto, perceba que as empresas que usam todas as suas soluções de maneira eficaz, provavelmente superarão as que lutam para entender o básico.

Sendo assim, treinando seus colaboradores, sua empresa estará à frente para projetos inovadores.

2. Crie metas inteligentes, mas desafiadoras

Estímulo é a chave para a proatividade. Contudo, há uma necessidade de “saber estimular”. Criar metas é fácil, qualquer gestor pode fazer isso para seus colaboradores.

No entanto, a questão aqui, não é só criar metas para que sejam batidas ou superadas. Apesar de sua empresa poder trabalhar com máquinas, sua equipe não é uma delas.

Por isso, as metas devem produzir algo mais do que resultados. Ou seja, elas devem gerar conhecimento, trazer obstáculos novos (não inatingíveis), para formar um pensamento crítico e proativo.

Portanto, desafie sua equipe com metas inteligentes, alcançáveis, no entanto, com relativo esforço. Assim, eles terão o prazer do conhecimento, e sensação de dever cumprido.

3. Melhore a comunicação interna

Ter uma comunicação clara para desenvolver a sua equipe e conectá-la às informações corretas no momento certo, impede que as pequenas situações se tornem grandes problemas.

Ou seja, quando algo inevitavelmente dá errado, toda a equipe pode responder rapidamente, logo ninguém precisa ser pego de surpresa.

Sendo assim, a comunicação interna realiza muito mais do que melhorar o fluxo de informações.

Inegavelmente, os líderes que utilizam técnicas modernas de comunicação interna têm o “controle” do que seus funcionários estão pensando e fazendo.

Decerto, isso não é para exercer poder sobre colaborador algum. Pelo contrário, isso fornece uma forte consciência situacional e uma forte compreensão dos pontos fortes e fracos dos funcionários.

4. Forneça feedbacks constantes

Existe uma forte correlação entre a troca de feedback e o envolvimento dos funcionários. Não apenas pelo seu potencial de resolver problemas rapidamente e aumentar o compartilhamento de conhecimento. Mas, porque é uma ação que garante que o profissional seja reconhecido com mais regularidade.

Outro benefício de uma forte cultura de feedback é que ela fornece aos funcionários as ferramentas para resolver os problemas antes que eles aumentem.

Ou seja, quando os gestores não se sentem desejosos de compartilhar feedback aos colaboradores, mesmo em contratempos menores, com o passar do tempo, eles podem se transformar em grandes dificuldades para a empresa.

5. Permita o crescimento profissional

Supreendentemente, esse ponto é negligenciado por muitas empresas. Isso porque uma parte delas deseja apenas um trabalho bem feito e de acordo com as normas estipuladas.

Há também outra desculpa por parte delas. Sendo os colaboradores melhor capacitados profissionalmente, certamente irão querer novas oportunidades em outras organizações de status mais elevado.

Ledo engano. Cada vez que sua empresa, não só permite, como proporciona o crescimento profissional, está dando ao seu colaborador a oportunidade fazer muito mais pela organização onde trabalha.

Portanto, investir, bem como apoiar o crescimento profissional de TI, não é só estratégia, mas, também empatia.

6. Invista em tecnologia para auxiliar no trabalho

Tecnologia nunca é demais. Sabemos que o investimento em tecnologia adequada para o seu ramo de negócios significa disparar na frente da concorrência, uma vez que o mundo é digital.

Não há mais espaço no mercado para quem “economiza” nas inovações tecnológica. Portanto, investir em tecnologia é ter certeza de retorno rápido para o negócio.

7 – Invista em processos seletivos assertivos

Por fim, saiba que, se não há um processo seletivo bem estruturado e totalmente focado no que sua empresa necessita, você perderá tempo, dinheiro e força de trabalho.

Ou seja, quando os processos seletivos não são assertivos, as contratações resultam em falta de experiência, personalidade desalinhada com a cultura da empresa e rotatividade alta de colaboradores.

Por isso, se faz necessário um parceiro para oferecer melhores processos seletivos para sua organização. Assim sendo, saiba que a Conquest One é especialista em Staffing de TI.

Ou seja, a Conquest One facilita o processo desafiador das organizações em encontrar os profissionais mais adequados para viabilizar seus projetos de TI.

Ademais, a Conquest One conta com ferramentas para definir o cargo e perfil correto do funcionário contratado, bem como aconselhamento aos parceiros e diversos benefícios. Dentre eles estão:

  • maior qualificação;
  • implementação mais rápida de projetos;
  • possibilidade de focar no core business;
  • a escolha certa em Staffing de TI.

Diante disso, você pode começar hoje mesmo esses 7 pontos chave para desenvolver sua equipe de TI em 2020. Para tal, conte com a Conquest One para realizar o melhor processo seletivo que sua organização já viu. Entre agora em contato e agende uma reunião!