Como o outsourcing de recrutamento e seleção contribui para a maturidade e cultura organizacional de uma empresa?

Maturidade organizacional

Excelência, otimização de tempo e assertividade são pontos de desejo de qualquer RH quando o assunto é recrutamento profissional.

Contudo, atingir esses objetivos não é tarefa fácil. Encontrar o colaborador certo em meio a tantos candidatos é um trabalho extenso – e que nem sempre é garantia de sucesso. Além disso, se o profissional contratado não se encaixar bem à cultura organizacional, provavelmente trará prejuízos financeiros e até à produtividade da equipe.

Diante disso, o outsourcing de recrutamento e seleção surge como opção para agilizar e trazer eficiência a esses processos. Hoje opção de 65% das empresas de tecnologia na Europa, esses parceiros especializados são responsáveis pela contratação e gestão do profissional, o que gera ganho de tempo aos gestores e maior taxa de retenção.

A seguir, explicaremos a importância do serviço de outsourcing e como esta modalidade contribui para a maturidade da gestão e cultura organizacional das empresas de TI. Confira!

A importância da maturidade organizacional nos processos de recrutamento e seleção

Processos organizacionais são um conjunto de atividades exercidas a fim de atingir as metas de uma empresa. Nesse sentido, quanto mais ágil e eficiente eles forem, maior as chances de sucesso em uma companhia. 

Para que isso aconteça, no entanto, os gestores devem possuir uma alta maturidade organizacional. Isto é, precisam conhecer bem todos os processos de um setor, se quiserem mensurar e otimizar seu desempenho. 

O recrutamento e seleção, por exemplo, é um processo de RH fundamental para o desenvolvimento sustentável da empresa. Quando bem definidas e mapeadas, as fases da contratação de um profissional são muito mais eficientes e capazes de trazer às equipes especialistas alinhados à cultura interna.

No geral, todas áreas de um negócio podem ter uma gestão melhor quando há reconhecimento e mensuração das etapas de um processo. Entretanto, mesmo obtendo essa maturidade organizacional, o investimento na internalização nem sempre é a melhor solução. Muitas vezes delegar as atividades pode ser muito mais vantajoso.

A contratação de profissionais de TI reflete bem isso, visto que reúne um conjunto de ações mais complexas. Entenda melhor esse cenário no próximo tópico.

Desafios do recrutamento e seleção de profissionais de TI

Poucos setores são tão dinâmicos quanto o de tecnologia. Nele as mudanças acontecem a todo momento, e isso traz a necessidade das empresas e dos colaboradores serem cada vez mais adaptáveis.

Nesse contexto, os profissionais de RH, por mais que tenham uma visão clara sobre todas as etapas de recrutamento e seleção, encontrarão dificuldades durante a contratação de profissionais de TI. Afinal, o departamento, responsável por realizar a gestão de pessoas em todas as áreas da companhia, não é especialista em analisar candidatos de apenas um segmento.

Principalmente no ramo de tecnologia, internalizar esses processos podem trazer prejuízos como, a seleção de funcionários pouco ajustados à cultura da empresa, insatisfação, dificuldades de integração, redução da produtividade e da eficiência de projetos.

A maturidade organizacional, nesse sentido, tem o papel de identificar essas dificuldades do RH em atingir a excelência em atividades específicas, para que gestores busquem por parceiros experientes nesses processos.

Como o outsourcing contribui para a contratação e gestão de pessoas?

O outsourcing é a solução ideal para que gestores de recursos humanos encontrem profissionais qualificados nas áreas que não fazem partem da experiência do RH.

Companhias que oferecem esses serviços, concentram seus esforços em tempo integral nas atividades de recrutamento e seleção. Além disso, quando especialistas em um setor específico fazem parte das etapas dos processos, estas passam a se tornar ainda mais precisas.

Na prática, o outsourcing trabalha em todas as etapas do processo com o desafio de encontrar, mapear e analisar profissionais engajados com a cultura organizacional. Como resultado, esse alinhamento traz a segurança de que a qualidade na contratação será mantida ou até mesmo elevada.

E é isso que diferencia o outsourcing de serviços de terceirização comuns. Não se trata apenas de selecionar colaboradores, mas de garantir que os profissionais estarão envolvidos em processos de alto valor, como na relação da empresa com os clientes, por exemplo.

Em resumo, o que melhor pode definir o outsourcing é uma parceria estratégica entre sua empresa, a empresa contratada e o profissional – CLT ou prestador de serviço – a ser recrutado.

E, por mais que a empresa possa manter um alto nível de cobrança sobre os serviços prestados, o outsourcing ainda permite reduzir custos e otimizar tempo do RH para que ele foque em atividades ainda mais relevantes para a companhia.

6 etapas que definem a contratação de um parceiro de outsourcing ideal

Devido a tantas vantagens que o outsourcing traz para além da terceirização de profissionais, implementá-lo nas empresas pode ser a melhor solução. Cientes disso, listamos seis etapas que você deve considerar para ter êxito na escolha do parceiro ideal.

1.     Estratégia

Qualquer organização que deseja contratar um serviço de outsourcing precisa conhecer muito bem suas motivações. Ou seja, antes de tomar qualquer decisão é preciso saber se o novo parceiro irá contribuir, direta ou indiretamente, com funções estratégicas dentro dos processos da empresa.

E é aqui que entra a real importância da maturidade organizacional abordada acima. O gestor que tem essa visão saberá quais são as atividades que prejudicam a produtividade, bem como as principais deficiências da sua equipe antes de contratar empresas de outsourcing.

2.     Planejamento

Uma vez entendida quais expectativas e necessidades que levaram a empresa a buscar um serviço de outsourcing, os gestores ainda precisarão se planejar a fim de entender como devem ser feitos os processos de integração com o parceiro. Isso ajudará muito a definir um perfil de empresa ideal.

Algumas perguntas podem nortear a elaboração desse plano, abaixo listamos algumas delas:

  • Como essa parceria pode contribuir no curto, médio e longo prazo?
  • Qual a expertise da empresa em um projeto específico para suas necessidades?
  • Quais atividades devem ser desempenhadas exclusivamente pela empresa parceira?
  • Com que frequência os profissionais internos devem participar de etapas do processo?

3.     Consideração

Agora com um perfil bem definido, fica muito mais fácil filtrar quais parceiros de outsourcing do mercado melhor podem lhe ajudar. Nesse momento de pesquisa e consideração também vale avaliar o histórico e, quando possível, buscar referências diretas com antigos e atuais clientes da empresa.

4.     Contrato

Assim como deve ser feito em qualquer contratação, é preciso considerar pontos relevantes de um contrato com o parceiro de outsourcing. Entre eles, a duração, soluções descritas, custos com turnover, resultados esperados, entre outros. Conheça e negocie modelos de trabalhos e valores aplicados pelo parceiro.

5.     Implantação

Como já foi dito, diferentemente de uma simples terceirização, onde a empresa descentraliza todas as etapas do processo, no outsourcing, principalmente de recrutamento e seleção de profissionais, a companhia deve ter uma participação ativa.

A implantação do parceiro deve visar a integração com o cliente em todas fases do outsourcing. Isso aumentará a maturidade dos serviços, dado que estarão mais alinhados à cultura organizacional da companhia. 

6.     Otimização

Com uma relação mais próxima dos parceiros de outsourcing, também é possível ter uma visão melhor sobre os resultados entregues a fim de que adaptações sejam feitas até que todo o processo atenda plenamente as expectativas da companhia.

Observando cada uma das seis etapas citadas acima fica fácil perceber o quanto é importante estabelecer parcerias com empresas sólidas e seguras, principalmente no que se refere à contratação e gestão de pessoas.

A Conquest One, nesse contexto, é reconhecidamente uma das principais empresas de outsourcing de recrutamento e seleção de profissionais de TI do país.

Com a proposta de viabilizar projetos e entregar assertividade nos resultados, a empresa adota processos inovadores que utilizam inteligência artificial, geolocalização e outros recursos focados, desde a escolha do profissional até a aplicação de testes e treinamentos contínuos após a contratação. 

Dessa maneira, há segurança de que a cultura organizacional de sua empresa será rapidamente assimilada e os objetivos com a colaboração desse profissional, alcançados.

Conheça os principais diferenciais da Conquest One e entenda o quanto o outsourcing pode beneficiar o desenvolvimento dos seus negócios! 

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Qual a perspectiva das mulheres na tecnologia?

Metade das brasileiras ainda reconhece que enfrentam mais desafios para crescer e se tornar tão bem-sucedidas quanto os homens.

Três em quatro mulheres brasileiras (75%) que trabalham no setor de tecnologia – e as estudantes interessadas na área – afirmam que ser mulher impacta positivamente sua capacidade de seguir uma carreira no setor. O cenário favorável ocorre principalmente e graças ao reconhecimento de poucas mulheres atualmente no setor (35%), uma oportunidade reconhecida especialmente pelas universitárias (46%) e estudantes do Ensino Médio (43%).

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Booking.com, empresa de e-commerce de viagens e atuante do setor de tecnologia digital, que tem como objetivo entender melhor o contínuo desafio da diversidade de gênero no setor de tecnologia e as percepções, experiências e ambições de mulheres do mundo todo com relação às oportunidades de carreira no setor de tecnologia.

Pesquisa

Realizada com 6.898 pessoas de dez países (mulheres que trabalham com tecnologia e estudantes interessadas em seguir uma carreira no mercado), a pesquisa revela o porque que as mulheres do mundo todo consideram o setor de tecnologia atrativo e possui uma visão positiva do potencial que ele oferece.

Entretanto, a parcialidade no recrutamento, a atual formação do mercado de trabalho e a falta de tomadoras de decisão e exemplos conhecidos são as principais dificuldades que elas enfrentam.

As mulheres brasileiras também têm interesse no setor de tecnologia por diversos motivos – elas consideram uma área inovadora (61%), criativa (50%) e inspiradora (36%), além de oferecer opções de emprego que as desafie (27%). Para muitas, garantir uma posição na área de tecnologia se equipara a conseguir seu ‘emprego dos sonhos’ ou carreira ideal.

Ao serem questionadas sobre quais critérios as mulheres brasileiras usariam para definir seu ‘emprego dos sonhos’, nove em dez citaram um trabalho inspirador (92%), seguido por um trabalho que permita que elas trilhem seu próprio caminho (90%) e um trabalho que se alinhe com suas habilidades naturais (88%).

Parcialidade no recrutamento

Apesar do apelo do setor da tecnologia e as possíveis oportunidades, a pesquisa  indica que as mulheres do mundo todo ainda têm dúvidas e, em certos momentos na sua busca por uma carreira na área, consideram o fato de ser mulheres um ponto negativo. 

Cultura sexista?

Para metade das brasileiras (50%) este é o caso, pois o setor de tecnologia é amplamente dominado pelos homens, seguido por mais de um terço (38%) que cita uma cultura de trabalho sexista como um obstáculo.

É interessante ver que as percepções de parcialidade de gênero no processo de contratação têm grande variação em diferentes mercados. No Brasil, uma em cada duas mulheres (50%) sente que a parcialidade de gênero durante o recrutamento impacta negativamente as oportunidades de garantir uma carreira no setor, o maior número entre os países pesquisados, enquanto menos mulheres em países europeus se sentem desta forma (18% nos Países Baixos e 22% no Reino Unido e na Alemanha).

Sensação de inferioridade

Além disso, quase uma em cada cinco mulheres brasileiras (21%) sente que a falta de tomadoras de decisão trava uma carreira potencial na área de tecnologia, algo que ecoa pela maioria das alunas de Ensino Médio (50%). Esses fatores contribuem para o fato de que mais de quatro em cinco mulheres brasileiras sentem que têm mais desafios para entrar (86%), crescer e ser bem-sucedidas (87%) em certas carreiras do que os homens.

“As mulheres ainda têm pouquíssima representação no setor da tecnologia. O que nossa pesquisa agora nos mostra é exatamente onde as mulheres encontram as maiores barreiras e onde está a oportunidade para iniciar a mudança,” afirma Gillian Tans, CEO da Booking.com. “O otimismo e a ambição que vemos nas mulheres que querem ser bem-sucedidas no setor da tecnologia ou de TI são inspiradores, particularmente entre as gerações mais jovens, que veem o potencial de uma carreira na tecnologia como uma das aspirações que elas têm para si mesmas.”

“Mas, para empoderar as mulheres a serem bem-sucedidas na área, nós, como mercado, temos a oportunidade de fazer muito mais. Isso inclui a possibilidade de termos mais mulheres como líderes, eliminando a parcialidade de gênero que começa no processo de recrutamento, antes mesmo de uma mulher ser contratada, e investir em iniciativas para destacar a área como atrativa e acolhedora em todos os momentos, desde as iniciantes até a liderança sênior,” declarou Tans.

Oportunidade de mudança

A pesquisa reafirma o desejo do setor de tecnologia de conseguir a próxima geração de talentos, além de simultaneamente destacar onde os esforços para diminuir a diferença entre os gêneros começam. No Brasil, as alunas de Ensino Médio (29%) e as universitárias (26%) sentem que uma carreira na área de tecnologia oferece a liberdade de serem criativas em seu trabalho.

As alunas de Ensino Médio são atraídas pelo mercado da tecnologia principalmente porque sentem que possuem a chance de serem bem-sucedidas ainda jovens (30% vs. 22% entre profissionais experientes da área), além da possibilidade de trilhar seu próprio caminho profissional (26% vs. 24% entre profissionais experientes da área). Além de tudo isso, as alunas querem ser inspiradas pela carreira escolhida, conforme mencionado por 30% das alunas de Ensino Médio e 16% das universitárias.

O mercado 

Enquanto o setor de tecnologia hoje tem resultados em várias dessas frentes, as empresas de tecnologia – e o mercado no geral – possuem uma maior oportunidade de incentivar as mulheres que pretendem trabalhar neste mercado, não apenas para estimular suas ambições e articular formas de serem excelentes na área, mas também para eliminar os obstáculos que as desanimam.

“O setor da tecnologia tem um potencial tremendo de cumprir os critérios citados pelas mulheres do mundo todo ao definirem seu ‘emprego dos sonhos’ e aspirações de carreira”, comentou Tans. “Ajudar a realizar isso e levar mais mulheres para a tecnologia é um princípio que vai além da educação, do desenvolvimento social, responsabilidade corporativa e iniciativas governamentais. 

Se o setor da tecnologia quiser reter um fluxo equilibrado de talentos no futuro, todos devemos trabalhar incansavelmente para incentivar as mulheres durante sua educação formal a agir como fontes positivas de influência no desenvolvimento do conhecimento das meninas na área de ciências e matemática.”

Preencher a lacuna de gêneros

Com relação às opções de carreira, o aprendizado e a educação desde crianças há uma influência significativa nas eventuais opções de carreira das mulheres, de acordo com a pesquisa. Cerca de pouco mais de quatro em cinco mulheres brasileiras afirmam que suas opções de carreira são influenciadas pelas habilidades aprendidas na escola e na universidade (85%) e pelas matérias estudadas (84%).

Fonte: https://www.itforum365.com.br/carreira/qual-perspectiva-das-mulheres-na-tecnologia/

10 desafios enfrentados por líderes digitais

Estudo aponta que quase metade dos executivos que acreditam se encaixar nessa categoria estão focados em impulsionar o crescimento da receita

Líderes digitais são definidos como organizações que se consideram “muito eficazes” ou “extremamente eficazez” no uso de tecnologias digitais para avançar suas estratégias de negócios. Com base nesse perfil, a 20ª edição do estudo Harvey Nash/KPMG CIO Survey identificou que quase 45% dos líderes digitais estão focados em “impulsionar o crescimento da receita”. Eles também apostam mais no desenvolvimento de produtos inovadores.

Fazer um sucesso digital é complexo: quase oito em dez CIOs consideram sua estratégia digital como moderadamente eficaz ou pior. E as estratégias digitais são ainda em sua infância, com a maioria dos investimentos focados em o “front end”, em vez de atividades operacionais mais profundas.

Ter um CDO, seja em um papel dedicado ou atuando, ajuda as organizações a terem duas vezes mais chances de ter uma estratégia digital em toda a empresa (se tiverem uma), e uma cultura de inovação  – quatro em dez dos CIOs entrevistados acreditam que sua estratégia digital falharia sem isso.

O estudo  ouviu quase 4 mil líderes de TI em 84 países para entender, entre outros pontos, como os CIOs estão se adaptando às mudanças impostas pelo digital.

Confira na lista abaixo os dez desafios elencados por aqueles que se consideram líderes digitais. Saiba mais: Como se transformar em um líder digital, segundo o Gartner 

1. Desenvolver inovações em produtos e serviços

2. Entregar de forma consistente e estável TI, em linha com a performance dos negócios

3. Impulsionar a experiência do usuário

4. Aprimorar a eficiência operacional

5. Aprimorar processos de negócios

6. Reduzir custos

7. Aprimorar a cibersegurança

8. Entregar business intelligence/analytics

9. Aprimorar a eficiência por meio da automação

10. Impulsionar o crescimento da receita

Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/23/10-desafios-enfrentados-por-lideres-digitais/

As melhores estratégias para gerenciar o tempo

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Na verdade, a maioria das melhores estratégias para a gestão do tempo não têm muito de científicas, são intuitivas, criadas no dia a dia do trabalho. Continue reading “As melhores estratégias para gerenciar o tempo”

Karma Digital: o Futuro na Gestão de Pessoas

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O interesse pelo trabalho remoto tem aumentado no país; segundo a pesquisa Home Office Brasil, de 2014 para 2016 o aumento no número de empresas que estão implantando essa prática foi de 50%. Mas afinal, quais são os benefícios que o home office traz à companhia? Como implementar e gerenciar o modelo? Continue reading “A Cartilha do Home Office: Implementar e Gerenciar”