Como melhorar a integração dos funcionários terceirizados na sua empresa

funcionários terceirizados

Você já pensou que a contratação de funcionários terceirizados pode ser uma boa opção para a sua empresa?  Contar com esse tipo de serviço é interessante, pois você terá acesso a profissionais qualificados e com custos reduzidos, já que as obrigações trabalhistas nesse modelo de trabalho são de responsabilidade da empresa contratada. 

Porém, nesse caso, a sua maior responsabilidade será adotar uma estratégia para a integração desses funcionários terceirizados dentro da sua organização, tanto na execução dos trabalhos quanto na relação com os demais colegas.

Para te ajudar a entender mais sobre o assunto, preparamos este artigo, com os principais pontos para que você aprenda a melhorar a integração de uma equipe terceirizada dentro da sua empresa. Continue a leitura para saber mais!

Funcionário terceirizado e PJ: as diferenças

Contratar um funcionário terceirizado ou uma pessoa jurídica?  Entender a diferença entre esses dois tipos de contratações pode fazer toda a diferença para o seu negócio, inclusive evitando dores de cabeça futuras.

Terceirização e “pejotização” (PJ) são situações completamente diferentes.  Enquanto a primeira é regida pelas leis trabalhistas, a segunda se rege pelo Código Civil.  Veja o conceito de cada uma delas:

  • Terceirização: Ocorre quando uma empresa contrata outra para fornecer profissionais que executam tarefas dentro da contratante.  Nessa modalidade, o pagamento do funcionário terceirizado, e demais direitos trabalhistas como FGTS e férias, é de responsabilidade da prestadora de serviços;
  • PJ:  neste tipo de contratação, o próprio profissional possui uma empresa de prestação de serviços e fornece nota fiscal pelo trabalho realizado.  Como prestador de serviços, não possui qualquer direito trabalhista, ou seja, recebe apenas pelo trabalho executado. O PJ não pode ter qualquer relação de subordinação, como cumprir horário de trabalho, por exemplo, pois isso é considerado irregularidade e passível de processo jurídico.

Equipe terceirizada: a necessidade de ser bem recebida

Quem é que não gosta de chegar em um ambiente e se sentir bem, não é mesmo?  E isso não é diferente na área profissional.   Quando um funcionário terceirizado chega em um novo local de trabalho, tudo o que ele quer é ser bem recebido.

Não é fácil para um novo contratado se adaptar aos colegas, aos chefes, tarefas, rotinas e cultura da empresa. Por tudo isso que a integração é essencial.  O colaborador bem recebido e bem adaptado irá trabalhar mais motivado e, consequentemente, terá desempenho e produtividade melhores.

Também é fundamental que o terceirizado seja tratado da mesma forma que os outros funcionários.

turnover

Como fazer a integração dos funcionários terceirizados

A integração dos funcionários terceirizados exige atenção e cuidados especiais.  Confira agora as cinco dicas essenciais que facilitam a vida de qualquer gestor no momento de integrar os colaboradores diretos e os terceirizados.

Comunique o resto da equipe

Um ponto importante é esclarecer os outros funcionários sobre o que é terceirização e prepará-los para a chegada dos novos colegas.   A clareza e a objetividade entre as equipes, além de favorecer a boa relação entre elas, cria um ambiente de trabalho confortável, livre de fofocas, e favorece a produtividade conjunta. 

Organize um momento de integração e boas-vindas

Crie um hábito para receber o funcionário terceirizado.  Mesmo que ele tenha facilidade de compreender e se adaptar aos valores da organização, é necessário organizar um treinamento completo, que traga não somente as questões técnicas, mas também o histórico da organização, regras e normas de conduta internas. Faça um tour pela empresa. Mostre os setores e o apresente aos novos colegas.

Estimule o bom relacionamento entre os funcionários

Um bom ambiente de trabalho é positivo para qualquer empresa. Isso inclui o bom relacionamento entre os colaboradores, sejam eles celetistas ou terceirizados. 

É claro que boa parte do sucesso de um ambiente de trabalho saudável depende dos próprios funcionários, mas os gestores da área podem estimular a integração entre as equipes, por meio de reuniões e situações que estimulem a harmonia.  Bons relacionamentos só tendem a beneficiar o trabalho e a colaboração entre as equipes.

Valorize os profissionais terceirizados da mesma maneira que os contratados

Todo mundo gosta de ser reconhecido e valorizado pelo trabalho que realiza. Quanto mais a empresa valoriza o seu colaborador, independentemente de ser terceirizado ou não, ele certamente manterá, e até aumentará, o seu desempenho.

Valorizar é também dar feedback. Mas lembre-se: se for negativo, converse com a pessoa em particular, sem expô-la a qualquer constrangimento. Se positivo, elogie em público, ou em cartazes e comunicados internos, como, por exemplo, “Os melhores colaboradores do mês”.

O feedback é de extrema importância em um relacionamento profissional porque ajuda a melhorar os pontos fracos e a reforçar os pontos positivos.

Promova reuniões

Faça reuniões frequentes com toda a equipe, sem distinguir funcionários e terceirizados, para alinhar estratégias e definir metas. Seja objetivo e defina o papel de cada um ao traçar um planejamento estratégico. Deixe claro a importância do engajamento de todos, inclusive se for funcionário terceirizado.

Como motivar a sua equipe terceirizada

Para se ter uma empresa competitiva, também é necessário motivar a equipe terceirizada.  É fato que quando o funcionário terceirizado é tratado de igual para igual, em relação aos demais colegas, ele se torna mais engajado e mais produtivo.

E não se esqueça dessas quatro regras de ouro para manter a equipe terceirizada motivada e feliz: 

  • Valorizar as conquistas;
  •  Certificar-se que ele receba bem;
  •  Ter clareza nos objetivos;
  • Capacitar a equipe por meio de cursos e treinamentos;

Que tal colocar em prática tudo o que você aprendeu neste artigo?  Com essas simples ações, as equipes estarão sempre motivadas, em um ambiente de trabalho saudável e produtivo. E o sucesso de sua empresa será garantido.  Marque uma reunião e saiba como podemos ajudá-lo mais a respeito desse assunto!

A Importância de capacitar os profissionais de TI

Capacitar profissionais de TI

Treinamento e educação continuada parecem ideais nobres para qualquer empresa. Em um mundo perfeito, todos os funcionários gastariam um quarto de seu tempo aprendendo novos conceitos e técnicas para aprimorar seus conjuntos de habilidades.

A realidade dos orçamentos, listas de tarefas tremendamente longas e o receio de ver o dinheiro do treinamento saindo pela porta dos fundos quando os funcionários saem significam que esse tipo de educação continuada não costuma ser uma prioridade para muitas empresas, especialmente para os departamentos de TI.

No entanto, este é o caminho errado a ser seguido. Treinar e investir em seus funcionários de TI é mais importante do que nunca. Para te mostrar, abaixo, explicaremos a importância de desenvolver os profissionais de TI e os benefícios que a capacitação do seu time pode trazer para sua empresa!

Por que capacitar os profissionais de TI do seu time é importante?

A Tecnologia da Informação está em constante evolução. Novas ferramentas surgem diariamente, substituindo tecnologias antigas para gerar mais produtividade, eficiência e redução de custos na empresa.

“A tecnologia está evoluindo mais rápido do que a capacidade humana”. Foi o que afirmou Thoman Friedmann, colunista do The New York Times, quando analisou nossa evolução ao longo dos últimos séculos. 

Segundo ele, até o século XX o homem foi capaz de acompanhar as ferramentas que criava, mas, a partir desse ponto, o avanço tecnológico começou a se acelerar, exigindo que as pessoas aprendessem mais e de maneira mais rápida.

Mas quais os impactos disso no departamento de TI? Não há dúvidas de que a TI, hoje, é fundamental para qualquer negócio — falaremos mais disso abaixo —, mas fora isso, a velocidade das novas ferramentas tecnológicas causou um impacto significativo na mão de obra disponível. Ou seja, falta mão de obra qualificada, especialmente no Brasil, país em que os cursos superiores ainda lutam para acompanhar o mercado.

Dito isso, existem inúmeros motivos pelos quais o treinamento do time de TI é importante. Para simplificar, explicamos as 3 áreas em que eles mais impactam sua empresa:

1. A TI é parte essencial de qualquer negócio

Como já adiantamos, a TI é parte essencial de qualquer negócio. Com a introdução dos computadores, o mundo dos negócios mudou para sempre. Hoje, as empresas usam a Tecnologia da Informação para garantir que seus departamentos funcionem sem problemas. E não importa o departamento: a TI é utilizada desde nos Recursos Humanos da empresa, até no Financeiro, Segurança, Marketing e por aí vai. 

Usando a TI, as companhias têm a capacidade de visualizar as mudanças nos mercados globais muito mais rápido do que podiam antes. Elas compram pacotes de software e hardware que as ajudam a realizar seu trabalho. 

A Tecnologia da Informação permitiu que as empresas acompanhassem a oferta e a demanda, à medida que os consumidores se sentiam mais ansiosos para ter seus produtos instantaneamente e, mais do que isso, com qualidade. Por isso, contar com funcionários capacitados a enxergar as ferramentas necessárias para conquistar esses objetivos (e a usá-las bem), é um grande diferencial.

2. Capacitar os profissionais de TI ajuda a reter talentos

Os funcionários se sentem apreciados quando uma empresa investe em seu sucesso gastando dinheiro em cursos de treinamento destinados a melhorar suas habilidades. Eles geralmente consideram essas oportunidades de treinamento durante uma aplicação para um novo trabalho.

Embora, é claro, essas qualificações e novos aprendizados sejam transferidos para novos funcionários quando eles deixam um emprego, melhorar o currículo geralmente é uma prioridade tática para qualquer profissional.

Os funcionários também tendem a apreciar os empregadores dispostos a investir em suas habilidades e são menos propensos a sair porque se sentem mais valorizados. Eles têm menos motivos para procurar um novo empregador, o que ajuda a empresa a reter talentos e a garantir o retorno sobre o investimento feito com os treinamentos.

3. Melhora a habilidade da TI de responder às mudanças

Em muitas empresas, a TI não é mais apenas um centro de custos, uma despesa necessária para fazer negócios. À medida que a economia da Internet surge, e à medida que o big data e a análise de dados continuam a transformar a forma como os negócios são feitos hoje, a TI precisa se tornar um centro de valor, se não um centro de lucro.

A TI deve permitir novas tecnologias que possam atender diretamente aos clientes. Como nunca, ela precisa disponibilizar dados, particularmente a capacidade de dividi-los e selecioná-los, a fim de identificar padrões no comportamento do cliente e insights sobre os processos de negócios existentes.

Essas tecnologias exigem habilidade. Hadoop, Hive, Pig, Cassandra e HBase são exemplos de ferramentas emergentes que estão entrando em suas fases de crescimento. Cinco anos atrás, ninguém era proficiente neles. 

Agora, ser habilidoso na implementação de um banco de dados cheio de registros não estruturados é visto como a próxima grande novidade. Capacite seus funcionários a permanecerem na vanguarda das novas tendências de TI e permita que eles treinem nessas tecnologias, e você aumentará diretamente o valor de seu departamento de TI no que se refere à geração de receita e redução de custos.

Ter um departamento de TI fazendo um impacto sólido na linha de fundo é um excelente empreendimento, mas você não pode fazer isso acontecer sem o compromisso de um programa de treinamento consistente. 

Agora que você entendeu a importância de capacitar os profissionais de TI, veja 10 maneiras de melhorar o desempenho do seu time de tecnologia e conquistar os benefícios que listamos acima! 

Além disso, se desejar, agende uma reunião para saber como a Conquest One pode lhe ajudar.

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

* por Antonio Loureiro, CEO da CQ1

Desde que criamos a CQ1 Lab, pudemos imergir ainda mais no “mar” de inovação que é possível trazer para a área de recursos humanos. Boas ideias e iniciativas não faltam.  As HRtechs têm trabalhado para solucionar os inúmeros problemas burocráticos do setor: alta rotatividade, profissionais insatisfeitos, reforma trabalhista, e-social entre outros.

No entanto, a concepção frenética de inovações encontra no mercado uma barreira de maturidade e cultura, que dificulta, ou até impede, a implementação dessas soluções dentro das corporações. Os projetos voltados para a área de recursos humanos têm um tempo maior de maturação e retorno financeiro, se comparado com outros mercados. Isso ocorre porque dependem de adaptações significativas nos clientes. Em muitos casos, a adoção de um novo sistema demanda mudanças culturais não só para o departamento de RH, como para toda a companhia.

Contudo, não há outro caminho possível: mais cedo ou mais tarde a mudança no mindset das empresas deverá acontecer.  Elas passarão a compreender a transformação digital como sinônimo de ganho de produtividade. A tecnologia e a qualidade dos planejamentos estratégicos na gestão de pessoas estarão cada vez mais correlacionadas dentro das companhias, apesar da atual resistência do setor e das restrições aos investimentos.

Big Data e IA

Consequentemente a utilização da análise de dados e da inteligência artificial na tomada de decisões para a gestão estratégica de pessoas deverá ser estabelecida com muito mais força em um futuro próximo, como já acontece fora do Brasil há pelo menos três anos. Além da implantação da tecnologia em si, que facilita processos burocráticos, os RH’s devem entender a importância de uma leitura estatística para uma gestão mais inteligente e com melhor direcionamento.

Neste novo cenário, os profissionais de recursos humanos e até mesmo os líderes das empresas deverão se abrir para atualizações tenológicas e relacionadas à interpretação dos dadosc. A partir de agora, esses novos elementos estarão ada vez mais presentes na vida desses profissionais e, utilizar a tecnologia como aliada será crucial para este processo de mudança.

 

CQ1 News – RHs Precisam Entender Mais de Dados

CQ1 News - RHs Precisam Entender Mais de Dados

SÃO PAULO  –  As empresas ainda estão distantes do que consideram ideal quando o assunto é uso de dados para tomar decisões de gestão de pessoas, segundo um levantamento global da consultoria PwC. Menos da metade dos executivos acham que os gestores de RH têm um entendimento profundo das atuais mudanças tecnológicas do mercado. 

 

Profissionais raros em TI: por que é tão difícil contratar?

Profissionais raros em TI: por que é tão difícil contratar?

Os profissionais mais raros são aqueles com perfil técnico, que também tenham capacidade analítica e estratégica.

Contratar para área de tecnologia é um desafio constante para os gestores de RH. Isso porque, infelizmente, o Brasil não forma profissionais na mesma medida que o mercado demanda. O fato é que, na última década, o volume de dados cresceu exponencialmente, e passou a ser gerenciado de maneira totalmente digital. A tecnologia, que antes era coadjuvante nas empresas, passou a ser uma área estratégica e de alto impacto para os negócios. Essa transformação fez crescer a demanda por profissionais e criou um descompasso entre a alta procura e a baixa oferta.

Um levantamento feito pela Manpower Group apontou que o Brasil é o segundo país que mais sofre com a escassez de profissionais qualificados, atrás apenas do Japão. Cerca de 71% das empresas apontam ter essa dificuldade. De acordo com o estudo, os profissionais de TI ocupam a oitava posição no ranking dos mais escassos, estando atrás de profissionais de nível técnico, artesãos, engenheiros, contadores.

Dentro da área de TI não é fácil listar quais são os profissionais mais raros, afinal essa demanda varia de acordo com a região, área, tipo de empresa e mudanças no mercado. No entanto, quando observarmos o mercado de contratações, conseguimos traçar um paralelo entre as demandas que estão mais recorrentes e as mais difíceis de serem preenchidas.

Pela minha experiência, consigo dizer que, hoje, os profissionais mais raros são aqueles com perfil técnico, que também tenham capacidade analítica e estratégica. É o caso de profissionais com conhecimento em análise de dados, que consigam não só trabalhar com as ferramentas, mas que também tenham expertise para interpretar as informações e transformá-las em estratégia para a empresa. Ou seja, mais do que as habilidades técnicas, as empresas buscam pessoas capazes de entender o impacto das ações de TI para o negócio.

Outros cargos, cada dia mais necessários, são aqueles responsáveis pela segurança da informação. O vazamento de dados pode comprometer a continuidade da empresa. Proteger-se de ataques e invasões é uma questão urgente e requer uma equipe com profundo conhecimento e atualizações constantes, uma vez que em pouco tempo as defesas ficam obsoletas. A Europa começou um movimento muito forte de proteção de dados, e isso já começou a refletir no Brasil através de subsidiárias Europeias. No entanto, apesar de ser um nicho de atuação que tende a crescer, essa é uma área que poucos profissionais escolhem.

Com o avanço da velocidade de se criar novos produtos e funcionalidades surgiu ainda a necessidade por profissionais de desenvolvimento de softwares capazes de criar ferramentas para automatização de testes. Imagine um cenário onde um novo serviço de tecnologia está sendo disponibilizado. Após a fase de desenvolvimento e antes do lançamento, a ferramenta precisa ser testada em todas as interfaces, botões, navegabilidade, etc. Fazer isso manualmente encarece, e muito, a operação. Surge aí a necessidade de validar o código de programação de maneira automática. Mas para isso, precisamos de pessoas com expertise em ferramentas e processos que vizam automatizar essas etapas.

Acredito que convém falar também do programador de software. Apesar de não ser um profissional raro, a procura está cada dia maior, aumentando assim a disputa entre os candidatos que existem. Mais uma vez, não é a quantidade de profissionais, mais sim o descompasso entre a formação deles e as urgências que aparecem no mercado.

Uma vez que são raros e cada dia mais necessários, esses candidatos começam a fazer exigências e buscam trabalhar para empresas as quais acreditam. O propósito é a bola da vez nos requisitos para quem está sendo contratado. Mas, apesar da missão empresarial estar entre as condições especificadas por eles, o grande anseio é por maior flexibilidade: seja no horário de trabalho, na possibilidade de home office ou por um dress code mais informal. Outro grande desejo é que a empresa o mantenha exposto às novas tecnologias. Eles querem trabalhar em ambientes inovadores, que forneçam ferramentas e favoreçam seu desenvolvimento profissional.

Enquanto recrutador, defendo que os profissionais negociem sim com as empresas que os estão contratando. É uma via de mão dupla, onde ambos os lados têm muito a ganhar. Mas, faço um alerta para que a negociação não se transforme em exigências, drenando o interesse e a confiança de quem está com a vaga aberta.

Algumas atitudes podem prejudicar o candidato. Falar de salário, benefícios e bônus logo no primeiro contato é uma delas. É o início do relacionamento, ambos os lados precisam se conhecer. Nessa fase, o candidato precisa explorar as oportunidades do projeto para o qual está sendo recrutado. Fazer perguntas sobre a cultura da empresa, sobre a liderança, os desafios, as responsabilidades e o futuro são o caminho mais educado e de quem tem verdadeiro interesse por uma oportunidade profissional. Esperar que a empresa mude sua política e cultura só para tê-lo na equipe pode passar a mensagem de que você é um profissional arrogante, e, portanto, por mais que seja qualificado para a vaga, não servirá para fazer parte do time.

Com tanta complexidade, as consultorias especializadas no recrutamento de TI são grandes parceiras na hora de encontrar os profissionais raros desse segmento. Isso porque elas trabalham em conjunto com a área de Recursos Humanos, para definir o plano estratégico e o diagnóstico de perfil ideal para cada vaga. Outro diferencial que torna as boutiques de recrutamento essenciais são o networking e o relacionamento contínuo com o mercado e com um nicho específico. Sem isso, encontrar os talentos nessa área torna-se, cada vez mais, uma tarefa quase impossível.

Fonte: http://cio.com.br/opiniao/2018/09/10/profissionais-raros-em-ti-por-que-e-tao-dificil-contratar/

10 desafios enfrentados por líderes digitais

Estudo aponta que quase metade dos executivos que acreditam se encaixar nessa categoria estão focados em impulsionar o crescimento da receita

Líderes digitais são definidos como organizações que se consideram “muito eficazes” ou “extremamente eficazez” no uso de tecnologias digitais para avançar suas estratégias de negócios. Com base nesse perfil, a 20ª edição do estudo Harvey Nash/KPMG CIO Survey identificou que quase 45% dos líderes digitais estão focados em “impulsionar o crescimento da receita”. Eles também apostam mais no desenvolvimento de produtos inovadores.

Fazer um sucesso digital é complexo: quase oito em dez CIOs consideram sua estratégia digital como moderadamente eficaz ou pior. E as estratégias digitais são ainda em sua infância, com a maioria dos investimentos focados em o “front end”, em vez de atividades operacionais mais profundas.

Ter um CDO, seja em um papel dedicado ou atuando, ajuda as organizações a terem duas vezes mais chances de ter uma estratégia digital em toda a empresa (se tiverem uma), e uma cultura de inovação  – quatro em dez dos CIOs entrevistados acreditam que sua estratégia digital falharia sem isso.

O estudo  ouviu quase 4 mil líderes de TI em 84 países para entender, entre outros pontos, como os CIOs estão se adaptando às mudanças impostas pelo digital.

Confira na lista abaixo os dez desafios elencados por aqueles que se consideram líderes digitais. Saiba mais: Como se transformar em um líder digital, segundo o Gartner 

1. Desenvolver inovações em produtos e serviços

2. Entregar de forma consistente e estável TI, em linha com a performance dos negócios

3. Impulsionar a experiência do usuário

4. Aprimorar a eficiência operacional

5. Aprimorar processos de negócios

6. Reduzir custos

7. Aprimorar a cibersegurança

8. Entregar business intelligence/analytics

9. Aprimorar a eficiência por meio da automação

10. Impulsionar o crescimento da receita

Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/23/10-desafios-enfrentados-por-lideres-digitais/