Os benefícios de ser um profissional de TI inserido em um ecossistema de inovação

ecossistema de inovação

Mesmo em meio    à turbulência da crise econômica brasileira, o setor de Tecnologia da Informação é um dos segmentos que não para de evoluir. Segundo a IDC Brasil, o mercado de TI deve fechar o ano de 2019 com um crescimento de 10,5%, maior que o ano passado. O impacto também é positivo na busca por novidades e iniciativas que promovam o ecossistema de inovação, por exemplo.

Se você, profissional de TI, não quer ficar para trás, que tal aprender um pouco mais sobre o ecossistema de inovação e entrar de cabeça nesse mundo? Confira a seguir nesse artigo.

Ecossistema de inovação: o que é?

Antes de falarmos sobre os benefícios que um profissional de Tecnologia de Informação pode obter somente por estar inserido dentro de um ecossistema de inovação, é importante saber exatamente o que isso significa.

E não tem mistério! O ecossistema de inovação é um polo tecnológico criado especialmente para o desenvolvimento e criação de produtos e serviços, focados na tecnologia e diretamente ligados com a colaboração e o empreendedorismo.

Mas para que tudo isso aconteça, esses espaços colaborativos precisam ter toda a infraestrutura necessária para a pesquisa, descoberta e desenvolvimento de uma inovação.  

Vale destacar que propostas como as do ecossistema de inovação só são possíveis quando sustentadas por quatro pilares: governo, indústria, academia e os próprios profissionais.

O mais famoso desses ambientes é o Vale do Silício, na Califórnia. Reconhecido no mundo todo como um polo de alta tecnologia, o Silicon Valley é um enorme ecossistema de inovação, que já formou gigantes da tecnologia, e estimula soluções disruptivas totalmente construídas de forma colaborativa.

O conceito desse tipo de espaço já ganhou o mundo e, no Brasil, já temos  importantes centros de inovação tecnológica, como  o ITA,  em São José dos Campos (SP), a Fundação Unicamp,  em Campinas,  também em São Paulo, o  San Pedro Valley, em Belo Horizonte (MG) e a Capital  da Inovação, em Florianópolis (SC),  dentre outros.

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Os benefícios do ecossistema de inovação para os profissionais de TI

Fazer parte de um ecossistema de inovação é a oportunidade que os profissionais de Tecnologia da Informação têm de interagir com as empresas, descobrir e encontrar soluções para acabar com as dores do mercado, criando serviços, produtos e projetos.

Certo. Mas quais são as reais vantagens do ecossistema de inovação para nós, profissionais de TI? Veja, abaixo, três bons motivos:

 Troca de experiências entre os profissionais

Não importa há quanto tempo você é um profissional de TI.   O mercado de tecnologia está sempre se inovando e se renovando.  As empresas sempre estão ávidas por novidades e profissionais antenados.

No ecossistema de inovação, os profissionais podem aprender uns com os outros. Errar, acertar e encontrar soluções para os problemas.  Toda essa dinâmica é uma maneira de superar os desafios e sair na frente da concorrência.

Participação em redes de indicações

As relações de trabalho mudaram e, mais do que nunca, o famoso QI (quem indica) está em alta.

A grande maioria das empresas não realizam parcerias sem terem indicação do trabalho de outras organizações.   Se você conhece de perto a metodologia, a seriedade e a autenticidade do trabalho de uma empresa ou colega, fará a indicação de olhos fechados.  E o inverso também: você será indicado sem medo.  O ecossistema de inovação é um ambiente de ganha-ganha.

Aprimoramento das habilidades profissionais

Os ecossistemas são verdadeiros polos para atrair talentos e incentivar o aprimoramento das habilidades profissionais dentro de empresas que já estão consolidadas no mercado.  

O contato permite não apenas melhorar os seus conhecimentos, mas também criar uma boa rede de networking.  Estar dentro de um desses polos de tecnologia é mais do que um privilégio. É a oportunidade de amadurecimento e reconhecimento profissional.

Como a Conquest One estimula esse ambiente

Em 2018, a Conquest One lançou no mercado a sua própria aceleradora de startups: a CQ1Lab, que surgiu em virtude das dificuldades enfrentadas pelas organizações tradicionais em se adaptar ao mercado, principalmente quando se deparam com a velocidade da criação de startups.

A ideia da CQ1Lab é proporcionar um ecossistema de inovação para desenvolver novos negócios focados em tecnologias voltados ao mercado de gestão de capital humano, conhecidas como HRTechs.

Na CQ1Lab, além de um espaço totalmente dedicado a inovação, a startup terá a mentoria de especialistas em desenvolvimento de produtos, desenvolvimento de negócios, gestão de pessoas e tecnologia, entre outras especialidades.

As startups interessadas, e que tenham soluções essencialmente focadas na área de gestão de capital humano, passam por uma avaliação criteriosa, que inclui nível de maturidade do negócio, estágio de desenvolvimento do produto / serviço e utilidade mercadológica, entre outros. 

Depois de selecionadas, as startups serão aceleradas em fases de três meses, dentro da estrutura tecnológica da CQ1Lab, na sede da própria Conquest One, em São Paulo. 

Não são apenas as startups que se beneficiam do programa de aceleração.    O time de mentores da CQ1Lab também aproveita o ecossistema de inovação criado pelas aceleradas para impulsionar a inovação em organizações já estruturadas.

Deseja conhecer mais a respeito do projeto e saber como você pode fazer parte desse ecossistema de inovação? Entre em contato conosco.

7 novas regras de liderança em TI

7 novas regras de liderança em TI

Poucas coisas no mundo mudaram mais dramaticamente nos últimos 10 anos do que a tecnologia. Mas muitos líderes de tecnologia ainda estão se pautando por regras antigas e desatualizadas.

Já se foram os dias em que a TI dava ordens para que todos na empresa fossem obrigados a segui-la. E que o departamento de TI era estritamente um tomador de pedidos, simplesmente tentando atender às demandas dos executivos de negócios.

O crescente ritmo de mudança significa que as empresas não podem mais se dar ao luxo de levar meses (ou anos) para implementar projetos de TI grandes e caros; entrega contínua e constante é a nova lei. As organizações também não podem escolher entre inovação ou segurança – elas precisam de ambas. Isso coloca mais pressão sobre os CIOs para entregar novas iniciativas de maneira segura e compatível.

Hoje, os líderes de TI estão ajudando os usuários de negócios a escolher o melhor de um catálogo cada vez maior de ferramentas e serviços, enquanto orientam a organização por meio de sua transformação tecnológica. À medida que as empresas se tornam mais dependentes dos dados para impulsionar as decisões, os líderes de tecnologia têm mais poder e maior responsabilidade.

As regras antigas utilizadas pela TI deixam de ser relevantes. Aqui está o que as substituiu.

Regra antiga: a TI cria as regras (e tenta aplicá-las)
Nova regra: os usuários criam as regras (e a TI tenta mantê-las fora de problemas)
Estabelecendo políticas, aplicando padrões, certificando-se de que tudo com um LED esteja seguro e firme. Lembra dos velhos tempos?

Hoje os usuários fazem as regras. Seu trabalho é guiá-los gentilmente na direção certa, para garantir que eles não coloquem as operações e a empresa em risco.

“O papel do CIO mudou de executor para curador”, diz Jonathan Stone, CTO/COO da Kelser.

Cinco anos atrás, os líderes de tecnologia decidiram quais aplicativos o negócio usaria e quem teria acesso a eles. Agora eles estão constantemente avaliando como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios e orientando os usuários sobre as melhores soluções.

“Toda a equipe ainda precisa estar na mesma página, e o CIO ainda decide qual página é essa”, diz Stone. “Mas você não os vê mais tomando decisões abrangentes como: ‘Não fazemos nada baseado na nuvem'”.

Regra antiga: manter as luzes acesas
Nova regra: manter os dados fluindo
As velhas tarefas diárias de TI – administrar direitos de acesso, gerenciar a qualidade dos dados e gerar relatórios – são normalmente tratadas por equipes de negócios com pouca ou nenhuma supervisão de TI, diz Mark Settle, CIO da Okta. Hoje é tudo sobre dados.

“As principais responsabilidades da TI estão cada vez mais focadas na integração de dados em vários aplicativos, no gerenciamento de dados mestres em nível corporativo e na aplicação de salvaguardas de segurança cibernética”, diz Settle. “A TI torna as empresas mais competitivas, automatizando processos, democratizando dados e reduzindo a fricção em relação ao usuário”.

Hoje os usuários fazem as regras. Seu trabalho é guiá-los gentilmente na direção certa, para garantir que eles não coloquem as operações e a empresa em risco.

“O papel do CIO mudou de executor para curador”, diz Jonathan Stone, CTO/COO da Kelser.

Cinco anos atrás, os líderes de tecnologia decidiram quais aplicativos o negócio usaria e quem teria acesso a eles. Agora eles estão constantemente avaliando como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios e orientando os usuários sobre as melhores soluções.

“Toda a equipe ainda precisa estar na mesma página, e o CIO ainda decide qual página é essa”, diz Stone. “Mas você não os vê mais tomando decisões abrangentes como: ‘Não fazemos nada baseado na nuvem'”.

Regra antiga: manter as luzes acesas
Nova regra: manter os dados fluindo
As velhas tarefas diárias de TI – administrar direitos de acesso, gerenciar a qualidade dos dados e gerar relatórios – são normalmente tratadas por equipes de negócios com pouca ou nenhuma supervisão de TI, diz Mark Settle, CIO da Okta. Hoje é tudo sobre dados.

“As principais responsabilidades da TI estão cada vez mais focadas na integração de dados em vários aplicativos, no gerenciamento de dados mestres em nível corporativo e na aplicação de salvaguardas de segurança cibernética”, diz Settle. “A TI torna as empresas mais competitivas, automatizando processos, democratizando dados e reduzindo a fricção em relação ao usuário”.

Mais do que nunca, a TI deve equilibrar as necessidades de conformidade e segurança da organização com os desejos dos usuários finais. Em outras palavras, os CIOs modernos precisam ser tão bons em RH quanto na segurança da informação. É preciso proteger as aplicações, independente do dispositivo.

Regra antiga: escolha um parceiro, fique com ele por toda a vida
Nova regra: mantenha suas opções em aberto
Era uma vez CIOs que simplificavam seus portfólios, comprometendo-se com um grande fornecedor para implementar a maior parte da tecnologia em uso na empresa. Mas as falhas de entrega, as taxas onerosas de licenciamento, a inflexibilidade e o aprisionamento do fornecedor azedaram muitas dessas relações.

Hoje em dia as empresas podem fazer muito melhor  buscando parceiros tecnológicos mais ágeis que possam satisfazer suas necessidades sem renegociações prolongadas ou penalidades, diz Mike Meikle, CEO da secureHIM.

“É tudo sobre economia de custos e flexibilidade”, diz Meikle. “As empresas agora querem os melhores parceiros de vendas, cujos SLAs são mais flexíveis, permitindo que eles respondam com mais agilidade a um mercado que muda rapidamente.”

Ainda assim, flexibilidade e liberdade têm um custo.

“Mais fornecedores e soluções significam maior complexidade”, acrescenta. “E muitas empresas cometem o erro de pensar que o uso de fornecedores terceirizados ou SaaS permitirá que eles reduzam o número de funcionários, de modo que acabam perdendo conhecimento institucional valioso.”

O sucesso de fazer malabarismos com vários provedores de serviços também exige a instalação de um programa de gerenciamento de fornecedores para garantir que os SLAs sejam cumpridos e os contratos sejam mantidos.

“Ter um programa de governança maduro também será importante para manter as expectativas da diretoria de acordo com a realidade”, acrescenta.

Regra antiga: Se não está quebrado, não conserte
Nova regra: se não está quebrado, quebre
Uma década atrás, o trabalho da TI era manter a disponibilidade alta e os custos baixos, para minimizar interrupções e evitar violações. Hoje, CIO realmente significa Chief Innovation Officer. Mover-se rápido, quebrando as coisas é o novo mandato.

“Os CIOs agora são responsáveis ​​por inovações de produtos e serviços que aumentam as receitas, aumentam a fidelidade e eliminam a concorrência”, diz Bhanu Singh, vice-presidente de desenvolvimento de produtos e operações da OpsRamp. “Acima de tudo, eles devem incentivar a tomada de risco calculado, especialmente em torno da tecnologia e dos ecossistemas disruptivos, para manter os negócios e a organização um passo à frente dos concorrentes”.

Todas as empresas devem repensar seus processos continuamente, diz Lightman, da CMU. Grandes corporações avessas ao risco devem procurar a TI para avaliar os desafios da inovação e como gerenciá-los.

“Pode haver muita interrupção no mercado dizendo às empresas que elas precisam assumir mais riscos do que poderiam”, diz ele. “A liderança em TI pode ajudar, avaliando e compreendendo todos os riscos e como mitigá-los.”

Fonte: https://cio.com.br/7-novas-regras-de-lideranca-em-ti/

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

Renovação dos RH’s esbarra no mindset das companhias

* por Antonio Loureiro, CEO da CQ1

Desde que criamos a CQ1 Lab, pudemos imergir ainda mais no “mar” de inovação que é possível trazer para a área de recursos humanos. Boas ideias e iniciativas não faltam.  As HRtechs têm trabalhado para solucionar os inúmeros problemas burocráticos do setor: alta rotatividade, profissionais insatisfeitos, reforma trabalhista, e-social entre outros.

No entanto, a concepção frenética de inovações encontra no mercado uma barreira de maturidade e cultura, que dificulta, ou até impede, a implementação dessas soluções dentro das corporações. Os projetos voltados para a área de recursos humanos têm um tempo maior de maturação e retorno financeiro, se comparado com outros mercados. Isso ocorre porque dependem de adaptações significativas nos clientes. Em muitos casos, a adoção de um novo sistema demanda mudanças culturais não só para o departamento de RH, como para toda a companhia.

Contudo, não há outro caminho possível: mais cedo ou mais tarde a mudança no mindset das empresas deverá acontecer.  Elas passarão a compreender a transformação digital como sinônimo de ganho de produtividade. A tecnologia e a qualidade dos planejamentos estratégicos na gestão de pessoas estarão cada vez mais correlacionadas dentro das companhias, apesar da atual resistência do setor e das restrições aos investimentos.

Big Data e IA

Consequentemente a utilização da análise de dados e da inteligência artificial na tomada de decisões para a gestão estratégica de pessoas deverá ser estabelecida com muito mais força em um futuro próximo, como já acontece fora do Brasil há pelo menos três anos. Além da implantação da tecnologia em si, que facilita processos burocráticos, os RH’s devem entender a importância de uma leitura estatística para uma gestão mais inteligente e com melhor direcionamento.

Neste novo cenário, os profissionais de recursos humanos e até mesmo os líderes das empresas deverão se abrir para atualizações tenológicas e relacionadas à interpretação dos dadosc. A partir de agora, esses novos elementos estarão ada vez mais presentes na vida desses profissionais e, utilizar a tecnologia como aliada será crucial para este processo de mudança.

 

Como Criar um Mindset de Inovação para sua Empresa

Como Criar um Mindset de Inovação para sua Empresa

Inovar é o caminho natural das empresas. Quando falamos em negócios, empresas, processos e tudo o que envolve o dia a dia de uma companhia, acabamos nos voltando a este tema. Como melhorar processos internos? Inovação. Precisa de um novo software para encurtar ou automatizar trabalhos? Inovação. Quer ganhar mais ou reduzir custos? Inovação!

As áreas de conhecimento respiram inovação. Cientistas inovam para obter novas fórmulas, teorias e avanços. Banqueiros inovam para ter margens maiores de lucro. Arquitetos inovam em construções para encontrar materiais mais baratos e mais resistentes. Desenvolvedores e profissionais de TI inovam para fazer sistemas mais rápidos e que tornem a experiência de seus usuários cada vez mais imersiva.

Temos então esta situação. Todo mundo precisa inovar, no entanto, como as empresas novas e tradicionais fazem para que isso seja possível? Como estimular um ambiente inovador? Quais resultados esperar e de quais tipos de inovação?

Quebrar hierarquia
A hierarquia mata a inovação. Encare isso. A pessoa que está se propondo a isso não pode depender do julgamento de outras acima de seu nível hierárquico até que a ideia chegue a quem realmente a entenderá. As inovações incrementais mais bem-sucedidas e mais rápidas são aquelas que pesquisam o hábito do consumidor. É algo rápido, está na boca de todos os usuários que usam sua ferramenta e não pode esperar pela hierarquia.

As pessoas têm medo de levar suas ideias adiante por acharem que serão julgadas. Quando há muitas etapas a serem vencidas, a ideia morrerá sem chegar aos ouvidos de quem realmente importa.

Tenha muitos ouvidos
Vejo muitos clientes, com orgulho, dizer: criamos uma área de inovação – que já foi chamada de R&D (ou P&D – Pesquisa e Desenvolvimento) -, com orçamentos volumosos. Reconheço que a inovação precisa começar de alguma forma, mas restringir os ouvidos somente às vozes vindas do próprio time é perigoso.

Mas, lembre que empresas pequenas e com poucos funcionários não têm um departamento de inovação. No Nubank, por exemplo, há uma área que se chama “Fator Wow!”. Como o nome sugere, a responsabilidade do time é criar experiências que impressionem seus clientes.

Seu cenário é de empresa grande? Pense no Google. Com milhares de funcionários, 20% do tempo de cada funcionário é livre para que possam trabalhar em suas próprias ideias. O modelo de negócios da Google permite este tempo ocioso, pois sua fábrica de dinheiro está automatizada. Legal, vamos olhar agora para a Apple. Ela vende hardware, é uma fábrica e é uma das empresas mais inovadoras do mundo!

Estimule o intraempreendedorismo
O objetivo final é inovar, mas isso só vai acontecer quando as pessoas pensarem fora da caixa e, para isso, precisam se sentir à vontade e entender que têm liberdade para propor ideias e que elas não serão cortadas.

Não deixe o outro se desmotivar
Um projeto é analisado por diversas pessoas antes de ser colocado em prática ou não. Por este motivo, é essencial passar feedbacks ao idealizador, deixando claro o que achou da ideia e destacando os pontos positivos e negativos. Desta forma, a pessoa não ficará desmotivada e buscará se aperfeiçoar em uma nova ideia.

Uma dica: quem for avaliar uma proposta deve buscar com o idealizador o conceito principal, para juntos decidirem se é aplicável ou não à empresa.

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Comece
Não há cartilha! Só depende de você. Grandes empresas de consultoria irão propor modelos prontos, que custam milhões de dólares, sobre como “implementar a transformação digital”, por exemplo. Não vai funcionar. Sua cultura não deixará. A inovação é incremental. Não terá prazo e custo definidos.

Pense você mesmo como começar. Estabeleça planos, estude teorias de inovação e entenda como elas acontecem. Uma vez compreendido, você saberá por onde começar. Sugestão: estude lean, jornadas de design e metodologia ágil de desenvolvimento de software.

Fonte: http://cio.com.br/opiniao/2018/09/13/como-criar-um-mindset-de-inovacao-na-sua-empresa/

10 desafios enfrentados por líderes digitais

Estudo aponta que quase metade dos executivos que acreditam se encaixar nessa categoria estão focados em impulsionar o crescimento da receita

Líderes digitais são definidos como organizações que se consideram “muito eficazes” ou “extremamente eficazez” no uso de tecnologias digitais para avançar suas estratégias de negócios. Com base nesse perfil, a 20ª edição do estudo Harvey Nash/KPMG CIO Survey identificou que quase 45% dos líderes digitais estão focados em “impulsionar o crescimento da receita”. Eles também apostam mais no desenvolvimento de produtos inovadores.

Fazer um sucesso digital é complexo: quase oito em dez CIOs consideram sua estratégia digital como moderadamente eficaz ou pior. E as estratégias digitais são ainda em sua infância, com a maioria dos investimentos focados em o “front end”, em vez de atividades operacionais mais profundas.

Ter um CDO, seja em um papel dedicado ou atuando, ajuda as organizações a terem duas vezes mais chances de ter uma estratégia digital em toda a empresa (se tiverem uma), e uma cultura de inovação  – quatro em dez dos CIOs entrevistados acreditam que sua estratégia digital falharia sem isso.

O estudo  ouviu quase 4 mil líderes de TI em 84 países para entender, entre outros pontos, como os CIOs estão se adaptando às mudanças impostas pelo digital.

Confira na lista abaixo os dez desafios elencados por aqueles que se consideram líderes digitais. Saiba mais: Como se transformar em um líder digital, segundo o Gartner 

1. Desenvolver inovações em produtos e serviços

2. Entregar de forma consistente e estável TI, em linha com a performance dos negócios

3. Impulsionar a experiência do usuário

4. Aprimorar a eficiência operacional

5. Aprimorar processos de negócios

6. Reduzir custos

7. Aprimorar a cibersegurança

8. Entregar business intelligence/analytics

9. Aprimorar a eficiência por meio da automação

10. Impulsionar o crescimento da receita

Fonte: http://cio.com.br/gestao/2018/07/23/10-desafios-enfrentados-por-lideres-digitais/

Como os Meetups podem Beneficiar os Times de Tecnologia

Reuniões informais geram troca de experiências, Networking e fomento da inovação

Houve um tempo em que eventos corporativos eram marcados pela monotonia. Mas esta concepção está sendo rapidamente deixada de lado nos últimos anos. A nova realidade apresenta convenções nas quais propostas e inovações são compartilhadas em ambientes muito mais agradáveis e dinâmicos.

Meetup é um conceito que designa reuniões informais e descontraídas com o propósito de discutir negócios de uma forma atrativa e sem padrões estabelecidos. É um espaço onde pessoas com interesses semelhantes se encontram para comer, beber e conversar, enquanto trocam conhecimento, compartilham boas práticas, fazem networking, discutem insights, apresentam produtos e expõem cases de sucesso.

O termo surgiu nos EUA, mais especificamente no Vale do Silício. Aos poucos, se espalhou rapidamente pelo mundo, por transformar convenções de setores em momentos muito mais divertidos e eficientes para seus participantes. Os encontros são oportunidades espontâneas para se reunir especialistas dispostos a discutir as tendências de mercado, independentemente da área.

Não há solenidades, cerimoniais, grandes falas unilaterais e tantas outras marcas de simpósios, convenções, colóquios e demais eventos corporativos. Nada é conduzido, o que gera relações profissionais muito mais sinceras e eficientes, marcadas pela espontaneidade.

O ambiente informal que o caracteriza torna esse tipo de evento cada vez mais popular e atrai constantemente novos participantes em busca de ampliar suas redes de contato e aprender um pouco mais sobre o setor no qual atuam.

Meetups e equipes de tecnologia

Embora a prática dos encontros informais possa englobar todos os tipos de segmentos, é o ramo de produção de tecnologia que mais vê benefícios no uso desta plataforma. Acredita-se que aproximadamente metade dos meetups realizados a nível global tenham caráter exclusivo de abordagem tecnológica.

Isso acontece pois tais eventos carregam uma série de fatores capazes de fomentar o espírito de inovação intrínseco ao desenvolvimento de novos componentes de high-tech. É cada vez mais comum ver gestores de médias e grandes empresas presentes nos encontros, em busca de novas ideias e formas de ampliação em seu repertório de atuação frente ao mercado.

No entanto, com o passar do tempo, esses administradores viram benefícios ainda maiores nesse tipo de prática. Os encontros informais tornaram-se uma oportunidade de capacitar também os seus próprios colaboradores da área de TI. Os encontros são estratégias de se obter upgrade de conhecimentos.

Por isso, muitos líderes ganharam o hábito de não só inscrever sua equipe de TI para participar de meetups, mas também propor grandes incentivos para que tais funcionários se dediquem ao máximo a esses encontros.

Para a concepção do profissional, a participação também é vista como altamente positiva, pois se trata de uma inusitada e, ao mesmo tempo, proveitosa oportunidade de crescimento na carreira. Sem falar que a curiosidade e a busca constante pela inovação faz parte da característica natural do profissional de TI. O resultado deste tipo de engajamento é uma equipe muito mais disposta a trabalhar e atualizada com as tendências de mercado.

A importância do networking no setor de TI

Um dos motivos de meetups serem dominados por pautas tecnológicas é a capacidade que possuem de aumentar consideravelmente a rede de contatos de seus frequentadores. Afinal, poucas áreas precisam tanto da capacitação e modernização diária na execução de processos e desenvolvimento de novas ideias quanto o setor de TI.

Ninguém se atualiza sozinho. Além de pesquisas, a tecnologia exige o contato diário com o próximo. É preciso conversar, ouvir experiências e descobrir novas realidades. Nestes eventos, é possível encontrar, de uma só vez, clientes, fornecedores, mentores, investidores, pesquisadores, concorrentes e várias outras fundamentais parcelas de público dispostas a contribuir com o sucesso de um negócio. A ausência de regras e formalidades transforma esta experiência em um atrativo ilimitado de novas práticas e atuações.

Entenda melhor outras vantagens geradas pela presença de gestores e de profissionais de TI em meetups:

1- Possibilidade de investir e atrair investidores

É comum que administradores de médias e grandes empresas tenham duas preocupações recorrentes ao realizar projetos de criação tecnológica. A primeira é a necessidade de atrair investimentos para colocar em prática ideias onerosas. A segunda hipótese é a disposição de investir em protótipos de grande potencial de lucro. Os dois casos podem ser resolvidos em um meetup, onde há, concomitantemente, grandes investidores e pessoas expondo seus trabalhos em busca de investimento.

2- Descoberta de potenciais sócios e parceiros

Por maior que seja o porte de uma empresa, é sempre possível montar parcerias no ramo tecnológico que sejam positivas para ambos os envolvidos. Meetups são oportunidades de encontrar pessoas com ideias parecidas de negócio. Co-fundadores, associados em projetos, profissionais especializados, visionários e vários outros perfis de pessoas capazes de agregar de alguma maneira com um negócio podem ser encontradas nesse tipo de reunião informal.

3- Aumento da visibilidade

De nada adianta elaborar um grande produto tecnológico, seja um software, aplicativo ou dispositivo, se ninguém vai conhecê-lo. Popularizar a imagem da criação exige uma apresentação inicial a um público selecionado. Ao representar uma empresa em um meetup, o produto desenvolvido e a marca representada encontram automaticamente um ótimo canal de visibilidade. O melhor de tudo é que esta exposição já é seletiva, pois se dá junto a um nicho de pessoas interessadas em se relacionar de alguma forma com o que está sendo oferecido.

4- Contato com novas tecnologias

No mundo altamente tecnológico como o atual, é impossível que alguém conheça todas as ferramentas disponíveis no mercado de TI. Tudo se modifica diariamente com o desenvolvimento de infinitos novos dispositivos e sistemas. Em um meetup, há uma infinidade de novas opções tecnológicas colocadas em pauta, que podem surpreender até mesmo os especialistas em inovação.

5- Troca de experiências

Em um mercado tão rico, sempre haverá alguém com mais conhecimentos e vivência determinados ramos. Por isso, participar de um encontro de pessoas com os mais plurais saberes gera um ganho de conhecimento mútuo entre os presentes, no qual cada um ensina e aprende um pouco sobre o que mais de interessante foi aplicado em suas próprias corporações.

6- Interação com novos clientes

Todos os produtos ou serviços possuem o objetivo de ser vendidos. Os meetups levam grandes quantidades de potenciais clientes a conhecer aqueles produtos específicos. O clima de informalidade do ambiente proporciona que a apresentação do produto se dê de uma forma muito mais natural do que uma eventual publicidade, por exemplo. Esse caráter de ausência de artificialidade no processo favorece a proximidade dos eventuais consumidores com a marca.

7- Aumento do feedback de usuários

Descobrir o que os clientes pensam do serviço ou mercadoria oferecida é essencial para corrigir falhas e promover o desenvolvimento de um produto. Meetups oferecem a oportunidade de clientes interagirem espontaneamente com as marcas, em avaliações sinceras de seus produtos. Este fato dá margens para que as críticas, sugestões e elogios sejam levados em conta no desenvolvimento de novas ideias no futuro.

Depois de ler este artigo, ficou mais fácil perceber os benefícios destes encontros informais tanto para você, gestor, quanto para a sua equipe de TI, não é mesmo? Você já tem frequentado eventos desta natureza? Não se esqueça de contar suas experiências e a dos seus colaboradores nos comentários.

 

Fonte: https://blog.algartelecom.com.br/gestao/como-os-meetups-podem-beneficiar-times-de-tecnologia/