Como as empresas devem agir para promover um ambiente produtivo e cooperativo no home office

cooperação e produtividade no home office

Em 2020, a crise causada pela pandemia trouxe uma série de necessidades urgentes às empresas, como a adoção do home office.

Contudo, apesar de ter ganhado mais força devido ao distanciamento social, o home office é uma prática adotada há algum tempo e já vinha com forte crescimento nos últimos anos. As maiores empresas de tecnologia, principalmente, já o adotavam em sua rotina.

De qualquer forma, familiarizados ou não, o trabalho em casa demanda atenção em pontos essenciais. A organização das equipes, o incentivo ao profissionalismo e a própria motivação dos colaboradores são fatores que devem ser considerados, mesmo remotamente.

Por isso, abaixo trouxemos 6 dicas para ajudar na gestão dessa modalidade. Afinal, se tudo for bem coordenado, você verá que o home office pode resultar em equipes até mais produtivas.

Leia este artigo e aplique os novos aprendizados em seu time!

6 dicas de gestão para aumentar a colaboração e produtividade no Home Office

1. Organize e mantenha a comunicação

Segundo Peter Drucker, austríaco considerado a principal referência da administração corporativa moderna – 60% de todos os problemas administrativos de uma empresa é resultado de uma comunicação interna ineficaz.

Em ambiente remoto, esse cuidado se torna ainda mais sensível, já que tudo precisa ser feito na nuvem, por meio de softwares de colaboração e gerenciamento de projetos. Isso, por sua vez, dá margens para erros de interpretação de textos e solicitações.

Nesse cenário, portanto, recomenda-se que diálogos estratégicos sejam realizados por videoconferência. Elas permitem esclarecer imediatamente as possíveis dúvidas que sua equipe pode ter. Todos, dessa forma, ganham tempo e efetividade para continuar suas atividades.

Além disso, é fundamental definir canais específicos para a comunicação de todos.

Softwares como Microsoft Teams ou Google Talks podem resolver as questões de videoconferências e mensagens instantâneas. Já ferramentas como o Trello ou até mesmo o Microsoft Teams melhoram a organização das tarefas e aumentam a produtividade dos colaboradores.

Por fim, evite threads longas em e-mails, que podem ser confusos e pouco conclusivos, ou usar aplicativos como o WhatsApp, que podem invadir a privacidade do colaborador.

2. Trabalhe a motivação

Segundo pesquisa da Right Management, colaboradores motivados são até 50% mais produtivos. E, em meio ao período de isolamento obrigatório, manter a equipe motivada está entre as principais necessidades dos gestores.

Isso porque, além do cenário naturalmente favorável às incertezas, a rotina do home office também pode afetar o nível de envolvimento dos colaboradores.

Se possível, mantenha metas individuais e conjuntas de acordo com as limitações do home office, incentive reuniões remotas para brainstorms e, principalmente, ofereça feedbacks individuais.

Mostrar aos colaboradores que eles são engrenagens importantes em todos os objetivos da empresa, renovará o gás das equipes, não importa qual seja a distância.

3. Estabeleça normas e horários

A rotina em casa pode fazer com que os profissionais se percam com o horário. De antemão, portanto, já vale dizer: home office não é férias. É preciso ter o comprometimento com horários, assim como em tempos de trabalho presencial.

Estabeleça horários para o início das atividades, períodos de intervalos para o almoço e final de expediente. Isso ajuda a evitar tanto a ausência, quanto o excesso de trabalho

Segundo pesquisa divulgada pela revista Você S/A, 78% dos profissionais se sentem mais produtivos trabalhando em casa.

Isso pode levar às jornadas longas, com horários que podem extrapolar muitas horas diárias além do necessário. Como resultado, os colaboradores podem se sentir sobrecarregados e ter a qualidade de suas entregas comprometidas.

4. Avalie o desempenho e forneça feedbacks

É importante manter a avaliação dos colaboradores para saber como está a adaptação no ambiente remoto. Se há percepção de que a produtividade foi afetada, é preciso entender quais são as influências para os maus resultados.

Algumas ferramentas, como o RunRun.it e o Asana, permitem acompanhar os prazos de entregas das tarefas, bem como o tempo que o colaborador levou para finalizá-la. São ferramentas interessantes que permitem a otimização das entregas.

Contudo, é sempre bom lembrar que, em caso de quedas abruptas de produtividade, sempre vale a pena conversar com o colaborador para saber sobre possíveis dificuldades da rotina.

Lembre-se de que a pandemia afeta atividades escolares e serviços básicos, pontos que também pode influenciar na rotina de trabalho.

Por fim, sempre vale ressaltar: feedbacks são valiosos. Eles oferecem oportunidade para os colaboradores avaliarem seus erros, identificar pontos que devem ser explorados e, assim, crescer profissionalmente. Todo o time ganhará com isso.

5. Invista em ferramentas para gestão do trabalho

Não é possível trabalhar remotamente sem as ferramentas necessárias. E isso requer investimentos para que versões mais completas desses softwares estejam disponíveis para o colaborador.

linkeding para profissionais de TI

Atualmente, as ferramentas em nuvem são a melhor opção. Afinal, podem ser facilmente acessadas através de diferentes dispositivos, basta ter acesso à internet.

Vale lembrar também dos packs oferecidos pelas principais fornecedoras de tecnologia. A Microsoft com o Microsoft 365 e o Google com o G Suíte, são exemplos que precisam ser analisados conforme sua necessidade.

Para além deles, vale a pena considerar ferramentas para gerenciamento de projetos (Trello, Asana, Taskworld, RunRun.it, entre outras) e transferência de arquivos pesados (Google Drive, WeTransfer, Dropbox), que ajudarão em rotinas específicas.

6. Crie um ambiente seguro para o colaborador e empresa

Como estamos vendo, mesmo com todas as vantagens do Home Office, os desafios para a implantação desse novo formato de trabalho também existem.

Ou seja, para usufruir das vantagens do trabalho remoto é preciso adaptar as políticas da companhia. Entre elas, as que correspondem à segurança da informação.

Entretanto, a realidade é que muitas empresas ainda não estão preparadas para fornecer suporte aos profissionais que estão longe do data center.

Por isso, acabam deixando seus bancos de dados vulneráveis e, o que era para ser um modelo vantajoso, acaba se tornando um risco que pode prejudicar a integridade e a saúde financeira de uma marca.

Felizmente, solucionar esse problema é simples. Inclusive, no mercado existem várias tecnologias para garantir a integridade e confidencialidade dos dados sigilosos.

Ferramentas de criptografia, autenticação em múltiplos fatores e plataformas de segurança na nuvem são alguns exemplos de soluções que evitam vazamentos, ataques e acessos não autorizados.

Otimize a gestão de trabalho no setor de tecnologia com a Conquest One

Seja qual for a necessidade do seu time, é importante se manter próximo para ajudar, orientar e motivar sempre que necessário.

Sabendo disso, vale a pena investir em uma gestão mais colaborativa nesse período de isolamento social. Dessa maneira, assim que tudo voltar à rotina normal, seu time estará ainda mais unido e os talentos serão mantidos em sua empresa.

E lembre-se: a Conquest One é uma das principais empresas do país especializadas na busca e contratação de profissionais altamente qualificados.

Oito vezes eleita a melhor do país para quem trabalha em TI, tem atuação desde o hunting ao outsourcing, usando big data e geolocalização para encontrar os perfis que sua empresa precisa.

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A importância do quociente de adaptabilidade diante do novo cenário corporativo

adaptabilidade do profissional de TI

Trabalhar com tecnologia significa atuar em um setor que sofre evoluções e mudanças constantes. Não à toa, a adaptação é uma das principais qualidades que devem ser desenvolvidas pelo profissional de TI.

Principalmente agora, com a aceleração da transformação digital e automação de processos dentro das empresas, a adequação à nova realidade do mercado é ainda mais relevante. 

Enfim, diante do cenário corporativo atual, é ainda mais evidente a importância do quociente de adaptabilidade. Afinal, esse indicativo mostra o quanto um profissional está preparado para atuar em diferentes circunstâncias.

Para entender melhor o conceito de quociente de adaptabilidade e como desenvolvê-lo, confira as dicas a seguir!

O que é quociente de adaptabilidade?

No mercado de trabalho existem alguns critérios que indicam o potencial de um profissional. Você já deve ter ouvido falar do QI, por exemplo. Ele é o quociente de inteligência e demonstra, por meio de testes, as habilidades cognitivas de um sujeito. 

Apesar de mais conhecida, essa não é a única avaliação disponível para medir as habilidades das pessoas. Outros indicativos, como o QE (quociente emocional) e o QA (quociente de adaptabilidades) também assumem importância fundamental no recrutamento e seleção de colaboradores.

Principalmente quem trabalha com tecnologia, percebe que poucas competências são tão importantes quanto a capacidade de se adaptar às mudanças constantes que essa profissão demanda.

O quociente de adaptabilidade vai além da contemplação e absorção de novas informações. Um profissional com bom QA tem facilidade para considerar o que é realmente relevante e, por meio da curiosidade, resiliência e flexibilidade, consegue se manter eficiente mesmo diante de novos contextos.

Qual a importância do Quociente no contexto da transformação digital?

A aceleração da transformação digital nas empresas impõe que os profissionais desenvolvam capacidades de adaptação. Afinal, seja pelas mudanças proporcionadas pela automação de processos, pela atuação remota ou qualquer outra inovação referente à transformação digital, é preciso acompanhar os níveis de exigência do mercado.

Assim, se antes bastava ao profissional de TI focar em suas habilidades técnicas, hoje, mais do que nunca, ele precisa entender que seu universo de atuação muda constantemente. Por isso, é fundamental se adequar às novas tendências impostas pela tecnologia.

Veja, por exemplo, o quanto a pandemia de COVID-19 acelerou os processos de transformação digital e mudou o comportamento do mundo corporativo.

De empresas locais até grandes multinacionais, todas precisaram recorrer a soluções tecnológicas com a finalidade de manter a competitividade durante o isolamento social. A atuação dos profissionais de TI, nesse sentido, foi fundamental para definir a velocidade de adaptação.

Como o profissional de TI pode exercitar seu quociente de adaptabilidade?

Você pode medir o quanto está preparado para se adaptar a novos cenários a partir de três exercícios simples.

1.      Questione-se

Para perceber seu nível de adaptabilidade como profissional, basta colocar-se, mesmo que hipoteticamente, em situações inusitadas que podem estimular sua capacidade de pensar estrategicamente.

Felizmente, no setor tecnologia, ver a si mesmo em situações completamente novas, pode ser bem fácil.

Afinal, como esses profissionais estão frequentemente sujeitos à volatilidade do mercado, qualquer plano ou solução que vise melhorar a produtividade, gestão de tempo e até a comunicação na empresa, em situações adversas, pode ajudar a exercitar a adaptabilidade.

2.      Desaprenda

Sair da zona de conforto e questionar situações que supostamente já estão bem estruturadas, pode ajudar a trazer inovações inesperadas, permitindo que as empresas saiam na frente de seus concorrentes.

A situação imposta pela pandemia em que estamos vivendo, inclusive, ilustra bem a importância de “reaprender” o que se imaginava que não podia ou deveria ser mudado.

O home office era raro no ambiente corporativo e, com exceção de algumas empresas de TI que estavam em estágios avançados de transformação digital, não se imaginava migrar para esse modelo de trabalho tão cedo.

Contudo, apesar do isolamento social ter forçado essa mudança, o home office tem se tornado uma tendência em todo mercado brasileiro. Segundo a FGV, a expectativa é que, após a pandemia, o número de empresas que adotam essa metodologia aumente 30% em relação aos números anteriores ao COVID-19.

guia para profissional de TI

Isto é, por mais que estivesse fora dos planos, o trabalho remoto se mostrou eficiente no aumento da produtividade e redução de custos nas companhias.

Esse exercício, portanto, deve ser sempre feito, mesmo com os processos que pareçam mais rígidos e tradicionais no mundo corporativo. Afinal, as novas tecnologias podem provocar verdadeiras mudanças estruturais benéficas para todos.

3.      Investigue

Investigar o mercado significa aprofundar-se sobre todas as tendências tecnológicas ou de comportamento do consumidor que podem interferir diretamente no desenvolvimento de uma companhia.

Para entender melhor a importância de se manter atualizado, podemos voltar ao ano 2000.

Afinal, foi nessa época que Reed Hastings procurou John Antioco, então CEO da Blockbuster, para propor um novo negócio online. Antioco, por outro lado, analisando apenas a alta rentabilidade do seu negócio e ignorando a tendência digital, mesmo que pequena na época, rejeitou a proposta.

Reed Hastings, por sua vez, deu andamento às suas investigações sobre o comportamento do consumo de filmes online e fundou a Netflix.

Em 2018, a Netflix faturava R$ 15,8 bilhões, enquanto a Blockbuster já havia fechado as portas no mundo todo. Isso mostra o quanto é necessário continuar questionando as maneiras de desenvolver negócios que já parecem confortáveis em seu posicionamento.

Atualmente, não param de surgir novas ferramentas relacionadas a inteligência artificial e outras inovações. Ficar atento a todas elas, portanto, é o primeiro passo para se tornar adaptável em um mercado de mudanças intensas.

Enfim, exercitando esses três pilares, você perceberá seu nível de adaptabilidade. A partir dele, é possível compreender e desenvolver suas carências para melhorar a capacidade de entregar resultados diante de novas exigências.

Profissionais de TI adaptáveis encontram as melhores oportunidades de trabalho

Desenvolver o quociente de adaptabilidade ao longo da sua carreira trará apenas benefícios. Afinal, a demanda por esses profissionais tem aumentado cada vez mais.

Hoje, as grandes empresas buscam colaboradores proativos, flexíveis e questionadores, pois acreditam que esse perfil é o mais adequado para lidar com a volatilidade do mercado causada pelas inovações.  

Então, se você acredita estar preparado para essas novas exigências do mercado, nós podemos ajudá-lo a encontrar a oportunidade ideal.

 A Conquest One é especialista em staffing de TI, e tem o objetivo levar os melhores profissionais às principais vagas do mercado. Isso graças ao método de hunting, que seleciona e avalia o desempenho comportamental e técnico dos profissionais.

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Futuro do trabalho no setor de TI: Como o profissional deve agir para se destacar nesse novo cenário?

futuro do trabalho no setor de TI

Cada vez mais novas tecnologias fazem parte do nosso cotidiano. No âmbito profissional, por sua vez, isso tem se acelerado ainda mais com o surgimento do novo coronavírus.

Com a imposição do isolamento social em vários países, inclusive no Brasil, as empresas estão se vendo obrigadas a adotar novos softwares que permitem manter a produtividade e a colaboração das suas equipes, mesmo remotamente. 

A transformação digital, que já era tendência há alguns anos, tem se acelerado nos últimos meses e já está se tornando uma realidade dentro dos ambientes corporativos. 

O profissional de TI, nesse sentido, é um dos mais atingidos por esse novo comportamento. Afinal, o mercado exigirá cada vez do seu preparo para manejar essa transformação.

Neste artigo, falaremos sobre as principais tendências sobre o futuro do trabalho e traremos algumas habilidades que os profissionais de tecnologia devem adquirir para aproveitar as novas oportunidades do mercado.

Confira!

Como será o futuro do trabalho?

Sem dúvidas, essa é uma das perguntas mais comuns no cenário em que estamos vivendo. Afinal, se as empresas conseguiram se adaptar ao trabalho remoto, e isso, inclusive, trouxe benefícios a elas e seus colaboradores, por que não manter essas adaptações?

Por exemplo: já que boa parte dos colaboradores estão produzindo até melhor dentro de casa, por que manter a locação de edifícios enormes quando apenas um andar pode ser suficiente? 

De modo geral, alguns pontos já são certos. A automação promovida pelas empresas nesse período irá exigir adaptabilidade, tanto para o empregado quanto para o empregador. Além disso, a chave de condução dessas novas implantações deverá passar pelo profissional de TI.

Diante deste novo cenário, é preciso sair na frente. Mesmo após o fim do isolamento social, muitas mudanças vão ser adotadas no cotidiano corporativo. Por isso é necessário buscar por treinamentos e requalificações para suprir as novas exigências do mercado. 

Habilidades que o profissional de TI deve desenvolver para o futuro do trabalho

Um bom profissional que trabalha no setor de tecnologia leva consigo suas experiências relacionadas às suas habilidades técnicas, ou hard skills, como são chamadas.

Por outro lado, contar apenas com esse tipo de conhecimento pode não ser suficiente para alcançar as novas demandas que o mercado de TI trará.

No atual cenário, é preciso investir também nas soft skills. Ou seja, nascompetências que definem o comportamento e a personalidade do profissional.

As soft skills, como aptidões emocionais, sociais e mentais,preparam o colaborador para fornecer soluções ágeis e eficientes aos problemas que surgem. Elas, por sua vez, são habilidades que, além de conhecimento técnico, exigem que o profissional desenvolva capacidades de interação. 

No contexto das soft skills, quatro características específicas se destacam entre os profissionais mais preparados para futuro do trabalho. São elas: comunicação, colaboração, adaptabilidade e pensamento estratégico.

Confira abaixo cada uma delas.

Comunicação e colaboração

Hoje, seja qual for a profissão ou cargo do colaborador, as competências de comunicação são fundamentais. Buscar melhorar suas relações interpessoais, portanto, é caminho para se qualificar às novas vagas.

Segundo pesquisa da CareerBuild, inclusive, entre dez soft skills, 56% das companhias disseram que a “comunicação efetiva” é a principal competência analisada nos candidatos.

Definitivamente, as tecnologias de automação estão cada vez mais presentes no cotidiano corporativo. Diante disso, robôs inteligentes passarão a ser responsáveis por boa parte da rotina antiga.

Por outro lado, essa conectividade em franca expansão cria desafios para as equipes. A comunicação, por exemplo, ganha, mais do que nunca, um viés estratégico.

Em outras palavras, a comunicação durante esse movimento de transformação digital vai além dos números e algoritmos e, através de conversas colaborativas, assume o papel de fortalecer a missão e os valores da empresa.

Adaptabilidade

A capacidade de adaptação é indispensável para que o profissional de tecnologia se mantenha bem posicionado no atual mercado tão volátil.

Para se ter uma ideia do impacto da transformação digital nesse mercado, um estudo recente realizado pela consultoria McKinsey provou que 56% dos novos cargos disponíveis correspondem a funções recém-criadas.

Felizmente, mudanças também trazem consigo grandes oportunidades. Hoje, ser adaptável já faz parte da rotina do profissional de TI. Assim, aqueles que conseguem desenvolver melhor essa soft skill, são alocados em grandes projetos do mundo todo. 

Bem como a comunicação, a adaptabilidade deve ser vista como uma necessidade para o novo profissional de TI, o qual deve buscar com novas soluções que entregam resultados além do esperado. 

Não tenha dúvidas que o colaborador que adquirir competências, como criatividade e agilidade, para sugerir novas maneiras de utilizar e desenvolver tecnologias em prol do desenvolvimento da companhia em que atua, será mais valorizado no mercado de trabalho.

Pensamento estratégico

O colaborador que entende a importância de se comunicar com clareza, de agir colaborativamente com sua equipe e se adaptar às necessidades do mercado, já carrega consigo um pensamento estratégico a respeito do futuro do trabalho. Entretanto, é preciso ir além.

O profissional deve ter uma atuação holística para gerar valor à organização. Afinal, antes considerada apenas um setor de backoffice, a área de TI assume papel primordial nas companhias, devido a sua missão de desenvolver um sistema inclusivo e de incentivo às inovações sistemáticas. 

Na prática, a rotina do novo profissional do TI se resume a elaborar projetos que estimulem a transformação digital, integrar diferentes setores e estruturar uma equipe qualificada para colocar essas missões em prática.

Todas essas e outras atividades do cotidiano desse colaborador, portanto, devem ter foco no dinamismo e proatividade para que, finalmente, a empresa cumpra seu papel e aumente a satisfação do cliente dentro de um cenário extremamente competitivo.

4 Carreiras que estão transformando o setor de TI

Com o futuro do trabalho sendo impactado por novas ferramentas de automação, o melhor a fazer é se preparar adequadamente. 

Para tanto, o ideal é se antecipar às profissões que estarão em alta. Por isso, separamos informações sobre alguns dos cargos mais procuradas no atual cenário: engenheiros de IA, cientistas de dados e analistas de BI.

Engenheiro de Inteligência Artificial

A inteligência artificial está cada vez mais presente na vida dos consumidores e, consequentemente, no dia a dia corporativo.

Um estudo da Gartner, inclusive, mostrou que o número de empresas, que implantaram IA em seus processos, aumentou 270% nos últimos quatro anos.

Não à toa, em 2020, as buscas por profissionais qualificados para atender a essa demanda continua crescendo.

Nesse cenário, os candidatos devem ter conhecimento em:

  • Machine learning;
  • Processamento de linguagem natural;
  • Integração de IA;
  • Programação de aplicativos de IA;
  • experiência em gestão de mudanças.

Quem tiver essas qualificações, mais as soft skills citadas acima, conseguirá se adequar ao novo mercado de trabalho. Afinal, a tendência é que esse perfil seja ainda mais desejado pelas grandes empresas.

Dessa forma, você, como profissional de TI, não pode ignorar essa nova carreira se quiser se destacar no mercado de trabalho.

Desenvolvedor mobile

Acompanhando as tendências do comportamento do consumidor digital, o mercado vê os investimentos em aplicativos móveis crescer exponencialmente.

Desenvolvedores móveis, por sua vez, atentos a esse cenário e responsáveis por projetar, desenvolver, instalar, testar e fazer manutenções nesses sistemas, encontram uma série de novas oportunidades.

Por outro lado, as empresas também passam a ser mais exigentes quanto a contratação desses profissionais de TI.

Se antes, esses especialistas em codificação, design e construção de sites e aplicativos, precisavam apenas saber sobre linguagens de programação, hoje as habilidades exigidas vão bem além disso.

Desenvolvedores web, que desejam se destacar, precisam estar atentos à satisfação do consumidor. Estudar experiência do usuário, nesse sentido, é a melhor maneira de pensar o cargo de maneira estratégica.

Confira as principais habilidades que qualificam esse profissional: 

  • Conhecimento em linguagens de programação (C#, C++, HTML, Java, Microsoft .NET and SQL Server);
  • Desenvolvimento UX;
  • Conhecimento das leis e regulamentos;
  • Experiência com servidores, backup, aplicação de patches e atualização

Enfim, o colaborador que deseja seguir carreira como desenvolvedor mobile deve saber que seu cotidiano de atividades está diretamente relacionado às capacidades que são destaque no futuro do trabalho.

Na prática, fora o conhecimento técnico o profissional deve se atentar ao comportamento dos clientes. Ou seja, apenas treinando suas habilidades de comunicação, o programador conseguirá criar uma aplicação de sucesso.

Cientista de dados

Com a importância de se manterem competitivas, as empresas estão concentrando ainda mais esforços na análise de KPIs. Nesse sentido, a demanda por cientistas de dados também aumentou.

Uma vez inseridos no cotidiano corporativo, esses profissionais auxiliam na coleta, armazenamento, classificação e análise dos dados.

Além disso, por boa parte dessas informações serem confidenciais, é importante que esse colaborador de TI também invista seu tempo em segurança da informação.

Dependendo do cargo e tamanho da empresa, candidatos graduados e pós-graduados em ciência da computação, com ampla experiência na área, são os mais visados.

Para também se destacar nos processos seletivos para cientistas de dados, além da comunicação e adaptabilidade, desenvolva as seguintes habilidades:

  • Coleta e processamento de dados;
  • Capacidade analítica para tomar decisões a partir das informações coletadas;
  • Dominar linguagens como Java ou Phyton.

Conclusivamente, o perfil analítico deve predominar entre os cientistas de dados. Por outro lado, como consequência, a adaptabilidade também será uma das características mais observadas por recrutadores.

Isso porque, lendo números diariamente, esses colaboradores se destacam quando assumem a responsabilidade por tomar decisões capazes de inovar processos, mesmo sob novas circunstâncias.

Analista de BI

Os analistas de business intelligence também estão no foco principal da transformação digital.

Afinal, nos processos de melhoria contínua, esses profissionais assumem o protagonismo, visto que seu papel é tomar decisões que refletem diretamente no desenvolvimento corporativo.

O profissional de TI que pretende trabalhar como analista de BI deve dominar tecnologias de banco de dados e ferramentas de relatórios.

E, com um perfil mais técnico do que o cientista de dados, o profissional de business intelligence também deve exercitar continuamente sua capacidade de compreender métricas e comunicar as necessidades de um negócio se reinventar.

Por fim. os candidatos, geralmente graduados em engenharia ou ciência da computação, precisam desenvolver as seguintes competências:

  • Experiência com banco de dados;
  • Capacidade de fazer processamentos e análises online;
  • Habilidades para escrever códigos;
  • Boa capacidade de escrita e comunicação.

Seja para essa ou qualquer outra das carreiras citadas acima, se você trabalha ou deseja trabalhar com TI, saiba que o futuro já invadiu sua profissão e o mercado exige o seu preparo.

Então, se você quer saber mais sobre como alavancar sua carreira, continue navegando no blog da Conquest One e confira muito mais dicas!

Como a ajuda especializada pode facilitar o encontro e a contratação de desenvolvedores de software capacitados

contratação de profissionais de TI

Encontrar e selecionar bons profissionais de tecnologia, como desenvolvedores de software, é um desafio enorme e requer tempo, recursos e conhecimentos de RH e de TI.

Os colaboradores de TI que antes eram vistos apenas como suporte e helpdesk, hoje são peças fundamentais para que os negócios possam caminhar em direção à inovação.

Não à toa, desenvolvedores de software, sejam web ou mobile, são demandados para uma série de projetos. Dessa forma, além das empresas buscarem esses profissionais para programarem soluções, também os recrutam a fim de promover mais segurança contra hackers e vazamentos de informações corporativas.

Atualmente, podemos dizer que há uma verdadeira “guerra” para encontrarmos os melhores Devs no mercado brasileiro. Tanto no país, como ao redor do mundo, eles estão entre os profissionais mais requisitados.

Assim, em alguns casos, a demora em preencher uma vaga de desenvolvedor poder levar muito tempo. A competição é enorme e os salários desta área dispararam exponencialmente.

O desafio de se encontrar o profissional correto para o seu negócio

Dependendo do nicho, a melhor maneira de proteger a sua empresa, tomar boas decisões e entregar os melhores projetos e resultados, começa com a contratação do profissional certo de desenvolvimento de software 

No entanto, sem um processo completamente orientado à área de RH, a dificuldade aumenta quando as demandas internas crescem e a necessidade desse tipo de profissional se torna urgente.

Por exemplo, a área de Recursos Humanos precisa compreender os requisitos da vaga por completo, de forma a filtrar os candidatos que sejam realmente qualificados e que também se encaixem na cultura da empresa.

O grande desafio está justamente na escassez profissional. Atualmente, o número de pessoas qualificadas não consegue suprir a demanda do mercado brasileiro.

De acordo com os dados da Brasscom, a demanda anual de Devs gira em torno de 70.000 profissionais. Entretanto, de 46 mil profissionais formados em 2017, apenas 26 mil conseguiram entrar no mercado de trabalho, o que mostra uma defasagem no conteúdo curricular das universidades brasileiras.

Outra dificuldade das empresas nesse sentido é que além de elas competirem com outros players e startups por esse tipo de profissional dentro do país, muitas vezes elas também sofrem a concorrência de ofertas realizadas por companhias estrangeiras.

Retenção de profissionais desenvolvedores de software: o desafio

Na área de TI, uma vez encontrado um número desejado de candidatos para preencher uma vaga, não basta realizar entrevistas para assegurar a contratação da pessoa ideal. É preciso entender todo o “mundo” dos devs, seu histórico e qualificações para verificar se há um encaixe das necessidades técnicas e da cultura da organização.

A cultura, aliás, é um dos principais motivos para que desenvolvedores se candidatem a uma vaga e se mantenham dentro da companhia, junto com ofertas de capacitação, por exemplo.

Realizar a divulgação de vagas da maneira correta, ofertar uma boa remuneração, oferecer benefícios e aperfeiçoamento para os contratados, muitas vezes não é suficiente para atrair o candidato ideal.

A verdade é que todas as empresas precisam de uma inteligência em tecnologia para melhorar processos internos e entregar produtos, serviços e projetos qualificados, se destacando da concorrência no mercado.

Conciliar todas essas necessidades apenas para uma vaga, ou várias, sem contar as atividades rotineiras do RH pode ser um verdadeiro pesadelo.

Como a Conquest One ajuda a sua empresa a encontrar os melhores desenvolvedores de software

Sabemos que a área de Recursos Humanos é considerada o coração das empresas, pois se não há profissionais qualificados para compor a equipe, é praticamente impossível entregar bons produtos e serviços, bem como manter o negócio relevante e lucrativo perante o mercado.

Para a sua empresa não precisar da sorte, a Conquest One conta com metodologias e ferramentas próprias de gestão de recursos humanos para que a sua equipe não fique sobrecarregada, gastando menos tempo e recursos financeiros para encontrar o candidato perfeito.

Ao unir a paixão por gestão de pessoas e tecnologia, provemos solucionadores de problemas tecnicamente capacitados e certificados nas mais diversas áreas de TI e que se encaixam com as necessidades da sua organização.

Na prática, em nosso sistema encontramos os melhores e mais adequados profissionais, por meio de geolocalização e Big Data. Feito isso, finalmente, integraremos todas as informações ao seu ERP para que você acompanhe cada etapa do fluxo de recrutamento, do início ao fim.

A tecnologia utilizada pela Conquest One promove muito mais assertividade na escolha e gestão candidatos.

Além disso, por meio de relatórios automatizados de performance e desenvolvimento dos colaboradores, você libera tempo para que o RH possa focar em tarefas estratégicas.

Com a expertise da nossa equipe, você terá à disposição os profissionais da área de TI, que melhor atendem suas necessidades, e a garantia de continuidade do projeto caso algum deles deixe a sua empresa.

Vale ainda lembrar que os colaboradores geridos pela Conquest One estão em constante atualização através de treinamentos. 

Tudo isso demonstra que o uso inteligente da tecnologia pode ser o seu melhor aliado na hora de transformar e revolucionar a sua empresa. Ainda mais quando falamos em encontrar, selecionar e reter os melhores desenvolvedores.

Seja para encontrar o candidato ideal, criar equipes completas ou desburocratizar o seu departamento, os especialistas da Conquest One estão disponíveis para te auxiliar! Entre em contato conosco.

As 10 principais certificações de TI que chamam a atenção dos recrutadores

Trabalhar com tecnologia tem muitas vantagens. As melhores empresas do setor são adeptas à rotina remota, além disso permitem que os colaboradores participem de projetos e treinamentos para alavancar sua carreira. Definitivamente, nelas estão grandes oportunidades profissionais.

Entretanto, para chegar a uma grande empresa é necessário dedicação e muita disciplina. E nesse contexto estão as certificações de TI. Estar atento e, mais do que isso, atualizado a disciplinas e qualificações do mercado, é o que pode ser o grande diferencial na seleção.

Por isso, listamos abaixo as 10 principais certificações de TI que você precisa ter para chamar a atenção dos recrutadores e alcançar seus objetivos.

Confira!

1. ITIL – Information Technology Infrastructure Library

A ITIL é uma vasta biblioteca que traz consigo informações sobre como as maiores empresas de TI do mundo se organizam. Com essa certificação, o profissional se mostra atualizado sobre o gerenciamento de serviços de TI em empresas de qualquer porte.

A certificação ITIL conta com 3 níveis:

ITIL Foundation

Para se credenciar às melhores práticas de Gerenciamento de Serviços de TI e dominar a terminologia ITIL.

ITIL Practitioner

Aborda especializações em Service Desk e Gerenciamento de Serviços e de Incidentes. Para alcançá-la é preciso ter a certificação ITIL Foundation.

ITIL Master

Intensivo de 2 semanas para desenvolver habilidades de gerenciamentos de serviços e processos. Também é pré-requisito a certificação em ITIL Foundation.

Como conseguir as certificações ITL

Disponíveis em português, os exames podem ser realizados presencialmente nos Centros de Certificação Prometric ou via site EXIN.

2. CCNA – Cisco Certified Network Associate

É uma certificação que habilita o profissional a configurar, instalar e operar redes de tamanho médio que utilizam roteadores e switches. A certificação é realizada com base no Cisco IOS e sua CLI.

O certificado CCNA serve para manuseio de redes com dispositivos fabricados pela Cisco e outras empresas, como HP, Huawei, D-Link, 2Com, Juniper, entre outras. 

Como conseguir a certificação CCNA

Atualmente existem dois caminhos:

1-      Por meio do exame CCNAX (Interconnecting Cisco Networking Devices: Accelerated)

2-      Realizando dois exames de entrada: o ICND-1 e o ICND-2

Ambos são disponibilizados pela Cisco.

3. OCP – Oracle Certified Professional

É uma certificação altamente valorizada no mercado. Quem a possui é considerado especialista. Além de empresas privadas, garante atuação em segmentos específicos, como licitações de órgãos públicos. É, sem dúvidas, uma certificação que pode mudar toda a carreira.

Como conseguir a certificação OCP

Para chegar à certificação OCP, é necessário antes alcançar a certificação OCA SQL, disponível no site Oracle.

4. SFPC – Scrum Foundation Professional Certificate

Habilita o profissional para se aprofundar no framework Scrum, sendo introdutório para a certificação avançada Scrum Professional Advanced Certificate (SAPC).

O Scrum é uma metodologia ágil para gestão de projetos de tecnologia dividida em sprints. Esses sprints indicam atividades e evolução do processo conforme o ciclo atual. É uma certificação relevante para atuar em gestão de projetos.

Como conseguir a certificação SFPC

O exame é feito online. São 40 questões de formato múltipla escolha e duração de 60 minutos. Para ser aprovado, é necessário acertar 24 questões, ou seja, 60%.

5. CSPO – Certified Scrum Product Owner

A demanda por Product Owners está altíssima. E a certificação CSPO é um dos principais recursos para evidenciar profissionais que estão em busca de se qualificar como gestor de produtos ágeis.

Como conseguir a certificação CSPO

Para essa certificação não é necessário realizar exames. Basta realizar o curso específico disponibilizados pela Scrum Alliance.

6. ISO 27001

A sigla ISO é conhecida mundialmente por ser utilizada para certificar que determinado processo segue as conformidades globais.

Essa norma define quais requisitos serão utilizados para um sistema de segurança da informação conforme regulamentações e direcionamentos de autoridades no setor.

Ter a certificação 27001 é um passo indispensável para quem deseja atuar com segurança da informação – um setor valiosíssimo para o universo de TI.

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7. ISO 27002

A ISO 27002 complementa o ISO 27001 e aborda as práticas para aplicação de controles em um sistema de informação.

Para tê-la, não é necessário passar antes pela ISO 27001. Contudo, um profissional que conta com ambas certificações ISO é, certamente, mais completo.

Como conseguir as certificações ISO 27001 e 27002

As certificações são oferecidas por diversas escolas licenciadas. Para saber mais, acesse o site da ISO.

8. Microsoft Azure DevOps Solutions

Certificação importante para quem atua como DevOps. Ter o domínio do Microsoft Azure DevOps Solutions garante que determinado profissional sabe como otimizar práticas, melhorar processos de comunicação e colaboração para criar soluções de automação para o projeto.

No escopo desse profissional está a implementação de estratégias para código de aplicação e infraestrutura. É a partir dessa combinação que há evolução nos processos de integração, entrega, testes e monitoramento.

Para alcançar a certificação DevOps Solutions, é necessário ter o domínio das práticas Agile e familiaridade com administração e desenvolvimento do Azure.

Como conseguir a certificação Microsoft Azure DevOps Solutions

O exame está disponível na página Microsoft Learning, onde também estão dicas para se preparar.

9. Designing and Implementing a Data Science Solution on Azure

Para quem atua com ciências de dados, essa é a certificação que pode dar um bom impulsionamento na carreira. Com ela, é possível aplicar seus conhecimentos para implementar ambientes e executar soluções com dados para treinar modelos preditivos.

Como conseguir a certificação Designing and Implementing a Data Science Solution on Azure

Acesse a página Microsoft Learn para ter acesso ao exame. Na mesma página é possível encontrar dicas de estudos para se preparar.

10. AWS Certified DevOps Engineer

É uma das certificações mais cobiçadas no universo de Cloud Computing. Alcançada por profissionais de nível avançado, a certificação é direcionada para profissionais considerados chaves no segmento de TI: os DevOps, que alinham projetos de desenvolvimento e operações.

Por ser considerada difícil, é uma certificação que faz brilhar o currículo e destaca ainda mais o profissional em meio à grande demanda por engenheiros DevOps no país.

Como conseguir a certificação AWS Certified DevOps Engineer?

O exame está disponibilizado pela AWS Amazon e conta com 80 questões de múltipla escolha que devem ser respondidas em até 180 minutos.

Qual é a certificação mais importante de TI?

A importância da certificação está diretamente relacionada às experiências e expectativas do profissional. Não é novidade que em TI é possível alcançar bons caminhos profissionais sem a necessidade de um curso superior e os caminhos para se qualificar são muitos.

Não tenha dúvidas de que as melhores certificações possibilitam alto nível de independência para atuar de maneira autônoma ou se manter no radar das melhores empresas do mercado.

Continue navegando em nosso blog e fique por dentro de muito mais dicas para a sua carreira!

Conquest One lança App para atender demanda por profissionais de TI provocada pelo Covid-19

Conquest One lança app para atender demanda por profissionais de TI provocada pelo Covid-19

Com investimentos constantes em Transformação Digital, a Conquest One lança app que apoia o recrutamento, o outsourcing e o acompanhamento dos profissionais de TI.

O novo aplicativo, denominado CQ1 Digital, permite realizar a contratação e a disponibilização de profissionais de forma remota. Além disso facilita a gestão e viabiliza o feedback dos clientes em relação às contratações. Junto a esse novo aplicativo, já é disponibilizado um canal para os talentos compartilharem o dia a dia dos projetos executados.

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Gestão de Crises: como as empresas podem se preparar para situações inesperadas

Gestão de Crises

Quem empreende sabe que a qualquer momento situações adversas e inesperadas podem surgir, exigindo tomadas de decisão de grande impacto para o negócio. Exemplo disso é a pandemia causada pelo coronavírus. Nestes momentos, saber fazer uma gestão da crises é essencial para manter o negócio funcionando. Aliás, o Covid-19 fez com que o mundo inteiro adotasse medidas sugeridas pela Organização Mundial de saúde para evitar a propagação do vírus. Entre as medidas está o isolamento social, que faz com que a maioria das pessoas só saia de suas casas quando houver extrema necessidade.

Por causa desse mal, muitos empreendimentos foram obrigados a fechar as portas temporariamente, eventos mundiais foram cancelados, empresas dispensaram funcionários para fazer home-office e outras foram obrigadas a antecipar férias. Sem contar as que precisaram demitir alguns de seus colaboradores.

Pensando nisso, reunimos algumas dicas de ações para gestão de crises, que podem ser executadas para superar esse problema mundial causada pelo Coronavírus, bem como outros problemas do tipo. Confira o artigo a seguir.

Como a sua empresa pode realizar uma gestão de crises de maneira efetiva

 A pandemia do Coronavírus está provocando uma crise econômica global com enormes prejuízos à saúde das empresas que tiveram queda nas vendas e operações comerciais. Nestas horas, a gestão de crises é muito importante para que o negócio se restabeleça após esse momento tão apreensivo em que o planeta vive. Fique atento às dicas para aplicar na sua empresa e superar esse momento.

Procure ter agilidade na medida certa

Um plano de gestão de crises eficiente é focado em agir rápido diante do primeiro sinal do problema. Entretanto, antes, é necessário realizar uma profunda avaliação do cenário e ter uma definição de estratégias traçadas pelo comitê de crise. Ou seja, neste momento também é preciso ter calma para não trazer danos severos à marca. A agilidade deve vir na medida certa.

Se possível, não paralise a empresa durante a crise

Manter a empresa funcionando normalmente é uma das ações que deve fazer parte da gestão de crises. Aliás, é importante que o problema não tenha impacto no ambiente corporativo para que os colaboradores não se sintam inseguros e percam o foco da operação. Ao mesmo tempo, os gestores devem trabalhar para que a situação seja resolvida junto com a equipe.

Importante: tire lições após ultrapassar a crise

A forma como a equipe passa pelo processo de gestão de crises é um dos aspectos essenciais e deve ser levada em consideração. Após o problema ser solucionado, é importante que o time se reúna para entender os detalhes deste período e avaliar se algo poderia ser feito para que ela fosse evitada.

Esse passo é importante para, caso o problema volte a acontecer, as equipes possam utilizar os aprendizados para gerenciar a nova crise de forma muito mais rápida. Aprender com os erros faz parte do processo de amadurecimento e evolução da equipe e do empreendimento.

Meça os dados obtidos após o gerenciamento da crise empresarial

Fazer um levantamento de todos os danos causados pela crise à empresa é o primeiro passo a ser seguido pelos gestores. A coleta de informações pode ser feita de forma simples por meio de pesquisas digitais. A mais utilizada pelas empresas é a Net Promoter Score – NPS, que tem como objetivo medir a satisfação do cliente com seus produtos e serviços.

Com ela também é possível ter conhecimento do índice de clientes que falam mal da sua marca. Por outro lado, você também consegue identificar quais são os clientes que promovem seus produtos e serviços. Ou seja, a ferramenta é muito útil e deve fazer parte da gestão de crises, para coletar esses dados de danos causados. 

Tecnologia também auxilia as empresas a superar situações como a do Coronavírus

Uma das primeiras ações da gestão de crises a ser tomada pela maioria das empresas foi colocar todos os colaboradores para trabalhar em home-office. A medida permite que as pessoas evitem o contato social, uma das principais formas de transmissão do Coronavírus.

Empresas que já tinham os benefícios de uma atividade mais flexível no negócio, que utilizam ferramentas de gestão de projetos e colaboração, além de possuírem seus processos mapeados e bem alinhados com o time tiveram mais facilidade para se adaptar a este momento. Assim, investir em tecnologia pode ser a solução para ajudar nestas situações inesperadas de crise. No entanto, um dos maiores desafios para os gestores é conseguir gerenciar a equipe em home-office.

Aplicativos de gestão de ponto

Algumas ferramentas podem ser muito úteis nesse processo. Uma delas é a utilização de um aplicativo de gestão de ponto, um recurso presente no Sense One da Conquest One. Com ele os colaboradores podem registrar o ponto de qualquer lugar, utilizando um smartphone ou até mesmo no próprio notebook, pois o aplicativo conta com recursos de geolocalização que permitem maior mobilidade e melhor controle.

Dessa forma até mesmo equipes terceirizadas podem ser acompanhas de forma simples e segura. Outro ponto de destaque é a disponibilização de relatórios e possibilidade de download do comprovante.

Comunicação Unificada

Outra ação importante para manter a sua produtividade e de toda a equipe é fazer reuniões constantes para alinhar objetivos e atividades a serem executadas. A comunicação é fundamental para que a equipe saiba que o gestor está sempre presente para o que for necessário, por isso contar com uma ferramenta que possibilite a unidade de toda a comunicação com a equipe é de suma importância. Planeje e agende as suas reuniões antecipadamente, com dia e horário bem definido.

Para reunir a equipe, uma das opções de ferramentas com essa finalidade é o Microsoft Teams. Uma opção muito eficiente, com uma linha de comunicação fluída. O aplicativo empresarial do pacote Office 365, permite realizar reuniões virtuais por vídeo ou áudio, trocar mensagens de texto, anexar arquivos, enviar imagens, realizar a gravação das reuniões e muito mais.

O aplicativo é fundamental para a gestão de crises, como no caso do Coronavírus, em que todas as equipes passaram a trabalhar de casa. Aliás, ele está em alta e sendo bastante utilizado por quem faz trabalho remoto, principalmente nas últimas semanas, por causa da pandemia, que obriga as pessoas a evitarem o contato social.

Seleção e treinamentos através de bots

A tecnologia mudou o mundo inteiro e os chatbots e a inteligência artificial vieram com tudo, trazendo muitas aplicações e funcionalidades. Muitas empresas passaram a utilizar a ferramenta para economizar tempo e dinheiro na contratação de colaboradores. O sistema é capaz de se comunicar com os candidatos e responder às perguntas mais frequentes, fazendo com que o processo ande de qualquer maneira.

Os chatbots também economizam tempo das equipes no processo de triagem, uma das atividades que mais demanda tempo no recrutamento. Além disso, a ferramenta também facilita para os candidatos, que não precisam mais se deslocar para as primeiras fases do processo seletivo. Nesse momento de distanciamento social utilizar tal tecnologia permite que as empresas mantenham os processos em curso sem prejuízo ou risco a nenhum dos envolvidos.

Uma outra utilização muito importante é no Onboarding de novos colaboradores. Na Conquest One, o Onboarding já é realizado 100% remotamente, mas logo ele contará com a utilização dos chatbots, que enviarão as informações sobre os processos e a cultura da empresa, além de permitir o recebimento de documentos do profissional.

turnover

A importância da gestão de crises

Neste artigo pudemos perceber o quanto é importante uma empresa ter bem desenhado e alinhado um plano de gestão de crises. Avaliar cuidadosamente quais são as ameaças, os riscos e os possíveis cenários sob o ponto de vista dessas áreas e desenhar cada plano, sem alarde ou precipitações é uma maneira eficiente de driblar este momento que exige muita atenção dos gestores.

E você, gostou de saber como a sua empresa pode se preparar e realizar uma gestão de crises eficiente diante de cenários inesperados como o Coronavírus? Fique atento às novidades do nosso blog e conte conosco nesse processo.

Aumenta o número de mulheres na TI

mulheres na ti

A discussão sobre a posição de mulheres na TI vem, a cada ano, ganhando contornos mais amplos. O tema é essencial, pois toca em uma ferida antiga do setor.

Na área de tecnologia, por muito tempo, a diversidade foi um tema secundário. Assim, muitas mulheres enfrentaram situações ímpares para conseguirem se encaixar em posições de destaque, mesmo com bons currículos. Agora, no entanto, o cenário é outro.

Segundo estudo da McKinsey&Company “Women in the Workplace 2019”, nos últimos 5 anos, cresceu em 24% a representação de mulheres em posições C-Level no setor da TI.

O dado é promissor e bastante esclarecedor quanto ao movimento pela diversidade que vem crescendo desde o meio da última década. Entretanto, de acordo com o mesmo estudo, há muito o que melhorar.

Neste artigo, vamos explorar um pouco mais sobre esses números, projetando um possível futuro para a relação da área de tecnologia com a diversidade em seus postos de trabalho.

Quer aprender mais? Então continue a leitura!

O que dizem os dados sobre a presença de mulheres na TI?

De acordo com dados do YouthPark, um programa da Microsoft, apenas 25% dos funcionários de TI no Brasil são mulheres. Além disso, só 18% dos graduados em Ciência da Computação são mulheres.

No entanto, o estudo da McKinsey já mostra que a mudança está acontecendo — ela só precisa ser encarada como prioridade pelas empresas.

Afinal, não se trata apenas da inserção de mulheres em cargos gerenciais das empresas. Falamos de representação em todos os níveis produtivos.

De acordo com a pesquisa da McKinsey, o verdadeiro problema não é em promover mulheres de cargos gerenciais para posições de liderança sênior. O principal obstáculo é, justamente, na etapa anterior: a promoção para gerente.

De cada 100 homens contratados e promovidos à gerência, apenas 72 mulheres têm a oportunidade de seguir o mesmo caminho. É esse afunilamento que limita a constante renovação das posições gerenciais e C-Level no diz respeito às mulheres.

Como há menos delas para contratar para essas posições, mais homens acabam ocupando esses espaços. O movimento cria um efeito dominó prejudicial ao fluxo de talentos das empresas, limitando o espaço de desenvolvimento das mulheres na TI.

Como resolver esse impasse?

A cultura organizacional é chave. Não falamos necessariamente de favorecer uns em detrimentos de outros, mas criar um ambiente de crescimento e oportunidades iguais.

Segundo a McKinsey, funcionários costumam se preocupar muito com o nível de oportunidade e justiça no ambiente de trabalho. Porém, essa preocupação não se detém no nível individual. Eles buscam cenários que favoreçam ao crescimento e promoção de todos.

Mas, afinal, por que a diversidade é tão importante?

De acordo com o estudo, uma força de trabalho diversificada tende a tornar a cultura de trabalho mais inclusiva. Dessa forma, com todos os grupos representados, a tendência é que os funcionários sintam-se mais felizes.

Assim, a produtividade e eficiência aumentam, elevando o padrão de qualidade em suas entregas.

5 passos para promover a inserção de mulheres na TI

Ainda está confuso sobre como promover as condições para essa mudança em sua empresa de tecnologia? Nós indicamos alguns passos essenciais. Confira!

1.     Estabeleça uma meta para que mais mulheres ocupem posições gerenciais de primeiro nível

A dica é simples, mas pode ter um efeito enorme na sua empresa. Ao tornar essa meta pública, sua empresa garante o comprometimento do maior número de pessoas possível.

Assim, todo quadro de funcionários entenderá que o desenvolvimento do negócio virá através de uma cultura mais diversa, especialmente nas posições C-Level.

2.     Exija que mais mulheres estejam nas listas de contratação ou promoção

Para ocupar posições de destaque na empresa, é comum que o board da companhia analise uma série de nomes. A proposta aqui é exigir que sempre haja mais de uma candidata mulher na lista.

Assim, as chances de uma delas ser escolhida aumentarão bastante.

3.     Forneça aos avaliadores um treinamento para evitar o viés inconsciente nas contratações

Enquanto o preconceito é encarado de forma consciente, o viés é visto como uma ferramenta inconsciente, capaz de manipular decisões. E isso pode afetar em julgamentos de funcionários que envolvam questões de gênero e cor.

Portanto, é importante investir nesse tipo de solução e tornar toda avaliação mais igualitária e transparente.

4.     Estabeleça critérios de avaliação objetivos

Os critérios definidos devem levar em conta mérito e conquistas pessoais, excluindo questões que possam envolver gênero ou qualquer outro ponto de identificação pessoal.

Os mesmos critérios devem ser usados para avaliar funcionários no mesmo nível, sem que o viés inconsciente ou o preconceito dite as decisões.

5.     Coloque mais mulheres na fila de escolha para assumir posições gerenciais

Ao aumentar o número de mulheres nas filas para as promoções, você estimula um ambiente de igualdade. Com isso, o fator competitivo é reforçado e você conta com um time propenso a entregar melhores resultados.

Além disso, uma cultura organizacional diversificada e igualitária aumenta os níveis de satisfação dos funcionários. Assim, eles se esforçam para permanecer na empresa e melhorá-la cada vez mais.

A Conquest One incentiva o protagonismo das mulheres na TI

A Conquest One acredita que o tema é essencial. Não apenas pela necessidade de proporcionar um ambiente diversificado, mas por entender que a igualdade de oportunidades potencializa a produtividade e aumenta os níveis de satisfação de toda equipe.

Assim, temos a certeza de estar contribuindo para um mundo mais igualitário e entregando soluções da mais alta qualidade, cujo processo de desenvolvimento contou com a ajuda de todos e todas. Deseja saber mais a respeito do assunto e como a Conquest One pode te ajudar? Entre em contato agora com um de nossos consultores.

Como ser um profissional de TI preparado para as fintechs

Dados, machine learning e tecnologias mobile são algumas das competências que mais identificam um profissional de TI preparado para as fintechs.

Extremamente tecnológico e profundamente analítico, o setor atrai cada vez mais atenções: seja dos investidores, seja dos profissionais e do mercado como um todo. Então, como aproveitar essa expansão e garantir um lugar nos novos modelos de empresas do mercado financeiro?

Antes de compreender quais as características e competências necessárias para ser um profissional de TI preparado para o futuro, que já é realidade, é importante entender esse mercado. 

Afinal, as fintechs são um subnicho dentro da área de startups — empresas que oferecem soluções financeiras totalmente digitais e têm como objetivo o crescimento exponencial.

Continue a leitura para aprender mais!

O que são Fintechs?

São startups financeiras e o seu nome vem da junção dos termos em inglês financial + technology. O objetivo dessas empresas é oferecer soluções digitais completas para instituições financeiras (em formato SaaS – do inglês Software as a service) ou mesmo criar e gerenciar suas próprias plataformas, como é o caso do Nubank, por exemplo.

No Brasil, pode-se afirmar que as fintechs são uma grande tendência — e o país já desponta como referência no setor para o mundo.

O Nubank, por exemplo, foi uma das primeiras “startups unicórnios” brasileiras: que atingiram valor de mercado de US$ 1 bilhão. Vale lembrar que empresa foi fundada apenas em 2013.

No LinkedIn Top Startups 2019, um levantamento da rede social de profissionais que revela as startups de maior destaque para se buscar um emprego, figuram pelo menos 10 fintechs.

Portanto, é de se entender a crescente busca por qualificação para ser um profissional de TI preparado para as fintechs. Aqui, falamos de uma realidade diferente: o ambiente é submerso em tecnologia e inovação, com a gestão horizontal de muitas startups e o alto nível de cobrança (e remuneração).

Quer entender mais sobre como o profissional de TI trabalha dentro de uma fintech? Então é só continuar a leitura!

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Qual é o papel da TI nas Fintechs?

Quando falamos do mercado financeiro, qual a primeira característica que vem à mente? Agilidade. Tudo se move à velocidade de um e-mail, uma mensagem, um SMS. No caso das fintechs, esse é o core do negócio. Criar soluções em tempo recorde, que em si proporcionem mais agilidade, praticidade e transparência ao usuário ou à empresa.

Tudo com muita segurança e estabilidade. Afinal, as fintechs desenvolvem soluções que interferem diretamente no trato das pessoas com seu dinheiro.

Portanto, além da alta tecnologia e um design apurado e inovador, é preciso ter um alto nível de atenção a proteção de dados.

Sendo assim, ao profissional de TI, cabe instrumentalizar todo esse potencial. É esse o setor que move, que cria e atualiza, que possibilita o atendimento e a comunicação dentro de uma fintech.

Do Big Data à IA, passando pelo Machine Learning até a Engenharia de Softwares, cabe ao setor e à equipe de TI executar tudo. Recai na TI a responsabilidade de criar e administrar toda infraestrutura tecnológica da fintech.

Para facilitar, pense em uma empresa desenvolvedora de um ERP. A área de TI é o coração dela, certo? O mesmo ocorre com uma fintech, só que ela tem um pé no mercado financeiro, o que aumenta os riscos — mas também potencializa os ganhos.

Profissional de TI preparado para as Fintechs: como ser?

O foco de uma fintech está em facilitar a vida das pessoas em relação ao seu dinheiro ou em oferecer um produto que se aplique à uma instituição financeira com o mesmo fim.

Portanto, o profissional de TI preparado para as Fintechs deve dominar esse tipo de conhecimento e estar preparado para entrar em um ecossistema de inovação. Claro, há incontáveis vagas esperando para serem preenchidas dentro da TI de uma fintech, não apenas uma ou outra específica.

Porém, nesse mercado, ser um especialista em temas atuais do setor é um enorme plus.

Como mencionamos, a área de dados é de essencial importância dentro de um ecossistema financeiro, especialmente com a propagação dos aplicativos de gestão financeira. Muito além da proteção de dados, porém, falamos do entendimento acerca de seu uso: como utilizar a quantidade massiva (e sensível) de informações obtidas para criar ofertas mais sedutoras e assertivas aos clientes?

Esse é uma das principais carreiras em ascensão dentro das fintechs.

Além disso, destacam-se os conhecimentos em engenharia de software e design (UX, em especial), já que são estandartes de muitas das fintechs por aí: oferecer soluções simples, eficazes e de fácil entendimento.

Um último ponto a se destacar é: além do domínio prático das questões relacionadas à TI, o conhecimento de mercado financeiro pode ser decisivo. Entender a forma com que transações são feitas, temas inovadores como blockchain e criptomoedas e bolsas de valores pode ser decisivo. Tudo conta para seu currículo.

Ao profissional de TI preparado para as fintechs, cabe estudar, se qualificar e estar atento ao mundo de inovações que ronda a área. Seja bancos, sejam casas de investimento ou crédito, as fintechs trabalham para oferecer soluções que, antes de tudo, resolvam os problemas de seus clientes.

E, como sabemos, no mercado financeiro, nenhum problema é tão simples. Portanto, apenas os mais qualificados conseguem garantir o seu lugar.

E aí, que tal embarcar nessa? Sente-se preparado? Então venha conferir as vagas abertas na Conquest One e faça sua inscrição!

Os desafios das instituições financeiras tradicionais na atual era digital

Instituições Financeiras

Atualmente, conforme os bancos tradicionais integram as tecnologias mais recentes em seus processos, eles também estão enfrentando uma nova concorrência que surgiu há algum tempo: as Fintechs.

Esse tipo de instituição está revolucionando a maneira como o cliente experimenta os serviços disponíveis no mercado financeiro.

Dito isso, não basta que os bancos tradicionais possam oferecer as melhores soluções para seus clientes. Assim, também é crucial que eles direcionem a sua atenção para o seu público, o tornando o centro de suas operações para poderem capturar sua confiança e lealdade.

Dessa forma, abaixo, nós trouxemos alguns fatores que as instituições financeiras tradicionais devem levar em consideração profundamente ao procurar obter sucesso nesse novo mercado em que competem com as Fintechs. Muito se passa pela tecnologia. Confira!

Diferenças entre as instituições financeiras tradicionais e as Fintechs

Há algumas diferenças substanciais que iremos falar a seguir que dão mais vantagens às Fintechs em relação às instituições tradicionais.

Diante desse cenário, é visível a preocupação dos bancos com a possibilidade de perder os seus clientes. Inclusive, de acordo com uma pesquisa realiza pela PwC, 73% dos bancos consideram as Fintechs como uma ameaça.

Mas será que as Fintechs são realmente uma ameaça para os bancos? Apesar de não ser o prenúncio de sua extinção, pode ser ao menos o início do enfraquecimento do modelo tradicional. Isso, é claro, se algumas medidas não forem tomadas. Para entender isso, precisamos conhecer as diferenças entre os bancos tradicionais e as Fintechs.

Instituições financeiras tradicionais

Resumidamente, os bancos tradicionais são instituições financeiras que recebem depósitos e administram o dinheiro de seus clientes, deixando sob sua custódia. Esse dinheiro é utilizado para ser emprestado a outros indivíduos, incluindo serviços de cartões de crédito e empréstimos imobiliários, por exemplo.  Assim, para obter lucros, os bancos cobram uma taxa de juros sobre essas operações.

Fintechs

O termo Fintech surgiu da junção das palavras financial e techonology (financeiro e tecnologia). Ou seja, elas investem pesado em tecnologia.  A maioria das empresas Fintech oferece serviços semelhantes aos de um banco, apesar de não serem bancos de fato.

Ser uma instituição desse tipo requer que a empresa atenda aos requisitos mínimos de capital. Algo que a maioria das Fintechs não consegue.

No mercado financeiro, essas instituições são especializadas em determinados nichos, proporcionando diferenciais aos seus clientes que os bancos não conseguem competir.

Por outro lado, a maioria das Fintechs não contam com agências físicas e oferecem seus serviços a partir da internet e aplicativos para tablets e smartphones, por exemplo.

Fintechs são mais amigáveis

Um banco tradicional vincula amplamente o cliente, oferecendo-lhe uma gama de serviços, através do aumento dos custos de troca. Sem esse “luxo”, as empresas Fintechs seguem um “mantra” de ganhar a confiança por meio de um melhor atendimento ao público e aquisição de novos clientes com base em referências.

Um exemplo é a facilidade no processo de abrir uma conta. Nas Fintechs, basta ter em mãos um smartphone e os seus documentos pessoais. Apesar de alguns bancos melhorarem nesse sentido, na maioria das vezes, é necessário ir até uma agência com uma extensa lista de documentos exigidos no processo.

Além disso, as Fintechs contam com uma comunicação mais descontraída, tanto no e-mail, atendimento telefônico e até mesmo no site da empresa.

Fintechs conseguem oferecer preços mais competitivos.

Com uma operação virtual mais enxuta, mais flexibilidade por não ser regulamentada como uma instituição de coleta de dinheiro proveniente de capital de risco, as Fintechs conseguem atrair os seus clientes por meio de preços mais competitivos.

Os desafios das instituições financeiras tradicionais em relação às Fintechs

As instituições financeiras tradicionais têm diversos desafios para poder equilibrarem as forças em relação às Fintechs. E como podemos perceber, se faz necessário investir em tecnologia para oferecer serviços mais amigáveis, que atraiam mais clientes.

Nesse sentido, há um problema:  descobrir como se afastar de seus antigos sistemas que existem há décadas, dos quais toda a sua operação é dependente.

Isso ocorre, pois à medida que os bancos cresceram, aumentou-se o número de sistemas, que nem sempre eram substituídos e se tornaram cada vez mais complexos e ultrapassados em alguns casos. Por isso, essas instituições financeiras dependem tanto de um bom departamento de TI.

Soluções à vista: investimento em tecnologia

Diante desse cenário, talvez você esteja pensando: “basta substituir os sistemas antigos usados pelos bancos e pronto”. No entanto, a complexidade sistêmica que há é imensa, e apesar de ser possível realizar esse tipo de otimização, há diversos “problemas” a serem resolvidos no âmbito econômico, estratégico e político.

No entanto, no quesito de novos recursos tecnológicos, muito pode ser implementado, enquanto os antigos podem ser atualizados, já que eles fornecem ajuda significativa em relação às mudanças necessárias em todos os setores dessas instituições.

Assim, é possível dizer que a tecnologia é a revolução responsável pelos avanços que auxiliarão as instituições financeiras tradicionais a “brigarem” com as Fintechs, impactado em quase todos os campos da atividade e do esforço humano.

Ou seja, concluímos que uma boa equipe de TI é um ponto extremamente positivo nos mercados financeiro e de capitais nessa era digital, tanto para otimizar o que é antigo como para implementar novas melhorias.

Como a Conquest One pode ajudar nesse processo

Por fim, para que as instituições financeiras também sejam capazes de aproveitar dessa era digital, a Conquest One pode auxiliar na implementação das tecnologias que elas mais desejam e necessitam usar.

Sendo especialista em Staffing de TI, a Conquest One garante os melhores processos de seleção de profissionais de TI, oferecendo máxima eficiência e agilidade para seu projeto.

Através do serviço de staffing de TI, os colaboradores são selecionados de acordo com a cultura e os valores do cliente, permitindo um alinhamento que vai além da capacidade técnica.

Aplicamos avaliações estruturadas de desempenho, monitorando e acompanhando continuamente a performance dos colaboradores para garantir que o cliente conte com os melhores profissionais de TI para seu projeto durante todo o ciclo de implementação. Por isso, o futuro está mais próximo na Conquest One.

Deseja saber mais como podemos auxiliar nesse sentido? Agende agora uma reunião com um de nossos consultores.